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Usar a imagem de alguém para influenciar comportamentos, sobretudo os de consumo, consumo é algo que sempre existiu na história da humanidade. Pelo menos, desde meados do século 18, quando a Rainha da Grã-Bretanha, Charlotte, promoveu a marca de porcelanas inglesas Wedgwood. De lá para cá, inúmeros foram os casos de sucesso do chamado marketing de influência, que passou por diferentes fases e modelos até o advento das redes sociais, quando se deparou com um inimaginável ‘boom’ tornando-se a profissão do momento. 

Do Fotolog, site bastante popular em um passado não muito distante, até o YouTube e Instagram, surgiram nomes como Marimoon, Felipe Neto, Whindersson Nunes e Carlinhos Maia, que abriram caminhos e descortinaram um horizonte de possibilidades a qualquer ‘mero mortal’. Os altos números de visualizações e de cifras conquistados por esses outros nomes da área logo colocaram a nova profissão como uma das mais cobiçadas do século 21 - de acordo com a Statista, especializada em dados de mercado, já são mais de nove milhões de influenciadores digitais atuantes no Brasil. Além disso, a estimativa é que este mercado deve movimentar cerca de R$10 bilhões apenas em 2021, segundo levantamento da empresa de mídia digital Adaction, o que possivelmente atrairá mais interessados. 

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Dentro deste cenário, o surgimento de uma nova plataforma, o TikTok, ampliou ainda mais todo esse potencial. O compartilhamento de vídeos curtos, com coreografias de músicas populares, dublagens engraçadas e muita exposição, logo atraiu os produtores de conteúdo, o público e empresários dispostos a garantir uma fatia desse mercado de sucesso.

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--> A hora e a vez das influencers digitais

Em Pernambuco, o empresário Fábio Tindade pegou sua experiência de 21 anos no ramo de eventos e embarcou nas redes sociais. Ele anexou à sua empresa de shows a agência Aloha Influencer, negócio voltado a turbinar a carreira dos jovens profissionais que se dedicam ao TikTok e Instagram. “(No começo) pegamos influencers com 30, 40 mil seguidores e hoje, em pouco tempo, eles já estão com 3 milhões em uma plataforma, 7 milhões em outra. Eu não credito o sucesso do influencer à agência, isso é um mérito dele, o que a gente faz é fornecer todas as ferramentas possíveis para que ele consiga atingir o mais alto nível como influencer”, diz Trindade em entrevista ao LeiaJá

Na agência, os influenciadores recebem assessoria de imprensa, mediação de contratos com clientes e marcas interessadas em anunciar e orientação quanto sua imagem. O objetivo é profissionalizar cada nome e transformar seu trabalho em números de seguidores. No elenco, existem os mais diversos perfis, de influenciadores de maquiagem, gastronomia e moda, até aqueles que inundam as redes sociais com vídeos de dancinhas - que bombam cada dia mais. Os ganhos, segundo Fábio,  são expressivos e podem ir dos módicos R$ 3 mil mensais até R$ 200 mil. “Se todo dia tiver um trabalho de R$ 100 reais, já bate (esses) R$ 3 mil. É uma das metas iniciais, Se o influencer tiver um conteúdo bom, souber falar bem, fazer um provador, existe demanda, existem clientes pra isso”.

Fábio Trindade viu no segmento uma oportunidade para empreender. Foto: Reprodução/Instagram

Com a facilidade de ingressar nessas mídias e um eventual maior acesso à internet, celulares e computadores por parte da população, o catálogo de profissionais chamados ‘tiktokers’ ou influenciadores cresce diariamente. Mas, engana-se quem pensa que para ‘bombar’ na internet e ganhar dinheiro com ela basta sorte. Fábio Trindade dá a dica do sucesso. “Acho que a coisa mais importante é gostar de se comunicar. As pessoas tendem a acompanhar quem expressa a realidade do dia a dia. Muitas vezes um influencer que não tem uma quantidade grande de seguidores mas tem seguidores que gostam de escutar ele, de acompanhá-lo, é assim que a gente consegue resultados expressivos. Se eu sigo uma gosto das coisas que ela consome, essa pessoa tende a me influenciar, então a gente considera a comunicação o fator mais importante. É uma aliança entre talento e comunicação”.

Das dancinhas aos milhões 

Com apenas 18 anos de idade, e muito remelexo nos quadris, a paraense Daniele Lopes foi de uma ‘simples’ dancinha no TikTok ao tapete vermelho do Oscar 2021, através da transmissão do evento pela emissora de televisão TNT. Conhecida como Dani Senta com Carinho, a jovem conquistou, em menos de cinco meses,  três milhões de seguidores no Tik Tok e quase 950 mil no Instagram. Além das coreografias, a tiktoker compartilha com os seguidores as chamadas ‘publis’, divulgando nomes de marcas de entrega de comida, supermercado, academia e produtos para o cabelo. 

Em entrevista exclusiva ao LeiaJá, Dani contou que as redes sociais são seu único trabalho atualmente e que não tem preferência entre elas, ambas lhe rendem o mesmo trabalho e diversão. E, embora seu ofício possa parecer simples, a jovem garante que a trabalheira é grande: “Ensaio um pouco antes, tipo quatro vezes. E o vídeo demora 15 segundos Mas trabalho o dia todo praticamente”.

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Dani diz que não imaginava tamanho sucesso, muito menos chegar até o Oscar, só com seus vídeos publicados nas redes. Porém, apesar do grande número de seguidores, nem tudo são flores e às vezes, as críticas e o preconceito acabam fazendo parte de seu dia a dia. Ela diz como lida com a parte chata da internet. “Digo que não precisa gostar, apenas respeitar”.

Já o pernambucano Apollo Oliveira, ou melhor, Apollo Sant, de 28 anos, além das dancinhas, entrega aos seguidores dublagens e vídeos de humor. O seu conteúdo alcança quase 100 mil seguidores no Instagram e quase 800 mil no TikTok. O influencer, que também é coreógrafo, personal trainer, ator e modelo, trabalha uma média de quatro horas por dia, gravando e editando vídeos, e também tem contratos de publicidade com algumas marcas e empresas. Seu foco é alcançar um milhão de fãs no TikTok até o final deste mês de maio. 

Apollo conta, durante entrevista, que tudo começou como uma brincadeira, para matar o tempo durante a quarentena, mas o sucesso de seus vídeos tomou proporção tal que ele procurou se profissionalizar e entrar de cabeça no segmento. “Eu comecei a encarar a questão do ‘tiktoker’ como uma profissão quando comecei a entender que o aplicativo dava dinheiro. Hoje realmente estou ganhando uma renda organizada, a agência repassa as oportunidades e cabe a mim aceitar ou não é uma renda bacana, tenho um retorno bem legal”, diz.

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Satisfeito com seus resultados, o influencer conta já ser reconhecido nas ruas pelos fãs e fala animadamente sobre as oportunidades que têm surgido em programas da televisão local no Recife. Mas, apesar do sucesso, ele também precisa lidar com o assédio e as críticas que não costumam bater de forma suave na internet. “Eu sou bem tranquilo, tento manter a educação, mas quando ultrapassa algum limite eu me coloco, sou sincero. Eu tiro de letra, não tenho preocupação nenhuma em lidar com essas situações, tento levar tudo com calma”. Tanta segurança e determinação têm apenas um foco em comum: seguidores. “Rumo a um milhão, que os anjos digam amém”. 



 

Geopolítica nas profundezas: do apetite insaciável das gigantes americanas da Internet às "novas rotas digitais da seda" chinesas, os cabos de telecomunicações submarinos simbolizam a luta entre as potências para controlar infraestruturas estratégicas.

"Paz", "Amizade"... Superficialmente, os nomes dos diferentes cabos soam como uma ode à diplomacia e à harmonia comercial entre os países.

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Embaixo d'água, os 420 cabos implantados ao redor do mundo, por onde passam 99% do tráfego total da Internet, costumam revelar a competição entre potências nesse setor.

Neste contexto, os Estados Unidos são os que apresentam a maior "concentração", destaca Camille Morel, pesquisadora vinculada ao Centro de Estudos de Segurança e Defesa Internacional (CLESID), da Universidade de Lyon III, em entrevista à AFP.

É o principal novo vetor de poder? É evidente o crescente apetite das gigantes americanas da Internet, designadas pela sigla "Gafam", por cabos desde o final da década de 2010, devido à expansão dos fluxos de dados que transitam principalmente entre Europa e Estados Unidos.

Se a colocação e a exploração de cabos submarinos foram, por muito tempo, domínio exclusivo das grandes - muitas vezes europeias - operadoras de telecomunicações, hoje são Google, Facebook e outros que estão se tornando os principais "desenvolvedores".

"Há quatro anos, os Gafam não tinham capacidade própria no Atlântico, alugavam serviços das operadoras tradicionais. Há dois anos, já controlavam 50%. Hoje, estão em 80% e, em dois anos, estarão em 95%", disse à AFP o diretor de redes internacionais da Orange, Jean-Luc Vuillemin.

- Novas rotas digitais da seda -

Enquanto a Europa se encontra em uma situação de "forte dependência" em matéria de ecossistemas de transmissão e de operação da Internet em relação aos Estados Unidos, não é o caso de países como a China, onde é "nula".

"Se, amanhã de manhã, todos os cabos submarinos que ligam a China ao restante do mundo forem cortados, para 99% da população daquele país não vai acontecer absolutamente nada", afirma Vuillemin.

No início de março, por exemplo, Facebook e Google tiveram de interromper o lançamento de um cabo submarino que ligaria a Califórnia a Hong Kong, devido às fortes tensões diplomáticas entre Estados Unidos e China.

"Não é mais possível estabelecer um cabo direto entre os dois países. De certa forma, são como as discussões sobre 5G", confirma Alain Biston, CEO da Alcatel Submarine Networks (ASN), líder mundial em implantação de cabos submarinos.

Para afirmar sua soberania neste campo, a China está tecendo sua própria teia no fundo do oceano com suas "Novas rotas digitais da seda", setor tecnológico de um vasto programa de infraestrutura para projetar seu poder econômico além das fronteiras.

Algo revelador: o cabo Peace, financiado por operadoras chinesas e lançado em 2018, não atende a Índia, grande rival, mas conecta o aliado Paquistão com a Europa, partindo de Marselha, e também o Quênia.

Embora a ASN francesa, a americana TE SubCom e a japonesa NEC dominem um mercado de instalação de cabos avaliado em 2 bilhões de euros (em torno de US$ 2,43 bilhões), a China também pretende fortalecer sua própria holding, graças à recente fusão da Huawei Marine Networks com a Hengtong Optic-Electric.

- Barcos russos e espionagem -

Um novo ator capaz de alterar o atual "oligopólio"?

"Quando vemos a rapidez com que atuam no mercado, podemos nos fazer essa pergunta. Pode não ser de imediato, mas será em cinco anos", estima Morel.

Infraestruturas geoestrategicamente sensíveis, os cabos submarinos não escapam dos riscos de espionagem e de sabotagem.

A tal ponto que sua proteção esteve na pauta de uma reunião de ministros da Defesa da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), no final de outubro, quando as Marinhas ocidentais detectaram um grande interesse de navios russos pelos cabos dos países da aliança, sem saber seus motivos.

No final de março, o Ministério britânico da Defesa anunciou que, até 2024, um navio de vigilância entrará em serviço para proteger seus cabos submarinos e outras infraestruturas.

Sinal de uma ameaça real? "Em tese, é possível emendar uma ponte espiã com uma fibra óptica em profundidade. Mas, com tantas suposições (...), ainda parece mais do que improvável", diz Vuillemin.

O Brasil já tem instalada a sua primeira antena rural destinada à quinta geração de internet (5G). A tecnologia funcionará, ainda em caráter experimental, na fazenda- modelo do Instituto Matogrossense de Algodão (IMAmt), em Rondonópolis (MT). A expectativa é que, no futuro, quando esse tipo de conexão for disponibilizado em larga escala,  ajude o produtor brasileiro a reduzir custos e ganhar produtividade, com o auxílio de drones, chips e GPS [sistema de posicionamento global].

Ao conectar objetos do cotidiano – como eletrodomésticos, smartphones, roupas e automóveis – à internet (e entre si), essa tecnologia permitirá até mesmo a realização de procedimentos médicos delicados a distância, além de sistemas de direção automática de carros e as mais diversas tecnologias de automação e inteligência artificial, inclusive para a agricultura, a indústria e as cidades.

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No caso da agricultura, ela possibilitará, entre outras coisas, a transmissão em tempo real de imagens em alta definição de plantações para acompanhamento a distância de uma equipe técnica. Máquinas como tratores poderão funcionar de forma mais autônoma. Além disso, informações precisas sobre o comportamento e a saúde de animais poderão ser obtidas de forma bem mais detalhada, bem como sobre as condições climáticas.

Redução de custos e de perdas

De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a digitalização do agronegócio reforçará o papel do Brasil como “protagonista no cenário mundial de produção de alimentos a partir da redução de custos e diminuição de perdas na produção”, levando, inclusive, cidadania, conhecimento e oportunidades aos produtores rurais de áreas remotas.

Em nota, o Ministério da Agricultura explicou que o monitoramento remoto, a partir de sensores, permite a medição da temperatura e a avaliação das condições hídricas imediatas na plantação. “Em simulação, foi possível acionar a irrigação em determinada área mesmo a quilômetros de distância”, acrescentou.

Durante a inauguração da antena, a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina, disse que o leilão das frequências de operação da nova geração de internet móvel trará “melhoria no social, ambiental e na produtividade do agro brasileiro”.

Também presente na inauguração, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse que, assim como a quarta geração de internet (4G) revolucionou a vida das pessoas, o 5G vai revolucionar as indústrias. “Para o agronegócio, será um avanço gigantesco. O 5G vai fazer o nosso agro crescer 20% em média”, finalizou.

"Idade é apenas um número", diz Sang Xiuzhu, de 76 anos, uma aposentada moderna que ganha dinheiro nas redes sociais chinesas graças a seus vídeos vistos por milhares de espectadores.

Usando óculos escuros, a septuagenária, que parece dez anos mais jovem em um elegante vestido preto, atravessa a pista de dança de uma sala de ensaios em Pequim.

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De grande elegância, seus movimentos estão perfeitamente sincronizados com os das demais aposentadas que a acompanham.

Juntas, elas formam o grupo "Avós da Moda", muito popular graças aos vídeos curtos que contam a vida dos idosos com originalidade.

"Ao ver avós como nós que seguem a moda e que se sentem bem com elas mesmas, nossos fãs mais jovens não têm medo de envelhecer", afirma Sang, em um vestido tradicional longo e elegante.

As "Avós da Moda" têm 23 membros. A mais jovem está na casa dos cinquenta anos.

A fama do grupo despertou o interesse de marcas, que o consideram uma forma de atingir um público mais velho.

Quando essas avós 2.0 testam produtos online e se filmam ao vivo nas redes sociais, "elas podem vender 200 em um minuto", diz seu agente, He Daling.

Em troca, recebem uma comissão sobre as vendas.

Também transmitem valores positivos, como "os jovens não têm o monopólio da beleza". O que não as impede de abordar assuntos de maior substância.

- Canto, dança, kung-fu -

Em um vídeo que mostra um homem levantando a mão para sua companheira, uma mulher de certa idade intervém para denunciar a violência familiar.

À medida que a China envelhece e a expectativa de vida aumenta, os maiores de 60 anos representarão um terço da população chinesa em 2050.

Uma ótima situação para Bian Changyong, executivo de uma empresa que ajuda idosos a se valorizarem nas redes sociais.

Na China, "o setor da internet ganhou dinheiro com todos os grupos": homens, mulheres, jovens e famílias, diz Bian. "Mas não com os idosos", afirma, farejando uma "oportunidade".

Os "cabelos grisalhos" representam um mercado considerável que já responde por centenas de bilhões de dólares.

A empresa de Bian oferece cursos online de música, dança e até kung-fu.

E com a pandemia, os aposentados têm passado mais tempo online para se divertir ou fazer compras, entusiasma-se Bian.

Essa geração é a primeira a ter se beneficiado do ensino superior, após o caos da Revolução Cultural (1966-1976).

- "Muito instruídos" -

Durante a dolorosa década, o presidente Mao Tsé-Tung enviou milhões de "jovens intelectuais" para instruir-se com os camponeses, às vezes em condições difíceis.

As universidades do país ficaram fechadas por 10 anos.

Atualmente, os idosos "são mais ricos" do que as gerações anteriores e "altamente instruídos", garante Bian, dono da Beijing Dama Technology, uma empresa que gerencia a imagem de influenciadores digitais mais velhos.

Como Ruan Yaqing, de 58 anos, que tem sua própria rede de vídeo, seguida por mais de 6 milhões de pessoas.

Seu segredo? Contar a história e a cultura de Pequim. A sua apresentação é bem pensada, as imagens gravadas com o telefone são montadas por um profissional.

Uma nova paixão que permite a sra. Ruan não ser muito "invasiva" em casa, ela brinca.

Aparecer nas redes sociais também é para ela uma pequena vingança contra a juventude.

"Muitas vezes, os jovens pensam que os mais velhos não sabem de nada", reclama.

O presidente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Pedro Coutinho, afirmou que a transferência de dinheiro por meio do WhatsApp é mais um meio de captura e vai competir com o cartão de débito e o PIX, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central. Em um cenário de crescimento da economia, ponderou, essas modalidades terão perspectiva de expansão.

"Com a economia crescendo, o setor de cartões, o Pix e o WhatsApp vão crescer. Já as transferências eletrônicas como TED e DOC e os boletos vão se reduzir", afirmou ele, em teleconferência com a imprensa, mais cedo.

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De acordo com Coutinho, por ora, o Pix não tem impactado o setor de débito. "A gente já está quase no sexto mês do Pix e a gente viu nossa indústria no cartão de debito crescendo neste trimestre, mesmo com pandemia, quase 20%. Se eu olho friamente esse número, parece que não", analisou.

Por sua vez, o cartão de débito, conforme ele, deve consolidar sua presença no universo digital. "Veio para ficar nas compras online", afirmou.

Recebíveis

O presidente da Abecs afirmou ainda que as novas normas de recebíveis, que entram em vigor no mês que vem, vão trazer uma maior competitividade. "A nova central vai fortalecer nosso setor", disse.

Uma autoridade alemã de proteção de dados pessoais ordenou nesta terça-feira (11) que o Facebook suspenda o uso dos dados transferidos para ele pelo serviço de mensagens WhatsApp por três meses, após uma modificação polêmica das condições de confidencialidade desta plataforma.

A autoridade de proteção de dados de Hamburgo (cidade alemã onde a subsidiária do Facebook está sediada) emitiu a ordem "proibindo o Facebook Irlanda de processar dados pessoais do WhatsApp na medida em que sejam usados para seus próprios fins".

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Johannes Caspar, chefe do regulador alemão, estima que esta decisão "visa a preservar os direitos e liberdades de milhões de usuários que consentem com as condições de uso em toda a Alemanha".

Em uma reação transmitida à AFP, o WhatsApp assegura que esta ordem não terá "qualquer impacto" na aplicação das novas regras de uso.

Durante esses três meses, a agência alemã encaminhará o caso ao Comitê Europeu de Proteção de Dados, órgão competente da União Europeia.

O WhatsApp foi forçado na sexta-feira a anunciar um novo adiamento da aplicação estrita dessas novas regras de privacidade que, segundo os críticos, podem ampliar a coleta de dados de seus 2 bilhões de usuários em todo o mundo.

Um ano depois de ser lançado para iPhone, o aplicativo de conversas em áudio Clubhouse teve sua versão para Android disponibilizada na Google Play Store, no último domingo (9). A novidade foi anunciada pelas redes sociais da empresa, a qual informou que o acesso ao produto só poderá ser feito por meio de convite.

Inicialmente, a versão Android do Clubhouse foi lançada apenas nos Estados Unidos e está em fase de testes. Ele só pode ser acessado por quem tiver um convite, que pode ser obtido através de ingresso da pessoa interessada na lista de espera ou de solicitação a um usuário.

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O Clubhouse para Android será distribuído por outros mercados de língua inglesa e, em seguida, para o resto do mundo, em alguns dias ou semanas. “Nosso plano nas próximas semanas é coletar feedback da comunidade, corrigir quaisquer problemas que virmos e trabalhar para adicionar alguns recursos finais, como pagamentos e criação de clubes, antes de implementá-los de forma mais ampla”, afirmou a empresa, em comunicado oficial.

Assim que foi lançado para iPhone, o Clubhouse se tornou uma febre. As restrições da plataforma, contudo, geraram sentimento de segregação e diminuíram o interesse do público. Assim, a apresentação da versão Android ocorre depois de uma queda dos downloads para iOS para cerca de 922 mil. Para efeito de comparação, nos meses de fevereiro e março esses números eram de, respectivamente, 9,6 milhões e 2,7 milhões, segundo a empresa de análise de aplicações Sensor Tower.

Na próxima sexta-feira (15), o WhatsApp apresentará uma atualização dos seus Termos de Serviço e a Política de Privacidade. O novo texto havia criado polêmica na comunidade internacional, gerando dúvidas sobre a continuidade das contas de usuários que não aceitarem o contrato atualizado. A empresa esclareceu, na última sexta-feira (7), que não vai deletar as contas dos usuários em desacordo com os termos, mas que mensagens de incentivo à aceitação das mudanças serão constantes. Além disso, caso haja resistência do usuário, o mensageiro colocará limitações no uso das funcionalidades do app.

De acordo com as informações divulgadas, os recursos alterados são de extrema importância para o app e a falta deles pode tornar o WhatsApp quase inutilizável. Depois do dia 15, os usuários que não aceitarem os termos poderão ver suas conversas e usar o mensageiro normalmente, mas continuarão visualizando lembretes sobre a mudança.

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"Você não poderá acessar sua lista de conversas, mas ainda poderá atender chamadas de voz e de vídeo. Se você já recebe as notificações do WhatsApp, você poderá tocar nelas para ler e responder a mensagens e para retornar chamadas de voz e de vídeo perdidas. Após algumas semanas do uso limitado dos recursos, você não poderá mais receber chamadas nem notificações, e o WhatsApp não enviará mais mensagens e chamadas para seu celular", diz comunicado da empresa.

Instituições governamentais assinaram uma recomendação ao WhatsApp e Facebook pedindo pelo adiamento dos novos termos no Brasil, e se posicionando contra a limitação das contas dos usuários que não concordarem com a nova política do mensageiro. Os órgãos alegam que o compartilhamento de dados sugerido pelo WhatsApp fere a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) por não justificar a coleta e tratamento das informações.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), a Secretaria Nacional do Consumidor do Ministério da Justiça (Senacom) e o Ministério Público Federal (MPF) recomendaram ao Facebook que adie a adoção da nova política de privacidade do WhatsApp, aplicativo controlado pela empresa.

O início da vigência das novas regras está previsto para 15 de maio. Os órgãos públicos argumentam que sugestões propostas pelas instituições não foram acolhidas nos novos termos.

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O WhatsApp anunciou a atualização de sua política de privacidade em janeiro. Com as novas regras, o WhatsApp vai passar a compartilhar dados com usuários do Facebook. Aqueles que não aceitarem as novas regras, não poderão mais utilizá-lo. As informações disponibilizadas, pouco específicas, segundo os órgãos governamentais, indicaram que haveria a coleta e compartilhamento com o Facebook de dados, contas comerciais e de interações.

 

Os órgãos públicos defendem, por exemplo, que os usuários não sejam proibidos de usar determinados recursos caso decidam não aderir à nova política. Outro ponto defendido é que o grupo não faça qualquer tipo de compartilhamento ou tratamento de dados de usuários do aplicativo de mensagens com o Facebook a partir da nova política.

 

Conforme o documento, as autoridades entendem que a alteração nas novas regras de privacidade pode trazer prejuízos ao direito à proteção de dados dos usuários.

A ANPD apresentou sugestões de mudança nas novas regras para “maior transparência quanto às bases legais, finalidades de tratamento, direitos  dos titulares, tratamento de dados pessoais sensíveis e de crianças e adolescentes, e o reforço de salvaguardas de segurança e privacidade”. 

Outro problema identificado pelos órgãos públicos, seria a falta de transparência e de clareza acerca de quais dados serão coletados. “Sob  a  ótica  da  proteção  e defesa do consumidor, essa ausência de clareza dos termos de uso e da política  de privacidade também pode se traduzir em publicidade enganosa e abusiva, em violação aos arts. 31, 37, 38, 39, caput, do CDC [Código de Defesa do Consumidor], pois a oferta contratual constante dos termos de uso e da política de privacidade não dariam conta da dimensão exata do custo não precificado de uso do serviço pelo consumidor”.

Do ponto de vista concorrencial, o documento das autoridades aponta que a mudança na política de privacidade pode configurar abuso de posição dominante “por impor o rompimento da continuidade de prestação de serviço  essencial de comunicação aos seus usuários em razão de recusa em submeterem-se à condição imposta de compartilhamento obrigatório de dados  com a empresa Facebook e seus parceiros”.

WhatsApp

Em nota, o WhatsApp declarou que passou os últimos meses fornecendo informações sobre a atualização, que vale para todos os cidadãos do mundo. “Neste período, a maioria das pessoas que já foi notificada aceitou a atualização e o WhatsApp continua crescendo. Porém, aqueles que ainda não tiveram a chance de aceitar a atualização não terão suas contas apagadas ou perderão a funcionalidade no dia 15 de maio. A empresa continuará enviando lembretes para estes usuários dentro do WhatsApp nas próximas semanas", diz o comunicado.

 

Um dos "pais" da internet no Brasil, Aleksandar Mandic morreu nesta quinta-feira (6) aos 66 anos de idade. Ele foi o responsável por um dos primeiros provedores de internet do País, o Mandic. Deixa três filhos e duas netas.

O Estadão apurou que o empresário estava com leucemia e aguardava um transplante de medula óssea - no ano passado, ele ficou internado e chegou a ser intubado, após contrair e desenvolver um quadro gravíssimo de covid-19. Com residência em Portugal, Mandic havia voltado a morar no Brasil em dezembro de 2020 quando a saúde passou a ficar mais fragilizada. Ele estava internado desde a semana passada no hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Atualmente, Mandic era o presidente da WiFi Magic, aplicativo que reúne senhas de Wi-Fis públicos de ruas em todo o mundo.

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Segundo apurou a reportagem, Mandic conseguiu doação de medula da irmã e precisava ganhar peso para passar pelo transplante. Antes disso, passou por um ano difícil. Durante a pandemia de covid-19, chegou a ficar 40 dias na UTI e foi forçado a uma rotina de idas e vindas do hospital, quando teve que lidar também com uma infecção fúngica grave, que chegou a afetar visão, audição e fala.

"Meu pai foi em busca do sonho dele. E a minha mãe assumiu a bronca. Quando ele chegava do trabalho, eu já estava dormindo. E quando eu acordava, ele já tinha saído. Como criança era difícil, mas, como adulto, eu acho muito bonito. A história está aí. Ele fez a diferença no mundo", conta ao Estadão Axel Mandic, 31, um dos filhos do pioneiro.

A Mandic Cloud Solutions, empresa que ele ajudou a fundar em 2002 (ainda com o nome Mandic Mail), emitiu um comunicado no começo da noite de ontem: "É com imenso pesar que recebemos a notícia sobre o falecimento de Aleksandar Mandic na tarde desta quinta-feira. Mandic foi um líder visionário que contribuiu fortemente para o desenvolvimento da internet e de novas tecnologias no Brasil. Ele já não fazia mais parte da composição acionária de nossa empresa, mas seu espírito inovador estará sempre nos acompanhando. Reconhecido como um dos maiores empreendedores do Brasil, ele será carinhosamente lembrado por todos por sua personalidade alegre e por sua inspiradora visão de futuro".

Pioneiro

Assim como tantos empresários de sucesso nos primórdios da internet, Mandic começou na garagem da sua casa. Sem formação universitária, mas com formação técnica em eletricidade, trabalhava na Siemens (empresa onde começou apertando parafusos) quando teve a ideia de, usando duas linhas telefônicas de casa, começar uma BBS, sigla de Bulletin Board System, antigo sistema de informações eletrônicas por conexões telefônicas. Assim, em 1990, nasceu o Mandic BBS, que conectava usuários em uma rede de correios eletrônicos com tópicos de discussão. Dessa forma, Mandic foi o fundador da primeira empresa brasileira de internet - e o primeiro milionário nacional com esse tipo de negócio.

"Criei o Mandic para usar no trabalho, na Siemens. Mas não deu certo, então eu levei para casa e comecei a convidar alguns amigos. No começo, tinha quase ninguém. Depois passei a oferecer e-mail e, em 1995, eu tinha 10 mil usuários", contou o empresário ao Estadão em 2015.

"Quando ele soube que a Fapesp estava se ligando à internet, veio falar conosco para saber como conseguiria fazer um gateway ligando os usuários dele com os outros usuários do mundo, para que as coisas fluíssem. Fizemos uma ponte em que havia como os e-mails circularem", conta ao Estadão Demi Getschko, outro pioneiro da internet brasileira.

"Chegamos na era em que os visionários pioneiros da internet brasileira começam a nos deixar. O legado deles é a imensa criatividade, a inovação e a transformação que os brasileiros criam todos os dias na rede. Mandic acreditava no poder da internet antes da internet ser tudo. Ele foi na frente e criou uma das primeiras histórias de sucesso genuinamente brasileiras na rede. Foi com Mandic que muita gente teve que desligar o telefone para cair na rede global", lamentou Carlos Affonso de Souza, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITS-Rio)

Importância no iG

Com a consolidação da internet como meio comercial, Mandic abandonou o sistema BBS para aderir de vez ao formato world wide web (www) em 1995. Em 1999, Aleksandar decidiu vender a empresa, então com 110 mil clientes, para a argentina Impsat quando viu a concorrência no setor crescer - tempo suficiente para escapar do furo da bolha da internet. "Quatro meses depois, estourou a bolha. Se não tivesse vendido o negócio naquele momento, teria perdido meu dinheiro", contou o empresário ao Estadão em entrevista de 2012. Ainda em 2012, declararia que se arrepende de não ter tornado o seu provedor gratuito. "Nem sempre a gente consegue prever os erros. O bom é que é possível mudar", disse.

No ano seguinte, em 2000, juntamente com Nizan Guanaes e Matinas Suzuki Jr., Mandic ajudou a fundar o iG, provedor de internet que inovou na rede brasileira ao não exigir que os usuários fossem correntistas de algum banco. À época do lançamento, Mandic elogiava o fato de que a internet começava a se mostrar um empreendimento rentável sem cobrar dos usuários a entrada no serviço: "Anos atrás era impossível porque não havia publicidade nem comércio eletrônico", declarou ao Estadão à época, quando havia somente 7 milhões de "internautas".

"No iG, ele mantinha o comportamento único. Havia frases por todas as partes e um martelo na mesa ('para quem só tem um martelo, todos os problemas são pregos', dizia). Gostava de frases de efeito e as colecionava", conta Demi. Entre algumas frases que o amigo lembra estão: "todos cozinham com água", "Melhor errar depressa que acertar devagar" e "O prego que ressalta é o que acaba sendo martelado". Mandic ficou no iG até o final de 2001.

Carreira

Em 2002, ele fundou a Mandic Mail, voltada para e-mails corporativos. Em 2004, o empresário disse que a empresa tinha atingido 80 mil clientes. No ano seguinte, a Mandic passou a oferecer duas novidades imensas aos clientes: armazenamento ilimitado na caixa postal e protocolo IMAP, o que permitia que o usuário acessasse as mensagens de qualquer computador.

Na sequência, a Mandic Mail evoluiu até se tornar a Mandic Cloud Solutions, uma empresa de serviço em nuvem. Já nesta versão, foi vendida, em 2012, para o fundo americano Riverwood Capital, por R$ 100 milhões, e Mandic comprou uma parte das ações, tornando-se conselheiro. Posteriormente, acabou deixando a empresa.

Na sequência, ele fundou a Mandic Magic - atual Wi-FI Magic. Com ela, o empresário queria chegar à fortuna, fazendo o aplicativo se tornar tão popular quanto o WhatsApp ou Uber. Nascida como um hobby em 2013, a empresa, que fornecia conexões e senhas de internet de roteadores próximos, atingiu 15 milhões de usuários em apenas um ano.

Em entrevista à revista Exame, Mandic afirmou que Apple e Microsoft entraram em contato com o empresário para comprar a tecnologia. "Queremos ser um WhatsApp brasileiro", afirmou ele em 2014.

"Ele prosperou e chegou a comprar um avião. Vendeu tudo e andava com um Fusca azul claro. Mudou-se para Portugal depois de criar a Mandic Magic", lembra Demi.

Política

Além da carreira de empresário, Mandic tentou se aventurar no mundo da política. Nas eleições de 2010, Mandic candidatou-se a deputado federal pelo DEM e prometeu uma campanha respeitando a sua carreira: sem panfletos, apostou em blogs, canais de comunicação, revelou número de celular e lançou um santinho eletrônico - um cartão com foto e número enviado a usuários de iPhone. Chegava a se vender como o "Candidato 2.0".

Como promessa de campanha, defendeu Wi-Fi gratuito em locais públicos e nas principais estradas do País. "Marechal Rondon fez rodovias, e Mandic fará Infovias". No total, recebeu 10,9 mil votos e não se elegeu.

Computadores que não servem mais para o uso em repartições públicas, mas que podem ser de grande valia para quem não tem acesso a essa tecnologia, estão sendo reaproveitados em escolas e bibliotecas. O Programa Computadores para a Inclusão se encarrega de consertar peças que iriam para o lixo e entregá-las para a comunidade, em ações de inclusão digital. Só nesta Semana Nacional das Comunicações, estão sendo entregues 590 máquinas.

De um lado ganha a comunidade com um computador pronto pra uso. De outro, ganha também quem atua nesse processo de recondicionamento. São jovens em situação de vulnerabilidade que são capacitados para fazer a manutenção desses equipamentos nos centros de recondicionamento de computadores (CRC’s). Eles aprendem a executar ações de triagem, recondicionamento, estoque, descarte e doação de equipamentos.

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Os centros de recondicionamento estão funcionando em São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal.

Triagem

De acordo com a gerente operacional da organização não governamental (ONG) Programando o Futuro, que coordena o CRC do Distrito Federal, Kelly Cristina, os computadores passam por uma triagem. Os que têm condições de conserto, com a substituição de peças, entram na logística do recondicionamento.

Os que não têm condições são desmanchados, e as peças em bom estado são reaproveitadas em outros equipamentos. Segundo ela, o recondicionamento é feito por jovens de 16 a 24 anos que fizeram o curso de informática básica e montagem e configuração e que se saíram bem em ambos. “Eles ficam como voluntários bolsistas por 4 meses”, conta Kelly.

É o caso de Giovanna Rodrigues de Sousa. Ela tem 20 anos e é estagiária de tecnologia da informação. O gosto pela área começou exatamente graças aos cursos que fez no CRC. Segundo ela, eles foram imprescindíveis para a conquista de uma vaga no mercado de trabalho. “É gratificante fazer os reparos nos computadores, já acompanhei algumas entregas e montagens de laboratórios. Saber que outras pessoas vão ter oportunidade de fazer um curso assim é incrível, de poder levar a tecnologia até eles de alguma forma.”

Desde o início do programa, em 2004, mais de 12,3 mil alunos foram capacitados, 20 mil computadores foram recondicionados e doados a 1,4 mil pontos de Inclusão Digital localizados em 498 municípios em todo o Brasil. Mais de 1,1 mil toneladas de resíduos eletrônicos foram tratadas. A meta é entregar mais 20 mil computadores até 2023 e formar 13 mil pessoas nos CRC´s.

Nesta quinta-feira (6), o Facebook anunciou que realizará uma doação de R$ 10,8 milhões para combater a fome no Brasil durante a pandemia de Covid-19. O dinheiro será direcionado à Ação Cidadania, ONG voltada para o enfrentamento à fome e à miséria no país, que utilizará o recurso para adquirir cerca de 216 mil cestas básicas, custando R$ 50 cada. A ação deve beneficiar mais de 850 mil pessoas.

Cada cesta básica contará com 3 quilos de arroz, 3 quilos de feijão, um quilo de macarrão, um litro de óleo, um quilo de açúcar e um quilo de farinha. Durante a pandemia, a ONG já arrecadou recursos suficientes para amparar mais de 6 milhões de pessoas, com o equivalente a 83 milhões de pratos de comida oferecidos a brasileiros em situação de insegurança alimentar.

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"Contar com o apoio dessa magnitude de uma das maiores empresas do ramo da tecnologia nos faz ter ainda mais fôlego para seguir nossa missão de ajudar quem passa fome no Brasil. É com alegria que recebemos os recursos e nos honra o reconhecimento de nosso trabalho em prol de milhões de brasileiros em situação de insegurança alimentar. Unir esforços de solidariedade tem sido nosso maior desafio, e é incrível ter o Facebook nessa empreitada", comentou o diretor-executivo da Ação da Cidadania, Rodrigo "Kiko" Afonso, à CNN.

Para estimular os beneficiários de programas sociais a movimentarem recursos pelo smartphone, a Caixa Econômica Federal lançou nesta quinta-feira (6) uma campanha promocional para estimular o uso do aplicativo Caixa Tem. As empresas parceiras da campanha sortearão até R$ 250 mil para os clientes do aplicativo usarem o cartão de débito virtual da bandeira Visa em compras virtuais.

A campanha vai até 16 de setembro. Até lá, em cada compra realizada pelo cartão de débito virtual Caixa Visa, o consumidor concorrerá a mais de 1,4 mil cartões pré-pagos com saldos de R$ 50, R$ 100 e R$ 250. A cada quatro compras, o cliente receberá um número da sorte para participar de quatro sorteios mensais de cartões pré-pagos no valor de R$ 10 mil cada.

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Os números da sorte também permitem concorrer ao grande prêmio final, um certificado de ouro de R$ 250 mil. A Caixa sugere usar esse dinheiro na compra de uma casa e de carros populares.

Os clientes interessados devem se cadastrar na plataforma de benefícios Vai de Visa . A partir daí, basta fazer compras de qualquer valor por meio do cartão de débito virtual Visa, gerado no Caixa Tem. O regulamento e os procedimentos podem ser consultados no site da campanha.

A campanha foi detalhada nesta quinta-feira pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães, em transmissão ao vivo pela internet. Segundo ele, o aplicativo Caixa Tem ajuda na inclusão digital e na bancarização de milhões de brasileiros em situação vulnerável. No fim do ano passado, foi sancionada uma lei que permite que as contas poupança digitais, movimentadas pelo Caixa Tem, sejam usadas para pagar não apenas o auxílio emergencial, mas benefícios previdenciários e trabalhistas, como o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e abono salarial.

Balanço

Guimarães também divulgou o balanço de movimentações pelo Caixa Tem. No acumulado de 2021, 20,7 milhões de beneficiários movimentaram R$ 2,58 bilhões por meio do aplicativo. Desse total, 12,1 milhões de brasileiros usaram o aplicativo para pagarem R$ 2 bilhões em boletos bancários ou em contas domésticas (água, luz, telefone e gás) e 8,6 milhões usaram o cartão de débito virtual para fazerem compras em sites e lojas parceiras, gastando um total de R$ 580,4 milhões.

O balanço considera não apenas o pagamento do auxílio emergencial, mas os demais benefícios sociais e trabalhistas também pagos por meio das contas poupança digitais. “Isso está por trás de a gente ter reduzido sensivelmente as filas nas agências e qualquer tipo de aglomeração”, explicou o presidente da Caixa.

Desde o fim de abril, o seguro-desemprego também passou a ser pago pelas contas poupança digitais movimentadas pelo Caixa Tem. Com limite de movimentação de R$ 5 mil por mês, as contas poupança permitem até três transferências eletrônicas por mês sem custos para qualquer conta corrente. 

Além do pagamento de boletos bancários, de contas domésticas e de compras com cartão de débito virtual, o aplicativo permite compras em maquininhas de estabelecimentos parceiros por meio de código QR (versão avançada do código de barras). O usuário tira uma foto do código QR com a câmera do celular para fazer o pagamento.

 

O Facebook informou nesta quinta-feira (6) ter retirado nove campanhas enganosas on-line, já que empresas de marketing têm feito negócios com o uso de contas falsas para influenciar opiniões.

As campanhas se dirigiam a pessoas de Azerbaijão, República Centro-africana, México, Palestina, Peru e Ucrânia, segundo a gigante das redes sociais.

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"Todas as organizações se dirigiam principal ou exclusivamente ao público de seus próprios países", disse o chefe de política de segurança do Facebook, Nathaniel Gleicher, durante coletiva de imprensa.

"A Ucrânia é um exemplo interessante; é uma das principais fontes de atividade coordenada de comportamento inautêntico", comentou.

O Facebook desmontou duas campanhas diferentes neste país que usavam contas falsas.

Uma delas foi descoberta a partir de uma investigação do FBI e estava vinculada a ucranianos sancionados pelo Departamento do Tesouro dos Estados Unidos por outra campanha para influir nas eleições presidenciais, segundo Gleicher.

"Enquanto alguém apontava às eleições nos Estados Unidos, esta campanha em separado estava funcionando na Ucrânia, promovendo conteúdo antirrusso", disse o chefe da equipe de Inteligência sobre ameaças globais do Facebook, Ben Nimmo.

Segundo ele, as operações ucranianas promoveram posições de vários políticos e partidos, o que indica que foram obra de empresas de publicidade ou de marketing contratadas.

"Pensam nestas operações como possíveis mercenários da influência, alugando apoio", disse Nimmo.

Enquanto o Facebook toma medidas contra as contas falsas, seus autores têm estado tentando a sorte nos serviços de mensagens instantâneas como WhatsApp e Telegram, disseram os executivos.

Segundo Gleicher, no último ano houve uma tendência constante de "atores de ameaças" que tentam chegar às pessoas diretamente nas plataformas de mensagens do Facebook e outras.

"Apesar desta mudança, continuam sendo pegos", disse.

Um total de 1.656 contas do Facebook e 141 de Instagram foram eliminadas em abril por infringir as normas sobre comportamento inautêntico coordenado, segundo a empresa sediada na Califórnia.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, disse esperar que o leilão do 5G possa ocorrer ainda no mês de julho deste ano. Segundo ele, os ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) estão avaliando o edital, que foi aprovado no fim de fevereiro pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

"Espero que o ministro Raimundo Carreiro (relator do edital do 5G no TCU) nas próximas semanas consiga levar o edital para o plenário do TCU", afirmou, em live realizada pela Conexis, que reúne as maiores operadoras do País.

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Segundo o ministro, uma vez aprovado pela corte de contas, o edital deverá voltar para receber o aval final da Anatel. Essa fase deve durar em torno de 40 dias, disse ele.

Faria frisou que o leilão não vai priorizar a arrecadação, mas sim a realização de investimentos pelas teles para ampliar a conectividade. Entre as obrigações impostas estão a implantação do 4G em cerca de duas mil localidades acima de 600 habitantes e em quase 50 mil quilômetros de rodovias federais.

O ministro citou ainda o Programa Amazônia Integrada e Sustentável (PAIS), que pretende conectar regiões isoladas do País por meio de fibra óptica, e uma rede de comunicações exclusiva para órgãos públicos no Distrito Federal e de todo o País.

"Um leilão arrecadatório é muito melhor para o setor, para as empresas que estão investindo em telecomunicações e para que possamos levar infraestrutura ao País", disse o ministro. "Conversamos com vários embaixadores e eles nos falaram que quase todos os países que estão fazendo o leilão 5G também estão prevendo uma rede privativa para separar o público e o privado", acrescentou.

Na quarta-feira, 5, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) revelou que o governo está decidido a limitar o bônus de outorga do 5G a no máximo 10% do valor da faixa. Cálculos enviados ao TCU apontam que a frequência foi valorada em R$ 44 bilhões, montante que seria cobrado das teles caso o governo não impusesse nenhum investimento como contrapartida. Nesse cenário, as empresas teriam que pagar no máximo R$ 4,4 bilhões pela frequência no leilão.

O ministro afirmou que cerca de 40 milhões de pessoas não têm acesso à internet atualmente no Brasil, mais do que a população de países como Portugal e Israel. "Quanto mais conseguirmos elevar infraestrutura e aumentar conectividade, mais atrairemos investimentos estrangeiros e o ambiente de negócios", afirmou.

Faria disse ainda que a nova lei de antenas vai facilitar a expansão do sinal 5G no País, ao liberar a maioria delas das exigências de obtenção de licenciamento ambiental. "Acredito que 90% das novas antenas de 5G poderão ser categorizadas como infraestrutura de pequeno porte, o que vai acelerar sua implantação no Brasil", disse.

Sobre reforma tributária, o ministro disse estar otimista com relação à proposta. "O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), dividiu a reforma tributária em cinco fases e acredito que teremos cinco relatores. Serão cinco relatores diferentes, antigamente era um só, e vamos começar da mais fácil para a mais complicada", afirmou.

Faria reconheceu que o setor de telecomunicações tem uma carga tributária elevada e que chega a 50%. "São pontos que vamos ter que trabalhar junto com o Congresso. O Congresso sempre houve setores, é um congresso reformista, mas também justo."

O Twitter divulgou, na terça-feira (4), o ranking top10 dos participantes do BBB mais mencionados pelos usuários. Na noite da final do Big Brother Brasil 21, a rede social informou que seu pódio foi um pouco diferente do programa, mas com a mesma vencedora.

Juliette foi a mais comentada, seguida por Fiuk, Gil e Sarah. Camilla de Lucas, segunda colocada no reality, não figura entre os dez melhores colocados da rede social.

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Os “vilões” do BBB figuram no ranking: Lumena, Projota e Karol Conká estão entre os mais mencionados da rede social. A ordem do top10 foi: Juliette, Fiuk, Gil, Sarah, Lumena, Projota, Rodolffo, Arthur, Viih Tube e Karol Conká.

No quesito hashtags de torcidas, a mais comentada foi a do participante pernambucano Gil, seguido por Fiuk e Sarah. Dessa vez, Camilla fez parte do ranking. No caso das “#”, a ordem foi: #TeamGil, #TeamFiuk, #TeamSarah, #JulietteCampea, #TeamCamilla, #TeamCaio, #TeamRodolffo e #TeamCarla.

São cerca de oito horas de viagem para chegar à comunidade indígena Guató, localizada no Pantanal sul-mato-grossense. Mas não são oito horas de carro não, são oito horas de barco. E de barco rápido, conta o cacique Osvaldo Correia da Costa: “Para comprar mantimentos, precisamos de um barco maior. Aí são três dias navegando pelo rio.”

O acesso complicado dificulta a chegada de serviços e a comunicação com outras comunidades. A secretaria especial de Saúde Indígena (Sesai) é a responsável pelo atendimento dos indígenas e diz que o contato com o mundo externo antes era feito apenas por meio de um telefone, que ficava na base do Exército na aldeia. Com a chegada da internet, no entanto, a comunicação ficou mais fácil. A Sesai conta hoje com o auxílio do programa Wi-Fi Brasil e consegue entrar em contato com a aldeia até por aplicativo de mensagens.

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A chegada da internet pelo Wi-Fi Brasil também impactou a vida na aldeia Porto Lindo, localizada no município de Japorã, em Mato Grosso do Sul. Segundo o líder guarani-kaiowá, cacique Roberto Carlos Martins, os 5,5 mil indígenas passaram a ter melhores oportunidades de trabalho, estudo e pesquisa, além dos aspectos de comunicação. “Rapidamente a gente consegue se comunicar não só com a comunidade mas a comunidade também com o poder público, poder privado. Então a gente tem essa facilidade hoje”.

O cacique, no entanto, alerta que a internet também traz aspectos negativos à aldeia, assim como ocorre em grandes centros urbanos: o tempo excessivo que o indivíduo fica conectado. “Em vez de estar conversando e brincando estão ligados na internet”, comenta.

Pelo Brasil afora

Hoje o programa conta com mais de 13,3 mil pontos de internet em funcionamento, instalados em escolas, unidades de saúde, de segurança e de prestação de serviços públicos em áreas remotas, de fronteira ou de interesse estratégico, além de aldeias indígenas e comunidades quilombolas - todos lugares de difícil acesso.

“Aonde ninguém chega, a gente chega com sinal de internet de qualidade”, diz o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, José Afonso Cosmo Júnior. O número de pessoas atendidas ultrapassa os 8,5 milhões, segundo o governo.

Pessoas como a dona de casa Maria Aparecida Pereira, moradora do povoado Conceição do Jacinto, que fica no interior de Minas Gerais. “Com a internet eu consigo escutar o choro e a voz do meu neto, acompanhar o engatinhar, os primeiros passos. Vou assistindo ao crescimento dele por videochamada. Se não fosse a internet, não conseguiria.”

E não é só para conversar com a família que a internet serve. Cosmo Júnior conta o exemplo de uma comunidade que, assim que obteve o sinal de internet, foi logo questionar o prefeito sobre uma bomba d’água que teria sido retirada sem qualquer explicação. “No fim das contas, a exclusão digital é também social”, diz.

Tecnologia via satélite

O secretário de Telecomunicações lembra que o programa só foi possível depois do lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC): “Não tínhamos, antes, um satélite que cobrisse todo o Brasil com essa capacidade de dados que o SGDC tem.” 

Lançado em 2017, o SGDC está em órbita a 36 mil quilômetros da Terra e possibilitou o estabelecimento de uma política pública de atendimento às regiões mais remotas já que cobre, com o mesmo sinal, o país inteiro.

O programa tem duas modalidades. Na primeira, a internet é instalada em pontos fixos como escolas e unidades de saúde. Na segunda, ela é levada a praças públicas onde podem ser usadas por qualquer pessoa. Atualmente são 21 praças que contam com o sinal do Wi-Fi Brasil, mas outros 2 mil pontos já estão com contratação em andamento, segundo o Ministério das Comunicações.

Previsão

A expectativa, segundo o secretário de Telecomunicações, é que 500 novos pontos sejam instalados até a primeira quinzena de maio, e mais 4 mil até o fim de 2021. De acordo com Cosmo Júnior, boa parte dos recursos para o programa está vindo de emendas parlamentares.

De  2020 para 2021 o valor das emendas destinadas ao Wi-Fi Brasil passou de cerca de R$ 17 milhões para mais de R$ 100 milhões. “O que mostra que os parlamentares reconhecem o programa como a forma mais rápida de levar internet a essas comunidades”. E completa: “A ideia é acabar com o deserto digital do país. A integração de todas as políticas públicas do ministério tem um objetivo só: conectar todas as pessoas.”

O Senado aprovou nesta quarta-feira (5) o projeto que amplia penas por crimes de furto e estelionato praticados com o uso de dispositivos eletrônicos como celulares, computadores e tablets. O projeto cria um agravante, com pena de reclusão de 4 a 8 anos, para o crime de furto realizado com o uso desses aparelhos, estejam ou não conectados à internet, seja com violação de senhas, mecanismos de segurança ou com o uso de programas invasores.

O texto, de origem no Senado, sofreu alterações na Câmara e voltou ao Senado, onde essas alterações foram confirmadas. Agora, segue para sanção presidencial.

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Se o crime for praticado contra idoso ou vulnerável, a pena aumenta de um terço ao dobro, considerando-se o resultado. E, se for praticado com o uso de servidor de informática mantido fora do país, o aumento da pena pode ir de um terço a dois terços.

No crime já existente de invadir aparelhos de informática para obter dados, modificá-los ou destrui-los, o projeto aumenta a pena de detenção de 3 meses a 1 ano para reclusão de 1 a 4 anos. A redação do tipo penal é alterada para definir que há crime mesmo se o usuário não for o titular do aparelho, condição comum no home office.

“Estamos de acordo com o senador [autor do projeto] que defende que a atual orientação jurisprudencial acaba por estabelecer o império da impunidade em relação a essas fraudes, com grave prejuízo à administração da justiça e à sociedade em geral, assim acatamos a redação recebida da Câmara também quanto ao ponto”, afirmou o relator do projeto no Senado, Rodrigo Cunha (PSDB-AL), em seu parecer.

 

O Twitter divulgou que a partir desta quarta-feira (5), os usuários poderão começar a publicar imagens em formato vertical, podendo a foto ser vista 'por completo' na rede.

As imagens nas dimensões adequadas agora irão deixar de ser 'cortadas' quando colocadas na horizontal, permitindo uma maior visibilidade do conteúdo postado. A funcionalidade está disponível para iOS e Android - a funcionalidade estará disponível para a versão web.

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Comemorado no dia do nascimento do marechal Cândido Rondon - patrono brasileiro das comunicações, o Dia Nacional da Comunicação de 2021, nesta quarta-feira (5) terá um significado especial. O governo federal aguarda o aval do texto final do leilão do 5G pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para realizar a concessão do que é considerada a inovação digital com maior potencial de transformação econômica e social da história recente.

Para compreender melhor a importância da tecnologia no Brasil, o Ministério das Comunicações criou o Digital Day - um evento que vai mostrar as aplicações do 5G no dia a dia dos usuários. “Esse evento é uma grande exibição, um grande showroom do que esta tecnologia nos permite”, afirmou Bertha Gadelha, assessora especial do Ministério das Comunicações e uma das organizadoras do evento.

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A exposição ocorre no Palácio do Planalto e traz exemplos práticos de aplicações que se beneficiam da baixa latência (o tempo de resposta entre o envio e o recebimento de dados) e da capacidade de transmissão de grandes volumes de informação que o 5G oferece. Telemedicina, realidade aumentada, realidade virtual, automação mecânica, inteligência artificial e aprendizado de máquina estão entre as inovações.

“Teremos usos, por exemplo, para a conectividade rural - para aumentar ganhos de eficiência no agrobusiness brasileiro. Tudo controlado remotamente. Nosso tour também apresentará um uso prático da telemedicina, por exemplo no contexto da pandemia - principal tema do mundo -, que irá facilitar o gerenciamento de hospitais, o fluxo de pessoas e a entrega de insumos. Tudo isso de forma inteligente, conectada e precisa”, explica Bertha.

Além das experiências montadas no local, estandes de empresas que atuarão no mercado de 5G brasileiro estarão montados para elucidar dúvidas e demonstrar produtos que utilizarão a tecnologia. Nokia, Ericsson, Huawei, Qualcomm, Samsung e Visiona (da Embraer) confirmaram presença.

O evento Digital Day é aberto ao público e vai de 5 a 7 de maio, no salão térreo do Palácio do Planalto, em Brasília.

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