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A Amazon anunciou nesta sexta-feira (14) que vai criar 10 mil novos empregos permanentes no Reino Unido em 2021 e investir 10 milhões de libras em novos programas de treinamento nos próximos três anos.

A gigante de tecnologia americana, que tem sede em Seattle (Washington), disse que a iniciativa irá ampliar seu quadro de funcionários no Reino Unido para 55 mil pessoas até o fim do ano.

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A empresa também vai criar mil vagas para estagiários em tempo integral no país europeu este ano, como já havia sido revelado em fevereiro.

A empresa de tecnologia Nvidia anunciou novos modelos de notebooks gamers equipados com placas de vídeo RTX 3050 ou RTX 3050 Ti e processador Intel Core da 11º geração. De acordo com a companhia, os laptops terão preços sugeridos a partir de US$ 799 (R$ 4.186,06 em conversão direta).

De acordo com a Nvidia, os novos notebooks contarão com designs finos e, por conta das placas de vídeo RTX, serão capazes de executar jogos populares como "Minecraft RTX" (2020), "Call of Duty: Black Ops Cold War" (2020), "Fortnite" (2017) e "Outriders" (2021) em 1080p a 60 quadros por segundo. Veja o trailer:

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Assim como outros modelos da série RTX, a empresa afirmou que os novos também serão compatíveis com o software Nvidia Broadcast, que oferece ferramentas de melhoria de áudio para lives, chamadas de voz e videoconferência. Com o recurso, é possível reduzir os ecos e ruídos externos do áudio e aprimorar a qualidade do vídeo.

Até o momento, os modelos de placas de vídeo RTX 3050 foram anunciados apenas nos notebooks, mas assim como ocorre em outros lançamentos da Nvidia, os novos hardwares devem ser lançados para os desktops a qualquer momento.

O órgão regulador de concorrência da Itália aplicou nesta quinta-feira (13) uma multa de 102 milhões de euros ao Google, por abuso de posição dominante com o intuito de favorecer seus aplicativos.

A multa foi atribuída à exclusão pelo Google de um aplicativo desenvolvido pela Enel de seu sistema Android.

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Há mais de dois anos, o Google não permite que o aplicativo JuicePass, da Enel, opere no chamado Android Auto - sistema que garante o uso seguro de aplicativos em carros -, impedindo seu uso de maneira desleal para favorecer o Google Maps, argumenta o regulador italiano.

A Amazon anunciou na última terça-feira (11) a sua loja de compras internacionais no Brasil. A seção de produtos selecionados reúne tendências de compra dos brasileiros em sites internacionais. Graças à função Prime, os usuários poderão usufruir de frete grátis para quase a totalidade de produtos. De acordo com a empresa, o prazo de entrega dos itens internacionais foi reduzido em mais de 40%. O pagamento pode ser feito por boleto e cartão de crédito com parcelamento em até dez vezes, mas o número de parcelas é estipulado sob consulta de valor mínimo.

Os produtos disponíveis no país foram selecionados seguindo as preferências de compra dos brasileiros nas categorias Casa, Esportes, Livros, Eletrônicos e Moda. Entre as marcas de destaque estão Oxo, KitchenAid, Razer, Corsair, Revlon, Timex e FURminator.

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“Nosso foco é tornar as fronteiras imperceptíveis para nossos clientes, proporcionando aos consumidores brasileiros uma experiência positiva de compra internacional com ampla seleção de produtos, maior velocidade de entrega e forma de pagamento facilitada", explica Tiago Abel, Líder de Operações de Varejo da Amazon Brasil, no comunicado da empresa.

Para garantir a entrega rápida, a Amazon diz contar com Centros de Distribuição localizados em São Paulo (Cajamar), Pernambuco (Cabo de Santo Agostinho), Minas Gerais (Betim), Distrito Federal (Santa Maria) e Rio Grande do Sul (Nova Santa Rita).

“Conforme a Amazon constrói uma rede de infraestrutura robusta, a empresa estará mais perto dos clientes do que nunca, o que ajuda a garantir entregas rápidas”, concluiu Abel. Alguns itens podem ser entregues em menos de 24 horas após a compra.

AO Departamento de Defesa dos EUA decidiu retirar a Xiaomi de uma lista negra que impedia investimentos do país na gigante de tecnologia chinesa, após uma corte federal conceder meses atrás liminar que suspendeu a proibição temporariamente, em resposta a um processo judicial iniciado pela empresa.

Advogados de ambos os lados avaliaram que a remoção da Xiaomi da lista negra é apropriada, após a vitória judicial da empresa, em março. A Xiaomi entrou com ação judicial em janeiro, negando o argumento dos EUA de que a empresa teria laços com militares na China.

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Na Bolsa de Hong Kong, a ação da Xiaomi fechou em alta de 6,1% nesta quarta-feira. Fonte: Dow Jones Newswires.

A Câmara dos Deputados concluiu a votação de emendas do Senado ao marco legal das startups (Projeto de Lei Complementar 146/19), que prevê regras diferenciadas para o setor, classificado pelo texto como as empresas e sociedades cooperativas que atuam na inovação aplicada a produtos, serviços ou modelos de negócios. A matéria será enviada à sanção presidencial.

Os deputados seguiram parecer do relator, deputado Vinicius Poit (Novo-SP), e aprovaram ainda outra emenda para a qual ele tinha recomendado a rejeição.

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Capital semente

Aprovada por meio de destaque do PT, a emenda excluiu do texto a possibilidade de as empresas participantes do Repes, um regime especial de tributação para a exportação de serviços de tecnologia da informação, descontarem da base de cálculo do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) o dinheiro investido em fundos de investimento (FIP-Capital Semente) direcionados a startups.

Modelos inovadores

De autoria do ex-deputado JHC e outros, o projeto exige que as startups tenham receita bruta de até R$ 16 milhões no ano anterior e até dez anos de inscrição no CNPJ.

Além disso, precisam declarar, em seu ato constitutivo, o uso de modelos inovadores ou se enquadrarem no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas (Lei Complementar 123/06).

*Da Agência Câmara de Notícias

 

A empresa de eletrodomésticos Britânia entrou no mercado de produção de Smart TVs. Os preços variam de R$ 1.400 e R$ 3.400, com modelos HD de 32 polegadas, Full HD de 42 polegadas e também opções para resolução 4k, que vão de 50 a 55 polegadas.

De acordo com a empresa, os televisores dispõem de bordas infinitas, recurso de melhorias de imagens HDR10, tecnologia D-LED e processador de quatro núcleos. Além disso, o sistema operacional contará com as plataformas de streamings mais populares, como YouTube, Netflix, Amazon Prime Video, Globoplay e Disney+.

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A Britânia também divulgou que o sistema de áudio e vídeo contará com opções para diferentes programas, como um modo exclusivo para futebol, adaptações de voz e contraste de imagem, que podem modificar as cores de acordo com o tipo de filme ou série assistida.

Assim como outros televisores, os modelos da Britânia também contarão com quatro entradas HDMI, onde uma delas é ARC, que possibilita controlar outros dispositivos, por meio do controle remoto da TV. Também terá disponível entradas USB, que possibilitam reproduzir arquivos de áudio e vídeo por meio do reprodutor interno do aparelho.

Ao aparecer como convidado no programa americano "Saturday Night Live" (SNL), Elon Musk - presidente da Tesla e da SpaceX - disse que tem síndrome de Asperger e voltou a falar sobre a criptomoeda dogecoin.

Em seu monólogo de abertura do programa, o bilionário se gabou de ser a primeira pessoa com essa síndrome a ser convidada para o SNL. "Ou pelo menos a primeira a admitir", afirmou.

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"Sei que disse ou postei coisas estranhas, mas é assim que meu cérebro funciona. Para qualquer pessoa que ofendi, só quero dizer: reinventei os carros elétricos e estou enviando pessoas a Marte em um foguete", declarou. "Vocês acharam que eu seria um cara normal e relaxado?"

Musk recebeu muitas críticas por alguns de seus comentários como sua zombaria pública à SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos) e por insultar um mergulhador que resgatou um grupo de crianças presas em uma caverna na Tailândia.

Mas no SNL, Musk fez piadas sobre si mesmo: seus tuítes, o nome incomum de seu filho... E, claro, como um grande promotor das criptomoedas, elogiou a dogecoin.

Pressionado a dizer exatamente o que era essa criptomoeda, o bilionário a descreveu como "um veículo imparável que vai dominar o mundo". Para depois acrescentar que realmente é ruído.

Assim, pela segunda vez na semana, Musk fez variar o preço da moeda, que caiu até 49 centavos de dólar durante a transmissão do programa, quando pouco antes estava a 74 centavos, de acordo com a CoinDesk.

Durante o show, os atores do SNL se perguntaram por que o bilionário iria querer se juntar a eles no set.

E num segmento momento, sobre o foguete chinês reentrando na atmosfera da Terra ao mesmo tempo em que o programa ia ao ar, concluíram que o empresário espacial "precisava de um álibi".

A empresa Valve, criadora da loja de games para computadores Steam, é alvo de um processo do estúdio Wolfire Games, responsável pelo site de compra de jogos Humble Bundle. A acusação alega monopólio de mercado por parte da Valve, que está ativa no setor desde 2003 e conta com a maioria dos títulos lançados no catálogo do serviço.

De acordo com o processo registrado em Washington, D.C. (EUA), a Valve vende para as desenvolvedoras a ideia de que lançar um game na Steam é garantia de sucesso. Ao mesmo tempo, mantém uma taxa de comissão de 30% por venda, valor considerado alto por muitos criadores.

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Além disso, a acusação também destaca que a Valve não permite aos desenvolvedores compensar a taxa e a oferecer jogos por preços mais altos do que os vistos nas plataformas concorrentes. Essa comissão varia de acordo com a loja. Na Epic Store, que entrou no mercado em 2018, é cobrado dos criadores 12%.

Uma situação parecida ocorreu em 2020, quando a Epic Games processou a Apple com a acusação de prática de preços abusivos nas tarifas de jogos vendidos na plataforma. Devido a polêmica, o jogo "Fortnite" (2017) foi retirado da App Store e também da Play Store. O julgamento do caso iniciou na última segunda-feira (3).

Após cinco anos longe do Brasil, a empresa Toshiba, que se consagrou nos anos 1990 como renomada marca de televisores, retorna ao país em parceria com as companhias de eletrodomésticos Multilaser e Hisense. A novidade foi anunciada pela Multilaser no portal Exame.

A princípio, os produtos Toshiba que chegarão às lojas serão TVs com telas de 55 e 65 polegadas e resolução 4k, que dispõem de aplicativos de streaming, como Netflix e YouTube. De cordo com a Multilaser, se os produtos Toshiba conseguirem bons desempenhos em vendas, também serão lançados modelos com preços e telas menores.

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A Multilaser será responsável pela distribuição e logística dos televisores da Toshiba, que serão concebidos nas fábricas situadas em Manaus (AM) e Extrema (MG). Com a parceria e retomada ao Brasil, as empresas esperam alcançar a marca de 100 mil TVs vendidas até o final do ano e um milhão de televisores até 2026.

No Brasil, a Toshiba é conhecida pela parceria que firmou com a empresa de eletrônicos Semp nos anos 1970, que formavam a marca Semp Toshiba, responsável por popularizar televisores coloridos de até 52 polegadas. A cooperação entre as duas companhias acabou em 2016, e hoje a Semp está aliada à multinacional TLC.

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A internet é o mundo. Ponto. Por isso, muitos profissionais decidiram trabalhar nas redes sociais e ganhar a vida por meio delas, investindo nesse mercado que está cada vez mais em evidência. Com o objetivo de auxiliar essas pessoas, surgiram as hubs, empresas que buscam oferecer serviços a partir de estratégias e técnicas de marketing digital.

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O jornalista Thiago Maia define hub como uma empresa que oferece um serviço completo de alto nível de qualidade, ou seja, oferece múltiplos serviços em um único produto. “Exemplo, hoje eu trabalho num hub de influência. E o que eu ofereço pro meu cliente? Se ele quer ser influencer, temos que traçar metas, estratégias, conteúdos pra dar resultados e transformar aquela pessoa em uma influencer”, explica.

A partir disso, a hub trabalha na construção da vida do cliente na internet. “Como? Planejamento, estratégia, produção de conteúdo, a busca da autoridade virtual. Utilizando as técnicas de marketing digital e de influência, sabendo a linguagem de cada plataforma para conseguir ter o êxito desejado”, diz Thiago.

Thiago Maia explica como funciona. Ney Messias, um dos sócios e produtos da hub Tucupix, decidiu que gostaria de falar nas redes sociais dele sobre um tema, mas notou que havia pouco engajamento e as publicações não eram programadas. “Ele é gerontólogo pelo Instituto Albert Einstein, tem propriedade para falar de envelhecimento. O Ney vai fazer 60 anos, então vamos criar um programa, criar algo que fale desse início de envelhecimento, porque o Ney simplesmente mudou a vida dele, o estilo de se alimentar, vive um momento mais saudável”, conta.

A partir disso, segundo o jornalista, o perfil do influencer começa a ser construído. A linha editorial trata de preconceitos e do que as pessoas não estão acostumadas a ver. “E aí ele se tornará uma referência sobre aquele assunto. A gente está traduzindo, de certa forma dando um didatismo melhor sobre um tema que às vezes é um tabu, uma polêmica, como o envelhecimento saudável”, acrescenta. O perfil seuneyzinho no Instagram já tem 15 mil seguidores.

Thiago Maia destaca ainda que o sucesso se deve ao fato de que não existem muitos homens assumindo e falando sobre envelhecimento. “E ele vem desconstruindo tudo. Tudo tem uma linguagem, o que funciona em uma plataforma não funciona na outra. Então, às vezes, a gente consegue convergir o produto, fazer uma transmídia legal e com que um conteúdo gravado se torne várias funções, em várias plataformas, com que sejam criados em vários formatos, mas entregando um mesmo conteúdo, o que funciona”, assinala.

Construção profissional

Ivana Oliveira, jornalista, doutora em Ciências do Desenvolvimento Socioambiental e professora titular do PPGCLC (Programa de Pós-Graduação de Cultura, Linguagens e Comunicação) da UNAMA - Universidade da Amazônia, diz que, atualmente, todo mundo está presente nas redes sociais e quem não está corre o risco de perder espaço. “Ou você fala por você, assume esse lugar, coloca sua imagem e trabalha sua imagem, ou alguém vai fazer isso por você. Esse é o problema”, alerta a professora.

Ivana acredita que o sucesso nas plataformas digitais está relacionado à transparência e fala sobre a necessidade de construção profissional de uma imagem sólida, procurando pessoas que conheçam as ferramentas que podem ser trabalhadas nas redes. A professora afirma, ainda, que não é possível alguém ter uma voz nas redes sociais, mas possuir um comportamento diferente. “Não adianta você fazer campanha para saúde do Brasil e fazer aglomeração no final de semana”, exemplifica.

A professora conta que esse segmento muda no cenário da pandemia porque as pessoas estão mais voltadas para esse meio. “Hoje, as redes sociais, de uma maneira geral, são uma forma de encontro. Nós saímos das praças, das lojas, das ruas, e fomos para as redes sociais. Todo mundo está nas redes sociais. Até quem não está, estão falando dele ou estão falando por você”, observa.

Para Ivana, a formação acadêmica dá muitas ferramentas para quem pretende trabalhar nas redes – principalmente um olhar mais crítico aliado ao conhecimento de vários teóricos – e que vão auxiliar essa pessoa a ter uma visão sistêmica e ampla.

“Tem muitos amadores trabalhando e você pode dizer: ‘Ah, mas existe um pessoal que está trabalhando como administrador de redes sociais para o pessoal do Big Brother’. Ali todos são profissionais. O que eles estão fazendo é um trabalho gratuito, mas são publicitários, fotógrafos, pessoal de marketing digital. Então, você tem um estudo de redes, um estudo de ferramentas de marketing digital muito interessante. A gente sai do amadorismo e passa para a profissionalização disso”, complementa.

Conexão com o mundo

O professor e jornalista Mário Camarão acredita que, a partir do momento em que as relações que nós temos no espaço presencial convergem para o espaço digital, as redes sociais são positivas, possibilitam a conexão das pessoas umas com as outras e com o mundo. Assim, essas relações passam a existir de maneira eficiente e positiva. Além disso, existem pessoas que procuram as redes sociais com mais freqüência como fonte de informação, acompanhamento de agenda social e manutenção de relacionamentos.

“Essas relações são importantes não só para nos manter informado sobre o que acontece no mundo, principalmente nesse momento de pandemia, de isolamento. Então as redes sociais acabam sendo fundamentais para o conhecimento e para o contato com outro, aquele de quem a gente está separado presencialmente. Saber do dia a dia, saber das práticas sociais, religiosas, políticas, econômicas, educacionais e assim por diante”, explica.

Segundo Mário, o consumo das redes foi potencializado durante a pandemia, assim como a produção também aumentou, principalmente porque as pessoas ficaram mais dentro de casa, consequentemente começaram a ter um uso maior da internet, das redes móveis (celulares) e das redes sociais de comunicadores instantâneos como o WhatsApp.

O jornalista orienta os que escolhem trabalhar com as redes sociais e explica que é imprescindível ter uma profissionalização e o cuidado com o conteúdo produzido no momento em que todo mundo pode produzir e criar conteúdo para esse meio. “Mais do que nunca é exigido de um profissional que ele tenha ética e que ele saiba exatamente o papel daquilo que ele produz enquanto conteúdo”, complementa.

Mário Camarão também comenta que uma informação errada pode levar um grande número de pessoas a cometer erros fatais. “Eu não posso jamais, por exemplo, criar um conteúdo de dieta médica se eu não sou médico. Eu preciso ter uma especialização, uma qualificação para produzir aquele conteúdo”, exemplifica.

O jornalista afirma que as redes possibilitam um compartilhamento das informações mais diversas possíveis, mas ainda assim é necessário um conhecimento não somente técnico-científico, mas o conhecimento de como potencializar essas redes, de como vender e produzir conteúdos mais atrativos para as pessoas.

Mário diz que é importante ter conhecimento de que as redes sociais exigem uma comunicação específica para elas, planejamento de conteúdos e conhecimento do nicho para quem deseja realizar essa comunicação, atraindo público para os conteúdos produzidos. “Tem uma atualização constante desses conteúdos e principalmente saber se aquele conteúdo está agradando ao público. Essa é uma forma de você alcançar sucesso, relevância e autoridade nas redes a partir daquilo que você compartilha e que você entrega para um grande público”, acrescenta.

Plataforma de negócios

Petterson Farias tem 34 anos, é formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Pará (UFPA) e tem um MBA em Marketing Digital pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O publicitário conta que está em uma segunda especialização de Influencer Digital pela Universidade Anhembi Morumbi, e que o interesse de trabalhar nas redes sociais surgiu quando estava finalizando o curso de Publicidade na UFPA, na época em que a profissão começou a surgir.

“A gente não chegou a estudar na universidade, ainda não era algo sedimentado e superpulverizado, mas já havia um mercado ali se formando. Então as minhas primeiras experiências calharam de ser digitais. E aí eu vi que eu amava isso e pretendi ficar”, revela.

Petterson afirma que o Instagram é uma plataforma de negócios e que também ganha a vida por meio dela, nem sempre com as postagens em si, mas para além da rede social. “Já tive a oportunidade de trabalhar com grandes marcas que me deixam muito lisonjeado, mas para além do Instagram, eu acabo ganhando dinheiro com redes sociais. O meu trabalho no mercado é compartilhar aquilo que eu sei dos usos, comportamentos e ferramentas digitais com as pessoas por meio de consultoria, cursos, palestras, livros digitais e afins”, explica.

O publicitário afirma que, antes de qualquer coisa, uma das principais características de quem deseja trabalhar nas redes é a curiosidade, porque essa disciplina, por ela ser fluida e dinâmica, não se encerra ou se aprende uma única vez. Além disso, Petterson fala sobre a facilidade, habilidade e o talento de se relacionar com outras pessoas. “Eu acho que se sobressai, independentemente de qual área você seja, aquele que tem essa facilidade de lidar com outro, de lidar com as pessoas, porque a grande essência da rede social é o relacionamento, é o diálogo. Não à toa é social a rede, então ela é por sobre e para as pessoas”, destaca.

Petterson fala sobre a sua carreira e revela que o primeiro trabalho dele foi com redes sociais, em uma diretoria vanguardista embrionária no Governo do Pará, em 2011, com o objetivo de estabelecer uma comunicação pública na internet. “Foi um grande desafio para mim e eu carrego esse trabalho na minha trajetória com muito orgulho”, complementa.

O publicitário também se orgulha de ser enxergado e de trabalhar com grandes marcas. “Eu jamais imaginei chegar até elas, até mesmo por causa desse distanciamento geográfico, que a internet acaba rompendo”, diz.

Petterson define o criador de conteúdos digitais como o profissional ou a pessoa que se disponibiliza a compartilhar informações e experiências úteis, criativas e relevantes para um determinado grupo de pessoas e seguidores, sejam apenas duas pessoas ou três milhões.

“Ele atua naquelas redes que ele julga mais fáceis de lidar ou aquelas que ele mais gosta. Então o cara que faz vídeos para o YouTube, a pessoa que faz posts e Reels (vídeos) no Instagram, que escreve no Twitter ou que faz textos para um blog, todos são criadores e produtores de conteúdos digitais ou uma terceira denominação, que a gente chama de creator”, explica.

Para Petterson, o influenciador digital é o criador de conteúdos que passa a ser reconhecido pela sua audiência como referência em um determinado nicho, em um determinado tema e um determinado mercado. “É alguém que o público reconhece, ou seja, o reconhecimento vem de fora e não sou eu que me denomino influenciador digital. São as pessoas que me dizem isso a partir do meu trabalho”, finaliza.

Educação digital

Dani Walendorff é jornalista, mas atualmente trabalha como estrategista digital. Há 15 anos atua na área da comunicação, sendo cinco anos dedicados para o marketing digital. Há dois anos, Dani decidiu empreender e focar na educação digital. “Hoje estou desenvolvendo um negócio na educação digital em que eu ensino, através de cursos e consultorias, outras marcas e profissionais a como se posicionar na internet usando suas redes sociais, blogs e sites e como se posicionar como autoridade, como se conectar com sua audiência e atrair clientes”, explica.

Além disso, Dani também ensina as pessoas a monetizarem e a criarem seus produtos digitais. Ela conta que o negócio é baseado na experiência de vida dela, bem como na trajetória e nos valores.

“Eu fiz essa transição para o empreendedorismo, na verdade, por certos pontos que começaram a me incomodar dentro da minha carreira e dentro da minha área. Um deles era a questão da falta de liberdade e de tempo. Eu tinha horário para entrar, mas não tinha hora para sair. Outro ponto, eu sempre ganhava o mesmo valor, por mais que eu trabalhasse mais, que entregasse mais”, relembra.

Ainda dentro das instituições em que trabalhava, Dani começou a fazer uso das redes sociais para compartilhar orientações e informações sobre elas e como usá-las de forma estratégica. “Ali mesmo surgiram as oportunidades de trabalho, de como ensinar, fazer cursos, consultorias. Foi ali que eu percebi: ‘Se fazendo isso aqui, digamos que informalmente, já estou tendo resultado, imagina se me dedico de verdade’. Foi ali que eu mudei a chave e comecei a investir até fazer esse processo de transição de carreira”, complementa a jornalista.

Dani acredita que o meio digital ainda tem muito a crescer e que ela tem a missão de ajudar outros profissionais e marcas a se posicionarem na internet, atraindo o público e mais oportunidades. “Venho trabalhando nisso, ajudando, ensinando e mostrando que existe, sim, um caminho, mesmo que você não queira trabalhar exclusivamente com internet. Mas hoje ela é uma ferramenta que pode ampliar o teu alcance pra você atingir mais marcas”, diz.

A jornalista finaliza: “Acredito que vou continuar por aí um bom tempo e espero realmente que outros profissionais consigam também monetizar através das redes sociais e utilizar a internet cada vez mais a seu favor.”

Por Isabella Cordeiro e Sarah Barbosa.

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Muito mais do que uma internet mais rápida, a tecnologia 5G, que deverá chegar ao Brasil até o fim do ano, irá revolucionar toda a sociedade e os meios produtivos. “Não se trata de mais um G e sim de um guarda-chuva que envolve e potencializa outras tecnologias”, afirma o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Leonardo Euler de Moraes, em entrevista ao programa Brasil em Pauta que vai ao ar neste domingo (2), às 19h30, na TV Brasil.

De acordo com Moraes, a tecnologia 5G será a catalisadora de outras tecnologias como a Internet das Coisas, inteligência artificial, robótica, inteligência mista e aumentada. Tudo graças à sua baixa  latência, que é o tempo que os dados demoram para trafegar. “No caso do 5G, esse tempo é menor do que um piscar de olhos”.

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O edital do leilão 5G está no Tribunal de Contas da União (TCU) para análise e deve ser lançado até o fim deste ano. “Vamos liberar a outorga do direito de uso da frequência, que são essas vias por onde os sinais trafegam”, diz o presidente da Anatel.

Segundo ele, esse não será um leilão arrecadatório. Isso porque além da implantação do 5G, as empresas terão compromissos de investimentos como a cobertura de internet em estradas brasileiras e em localidades que ainda não contam com internet nenhuma. “Espera-se que, em 20 anos, sejam de mais de  R$ 40 bilhões em investimentos”, diz.

A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), informou nesta sexta-feira (30) que concluiu, de forma preliminar, que a Apple viola a legislação de concorrência do bloco pela forma como oferece o próprio serviço de streaming de música em sua loja de aplicativos, a App Store.

Em comunicado, o órgão também expressou preocupação com restrições impostas pela empresa americana que previnem desenvolvedores de plataformas de informarem usuários de iPad e de Iphone de alternativas de compra mais baratas.

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O parecer representa o primeiro passo formal da investigação antitruste aberta pela Comissão contra a gigante do setor de tecnologia. Nessa fase, a companhia é informada da acusação e tem o direito de respondê-la.

Nesta semana, o Spotify anunciou que o serviço terá reajuste de preço a partir de 30 de abril. Com isso, os valores passarão de R$ 16,90 para R$19,90 na modalidade premium, de R$ 21,90 para R$ 24,90 no premium duo, de R$ 26,90 para R$ 34,90 no pacote família, e de R$ 8,50 para R$ 9,90 no plano universitário.

De acordo com o streaming de música, o reajuste entrará em vigor para os novos assinantes, mas os veteranos receberão o aumento a partir de julho. O Spotify explicou que o novo valor possibilitará à plataforma trazer novos recursos e conteúdos.

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O reajuste de preço não ocorreu apenas no Brasil. Usuários do Spotify na Europa e no Reino Unido também notificaram nas redes sociais que as mensalidades sofreram aumento, que variam entre 1 euro (R$ 6,61) e 3 euros (R$ 19,82). O anúncio pegou muitos clientes de surpresa, já que o valor da assinatura não era alterado desde 2016.

Lançado em 2008, o Spotify é uma opção conhecida junto a diversos outros streamings de música, como Deezer, Amazon Music, Tidal e Apple Music. Esse tipo de plataforma tornou-se uma vitrine para diversos artistas e bandas serem remunerados por seus trabalhos musicais. Além disso, produtores de podcast também usam esses serviços para divulgarem materiais.

A Apple anunciou, na manhã dessa segunda-feira (26), que planeja investir $ 430 bilhões de dólares (cerca de 2 trilhões e 355 bilhões de reais) nos Estados Unidos, criando com isso 20 mil novos empregos nos próximos cinco anos.

No planejamento, está previsto o investimento de pelo menos 1 bilhão no estado da Carolina do Norte, onde será construído um novo campus da empresa.

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O investimento da Apple é 20% acima do estipulado em 2018, em um plano de cinco anos que dizia que seriam gastos $ 350 bilhões. A nova ideia é investir conforme o país vá se recuperando dos problemas na economia causados por conta da pandemia da Covid-19.

Segundo o portal americano ABC News, o CEO da Apple, Tim Cook, disse em comunicado estar preocupado com gerar empregos e construir um futuro mais justo, pensando na sustentabilidade.

"Neste momento de recuperação e reconstrução, a Apple está dobrando nosso compromisso com a inovação e fabricação nos Estados Unidos com um investimento geracional alcançando comunidades em todos os 50 estados. Estamos criando empregos em campos de ponta (de 5G à engenharia de silício à inteligência artificial) investindo na próxima geração de novos negócios inovadores e em todo o nosso trabalho, construindo em direção a um futuro mais verde e justo."

A Apple é o maior contribuinte dos EUA e já gerou mais de 2,7 milhões de empregos em todo o país. Em seu plano também está expandir rapidamente suas equipes e operações em outros estados além da Carolina do Norte, incluindo entre eles, Califórnia, Colorado, Massachusetts, Nova York, Texas e Washington.

Custando quase R$ 30 mil no Brasil, a versão mais completa do iPad Pro de 12,9 polegadas, que oferece conexão 5G e 2 TB de armazenamento, é o mais caro do mundo, aponta levantamento do Nukeni, site do desenvolvedor japonês Jun Saito. O Brasil também será o primeiro no ranking global de preço dos demais tablets anunciados pela empresa fundada por Steve Jobs.

Os lugares onde é mais barato comprar um iPad Pro 2021 na mais avançada configuração são os Estados Unidos (US$ 2,4 mil), Hong Kong (US$ 2,4 mil) e Canadá (US$ 2,5 mil). O levantamento levou em consideração 40 países.

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Em comparação, o preço em dólares do novo tablet no Brasil seria equivalente a US$ 5,4 mil. Convertendo em reais, comprar o mesmo iPad nos Estados Unidos seria o equivalente a desembolsar R$ 13,4 mil.

Brasileiros pagarão bem mais pelo produto também na comparação com Suécia (US$ 3,3 mil), Hungria (US$ 3,1 mil) e México (US$ 3,1 mil).

O levantamento do Nukeni usa como base o preço dos produtos vendidos nas lojas da Apple nos países e converte o valor em dólar com o câmbio do dia. Os valores, portanto, variam diariamente conforme a volatilidade da moeda, diz Saito. Ou seja, o fortalecimento do dólar ante as moedas mundiais tem influência sobre o índice.

O preço final leva em consideração a tributação dos países - aqueles que tributam mais pesadamente produtos importados de tecnologia, como o Brasil, tendem a ver valores mais elevados do que regiões que têm poucas barreiras de taxas, como o Canadá e Japão. Nações da zona do euro, ainda que tenham uma moeda ligeiramente mais fraca diante do dólar, aparecem no "miolo" do levantamento porque tributam importados.

Para o cálculo ser mais preciso, seria preciso levar em conta o poder de paridade de compra (PPC), o que coloca os países em pé de igualdade em diferentes moedas. Esse tipo de cálculo é utilizado por órgãos internacionais, como o Fundo Monetário Internacional (FMI), para o cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) dos países. O PPC inspirou o Índice Big Mac, criado pela revista britânica The Economist para comparar o desempenho do dólar no mundo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A Oi, atualmente em recuperação judicial, propôs aos acionistas duas reorganizações em sua estrutura societária necessárias para levar adiante o plano de recuperação. A empresa quer autorização para incorporar a Telemar, que atualmente detém licenças para telefonia fixa e serviços multimídia junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), e para cindir e incorporar uma parte da Brasil Telecom Comunicação Multimídia (BTCM).

Segundo a Oi, os movimentos são necessários para tocar o plano de recuperação judicial da telefonia. Após um aditamento feito no ano passado, o plano prevê a divisão da Oi com a venda de parte de seus ativos, e que a empresa ficará como sócia na InfraCo, unidade de fibra ótica. Parte das demais verticais, como a Oi Móvel, já foi vendida.

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Na incorporação da Telemar, a Oi propõe extinguir ações ordinárias e preferenciais da empresa, mas uma parcela de 30.595.616 papéis preferenciais de classe A será substituída por 644.019.090 ações ordinárias da Oi, que serão emitidas especialmente para esse fim e mantidas em tesouraria. Segundo a Oi, essa emissão não alterará seu capital social, porque o patrimônio da Telemar já está em seu próprio balanço.

A Oi terá de emitir os novos papéis porque as ações em questão da Telemar estão empenhadas em favor da portuguesa Pharol. Elas são a garantia do cumprimento de uma obrigação que a Oi contraiu após receber um aporte de ativos da Pharol em 2014. Com isso, as novas ações da Oi também servirão de garantia à Pharol.

Essa incorporação, porém, depende da transferência à Oi, por parte da Anatel, de licenças de operação de telefonia fixa e conexão multimídia que hoje, estão registradas em nome da Telemar. Se a incorporação for aprovada antes da transferência, a dissolução da Telemar ocorrerá após a troca da titularidade das licenças.

Já a Brasil Telecom Multimídia vai dar origem à InfraCo. Para isso, a Oi espera segregar do patrimônio da subsidiária todos os elementos que não se relacionarem à futura operação. Essa parcela será incorporada à Oi, e o restante vai formar a InfraCo.

A assembleia geral extraordinária (AGE) da Oi está marcada para o próximo dia 30, às 16h.

Quando um grande empreendedor olha para um novo negócio, o mercado se volta para o tema. Grandes empreendedores têm uma percepção aguçada sobre oportunidades de sucesso. Recentemente, Janguiê Diniz, integrante da lista da Forbes, anunciou a sua entrada como sócio acionista do InovaHub, uma recém-lançada aceleradora de startups com um valuation de R$ 130 milhões. Junto com ele, também integra o time de acionistas, Marcus Marques, um dos mentores referência em aceleração de empresas no Brasil. Ambos estão realizando um aporte financeiro e compra de ações, que não foram anunciados, e passam a atuar com participação direta na aceleração das startups.

Sobre a atuação

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Marcus Marques, que é o fundador do Grupo Acelerador, holding com participação acionária e investimentos em diversas empresas e startups, tem no portfólio experiência em mentoria e aceleração para mais de 3 mil projetos de PMEs. Nessa nova parceria, ele assume a posição de Head de Estratégias de Marketing Digital e de Aceleração para ajudar a desenvolver o crescimento das startups. Já Janguiê Diniz, que é o fundador e controlador do Grupo Ser Educacional, será o Chairman da InovaPar S.A. que controla o grupo econômico, e um dos mentores. Tendo uma carreira já consolidada, ele leva para o InovaHub a expertise em ter construído múltiplos negócios e o conceito e modelo de negócio da Epitychia, seu venture capital que tem alguns milhões para investir em startups e vai considerar de perto os projetos acelerados.

"A tecnologia vem impactando cada vez mais a sociedade, aplicativos, sistemas e softwares facilitam cada vez mais a vida das pessoas, é por isso que eu acredito muito no ecossistema de startups", diz Janguiê Diniz. Além dos fundos Bertha Capital e BR Angels, a InovaHub terá como braço financeiro de aporte a Epitychia, venture capital de Diniz. "Nós queremos ser pontes que possibilitem a concretização de boas ideias e para isso, já tínhamos dentro do nosso plano de negócios, recursos financeiros para aportar nas startups e as startups participantes da nossa aceleração terão um olhar especial dos nossos analistas", complementa.

Existe uma grande inovação no modelo de negócios da InovaHub. Segundo Marcus Marques, “o projeto é genial. Conecta dois modelos de negócios até então nunca conectados. Um reality show, que é o Batalha das Startups, com a aceleradora InovaHub”, comenta. “O InovaHub já está acelerando oito startups que participaram do Batalha das Startups, além de outras que não participaram. Acontece que mais de 700 se inscreveram. O grande diferencial do InovaHub é, sem dúvida, a qualidade das startups que chegam para a aceleração. Toda a jornada de seleção e mesmo de amadurecimento dentro do próprio reality show até chegar à aceleração”, comenta.

Quando o assunto é investimentos em startups, o que importa é a “taxa de saída”, ou seja, quantas startups deram certo. “Acreditamos que no InovaHub, pelo modelo de negócio da aceleradora que filtra as startups a partir do reality show Batalha das Startups, somado ao time de profissionais e mentores seniores que foram reunidos e um programa de aceleração extraordinário, aumentamos em pelo menos dez vezes as chances de sucesso dos empreendedores”, declara Marques.

O InovaHub, integrado ao reality show Batalha das Startups, tem duas propostas realmente impactantes. O modelo foi idealizado por Reginaldo Pereira, em parceria com Edson Monteiro e Jorge Iazigi, presidente e diretor-financeiro, respectivamente, do grupo Emepar. Também se juntaram ao projeto os investidores Geraldo Marques e Alexandre Velilla, CEO do Cel.Lep, e Lilian Monteiro, como diretora executiva da aceleradora. A primeira proposta é a de tornar o empreendedorismo tão popular quanto as lutas de UFC no Brasil, educar o mercado no que é essencial para empreender em startups e inspirar a nova geração. A segunda proposta mostra a escolha por startups que têm impacto social, principalmente no quesito trabalhabilidade.

“As empresas passaram por diversas etapas. Inicialmente o tema era sustentabilidade, depois inclusão, seguido de transformação digital e digitalização, mas a próxima tendência é que as marcas falem de empreendedorismo, de trabalhabilidade, empregabilidade e de geração de receita. Ficamos muito felizes que a startup Apreço, nossa grande vencedora do Batalha, dentre as oito campeãs por categorias, tenha essas qualidades. O futuro será das startups que conseguirem gerar educação financeira, aumentar as possibilidades de trabalho e de renda”, afirma Reginaldo Pereira, idealizador do Batalha das Startups e cofundador do InovaHub.

O InovaHub também anunciou dois novos sócios-acionistas, os executivos Paulo Oliveira, ex-diretor da BM&FBovespa, e Daniel Cossi, presidente da CBDEL. Além dos sócios e acionistas, o InovaHub tem um time de mentores que reúne nomes consagrados do empreendedorismo, como Jorge Pacheco, empreendedor e CEO do State; André Gonçalves, CFO do IUGU; Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels; Rafael Cosentino, CEO da Inovalli; Marcela Miranda, partner do Seastorm; Romulo Sthel, CEO da Estudando.com; Igor Mascarenhas, CEO da Pier; Yuri Ramos, diretor no Massachusetts Institute of Technology (MIT); Dennis Wang, ex-VP do Nubank e managing director da Igah Investimentos; Greg Batman, CEO da Hondana; Juliana Reis, diretora Global da ACINO; Julian Tonioli, CEO da Auddas Consultoria; André Escobar, associado da Tarpon Investimentos; e Andrea Iorio, ex-country manager do Tinder e CIO da Lorea’l.

De acordo com os dados publicados pelo site alemão JustWatch, o Disney+ foi o único serviço de streaming no Brasil com saldo positivo no número de novos assinantes no primeiro trimestre de 2021. Agora, a plataforma atende 10% do mercado de vídeos sob demanda no território brasileiro. A alta foi de 67% em relação ao final do ano passado, quando tinha 6% dos consumidores.

Mesmo com o desempenho positivo e a tendência de alta nos próximos meses, o Disney+ está em terceiro lugar no ranking dos serviços de streamings mais acessados no Brasil. Os dois primeiros, Netflix (32%) e Amazon Prime Video (26%), dominam o mercado, apesar de apresentarem perda no número de assinantes e projeção de instabilidade no próximo trimestre.

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Já o restante das plataformas do ranking estão quase na mesma colocação no mercado. Em 4° lugar está a Globoplay (8%), que apresentou crescimento de novos assinantes de janeiro para fevereiro, mas caiu na mesma proporção de fevereiro para março. HBO Go e Telecine Play estão empatados na 5° e 6° colocação (7%). Já o Pacote Claro Video completa a lista na 7° posição (4%).

O Disney+ entrou no mercado nacional em novembro de 2020 e tem apresentado resultados positivos no projeto de ocupação do mercado de streaming. Produções de sucesso estão no catálogo, como desenhos clássicos, filmes originais, documentários e séries. A sensação do momento são as minisséries com novos episódios às sextas-feiras. Assim foi com as duas temporadas de "The Mandalorian", spin off da saga "Star Wars", e as atrações da Marvel, "WandaVision" e "Falcão e o Soldado Invernal".

Os trabalhadores da fábrica da LG em Taubaté, no interior paulista, entraram em greve após rejeitar a proposta de indenização aos trabalhadores que serão demitidos com o fechamento da fábrica. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região (Sindmetau), a paralisação tem adesão de 700 empregados das linhas de celulares e monitores.

De acordo com o Sindmetau, a empresa ofereceu valores adicionais nos acordos de rescisão entre R$ 8 mil e R$ 35,9 mil, calculados a partir do tempo de trabalho na fábrica que foram rejeitados em assembleia na segunda-feira (12).

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Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, também estão paralisados desde a semana passada os funcionários de três empresas fornecedoras da multinacional em Caçapava e São José dos Campos pela manutenção de 430 postos de trabalho nessas linhas de montagem.

Na semana passada, a LG Eletronics informou que deixará de fabricar celulares, o que levaria ao encerramento de ao menos parte das atividades na planta de Taubaté.

A empresa, com sede na Coreia do Sul, informou que a decisão foi tomada por causa dos sucessivos prejuízos acumulados desde 2015 com a venda de smartphones. “O nosso negócio global de celulares tem sofrido uma perda operacional por 23 trimestres consecutivos, resultando em um acumulado de aproximadamente 4,1 bilhões de dólares (US) até o final de 2020”, destacou a LG em comunicado à imprensa.

Veja reportagem na TV Brasil:

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A reportagem da Agência Brasil procurou a LG, mas a empresa ainda não respondeu com um posicionamento em relação à greve.

 

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