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A ferramenta digital criada para facilitar a vida dos surdos no país ampliou em mais de 30%, nos últimos dois anos, o número de sinais para tradução do português para a Língua Brasileira de Sinais (Libras) e lança um avatar voltado ao público infantil, o Guga.

VLibras passa a oferecer a novidade nesta sexta-feira (3), Dia Internacional da Pessoa com Deficiência.

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O sistema de tradução, desenvolvido pelo Ministério da Economia em parceria com a Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, dispõe de 21 mil sinais.

Avatar infantil

Guga reúne-se aos avatares Ícaro (masculino) e Hosana (feminino), com os quais os surdos traduzem para Libras não só páginas do governo federal, reunidas na plataforma Gov.Br, mas também páginas de empresas que já aderiram à ferramenta. Alguns exemplos: Vivo, Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Sky Serviços de Banda Larga, Serasa Experian, Universidade Presbiteriana Mackenzie e Agência Brasil.

“O Gov.Br é a plataforma com maior utilização do VLibras, mas a ferramenta extrapolou o Poder Público e também beneficia cada vez mais o público da iniciativa privada. É uma ferramenta de inclusão digital”, ressalta o secretário especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital do Ministério da Economia, Caio Mario Paes de Andrade, em nota.

O VLibras é uma ferramenta de código aberto, que foi aperfeiçoado com a colaboração de pessoas surdas usuárias da ferramenta, como Lucas Silva, 25 anos, de Itabuna (BA), e Rafael Emil Korossy Marques, 36, de Recife (PE). Ambos ajudaram nas animações dos avatares que reproduzem os sinais em Libras.

“Crio para que Ícaro (avatar do VLibras) possa ser mais fluente”, diverte-se Silva, que conheceu a ferramenta nos primeiros meses de funcionamento, há cinco anos. “Sou animador surdo e os vídeos do VLibras, de como criar as animações dos sinais, são didáticos, têm legenda e janela de intérprete. Isso nos ajuda bastante a criar. Assisti os vídeos, pratiquei e vi que estou indo muito bem”, comemora.

Veja vídeo de Lucas Silva:

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"Oi, meu nome é Lucas e este é meu sinal. Crio sinais para que Ícaro (avatar do VLibras) possa ser mais fluente. Sou animador surdo e os vídeos do VLibras de como criar as animações dos sinais são didáticos, têm legenda e janela de intérprete. Isso nos ajuda bastante a criar. Assisti os vídeos, pratiquei e vi que estou indo muito bem!” - Lucas Silva, 25 anos, de Itabuna (BA).

Sites

Hoje, 48.480 sites utilizam o VLibras, incluindo o Legislativo e o Judiciário, como o da Câmara dos Deputados, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

“O VLibras é uma ferramenta digital acessível para surdos, ou seja, um robô-intérprete de Libras para auxiliar a vida de surdos nos sites. Traduz o texto para Libras e também pode ajudar a encontrar um sinal por meio de uma palavra. Isso já é um ganho da comunidade surda digital, graças à tecnologia”, acrescenta Marques.

Personalização

A personalização dos avatares é gratuita no aplicativo VLibras. Ali é possível escolher cor do cabelo, da pele, dos olhos e da roupa de Ícaro, Hosana e agora do Guga.

Para ampliar a participação dos usuários, a equipe do VLibras está criando um Libraskê - ainda em fase de testes, sem data definida para ser lançado. O Libraskê permitirá aos surdos ver músicas com o uso da linguagem de sinais. O novo serviço vai trazer mais interação e diversão para o público infantojuvenil, destacou a Secretaria Especial de Desburocratização, Gestão e Governo Digital.

O Brasil tinha, em julho de 2021, 246,8 milhões de acessos móveis, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O número é mais do que a população estimada, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que, no início de novembro, estava em 213,8 milhões de pessoas.

Embora isso não signifique a universalização do aparelho, já que há pessoas com mais de um acesso (ou chip, como é popularmente conhecido) e outras sem nenhum, o número evidencia a importância dos telefones celulares na vida dos brasileiros. Mas e quando esse desparece, seja por roubo ou por perda, o que fazer?

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A Agência Brasil dá algumas orientações e dicas nessas situações. A primeira providência é o bloqueio do equipamento, que impede o funcionamento tanto das ligações quanto do pacote de dados. Esse procedimento deve ser feito diretamente na operadora.

Para solicitar o bloqueio, é necessário fornecer o número. Caso a pessoa saiba, deve informar também um número único de identificação da máquina denominado Imei, que pode ser encontrado na nota fiscal, na bateria ou na tela ao digitar *#06#. Caso recupere o aparelho, pode fazer o desbloqueio também na operadora.

O bloqueio não consegue impedir o acesso a aplicativos e funcionalidades que podem ser feitas pela Internet por meio de outras redes, como no caso da conexão pelo wi-fi de algum local.

Assim, o acesso aos dados por terceiros (sejam eles autores do roubo ou pessoas que encontrem o aparelho) pode ocorrer caso não sejam tomadas medidas de proteção, como a definição de senhas e condições de acesso (por meio de biometria, por exemplo) tanto do aparelho quanto de apps específicos.

A advogada especialista em tecnologia e presidente do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife (IPRec), Raquel Saraiva, diz que a biometria pode ser um mecanismo importante de proteção mas, por outro lado, deve ser vista com cuidado.

“Por outro lado, há sim um risco de ceder dados sensíveis a uma empresa sem a transparência de como ela usa e armazena esses dados. Vale investigar as políticas da empresa em relação a isso, para saber como ela lida com esses dados e qual o nível de segurança em relação a eles”, sugere Raquel.

Nos programas que tiverem verificação em duas etapas, esse tipo de mecanismo é importante para dificultar o acesso por terceiros aos dados do proprietário original do smartphone.

Outra providência necessária é trocar as senhas e PINs para dificultar o acesso de terceiros. Alguns sistemas operacionais têm funcionalidades que permitem encontrar o equipamento, bloqueá-lo ou até mesmo limpá-lo. Para isso, é importante consultar o suporte da empresa responsável pelo sistema operacional para saber como proceder nesses casos.  

O analista sênior de segurança da empresa Kaspersky, Fabio Assolini, recomenda que caso a pessoa tenha condições deve separar um aparelho para transações bancárias, a fim de evitar que em caso de perda ou roubo terceiros possam fazer saques, transferências ou pagamentos com o aplicativo da instituição financeira.  

“Outra medida simples e eficaz, para evitar que tenham acesso às contas disponíveis, é não deixar senhas anotadas. O bloco de notas é o primeiro local que os cibercriminosos checam ao roubar ou furtar um aparelho. Além disso, se a pessoa conta com soluções de segurança no equipamento, ela pode excluir remotamente suas informações pessoais contidas no dispositivo furtado ou roubado, evitando que invadam suas contas bancárias”, acrescenta Assolini.

Uma recomendação de especialistas é fazer o boletim de ocorrência em uma delegacia. Há estados em que a Polícia Civil disponibiliza canais para que os boletins de ocorrência sejam feitos online, o que agiliza o processo. Onde isso não for possível, é importante o comparecimento a uma delegacia para registrar o roubo ou a perda, documento que indica a ausência do aparelho em caso de ações ilícitas realizadas com ele.

A diretora de Direitos Digitais e Compliance da firma de consultoria Russel Bedford Brasil, Amanda Fraga, lembra que em muitos locais há delegacias voltadas a crimes cibernéticos, que podem ser acionadas caso haja um acesso indevido ou outro ilícito com o aparelho e os dados da pessoa vítima de furto ou perda do equipamento.

“Se a pessoa perceber que as informações dela estão sendo utilizadas por criminosos, há possibilidade de fazer denúncias em delegacias especializadas em crime digitais, como unidades das polícias civis especializadas em crimes cibernéticos. Não são todas as cidades que contam com essas unidades, mas recomenda-se o procedimento quando for possível.

A Lei nº 12.737 de 2012, que ficou popularmente conhecida como “Lei Carolina Dieckman” (em função da divulgação de conteúdo da atriz indevidamente) disciplina os delitos informáticos e inclui no Código Penal o crime de invasão de dispositivo informático, com pena de três meses a um ano de detenção, mais multa.

Esse crime é definido como “invadir dispositivo informático alheio, conectado ou não à rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo, ou instalar vulnerabilidades para obter vantagem ilícita”.

Amanda Fraga orienta que no caso de transações bancárias ou com cartão de crédito é importante contestar a instituição financeira, observando as regras de cada operadora de cartão ou banco.

“Normalmente apresentando o boletim de ocorrência e demonstrando que teve informações furtadas, o banco faz suas próprias diligências internas e consegue identificar se foi uma compra indevida e estornar, bloquear inclusive. Mas se o banco ou bandeira não aceitarem fazer a devolução, a pessoa pode buscar a Justiça, explicando que foi uma compra indevida”, explica.

O diretor da Associação Data Privacy Brasil de Pesquisa, Rafael Zanatta, lembra que caso um terceiro utilize os dados para abrir uma conta em nome do usuário ou faça alguma ação ou transação se passando por ele, incorrerá no crime de falsa identidade, definido como “atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem”, bem como os usos de documentos de identidade.

A responsabilização, em casos do uso de dados por terceiros, vem resultando em decisões legais. Em um processo com decisão proferida neste mês, reclamantes conseguiram decisão favorável contra o Facebook para serem indenizados pela plataforma, alegando que ela não protegeu a mãe de um golpe no Whatsapp (aplicativo controlado pelo Facebook). A senhora terminou por repassar uma quantia de dinheiro, achando que se tratava do filho, mas era um farsante.  

Pequim acaba de autorizar o uso comercial dos primeiros táxis autônomos, que parecem automóveis normais - param na calçada para pegar passageiros, mas não têm motorista.

Equipados com sensores no teto, esses táxis só podem transportar dois passageiros de cada vez e um humano sempre está sentado no banco da frente, pronto para tomar o volante em caso de imprevisto.

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Esta frota de 67 automóveis brancos só está em serviço em Yizhuang, nos subúrbios meridionais da capital chinesa, a cerca de dez quilômetros do centro da cidade.

E é provável que passem anos antes que os automóveis possam circular sem qualquer intervenção humana, já que a plena autonomia tropeça em obstáculos técnicos e jurídicos.

Mas o sinal verde concedido na quinta-feira ao gigante chinês da internet Baidu e à empresa emergente Pony.ai, que conta como acionista ao fabricante de automóveis Toyota, já é por si só um avanço significativo.

A reserva do táxi sem motorista é realizada por meio do celular. Com a ajuda de um aplicativo, os passageiros indicam o trajeto que desejam realizar. Depois, encontram um veículo cheio de eletrônicos, que também possui um radar rotativo.

No ambiente às vezes anárquico das ruas da capital, o veículo acelera, freia e faz as curvas com segurança.

Os passageiros que usam esses carros chamados "Apollo Go" podem ser buscados e transportados de ou até 600 pontos fixos.

O preço de uma viagem de seis quilômetros durante o período de teste atual é de 2 yuanes (menos de 31 centavos de dólar), contra 38 yuanes (6 dólares) aproximadamente em um táxi clássico.

A Apple anunciou nesta quarta-feira (17) que começará a permitir que seus usuários consertem seus próprios dispositivos comprados da gigante do Vale do Silício, uma concessão considerada como uma vitória pelos defensores dos direitos dos consumidores.

Por muito tempo, a fabricante do iPhone e de computadores Mac limitou os reparos de seus aparelhos aos técnicos do "Genius Bar", sua assistência gratuita dentro das lojas Apple, ou a centros de serviços autorizados, nas quais os clientes muitas vezes davam de cara com longas filas e altos custos.

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"Nunca pensamos que esse dia chegaria", escreveu no Twitter a @iFixit, uma empresa que oferece guias de conserto para vários dispositivos.

"Há algumas pegadinhas, mas ficamos emocionados ao ver a Apple admitir o que sempre soubemos: qualquer pessoa é suficientemente inteligente para consertar um iPhone".

O novo programa de autosserviço da Apple será lançado primeiramente nos Estados Unidos, oferecendo vendas de ferramentas e peças para quem quiser trabalhar em modelos danificados de iPhone 12 ou 13.

Inicialmente, o serviço se concentrará em peças mais sujeitas a danos, como telas, baterias e câmeras.

O programa será lançado em outros países no próximo ano e será expandido para incluir alguns computadores Mac, antecipou a empresa.

"Criar maior acesso a peças genuínas da Apple oferece aos nossos clientes ainda mais opções se um reparo for necessário", explicou o diretor de operações da Apple, Jeff Williams, em um comunicado.

"Nos últimos três anos, a Apple quase dobrou o número de pontos de serviço com acesso a peças, ferramentas e treinamento e agora oferecemos uma opção para aqueles que desejam concluir seus próprios reparos."

A mudança ocorre no momento em que a Apple enfrenta críticas e processos pelo controle rígido de seu "ecossistema", desde o hardware do iPhone até os aplicativos permitidos nos telefones.

As leis que consagram o direito das pessoas de consertar os itens que compram ganharam força em diferentes estados dos Estados Unidos e a nível federal.

Para ajudar os usuários nas promoções da Black Friday e evitar aglomerações durante as compras de fim de ano, nesta terça-feira (16), o Google Maps lançou novidades para o Android e iOS. Os recursos facilitam na escolha de estabelecimentos e apontam áreas com menor movimentação de clientes, em tempo real.

A ferramenta "Area Busyness" permite saber quais bairros têm maior movimentação de pessoas para que o usuário possa escolher se quer evitar a aglomeração ou buscar locais mais agitados.

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O recurso garante informações detalhadas da área escolhida, com o movimento em diferentes horários em lojas, restaurantes e outros estabelecimentos de lazer disponíveis.

O Maps também ampliou a função "Diretório" com informações sobre os segmentos de lojas disponíveis em determinado edifício, por exemplo, e seus horários de funcionamento.

Com mais de 1,5 milhão de usuários, o WhatsApp é um dos aplicativos de mensagem mais importantes do mundo. Usado para fins pessoais, profissionais e de negócios, zelar pela segurança e privacidade dos dados é crucial. Confira algumas dicas de segurança durante a utilização do app:

Sem visto azul

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Para aumentar a privacidade, os usuários podem optar por desativar o recebido de leitura. O processo é feito na aba configurações: configurações -> conta -> Privacidade -> Confirmações de leitura.

Grupos? Hoje não!

Muitas pessoas são surpreendidas ao serem colocadas em grupos e, nem sempre, fica um clima agradável no momento de recusar o “convite”. No entanto, a rede social tem a opção de impedir que pessoas sejam colocadas em grupos. Para isso, é necessário ir, novamente, na aba configurações: Configurações -> Privacidade -> Grupos -> Meus contatos ou Meus contatos, exceto.

Verificação em duas etapas

Este procedimento evita que o perfil no WhatsApp seja clonado. O procedimento é simples: Configurações -> Conta - > Confirmação em Duas Etapas. Ativar Notificações Neste item de segurança é possível saber quando algum contato mudou de número, trocou de aparelho ou reinstalou o aplicativo. Confira: Configurações -> Conta -> Segurança -> Mostrar notificações de segurança.

Segure a curiosidade

A maioria dos golpes e clonagens do WhatsApp acontecem após os usuários acessarem sites, links e conteúdos desconhecidos. Por isso, é necessário evitar navegar em endereços suspeitos ou enviados por contatos desconhecidos.

Por Thaiza Mikaella

A partir desta segunda-feira (1°), o aplicativo de mensagens WhatsApp deixa de funcionar em aparelhos com versões ultrapassadas, tanto nos sistemas operacionais iOS, quanto Android. De acordo com a empresa, os modelos mais antigos de smartphones não terão suporte para receberem as atualizações de segurança do aplicativo.

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Desta forma, os celulares da Apple que não atualizaram após o iOS 9, como nos modelos de iPhone 4S ou inferiores, não terão acesso ao aplicativo. Assim como os modelos de Android que possuem o sistema operacional 4.0.4, ou versões anteriores.

Além desses, a lista de celulares que não terão acesso ao aplicativo de mensagens, estão os modelos da Samsung: Galaxy Note, Galaxy Trend Lite, Galaxy Trend II, Galaxy S2, Galaxy S3 mini, Galaxy Xcover 2, Galaxy Core e Galaxy Ace 2. E também os seguintes modelos da marca LG: LG Lucid 2, Optimus (F7, F5, L3 II Dual, L5, L5 II, L5 Dual, L3 II, L7, L7 II Dual, L7 II, F6, Enact, L4 II Dual, F3, L4 II, L2 II, Nitro HD e 4X HD, e F3Q).

Como checar se o meu está nessa lista?

Para aqueles que possuem aparelhos lançados até 2011 ou 2012 e desejam confirmar se o aparelho entra ou não na categoria de versões ultrapassadas, basta seguir os seguintes passos:

> configurações > sobre o telefone > informações de software.

Vale lembrar que nem todos os smartphones vão possuir exatamente as mesmas opções.

Com algoritmos e mais precisão, bombas de insulina usam tecnologias cada vez mais sofisticadas para melhorar o controle de glicose e a qualidade de vida de quem tem diabete. Em 2022, chega ao País um novo tipo de bomba, que combinada a um sensor para medir a glicose, pode evitar hipoglicemia e hiperglicema de modo automatizado.

A ciência corre para chegar mais perto de um pâncreas totalmente artificial, que dependa menos de ações humanas. Acoplados na cintura ou até introjetados no corpo, os dispositivos miram uma injeção autônoma de insulina e controle mais preciso do açúcar no sangue. O custo elevado, porém, é um dos principais entraves.

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Desenvolvida pela multinacional Medtronic, a bomba de insulina do Sistema Minimed 780G foi aprovada em março pela Anvisa e deve chegar aqui em 2022. O preço ainda não foi divulgado, mas deve ser maior que outros no mercado, como o Minimed 640G. Também da Medtronic, ele custa cerca de R$ 30 mil e manutenção de R$ 3 mil e R$ 4 mil por mês, diz o médico Marcio Krakauer, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.

Com falta de opção no SUS, muitos pacientes têm preferido buscar aparelhos e pagar manutenção por meio de ações judiciais

Segundo ele, um dos diferenciais do 780G é que, além de corrigir a hipoglicemia, o algoritmo conectado ao dispositivo recebe uma meta de glicose para controlar a hiperglicemia, quando há nível alto de glicose no sangue. O dispositivo fica acoplado na cintura e conectado à região abdominal por uma cânula, que entrega insulina ao longo do dia. Segundo a Medtronic, o novo sensor e o transmissor enviam os dados via Bluetooth para a bomba e para o celular, permitindo acompanhar a glicemia e liberar a insulina. O modelo já é vendido na Europa.

O sistema ainda requer ao menos duas medições manuais diárias para calibragem de glicose, praticamente o mesmo tanto do 640G - um híbrido automático. Krakauer prevê mais avanços nos próximos anos. "É tudo uma questão de acertar o algoritmo", diz ele, que reforça a necessidade de orientação médica.

Além da Medtronic, a suíça Roche vende bombas no Brasil. O Accu-Chek Combo - que depende de mais ações manuais - custa cerca de R$ 4,5 mil e requer manutenção de cerca de R$ 1,8 mil por mês.

Em 2019, a FDA (agência americana), aprovou, segundo o órgão, a "primeira bomba de insulina interoperável". Da empresa Tandem Diabetes Care, a Slim X2 é acoplada ao sensor de monitorar glicose, sem calibragem diária. Não há previsão de chegada ao Brasil.

Sem cobertura no SUS, muitos recorrem à Justiça para ter o aparelho. É o caso da influenciadora digital e estudante Beatriz Scher, de 28 anos, diagnosticada com diabete tipo 1 em 2000. "A gente consegue entrar com ação judicial contra o Estado ou município e solicitar terapia de alto custo, se tiver indicação médica para isso". O Ministério da Saúde afirma que "não há evidências científicas suficientes" de que esse sistema seja superior "à terapia de múltiplas doses", já incorporada ao SUS.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Com o mercado internacional motivado a ampliar a oferta de veículos elétricos, a Huawei deve começar a produzir seu modelo Arcfox Alpha S até o fim de 2021. O prazo para início da fabricação foi publicado pelo GizmoChina.

O carro é desenvolvido junto com a fabricante de automóveis BAIC Group e, além do sistema operacional Harmony OS, deverá ser controlado quase que totalmente de forma autônoma.

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A expectativa é que os primeiros exemplares do Arcfox Alpha S sejam comercializados já no início do próximo ano, no valor entre € 51.600 e € 56.800, equivalente a cerca de R$ 344.000 e R$ 378.600.

 

O Instagram pode aumentar a duração dos Stories para 60 segundos. A expectativa é que a novidade possa ser lançada nesta quinta-feira (21), quando a plataforma deve anunciar seu novo pacote de atualizações.

Atualmente, os Stories são a principal ferramenta do Instagram, que permite a visualização durante 24h de publicações com até 15 segundos. A alteração garantiria mais que dobro de tempo de cada postagem, permanecendo o intervalo de visualização.

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A informação foi compartilhada no Twitter pelo programador Alessandro Paluzzi. Ele escreveu que os vídeos não serão divididos em segmentos e poderão ter músicas e efeitos na publicação completa, bem parecido com o Reels.

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A novidade ainda não foi confirmada, mas os usuários esperam que seja lançada junto com o pacote de atualização, que deve incluir a publicação de fotos e pequenos vídeos através do browser do desktop.

Nos últimos meses, em meio à alta da gasolina no Brasil, passageiros do Uber estão tomando "chá de cadeira" para conseguir embarcar nas viagens pelo aplicativo. Reagindo às reclamações, a empresa anunciou na quinta-feira (14) o recurso Uber Prioridade, em que usuários poderão pagar para embarcar mais rápido.

A função será colocada à disposição inicialmente em Campinas (SP), Curitiba (PR) e Belém (PA) - o Uber afirma que a opção funcionará na região central das cidades, onde a espera pelo embarque tem sido mais longa. Sem revelar valores, a empresa diz que as viagens prioritárias "custarão um pouco mais do que as do UberX (viagens populares do aplicativo)" e resultarão em mais ganhos para os motoristas.

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O Uber Prioridade vai aparecer como mais uma opção na tela do passageiro depois que ele digitar o endereço de destino. Segundo o Uber, o horário de funcionamento do recurso não é fixo e acompanha a dinâmica de movimentação da cidade. Motoristas poderão aceitar ou não as viagens prioritárias.

Preços altos

As reclamações de cancelamento de viagens cresceram nos últimos meses entre os passageiros do Uber e outros apps de transporte.

Parte do problema se deve à alta dos combustíveis no País, que dificulta a operação dos motoristas - a taxa de 10,25% acumulada pela inflação nos 12 meses terminados em setembro teve como principais contribuições os combustíveis (2,40 pontos porcentuais, sendo a gasolina responsável por 1,93 ponto porcentual individualmente).

Em comunicado na quinta, porém, a empresa cita outro motivo para o lançamento do Uber Prioridade. "Como acontece no fim do ano e com a maior flexibilização das medidas restritivas de combate à Covid-19, a tendência é de que haja um aumento no número de solicitações de viagens e que o uso da plataforma seja ainda mais constante", afirmou.

Em setembro, o Uber adotou reajustes para diminuir prejuízo dos motoristas: a empresa informou que, na região metropolitana de São Paulo, os valores de ganhos com viagens UberX seriam reajustados em até 35%.

A revisão das taxas está sendo feita também em outras cidades, mas os porcentuais podem mudar conforme a região. Segundo a empresa, os reajustes são apenas nos ganhos para os motoristas e não devem afetar os usuários. Além disso, o Uber firmou parceria com os postos Ipiranga para, de forma permanente, oferecer cashback de até 4% nos combustíveis para pagamentos pelo aplicativo da rede.

O aplicativo 99, rival do Uber, também vem sofrendo com o problema. A empresa reajustou no mês passado os ganhos dos motoristas parceiros entre 10% e 25% em todo o Brasil - a empresa define o porcentual com base em fatores como localização, distância e categoria.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rio de Janeiro recebe, nesta semana, uma central de coleta e reciclagem de lixo eletrônico. A capital fluminense será a sétima cidade brasileira a ofertar esse serviço para a população. De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA),  a meta é que, até o fim de novembro, pontos semelhantes estejam instalados em um total de dez capitais.

As centrais começaram a ser instaladas em junho deste ano e, segundo o MMA, já estão presentes em Campo Grande, Florianópolis e Vitória, no Distrito Federal, em Maceió e Manaus. No Rio, a central será inaugurada quinta-feira (14). Curitiba, Goiânia e Fortaleza serão as próximas capitais a receber o serviço.

A Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos ficará em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro. Além do ponto de consolidação, a cidade passará a ser atendida pela entidade gestora com logística que garante a destinação adequada para a reciclagem de eletrônicos. “O descarte inadequado dos resíduos causa inúmeros impactos para a saúde da população e para o meio ambiente”, diz o secretário de Qualidade Ambiental do MMA, André França.

A pesquisa Resíduos eletrônicos no Brasil - 2021, divulgada na semana passada, revela que, apesar de ser o quinto maior gerador desse tipo de lixo no mundo, o Brasil recicla apenas cerca de 3% dos eletrônicos descartados. Muita gente não sabe sequer o que é lixo eletrônico e desconhece os riscos do descarte incorreto.

A destinação correta do lixo eletrônico está prevista na Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei 12.305/2010) e é regulamentada pelo Decreto Federal 10.240/2020. Esse dispositivo define metas para os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes sobre a quantidade de pontos de entrega voluntária (PEVs) que devem ser instalados, o número de cidades atendidas e o percentual de aparelhos eletroeletrônicos a serem coletados e destinados corretamente.

Pelo decreto, as empresas devem, gradualmente, até 2025, instalar PEVs nas 400 maiores cidades do Brasil e coletar e destinar o equivalente em peso a 17% dos produtos colocados no mercado em 2018, ano definido como base. Apenas no Rio, estarão disponíveis 41 pontos, em diversos locais da cidade, onde os eletrônicos podem ser descartados. Pelo site do MMA é possível acessar as listas dos pontos de coleta disponíveis em todo o país. 

Logística reversa

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A intenção é que seja consolidado no país o chamado ciclo da logística reversa. De forma simplificada, após serem descartados, os componentes são reciclados e transformados em novos aparelhos; e o que não é reciclado passa a ser dispensado da forma correta, por centrais especializadas.

O ciclo começa com a fabricação do produto, passa pelo uso pelo consumidor e chega ao descarte nos pontos de entrega quando o bem deixa de ser usado. A partir dai, ocorre a  tiragem e consolidação, a destinação para a reciclagem e, com isso, o retorno de matérias-primas secundárias para o fabricante e para outras indústrias de eletrônico. O que não é usado na reciclagem torna-se rejeito, que recebe a disposição adequada.

“Você consegue inserir esses eletroeletrônicos após descarte pelo consumidor, esgotada sua vida útil, na cadeia produtiva, gerando emprego e renda com sustentabilidade, ao mesmo tempo em que preserva os recursos naturais para outros usos e usos futuros, e evita o descarte inadequado no meio ambiente, o que compromete a saúde e a qualidade de vida da população”, diz França. 

Pelo decreto, as chamadas entidades gestoras, que são constituídas pelas fabricantes e importadoras de produtos eletroeletrônicos, são as responsáveis pela operacionalização do sistema de logística reversa. Há duas entidades gestoras em atuação no país, a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (Abree) e a Gestora para Resíduos de Equipamentos Eletroeletrônicos Nacional – Green Eletron.

Ao MMA cabe a articulação entre essas entidades, o Distrito Federal, os estados, municípios e os demais órgãos ambientais, além de compilação de informações e coordenação da política como um todo. 

Dicas para descarte

O que é, afinal, considerado lixo eletrônico? O conceito de Resíduo de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos (REEE) é todo produto elétrico ou eletrônico descartado por não ter mais utilidade. Inclui grandes equipamentos como geladeiras, freezers, máquinas de lavar; pequenos equipamentos como torradeiras, batedeiras, aspiradores de pó, ventiladores; equipamentos de informática como computadores e celulares, além de pilhas e baterias. 

França dá três dicas para a população na hora de fazer o descarte do eletrônico. A primeira é procurar um ponto de descarte ou fazer o agendamento da coleta domiciliar, especialmente no caso de grandes equipamentos. A segunda é sempre descartá-los desligados. A dica vale para aqueles que funcionam a base de pilhas e baterias.

E a última dica é, no caso de equipamentos que contenham dados, como computadores e celulares, verificar se foram todos apagados e removidos, pois, uma vez feito o descarte, não é possível recuperá-los. 

Entre iPhones, veículos e até barras de ouro, 40 lotes de produtos apreendidos serão leiloados pela Receita Federal de Fortaleza às 10h desta quarta-feira (22). Antes do lance virtual, as propostas devem ser enviadas até às 18h desta terça (21) e pessoas físicas precisam portar o certificado digital e-CAC.

O leilão não vai expor os lances e aceita propostas com valor 10% inferior à maior oferta enviada. Quem arrematar o lote deve pagar de forma integral no primeiro dia útil após o arremate ou pode dividir o pagamento de 20% como sinal no prazo estabelecido e os demais 80% em até oito dias corridos. Os produtos não têm garantia e o frete não está incluso.

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Os lotes 02 e 03 disponibilizam o iPhone 12 de 64 GB de armazenamento. O produto é encontrado no mercado por aproximadamente R$ 6.499, mas teve o lance inicial estipulado em R$ 3 mil.

Os 07, 08, 09 e 10 vem com iPhone 11 em caixa lacrada, com 128 GB de memória interna, nas cores branca e vermelha. No 01 tem uma versão com 64 GB na cor verde. Os smartphones têm lance mínimo a partir de R$ 2.500, enquanto a média de preço é de R$ 4.999 para a versão com 64 GB e de R$ 5.499 para o modelo de 128 GB.

O lote 11 é oferecido apenas para pessoas jurídicas, com dois iPhones 12 Pro Max, um iPhone 12 e um Xiaomi Redmi Note 9 Pro. O lance mínimo para todo o lote é de R$ 9 mil. Só o iPhone 12 Pro Max no varejo online custa R$ 8.399.

O lote 12 é composto por 10 Xiaomi Redmi Note 9S com 128 GB de armazenamento e 15 carregadores USB-C de 18 W da Apple. O lance inicial para arrematar todo o lote é de R$ 6 mil. Só um celular é vendido pelo preço médio de R$ 1.654.

O Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome) lança oficialmente neste sábado seu aplicativo para celulares para facilitar o cadastro de interessados e aumentar a base de doadores. A fase experimental do programa começou em janeiro e 489 pessoas fizeram o pré-cadastro, manifestando interesse em ser doadoras. Dessas, 129 foram a um hemocentro.

Atualmente, o Redome tem cadastradas 5,41 milhões de pessoas que manifestaram interesse em ser doadoras de medula. A maior parte está nas Regiões Sudeste (2,39 milhões) e Sul (1,13 milhão). Um dos problemas é que boa parte dos cadastrados está com seus dados, como endereço e telefone, desatualizados. Isso dificulta a localização quando o sistema aponta algum deles como compatível para doação.

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Com o novo aplicativo, é possível atualizar os dados com poucos toques e baixar a carteirinha de identificação, que funciona como uma declaração de doador. Até então, só era possível conseguir o documento físico. Ele também permite que quem ainda não se apresentou como voluntário faça um pré-cadastro. Essa ação precisa ser completada depois com a coleta de sangue em hemocentro.

"Esse é um dos maiores desafios para qualquer registro: manter atualizados os dados dos voluntários", diz a médica Danielli Oliveira, coordenadora técnica do Redome. Ela destaca que sucessivas campanhas que pedem a atualização dos dados têm apresentado resultados práticos, e por isso elogia o lançamento do aplicativo.

"Em 2015, o prazo (para localizar um doador) era de sete dias; hoje são três", conta. "Neste ano, até agosto, foram mais de 90 mil cadastros atualizados, mais do que em todo o ano passado. Esperamos que os números melhorem ainda mais."

O lançamento oficial do aplicativo é uma forma de celebrar o Dia Mundial do Doador de Medula Óssea. A data é lembrada sempre no terceiro sábado de setembro, com eventos promovidos no mundo todo pela Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea (WMDA, na sigla em inglês). A entidade representa mais de 38 milhões de doadores voluntários e está presente em 55 países. O aplicativo está disponível para celulares com sistema operacional Android e iOS, e está disponível em Play Store e Apple Store.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Na última sexta-feira (10), a Amazon anunciou a mais nova atualização de software disponível para os dispositivos Kindle, que tem como objetivo melhorar a interface, a distribuição do conteúdo na página inicial e configurações mais rápidas. O update 5.13.7 já está liberado para os dispositivos a partir da 8ª geração, Kindle Paperwhite a partir da 7ª geração e para Kindle Oasis.

De acordo com a empresa de Jeff Bezos, os usuários que possuem o dispositivo vão poder utilizar as configurações mais usadas com apenas um toque, como a ativação do modo avião, ou até mesmo o ajuste de brilho, e assim não será mais necessário trocar de tela ou interromper a leitura. Vale lembrar que a atualização pode ser feita manualmente, ou automaticamente durante as próximas semanas.

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Já nos aspectos referentes à interface do Kindle, a nova atualização vai trazer uma melhor distribuição dos elementos visuais e estará mais limpa, o que permite uma navegação mais fluida do usuário. Além disso, o dispositivo agora está com respostas mais rápidas aos comandos e melhor navegação pelas telas e, até o fim do ano, o Kindle ainda pode receber outras adaptações e recursos, como novos filtros e barra de rolagem interativa.

A história do Kindle começou quando Jeff Bezos pensou que poderia investir em um dispositivo portátil, que pudesse ser usado por apenas uma das mãos, sem a necessidade de conexão com internet. Assim, a primeira versão do Kindle chegou ao mercado em 2007, com uma espécie de teclado físico embutido mas, ao longo dos anos, novas versões passaram a ser disponibilizadas aos consumidores, e agora, o dispositivo já está em sua 10ª geração.

Por Thaiza Mikaella

 

 

Com a expectativa para ser lançado em setembro, o iPhone 13 deverá realizar chamadas sem sinal. A tecnologia LEO pode integrar os novos aparelhos para permitir que ligações sejam mantidas mesmo sem cobertura 4G ou 5G.

A novidade ainda é um rumor, mas o analista especializado na Apple, Ming-Chi Kuo, informou que a geração 13 deve vir com uma versão customizada do chip de conexão Qualcomm X60, que permite a tecnologia LEO (low Earth orbit).

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Trata-se de um meio de comunicação via satélite na órbita baixa da Terra, como funciona o serviço de internet Starlink de Elon Musk, através do SpaceX. Para manter a conexão, as operadoras teriam que utilizar o serviço da companhia norte-americana Globalstar.

Também não foi definido se a comunicação via satélite será apenas nos serviços iMessage e FaceTime, nem o valor da tarifa pelos recursos do satélite, como o GPS, indicou o Tecmundo.

Ainda de acordo com o especialista, a comunicação via LEO também deve ser apresentada nos próximos Apple Car, headset Apple AR e outros acessórios da empresa.

O Centro de Tecnologia e Inovação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, em parceria com a Fundação Grupo Volkswagen, a ONG Divina Agulha e a Basf, apresentaram nesta segunda-feira (23) uma máscara de proteção individual contra a covid-19, com visor transparente na região da boca.

O objetivo é que o equipamento facilite a comunicação com pessoas que têm deficiência auditiva, e que realizam leitura labial. A máscara conta com um plástico transparente antiembaçante, é feita com três camadas de tecido, tem elástico ajustável, e pode ser lavada até 30 vezes para a reutilização.

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“Nós não podemos deixar de lançar mão de qualquer tipo de tecnologia que inclua as pessoas na sociedade. E incluir não é só colocar ela pertinho, é dar a ela autonomia em todos os sentidos, no limite de cada um”, destacou a secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Célia Leão.

As máscaras custam R$ 12,80, e podem ser encontradas na loja da Fundação Grupo Volkswagen.

 

O Tinder anunciou que vai disponibilizar a verificação de identidade para os usuários em todo o mundo no próximo trimestre. Conforme o anúncio dessa segunda-feira (16), o recurso será voluntário, caso a legislação do país do membro não exija verificação.

A plataforma reforça que recebeu recomendações de especialistas, analisou as legislações de cada país e foi orientada pelos próprios usuários para traçar novos métodos de confiabilidade.

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Após a experiência com recurso, disponível no Japão desde 2019, o aplicativo espera adotar uma abordagem "equitativa, inclusiva e amigável para a verificação de identidade".

Investimento

“Uma das coisas mais valiosas que o Tinder pode fazer para que os membros se sintam seguros é trazer mais confiança de que seus matches são autênticos e mais controle sobre com quem eles interagem”, ressaltou o Rory Kozoll, responsável pela política de segurança do Tinder.

Para aumentar a confiança dos usuários, a empresa promete investir US$ 100 milhões até o fim do ano. O recurso vai custear talentos, produtos e tecnologia, segundo o portal Tecmundo.

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Os celulares Redmi, da tecnológica chinesa Xiaomi, podem ganhar um novo modelo ainda este ano. Embora a informação ainda não tenha sido confirmada pela empresa, especula-se que o Redmi 10 seja o novo carro chefe da marca, que costuma agradar os usuários pelo custo-benefício. As informações são do site português 4gnews.

Além de câmera fotográfica de 5 MP, o smartphone suportará também 128GB de armazenamento interno, 32GB de memória RAM e um processador Helio G88 da Mediatek, conhecido pelo bom desempenho gráfico. 

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Ademais, o aparelho terá suporte para dual SIM, bluetooth 5.0, e bateria de 5000 mAh de capacidade, com carga a 18 W.  O preço, no entanto, promete ser o principal atrativo do produto: US$ 183 dólares, cerca de R$ 960 na cotação atual.

O design do celular deve ficar por conta de um dos modelos mais caros da fabricante, o Mi 10 Ultra. A similaridade deve abranger, inclusive, a disponibilidade das cores cinza, branco ou azul.

Tudo indica que os detalhes foram divulgados a partir de um vazamento de informações nos mercados de tecnologia asiáticos, onde o celular deve ser lançado primeiro. Para o resto do mundo, resta esperar pela data oficial de lançamento do Xiaomi Redmi 10.

Considerada a primeira plataforma de social commerce da América Latina, após três anos no mercado a Facily chegou a Região Metropolitana do Recife (RMR) e promete descontos de até 70% em diversos produtos, desde itens da cesta básica até brinquedos. A ferramenta conta com mais de quatro milhões de downloads em outros quatro estados.

Com a missão de "pagar melhor quem produz e vender mais barato para quem precisa", a plataforma funciona a partir da interação entre amigos e familiares com foco nas compras em grupo. “Outra vantagem de comprar pela Facily é a garantia de que o produto chegará até os bairros mais afastados, uma vez que não há frete e o consumidor retira o produto nos pontos de retirada, que são espalhados pela cidade. Isso torna as compras ainda mais acessíveis”, explica CMO da Facily, Luciano Freitas.

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Apoio ao pequeno produtor

Com atuação em São Paulo, e nas capitais de Minas Gerais, Bahia e Rio de Janeiro, a empresa lembra que também oferece apoio aos recém-comerciantes. “Além dos consumidores, a Facily também tem um papel importante com os pequenos produtores de Recife, que vão poder virar parceiros da plataforma para aumentar as vendas", pontuou o executivo.

Facilidade de pagamento

Quem não tem cartão de crédito também pode aproveitar a plataforma, que conta com as opções de pagamento por boleto, transferência bancária, PIX e até dinheiro direto no ponto de retirada.

Após baixar o Facily nas lojas de aplicativos do smartphone, o consumidor se cadastra e fica apto para as compras. Ao convidar outras pessoas, descontos maiores são ofertados. "Há também a possibilidade de entrar em grupos já existentes na hora de fechar a compra", acrescentou a plataforma.

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