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O governo federal iniciou testes de ferramenta que vai ofertar serviços públicos digitais aos cidadãos. O Notifica Gov.Br, do Ministério da Economia, entrou em fase de testes. Nesta primeira fase, motoristas receberão orientações para obter descontos de até 40% em pagamentos de multas de trânsito.

Segundo o Ministério da Economia, 40 mil motoristas do país começaram a receber mensagens com orientações do Gov.Br para o pagamento de multas de trânsito dentro do prazo e com descontos de até 40%.

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Caso não realizem defesa prévia ou entrem com recurso contra a autuação, os condutores notificados obtêm os 40% de desconto sobre o valor da multa.

Nesta primeira etapa, a iniciativa atenderá condutores com infrações de trânsito ainda a pagar. Os motoristas receberão as mensagens pelo aplicativo Gov.Br, por e-mail e SMS no celular. Outros serviços serão contemplados na sequência, informou o ministério.

Atualmente, o Gov.Br tem 116 milhões de usuários. A solução foi desenvolvida por equipes da Secretaria de Governo Digital do Ministério da Economia e do Serpro, com apoio da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), do Ministério da Infraestrutura.

“Com o Notifica Gov.Br, mudamos a lógica da comunicação entre o Estado e a população, pois começamos a oferecer serviços de forma antecipada. Nos tornamos mais preditivos. Ou seja, não é só o cidadão que vem atrás do serviço público no Gov.Br. Nós começamos a oferecê-los a partir da personalização da experiência do usuário com a plataforma Gov.Br”, explica o secretário de Governo Digital, Fernando Coelho Mitkiewicz, em nota.

A iniciativa faz parte da Estratégia de Governo Digital 2020-2022, que prevê a ampliação da notificação ao cidadão em, no mínimo, 25% dos serviços digitais. Atualmente, 72% dos 4,8 mil serviços do governo brasileiro são totalmente digitais.

Sistema Eletrônico de Notificações

O ministério acrescenta que os alvos deste teste são aqueles condutores que ainda não aderiram ao Sistema Eletrônico de Notificações (SNE), disponível no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito ou pelo portal de serviços da Senatran. Eles serão orientados a aderir.

O serviço vale para todas as multas aplicadas, seja no âmbito do município, dos estados ou da União. Mas quem já tiver multa vencida não participa.

Um dos mais conhecidos sites de torrents da web, “The Pirate Bay”, foi removido nesta semana dos serviços de pesquisa do Google na Holanda. A ação foi tomada devido a uma solicitação enviada para a gigante da internet, pelo grupo Proteção dos Direitos da Indústria de Entretenimento da Holanda (BREIN).

O site recebeu um bloqueio em todo o Protocolo de Internet (IP) da Holanda, mas, medidas similares já haviam sido tomadas em outros países. Aqui no Brasil, já não é possível acessar o endereço por meio de pesquisas do Google, somente pela inserção direta de sua URL no navegador.

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O “The Pirate Bay” surgiu em 2003 e, desde então, seus criadores enfrentam diversas dores de cabeças, como queda do site, processos judiciais e até mesmo ordens de prisão. O site ficou conhecido por reunir uma grande quantidade de conteúdo, como filmes, músicas, séries e games.

Além deste caso, o Google também já tomou outras medidas que visam combater a pirataria da internet, como bloqueio de outros distribuidores de torrents e aplicativos que permitem baixar áudio e vídeo de sites como YouTube.

O Twitter lançou nesta terça-feira (30) novas regras para impedir que os usuários compartilhem imagens privadas de outras pessoas sem seu consentimento, endurecendo as políticas da rede social um dia depois da troca de seu CEO.

Segundo as novas regras, os usuários que não são figuras públicas podem pedir ao Twitter que elimine fotos e vídeos com suas imagens publicados sem permissão.

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O Twitter esclareceu que a medida não se aplica a "figuras públicas ou indivíduos quando as mídias e o texto do tweet que os acompanha forem compartilhados com interesse público ou acrescentarem valor ao discurso público".

"Sempre tentaremos avaliar o contexto do conteúdo compartilhado e, nesses casos, podemos permitir que as imagens e vídeos permaneçam no serviço", acrescentou a empresa.

O direito dos usuários de internet de recorrer às plataformas quando terceiros publicam imagens ou informações sobre eles, especialmente com fins maliciosos, tem sido debatido por anos.

O Twitter já proibiu a publicação de informações privadas, como números de telefone e endereços de uma pessoa, mas há "preocupações crescentes" sobre o uso de conteúdo para "assediar, intimidar e revelar as identidades", reconheceu a rede social.

Além disso, a empresa notou um "efeito desproporcional sobre mulheres, ativistas, dissidentes e integrantes de comunidades minoritárias".

Exemplos de assédio online muito conhecidos incluem vítimas de racismo, misoginia e homofobia no Twitch, a maior plataforma de streaming de jogos eletrônicos do mundo.

Contudo, os casos de assédio abundam e as vítimas, normalmente, precisam travar longas batalhas para que sejam eliminadas das plataformas virtuais imagens abusivas, ofensivas ou produzidas ilegalmente.

A mudança acontece um dia depois que o cofundador do Twitter, Jack Dorsey, anunciou que deixaria a empresa e entregou o cargo de diretor ao executivo Parag Agrawal.

A plataforma, assim como outras redes sociais, vem lutando contra o assédio, a desinformação e os conteúdos motivados pelo ódio.

O Bradesco foi parar no topo dos assuntos mais comentados do Twitter na manhã desta terça-feira (30), diante de relatos de usuários de que o aplicativo do banco enfrenta falhas. Os relatos dão conta de que os clientes não conseguem logar no programa.

Através de sua conta oficial na rede social, o Bradesco informou a diferentes usuários que a área responsável já havia detectado o motivo da falha e trabalhava para regularizar o funcionamento o quanto antes.

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O banco também orientava os usuários a utilizarem outros canais, como internet banking (acesso via computadores) ou o atendimento telefônico.

De acordo com o site Downdetector, que mapeia falhas em serviços online, os relatos de falhas no aplicativo do banco começaram após as 9h30, e chegaram a um pico às 10h59.

Por volta das 11h35 estavam em queda, mas ainda em patamares consideravelmente mais altos que o normal.

Procurado, o Bradesco informou que o aplicativo para pessoas físicas teve momentos pontuais de intermitência.

"Equipes estão trabalhando para regularização o mais breve possível. Os demais canais de atendimento operam normalmente", afirmou o banco.

O diretor-geral e co-fundador do Twitter, Jack Dorsey, deixará seu cargo de diretor-geral da rede social, segundo a rede de informações financeiras CNBC.

Desde seu retorno à frente da empresa em outubro de 2015, o empreendedor é frequentemente criticado por não ter deixado o comando de sua outra empresa, a especialista de pagamentos móveis Square, para se concentrar apenas no Twitter.

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Milionário desde 2013 após a introdução do Twitter na bolsa, Jack Dorsey tem uma fortuna estimada em 11,8 bilhões de dólares pelo site da revista Forbes.

Sua primeira etapa à frente do Twitter como diretor-geral foi em 2007 e 2008, mas foi retirado do cargo pelo conselho de administração, insatisfeito com sua gestão.

O mercado reagiu favoravelmente à informação, não confirmada pela empresa, e o Twitter subiu um pouco após a abertura de Wall Street.

Nesta quinta-feira (25), a partir das 18h30 (horário de Brasília) acontece o evento online e gratuito: “Acelerando a Inovação a Partir da Integração de Dados”. A palestra vai trazer mais informações sobre como é possível corrigir as falhas encontradas nos sistemas integrados entre empresas e lojas, justamente nesse período de Black Friday.

Para aqueles que desejam participar, basta realizar a inscrição gratuita por meio do link: http://https://www.sympla.com.br/acelerando-a-inovacao-a-partir-da-integracao-de--dados__1412528

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Toda a programação vai contar com especialistas no assunto, que trarão soluções e tendências de mercado, que empresas podem utilizar para se adaptar neste momento.

Vale lembrar que o destaque principal da noite vai para João Gubolin Jr, CEO da Ciatécnica, que possui mais de 35 anos da área de tecnologia da informação. Ele afirma que integrar experiências e compreender melhor os clientes, por meio da tecnologia, é imprescindível para os negócios do futuro.

O evento é promovido pela Ciatécnica, empresa que atua no mercado de consultoria empresarial estratégica com foco em inovação e transformação digital. Além disso, a empresa também é voltada para soluções envolvendo sistemas, robotização de processos e inteligência artificial, que passaram a ter grande procura neste momento de pandemia e isolamento social.

 

 

A Black Friday deste ano, considerada a segunda data mais esperada pelo setor varejista, está agendada para acontecer na próxima sexta-feira (26). Com a proximidade do evento, especialistas alertam para a possibilidade de fraudes e tentativas de golpes online.

Segundo especialistas, são muitos os golpes no mercado, sendo o phishing mais comum na Black Friday. Esse golpe consiste em criar sites falsos, muitas vezes clones de grandes lojas do varejo. Os golpistas espalham esses endereços eletrônicos por e-mail ou correntes de aplicativos de mensagens, principalmente o WhatsApp.

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Em 2020, a dfndr lab, laboratório especializado em segurança digital da Psafe, detectou cerca de 47 milhões de golpes de phishing aplicados no ano.

Afonso Morais, especialista em combate a fraudes financeiras e em recuperação de crédito empresarial mostra oito caminhos para se proteger durante as compras da Black Friday.

1 - Cuidado com seus dados

Informações pessoais como telefone, CPF, endereço e número de cartões, dentre outros, devem ser fonte de grande preocupação. Evite colocar esses dados em qualquer formulário e sempre verifique se o site que for cadastrar é realmente seguro.

2 - Cuidado ao clicar

Só clique em links se tiver certeza de que esse é seguro. Para isso, observe se à esquerda do endereço do site tem uma imagem de cadeado, que significa segurança. Também averigue se o site tem a sigla ‘https’ no endereço da web. Busque sempre as páginas oficiais

3- Procure saber sobre a reputação da loja 

Com qualquer busca rápida se pode ter a avaliação de uma empresa ou loja. Mas cuidado, priorize Procon, portais de direito do consumidor ou no Reclame Aqui para fazer sua pesquisa - cuidado com sites que mudam apenas uma letra de um nome famoso ou que tenha extensões diferentes -.

4- Cuidado com suas senhas 

Busque sempre ter senhas diferentes para cartões, sites, cadastros, e também procure alterar constantemente. Evite dados mais simples como o nome e 123 na sequência e a data de nascimento, etc...

5 - Priorize pagamento no cartão de crédito 

Para as compras online essa é a mais segura, pois simplifica o cancelamento e permite que o cliente conteste a cobrança, solicitando o reembolso do valor e identifique possíveis fraudes. Evite transferência bancária ou boleto.

6 - Fuja de condições extraordinárias

‘Quando o milagre é demais’, é fundamental desconfiar. As propostas com descontos sensacionais são as mais usadas para os golpes, por isso não acredite nessas situações.

7 - Atualize sempre seu antivírus

Busque estar sempre com antivírus atualizados para proteger os sistemas operacionais de computadores e smartphones, isso dificulta a instalação de programas maliciosos. Também faça varreduras constantes.

8 - Busque fontes confiáveis de informação

É importante estar sempre esperto e atualizado sobre novos golpes, mas sempre busque informações de fontes confiáveis, lembrando que grupos de WhatsApp são os maiores disseminadores de Fake News

A novidade está disponível na versão 2.2146.5 do WhatsApp Web beta. (Pixabay) 

A versão experimental do Whatsapp Web permitirá que os usuários ajustem o “visto por último” através do computador. No último sábado (20), o WABetaInfo liberou a opção, junto com outras mudanças de privacidade.

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A novidade está disponível na versão 2.2146.5 do WhatsApp Web beta, por meio da qual os usuários conseguem acessar os ajustes de privacidade, bem como nas versões para celulares Android e iPhone (iOS). As definições são praticamente as mesmas do celular.

Outra mudança é a possibilidade de selecionar se todos os contatos ou nenhum terão acesso à “foto de perfil”. Também é possível ocultar o recado e o status para algumas pessoas, assim como desativar as confirmações de leitura.

As novas configurações também incluem os grupos. Os usuários poderão escolher quem poderá adicionar o seu número em conversas coletivas. Por sua vez, a relação de contatos bloqueados foi movida para o novo menu Privacidade.

Procuradores-gerais de vários estados dos Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (18) a abertura de uma investigação conjunta para determinar se a Meta, empresa-mãe do Instagram, promoveu o aplicativo para crianças estando ciente de possíveis efeitos nocivos sobre os menores.

O gigante das redes sociais enfrenta uma de suas mais graves crises de reputação desde que uma denunciante vazou milhares de documentos internos segundo os quais executivos da empresa sabiam do potencial nocivo de seus sites, provocando um novo impulso para a regulação da rede social nos Estados Unidos.

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"Facebook, agora Meta, não tem conseguido proteger os jovens em suas plataformas e em seu lugar optou por ignorar ou, em alguns casos, redobrar manipulações que representam uma ameaça real para a saúde física e mental: explorar as crianças a fim de obter lucro", disse a procuradora-geral de Massachusetts, Maura Healey, em um comunicado.

A investigação tem como objetivo "examinar escrupulosamente como esta empresa interage com os usuários jovens, identificar qualquer prática ilegal e pôr fim aos abusos", detalhou.

Ela é conduzida por representantes dos estados de Nova York, Colorado, Califórnia, Flórida, Kentucky, Nebraska, Nova Jersey, Tennessee e Vermont.

A ideia é revelar, entre outras coisas, as técnicas da Meta para aumentar a frequência e a duração da participação dos usuários jovens e os danos resultantes, explicou o procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta.

- Novo movimento jovem -

A iniciativa segue “relatos de que uma investigação interna da própria Meta mostra que o uso do Instagram está associado a um maior risco de danos à saúde física e mental dos jovens, incluindo depressão, distúrbios alimentares e até suicídio”, enfatizou Bonta.

"Essas acusações são falsas e demonstram um profundo desconhecimento dos fatos", respondeu a empresa em um comunicado.

Em maio, os procuradores-gerais de 44 estados tinham enviado uma carta ao CEO do Facebook, Mark Zuckerberg, pedindo que abandonasse seu projeto de criar uma versão do Instagram para menores de 13 anos.

Eles mencionaram pesquisas que mostram uma correlação entre o uso das redes sociais e o "aumento da angústia psicológica e da conduta suicida entre os jovens".

O grupo abandonou sua iniciativa em setembro diante de múltiplas críticas.

Semanas depois, durante uma audiência dedicada ao impacto do Facebook e do Instagram nos usuários jovens, a denunciante Frances Haugen criticou os métodos que levam os adolescentes a usarem o Instagram em altas doses ao ponto de frequentemente desenvolverem formas de dependência.

Haugen havia vazado anteriormente para legisladores e jornalistas documentos do Facebook que colocaram a empresa em apuros, incluindo alegações de que Zuckerberg cedeu diante dos censores estatais no Vietnã e detalhes de como a plataforma alimenta o ódio para manter os usuários engajados.

O gigante digital mudou seu nome para "Meta" em outubro, na tentativa de superar os escândalos e focar em sua proposta de um futuro de internet dominado pela realidade virtual.

Haugen disse à AFP que os mais jovens têm mais motivos do que ninguém para pressionar as empresas de redes sociais. "Quero começar um movimento jovem" nesse sentido, afirmou, acrescentando que aqueles que cresceram online não devem se sentir tão "impotentes" diante das redes.

A matemática e especialista em dados de 37 anos acredita que seu papel é simplesmente dar o pontapé inicial em uma reação da juventude, imaginando-a como um movimento baseado nas universidades. “Quero fornecer ferramentas” para estarem cientes dos efeitos perigosos das redes sociais, declarou.

Haugen está há dois meses no centro das atenções por suas alegações de que o Facebook prioriza os lucros à segurança das pessoas.

O Spotify anunciou que, a partir desta quinta-feira (18), as letras das músicas estarão disponíveis para todos os usuários gratuitos e premium em todo o mundo, nos dispositivos iOS e Android, desktops, consoles de jogos e TV. 

A plataforma de streamings revelou que para ver as letras não será preciso fazer nenhuma ativação no celular, seja Android ou iOS, bastando apenas clicar no visor "Tocando Agora" durante a reprodução e arrastar o botão na tela. 

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Nos computadores e nos televisores inteligentes, será preciso apenas selecionar o botão "Letras", no canto direito do display, para que o texto apareça na tela.

"As letras são um dos recursos mais solicitados pelos ouvintes em todo o mundo. Portanto, após iterar e testar, criamos uma experiência simples e interativa - e até mesmo compartilhável. Em parceria com o Musixmatch, estamos dando vida às letras das músicas por meio do acesso no aplicativo à maioria de nossa extensa biblioteca de faixas", detalha o Spotify.

Quem usa as redes sociais já deve estar acostumado com a queda do Facebook, Instagram e Twitter, mas Spotify - aplicativo de música -, é caso raro. Na tarde desta terça-feira (16), o aplicativo de streaming musical apresentou instabilidade e, rapidamente, se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter.

A falha aconteceu simultaneamente com a queda do Google Cloud. Além do aplicativo de música, o Snapchat e o Discord também apresentaram instabilidade. Segundo o G1, no site Down Detector, que monitora queixas sobre serviços, o Spotify recebeu 2.663 notificações de usuários brasileiros por volta das 14h50.

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O LeiaJá tentou contato com a assessoria do aplicativo de música, ams até a publicação desta matéria não obteve resultado.

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, destacou nesta terça-feira, 16, que o Pix superou todas as expectativas no primeiro ano de sua existência. Campos Neto lembrou que, na época do lançamento do Pix, disse que o novo sistema de pagamentos instantâneos transformaria o sistema de pagamentos brasileiro.

"A realidade superou as expectativas. O uso do Pix aumenta mês após mês. A velocidade de adoção é a mais rápida do mundo", disse, destacando que o sistema também já superou meios de pagamento tradicionais, como TED, DOC e Boleto, em número de transações.

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Além disso, o presidente do BC destacou que o Pix é importante vetor de inclusão financeiro e foi especialmente relevante durante a pandemia de Covid-19.

Campos Neto afirmou ainda as melhorias do Pix este ano, como cobrança com vencimento e os novos mecanismos de segurança, e citou as novas funcionalidades que estão por vir, como o Pix Saque e o Pix Troco, que vão entrar em vigor no dia 29 de novembro.

"O Pix ainda não atingiu todo o seu potencial, como o uso de QR Code", disse, acrescentando que é preciso adaptação do sistema de empresas. "Há novas funcionalidades previstas para os próximos anos, como pagamento off-line", afirmou, citando também que, no médio prazo, o Pix deve ser interligado a sistemas de pagamentos de outros países.

As declarações foram dadas em participação no evento (R)evolução Pix, em comemoração de um ano do sistema de pagamentos, por meio de vídeo gravado.

A plataforma YouTube anunciou em seu blog oficial que a contagem de dislikes nos vídeos não ficará mais pública para os espectadores, apenas para o dono do conteúdo. Segundo o comunicado, a mudança começou a ser implementada a partir de ontem (10) e, aos poucos, chegará para todos.

De acordo com o Youtube, a decisão foi tomada após um período de pesquisa com os criadores de conteúdo, em que foi possível perceber que a ferramenta de dislike, em diversos momentos, é utilizada como manifestação de ódio e não como feedback.

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Para a plataforma, a decisão vai possibilitar que muitos criadores expressem seus pontos de vista, sem o receio de sofrerem retaliação. Outro dado constatado pelo YouTube é que na maioria dos casos os ataques coordenados ocorrem principalmente em canais menores.

Vale destacar que o próprio YouTube já publicou vídeos que receberam números expressivos de dislikes, como por exemplo, as últimas edições do YouTube Rewind, que destacam os principais acontecimentos da plataforma durante o ano.

O mesmo também já aconteceu com grandes empresas. O caso mais recente ocorreu com a Nintendo, que anunciou na plataforma o preço adicional do Switch Online e revoltou muitos fãs. Até o momento, o vídeo já conta com 176 mil dislikes, contra 18 mil likes. Saiba mais:http://https://www.leiaja.com/tecnologia/2021/10/18/preco-adicional-do-nintendo-switch-online-aborrece-fas/

Após sair com um lance vitorioso no leilão do 5G e ter sido classificada como uma das seis novas entrantes no setor de telefonia móvel, a Fly Link apresentou um pedido de desistência do lote arrematado. A empresa havia levado o H42 com uma outorga de R$ 900 mil, para operar na faixa de 26 GHz e atender cidades do Sul de Minas Gerais, municípios de Goiás, de São Paulo e a cidade de Paranaíba, no Estado de Mato Grosso do Sul.

Na faixa de 26 GHz, as empresas devem prover com 5G redes empresariais em setores como da Indústria, Mineração, Logística e Agronegócio.

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Quem arrematou lotes na faixa tem como compromisso a implementação de projetos de conectividade nas escolas.

Em nota, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) afirmou que o pedido de desistência foi apresentado pela Fly Link, nesta segunda-feira (8), no qual informou o desinteresse no ativo por não ter arrematado outros lotes que complementariam o seu modelo de negócios.

De acordo com a agência, o edital estabelece que a desistência de participação em qualquer dos lotes implica a execução da Garantia de Manutenção da Proposta e aplicação de multa de 10% sobre o preço ofertado na proposta vencedora. "Tendo em vista que não houve proposta adicional ao Lote H-42 considera-se o mesmo deserto", afirmou a Anatel.

Os desembargadores da 9ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmaram decisão que condenou a empresa responsável pelo aplicativo Tinder a indenizar por danos morais uma mulher que teve seu telefone e fotos divulgados na plataforma de relacionamentos online sem o seu conhecimento. O colegiado ainda aumentou o valor devido à mulher para R$ 5 mil.

A decisão foi dada no âmbito de ação ajuizada pela Defensoria Pública de SP. Segundo os autos, a mulher disse que, em abril de 2020, tomou conhecimento de que havia um perfil falso no Tinder, com suas fotos e seu número de telefone, sendo que o nome não era o dela.

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Ela ficou sabendo do perfil ao receber uma mensagem no WhatsApp de um usuário do aplicativo. A moça relatou que tentou entrar em contato com a plataforma por todos os canais informados, com o objetivo de solicitar a exclusão do perfil, mas não teve sucesso. As informações foram divulgadas pela Defensoria.

Antes de acionar a Justiça a Defensoria oficiou extrajudicialmente o escritório de advocacia representante do Tinder no Brasil, requerendo a exclusão do perfil falso em razão das ofensas ao direito de imagem e ao sossego da mulher. Em resposta, a empresa informou não ter sido possível localizar a conta por falta de informações, pontuando, ainda, a necessidade de determinação judicial para que fosse efetuada a exclusão da conta, diz a Defensoria.

Na ação judicial, foi apontado que a empresa empresa responsável pelo aplicativo estabelece como obrigação imposta a si mesma, a tomada de medidas adequadas, como oferecer ajuda, remover conteúdo, bloquear o acesso a determinados recursos, desativar uma conta ou contatar autoridades, uma vez identificada uma conduta que cause prejuízo a outras pessoas.

Em primeira instância, a juíza Patricia Persicano Pires, da 3ª Vara Cível de São Miguel Paulista, determinou à empresa que identificasse e bloqueasse a conta relacionada ao perfil em questão. Além disso, a magistrada ordenou o pagamento de indenização à vítima por danos morais, no valor de R$ 3 mil. A Defensoria recorreu da decisão, pedindo que o valor fosse majorado.

Ao analisarem o caso, os desembargadores da 9ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP observaram que 'caso seja notificada da existência de perfil criado por terceiros, contendo informações privadas do denunciante, é dever da plataforma proceder de modo a apurar a veracidade da denúncia e, caso confirmada, retirar o perfil independentemente de ordem judicial'.

Segundo o colegiado, em tais casos há uma questão de 'utilização indevida de dados privados, cuja intimidade é constitucionalmente garantida pela Constituição Federal'. "É certo, no caso, que a autora buscou solução administrativa para a retirada de suas informações de perfil falso, tanto por meio do próprio mecanismo de denúncia da plataforma, quanto por notificação extrajudicial realizada pela Defensoria Pública, tendo a omissão da parte ré gerado prejuízos de caráter moral, que, em ambiente virtual, são de difícil mensuração", ponderaram os magistrados.

Com o leilão do 5G definido, as operadoras de telecomunicações terão de correr agora para fazer frente aos compromissos de implementação das redes definidos pelo governo e colocar em prática seus planos de negócios para ganhar dinheiro com a nova tecnologia. Para isso, porém, o setor terá de superar alguns "gargalos".

Um deles é a escassez de mão de obra qualificada, na avaliação de Luiz Henrique Barbosa, presidente da Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações (Telcomp). "Existem mais de 400 mil vagas abertas no ramo de telecomunicações, de tecnologia da informação, que não são preenchidas por falta de profissionais qualificados", afirma ele.

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Segundo Barbosa, a falta desses profissionais capacitados abrangeria de desenvolvedores de aplicativos para explorar as novas funcionalidades do 5G a técnicos que trabalham com a instalação de equipamentos.

Outro gargalo apontado pelo setor diz respeito à burocracia para instalação de antenas nos municípios. Embora exista legislação federal orientando o licenciamento de novas estações rádio-base, são as leis municipais que definem as regras de instalação.

Um levantamento realizado pela Conexis, o sindicato patronal das grandes operadoras, apontou que apenas 7 das 27 capitais brasileiras teriam legislações consideradas "modernas" para instalação de infraestrutura. Nos outros casos, as regras apresentariam defasagem, conflitos e excesso de burocracia.

"O 5G vai exigir de 5 a 10 vezes mais antenas do que o 4G, considerando a mesma área de cobertura, mas são antenas pequenas que podem ser instaladas nas fachadas dos edifícios", afirma o presidente executivo da Conexis, Marcos Ferrari.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

De aplicativos de saúde mental a capacetes que administram remotamente descargas elétricas no cérebro de um paciente, as startups na Web Summit de Lisboa apostam em uma revolução na telemedicina assim que o mundo deixar a pandemia para trás.

Usar tecnologia para tratar pacientes virtualmente tem sido um dos temas de destaque numa das maiores conferências de tecnologia, que regressou a Lisboa esta semana depois da edição online de 2020 devido à covid.

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"A maioria das pessoas hoje usa seus telefones para muitas necessidades diárias. Por que a saúde não deveria fazer parte disso?", diz Johannes Schildt, cuja empresa Kry permite que seus usuários reservem consultas médicas remotamente.

"A pandemia acelerou a adoção dessas novas tecnologias", comentou à AFP.

Sua empresa sueca, que opera em cinco países europeus, não é a única que evita que os usuários visitem o médico pessoalmente.

E nem todas essas empresas se concentram na saúde física. A americana Calmerry é uma das muitas que oferecem sessões em videoconferência com psicólogos.

Na maioria dos sistemas públicos de saúde, a oferta é limitada ou inexistente. Com assinaturas a partir de US $ 42 por semana, a co-fundadora da Calmerry, Oksana Tolmachova, diz que uma das metas é oferecer terapia mais acessível.

Outros aplicativos empregam estratégias diferentes para combater a explosão de depressão e ansiedade causada pela pandemia em todo o mundo.

O chatbot de saúde mental Woebot convida seus usuários a falar sobre seus problemas, mas as respostas vêm de um robô de inteligência artificial e não de um terapeuta.

Embora alguns possam se surpreender com a ideia de deixar seus sentimentos virem à tona a um programa de computador, estudos indicam que confiar em um ente virtual pode encorajar as pessoas a se abrirem mais.

Sua fundadora Alison Darcy, psiquiatra e pesquisadora médica, garantiu que esse bate-papo evita o medo de que outra pessoa o julgue, comum nas interações humanas.

Além disso, dada a atual escassez de psicólogos e a alta demanda dos pacientes, a inteligência artificial pode resolver o problema, segundo Darcy.

"Precisamos de tudo para ajudar as pessoas a ficarem bem", afirma a fundadora, embora reconheça que a inteligência artificial não substitui completamente a atenção de um profissional e tem limitações.

- Dúvidas sobre fiabilidade -

O regulador sanitário britânico expressou preocupações em março sobre um programa de controle de sintomas usado pela empresa de telemedicina Babylon, após relatos de supostas falhas no reconhecimento de algumas doenças graves.

Os críticos da medicina a distância também se preocupam com o fato de os provedores de saúde preferirem oferecer visitas virtuais mais baratas, em vez de encontros presenciais.

Várias empresas emergentes de saúde argumentam que o futuro é uma mistura de ambos.

"O digital tem um papel importante a desempenhar, mas a experiência física também é vital. Temos clínicas físicas na Suécia, Noruega e França", explica Schildt.

Ele também rejeita as críticas de que nem todo o espectro de pacientes pode acessar os serviços de sua empresa, que requer um smartphone ou computador e uma boa conexão com a internet.

Kry tem pacientes na casa dos 90 anos que podem usar essa tecnologia, argumenta, insistindo que "o digital expande o acesso" à saúde.

Um desafio é que a legislação em vários países ainda não alcançou a revolução da telemedicina, embora já tenha começado a se adaptar nos últimos anos.

As consultas virtuais estão disponíveis na saúde pública francesa desde 2018 e a Alemanha passou a permitir que os profissionais prescrevessem o uso de aplicativos, como controladores de peso.

Entre visitas, os pacientes podem continuar monitorando sua saúde remotamente graças às startups.

Ana Maiques, cofundadora da empresa Neuroelectrics de Barcelona, mostrou ao público da Web Summit como um capacete desenvolvido por sua empresa pode monitorar os pacientes em casa.

O dispositivo usa sensores que mostram a atividade em diferentes partes do cérebro e podem impulsionar choques elétricos em áreas específicas, ajudando a tratar doenças como a epilepsia.

A empresa Idoven usa inteligência artificial para analisar dados de equipamentos domésticos de monitoramento cardíaco para detectar batimentos cardíacos irregulares que podem ser perigosos para os pacientes.

Entre seus investidores está a lenda do futebol espanhol Iker Casillas, que sofreu um ataque cardíaco em 2019. "Somos a primeira empresa do mundo capaz de fazer isso", disse o CEO Manuel Marina Breysse à AFP.

Documentos internos do Facebook trazem uma lista com os principais países mais vulneráveis aos conteúdos classificados como tóxicos, entre eles, o Brasil. Publicações que trazem discurso de ódio, desinformação, violência explícita e desencorajamento cívico são “particularmente maiores no Brasil, comparado a outros aplicativos”, diz parte do texto.

Os documentos fazem parte do Facebook Paper, que é um conjunto de informações obtidas por um consórcio de veículos de comunicação, e foram vazados pelo ex-funcionário da empresa, Frances Haugen. Além do Brasil, o relatório cita a Índia, Egito, Turquia e Filipinas.

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Esses documentos são resultado de análises, através de questionamentos, do comportamento dos usuários da plataforma. Entre os apontamentos, a rede social perguntou qual a reação dos internautas diante de conteúdos de incitação de ódio e grupos com o mesmo segmento.

O leilão da tecnologia 5G abriu portas para seis novas operadoras de telefonia móvel entrarem no mercado brasileiro. O número foi destacado pelo ministro das Comunicações, Fabio Faria, em coletiva à imprensa sobre os resultados do certame, finalizado nesta sexta-feira (5).

Quatro delas arremataram lotes no certame na quinta-feira, 4: A Brisanet, o Consórcio 5G Sul, a Cloud2u e a Winity II Telecom.

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Já nesta sexta, às entrantes foram a Neko Serviços de Comunicações Entretenimento e a Fly Link.

"Gera mais competição, que é sinônimo de melhores preços e melhor qualidade de serviço", comentou o conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Emmanoel Campelo, sobre os números.

O leilão do 5G, realizado na quinta (4) e nesta sexta-feira (5), teve como saldo um valor econômico final de R$ 46,79 bilhões, a partir dos lotes leiloados nas faixas de 700 MHz, 3,5 GHz, 2,3 GHz e 26 GHz. O ágio médio em relação ao preço mínimo foi de 218%, e de 12% em relação ao valor econômico.

O ministro das Comunicações, Fabio Faria, afirmou que o certame "superou todas as expectativas". "Temos certeza que todos os valores arrecadados serão convertidos em benfeitorias", disse o ministro em coletiva à imprensa sobre os resultados do leilão. "Foi o maior leilão da história da América Latina na telecomunicação e o segundo maior do Brasil, atrás apenas do pré-sal", comentou.

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Sobre os lotes que não foram arrematados - o que aconteceu principalmente na faixa de 26 GHz -, Faria afirmou que os espectros poderão ser negociados em breve.

O ministro e os técnicos da Anatel, no entanto, não apontaram para um período específico e nem divulgaram a quantidade final de lotes que não foram arrematados.

"O entendimento que nós temos é que se em algum momento próximo for oportuno republicar, seria basicamente uma republicação do edital nos mesmos termos, não seria um novo leilão", afirmou o conselheiro Carlos Baigorri.

Dos lotes arrematados, na faixa de 700 MHz, o valor econômico final foi de R$ 3,57 bilhões, com ágio de R$ 1,27 bilhão.

Para a faixa de 3,5 GHz, nacional, o valor econômico final ficou em R$ 22,79 bilhões, ágio de R$ 145 milhões, e regional, R$ 7,92 bilhões e R$ 1,88 bilhão, respectivamente.

Já na faixa de 2,3 GHz (bloco de 50 MHz), o valor econômico final arrecadado foi de R$ 5,96 bilhões, e ágio de R$ 1,09 bilhão.

No bloco de 40 MHz, os números foram de R$ 3,49 bilhões e R$ 653 milhões, respectivamente.

Enfim, na faixa de 26 GHz, o valor econômico final somou R$ 3,03 bilhões, com ágio de R$ 54 milhões.

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