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É difícil encontrar um nordestino que não traga na memória alguma canção do Rei do Baião, Luiz Gonzaga. Nas lembranças do cantor e compositor pernambucano Jorge Du Peixe, o mestre Lua surge nos discos de vinil que herdou de sua mãe, ainda com o nome dela ou dedicatórias escritas à caneta esferográfica na capa, e nas imagens que guarda dos ensaios das quadrilhas que dançou quando criança.

Agora, com 28 anos de carreira junto a uma das bandas mais importantes da música contemporânea brasileira, a Nação Zumbi, Du Peixe decidiu honrar essas memórias, que tanto contribuiram para ser o artista que é hoje, e homenagear a obra de Gonzaga em seu primeiro álbum solo, Baião Granfino, lançado na última quinta (16). “Quem tá aí (no Nordeste) nasce já ouvindo (Gonzaga) de longe no rádio do vizinho. A gente nasce ouvindo, cresce escutando e vive lembrando. Quando toca em algum lugar eu penso: ‘caramba, eu já ouvi tanto isso’. Dos ensaios até às quadrilhas, de você tocar com a Nação Zumbi nos festivais de inverno e ver show de Elba Ramalho cantando ‘Sabiá’ e ‘Que Nem Jiló’, e me pegar de surpresa dentro de um estúdio agora gravando essas músicas e passar todo esse filme na cabeça, é muito louco”, disse em entrevista exclusiva ao LeiaJá.

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Muito embora o músico use a palavra “surpresa” para descrever uma das emoções vivenciadas durante a produção do disco, o projeto foi gestado durante um longo período. Do convite feito pelo produtor Fábio Pinczowski, em 2017, para a gravação de um trabalho juntos, até 2021, ano de lançamento de Baião Granfino, a dupla pôde conversar, estudar e elaborar os caminhos que os levariam até às 11 faixas que compõem a obra, segundo o músico, parte de um “tesouro nacional” deixado pelo mestre Lua.  

A intenção era homenagear o legado de Gonzaga, com muita reverência e afeto, sob a perspectiva pessoal de Du Peixe, tendo o baião como elemento norteador do trabalho. “Quando você mexe na obra de um outro artista você tem que ter cuidado redobrado. A ideia não era ser um baião de raiz, porque ele já existe, a gente queria colocar elementos novos. A gente tá tendo cuidado de não querer modernizar o eterno, a ideia é atualizar. Foi legal colocar a minha impressão sobre a obra dele e ter o Fábio como cúmplice”. 

Em Baião Granfino, o legado gonzaguiano ganha tons de blues, ska e rock, entre outros, bem como se reencontra com vertentes que sempre lhe foram mais próximas, como o maracatu e a ciranda. As infinitas possibilidades proporcionadas pelo ritmo - que já foi um dos principais do país - fizeram festa ao se unirem à verve de Du Peixe. 

No repertório - definido após um par de anos de muita conversa - clássicos como Assum Preto, Sabiá e Pagode Russo, dividem espaço com outras canções não tão conhecidas, como Cacimba Nova e Rei Bantu. Essa última, uma surpresa para o próprio Jorge, que não poderia ter se identificado menos com a faixa escrita pelo mestre em 1950. “Assim que eu ouvi eu disse: ‘isso é um grito’. Você vê a força que ela tem, aquele grito de empoderamento, de ancestralidade, é um maracatu canção e rolava muito isso naquela época. Eu chapei nela. É Nação geral, todo grito que a gente tem, é Chico (Science)  também de alguma maneira. Por mais que todos façam projetos (solo), isso vem  agregar pra banda. Isso contempla cada vez mais a ideia de buscar e ir pra outros lugares e levar, fragmentado ou não, isso é de certa forma uma ramificação ali”.

Gravado durante a pandemia, Baião Granfino contou com várias participações e cerca de 20 músicos.  “A ideia era trazer uma banda mínima, mas fomos pensando nos nomes e aí veio quase uma orquestra de Luiz Gonzaga, uma ‘Luíz Gonzaga All Stars’ de certa forma”, brinca Du Peixe. Entre os convidados do projeto estão Siba Veloso, Pupillo, Mestrinho, Maria Beraldo, Lívia Nestrowski, Sthe Araújo e Naloana Lima, entre outros. 

A cantora paraibana Cátia de França também contribuiu fazendo um dueto com Jorge na canção O Fole Roncou. “A gente cresceu vendo shows de Cátia de França, e aí coincidentemente procurando quem faria os coros do disco o Fábio comentou sobre ela. Só que pra backing vocal a gente queria umas vozes mais agudas que remetesse à velha guarda do samba, às cirandeiras e lavandeiras, e pensamos: ‘ela vai ter que participar, cantando’. Ela topou e eu fiquei felizão, felicidade geral do baião, ali ela lacrou”. Em virtude dos protocolos sanitários, os artistas gravaram a faixa de forma remota, porém, a união dos dois foi tão feliz que um encontro presencial já está marcado. “Passando a pandemia a gente já se prometeu uma cabidela no sítio dela”. 

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Após quatro anos de elaboração, maturação e execução de seu primeiro disco solo, o que Jorge du Peixe mais quer é levá-lo para o palco. Vacinado, o cantor espera que em 2022 as condições para tal sejam mais favoráveis. “A vida é ali em cima (do palco). Depois que você grava um disco, não só o ouvinte, o fã, mas a banda também quer levar isso pro palco, é outro estágio legal da ideia do disco. Você contempla o disco de verdade no palco”. 

Enquanto aguarda o arrefecimento da pandemia para poder voltar a circular com sua música, Du Peixe vai planejando os próximos passos e curtindo a repercussão de Baião Granfino. Um disco que ao homenagear o Rei do Baião acaba honrando, também, outras searas da cultura nordestina, através das referências, inspirações e até dos nomes que passaram por ele. Uma bela e afetuosa forma de reverenciar o eterno e, consequentemente, acabar fazendo parte dele também. “Luiz Gonzaga é forte. Vale salientar que além de mim deve ter um tanto de gente exatamente agora no país regravando Luiz Gonzaga. Isso não para”.

Fotos: Divulgação/José de Holanda



 

Ícone do Heavy Metal mundial, Max Cavalera também é um entusiasta da música brasileira. O fundador do Sepultura e líder do Soulfly, entre outras bandas, mesmo morando fora do país há anos, não esquece seus conterrâneos. Em entrevista ao canal de YouTube Tomar Uma, o músico relembrou sua relação com Chico Science e Nação Zumbi.

"Acho o material do Chico Science, até hoje, fenomenal. O Da Lama ao Caos e o Afrociberdelia são clássicos gigantes da música mundial. Tenho amigos americanos que adoram, mostrei pra eles, não sabiam nada de música brasileiras, e agora são fãs pelo resto da vida. Foi uma honra ir ao Recife, tocar com a Nação Zumbi e fazer uma homenagem a ele", disse. 

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Nação Zumbi fez tanto a cabeça de Max, que quando ele deixou o Sepultura e criou o Soulfly, chamou alguns dos membros para gravar seu primeiro disco. "Lucio tocou guitarra e Gilmar Bola 8 e Jorge du Peixe, tambores. A magia do primeiro álbum do Soulfly foi diferente. Lucio Maia é o Jimmy Hendrix brasileiro. Toca muito, muito criativo. Até hoje acho impressionante a gravação que ele fez naquele disco", elogia.

O mundo inteiro acompanhou, minuto a minuto, a apuração de votos das eleições presidenciais dos Estados Unidos da América. A vitória do candidato Joe Biden, e consequente queda de Donald Trump, tumultuou a internet e gerou memes e comentários, neste sábado (7). Os famosos brasileiros também se posicionaram. Confira. 

Gretchen

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“ConGRETCHENlations @JoeBiden”. 

Valesca Popozuda

“Ganhou a vergonha que tá passando! You lose! Mandei no inglês agora!! CHUPPPPAAAAAAA”.

Alexandre Nero

O ator postou uma foto do jogo ‘Resta um’ e comentou: 

“Sobre o nosso papel nas comemorações sobre a expulsão do fascistão dos Estados Unidos”

Tico Santa Cruz

“Estava em trânsito, num voo para Fortaleza! Biden Venceu a eleição né? Que bom pra humanidade - expurgar a extrema direita de um dos países mais representativos do mundo! Só tenho uma coisa a dizer: O BOLSONARO PODE ESPERAR A SUA HORA VAI CHEGAR!!!!!!”

Lulu Santos

“You’re fired (você está demitido). Venceu a humanidade”. 

Maurício Meirelles

“The cry is free (o choro é livre)”. 

Nação Zumbi

“Falta o nosso Papa Figo”.

China

“É fascista caindo em tudo que é canto. Bora, Brasil”. 

Indo na contramão do que tem feito diversos artistas, neste período de quarentena, a Nação Zumbi decidiu não fazer lives em suas redes sociais. A banda se pronunciou através de seu Instagram deixando claro aos fãs que não fará apresentações online por uma questão de segurança. Coincidentemente, o anúncio foi feito poucos dias após a live da dupla Jorge e Mateus, transmitida pelo YouTube, que contou até com a presença de um garçom. 

No comunicado, o grupo esclarece que não teria condições de fazer uma boa apresentação sem a participação dos seus músicos e equipe técnica, o que acabaria promovendo uma aglomeração. Sendo assim, a banda prefere se resguardar e esperar a pandemia passar para voltar aos palcos. “Estamos em casa, nos cuidando, para que o mais rápido possível possamos voltar a fazer aquilo de que mais gostamos: estar no palco mandando brasa”. 

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Nos comentários, os fãs elogiaram muito a atitude do grupo. “Nação Zumbi só acerta”; “Sensatez”; “Baita atitude, até à volta”; “Amo o Nação Zumbi mesmo eles fazendo questão de postar que não vão fazer algo que eles já não iriam fazer mesmo”; “Por essas e outras que é a melhor banda desse país”; “Isso é uma banda de respeito rapaz”; ”Muito bom, essas lives fugiram totalmente da proposta inicial”.  

O Carnaval de 2020 terminou deixando lembranças nada agradáveis para alguns músicos pernambucanos. A intervenção policial em alguns shows, que ocorreram em polos oficiais da folia recifense, causou estranhamento em artistas e no público, uma vez que não há registro de ações semelhantes na história recente do Carnaval.  

As bandas Devotos e Janete Saiu para Beber relataram que PMs em serviço durante seus shows tentaram encerrar as apresentações quando músicas de Chico Science foram tocadas no palco, sobretudo Banditismo por uma Questão de Classe. Segundo integrantes da Janete, um dos militares chegou a dizer: "Não pode tocar Chico Science. Chico é som de briga". Já o cantor China quase viu uma invasão policial, no palco da Lagoa do Araçá, para que o show fosse encerrado com a justificativa de que o tempo de apresentação havia se excedido. 

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Agora, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil para investigar as denúncias. Segundo o MPPE, o caso pode configurar violação dos direitos humanos à cultura e à liberdade de expressão e artística dos músicos. Fato é que as ocorrências assustaram, não só os artistas, mas também o público, e a palavra censura voltou a figurar nas redes sociais. 

Pernambuco é conhecido por ser um celeiro de bons músicos e bandas com uma produção que sempre teve um pé bem fixado na resistência, com músicas e projetos que questionam a sociedade e os temas que lhe são relevantes. Para ilustrar isso, o LeiaJá preparou uma playlist que traz alguns nomes que usam sua arte para 'botar o dedo nas feridas'. Ouça.

Banditismo por uma questão de classe - Chico Science

A música que teria ocasionado as ‘confusões’ nos palcos recifenses foi gravada em 1994, no disco de estreia de Chico Science & Nação Zumbi, Da Lama ao Caos. A letra da canção aponta abusos policiais, como no verso: “em cada morro uma história diferente que a polícia mata gente inocente”.

Arquitetura de Vertigem - China

Outro artista envolvido nas denúncias também tem músicas que tocam em pontos delicados da sociedade. Em Arquitetura de Vertigem, China fala sobre especulação imobiliária e verticalização das cidades, inspirado pela movimento Ocupe Estelita, movimento criado pela sociedade civil em defesa do Cais José Estelita, localizado no Recife.  O clipe da música, inclusive, foi feito com imagens de participantes do movimento no local. 

Lêju II - Zaca de Chagas

Aqui, o rapper Zaca de Chagas sinaliza como a cor da pele pode ser significativa na hora de uma abordagem policial. A música também mostra a preocupação de uma mãe quando o filho negro vai para a rua: “Antes de sair, minha mãe sempre me dá um beijo/Ainda diz: ‘Meu filho, cuidado com o baculejo’”

Futuro Inseguro - Devotos

A Devotos, ‘nascida e criada’ no Alto José do Pinho, periferia do Recife, costuma imprimir em suas letras a realidade vivenciada nessa região da cidade, que sofre com pobreza e violência. Em Futuro Inseguro, a banda fala sobre a importância de defender as crianças que, muitas vezes, desde cedo, já são expostas a uma vida bem difícil. 

Atiça - Eddie

Em meio a seus ritmos animados e festivos, a Eddie também aponta problemas sociais. Em Atiça, a banda fala sobre como a violência está próxima e como ela choca ao ser denunciada através do desenho de uma criança. 

Bela, recatada e do lar - Lady Laay

As gerações mais jovens de artistas pernambucanos também demonstram a mesma sede de falar sobre assuntos relevantes. A rapper Lady Laay é uma das vozes que está sempre questionando sobre protagonismo feminino, respeito e equidade de gênero. 

Manifesto - Plugins

A Plugins é outro exemplo de banda que sobe ao palco para tocar em assuntos delicados e, muitas vezes necessários. Em Manifesto, o grupo questiona sobre autoridade e fala sobre a necessidade e importância de reagir ante às dificuldades.  

Cerca de Prédio - Karina Buhr

Karina Buhr também reserva momentos para botar o dedo na ferida. Em cerca de Prédio, ela questiona a verticalização da cidade e a mudança de cenário mediante ao crescimento desenfreado do concreto. 

Eletrochoque de gestão - Mundo Livre S.A.

A Mundo Livre S.A., uma das precursoras do movimento Manguebeat, também usa sua arte para apontar e denunciar. O próprio Manifesto Mangue, escrito pelo líder da banda, Fred Zero Quatro, já demonstrava essa característica com afirmações como a de que a cidade do Recife estaria com as artérias da cultura “bloqueadas”, sendo assim, estaria “morrendo” econômica e culturalmente. 

Margot - Parem de nos matar

Outra representante da nova geração, Margot versa e rima como gente grande. Ela também é uma das vozes que engrossa pelo fim da violência contra a mulher e pelo protagonismo feminino. 

 

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um inquérito civil para investigar as denúncias de abusos da Polícia Militar (PM) em shows durante o Carnaval deste ano no Recife. A corporação é acusada de ameaçar artistas que tocavam músicas de Chico Science & Nação Zumbi, como “Banditismo por uma questão de classe”, que traz em sua letra o trecho “em cada morro uma história diferente/ que a polícia mata gente inocente."

O primeiro caso ocorreu no domingo (23) com a banda Devotos, do vocalista Cannibal. Segundo a banda, era realizada uma apresentação no polo do bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife. O grupo tocou a música “Luz da Salvação”, que tem trechos de “Banditismo por uma questão de Classe”. De acordo com nota do Devotos, a PM teria procurado a equipe da banda, informado não ter gostado do conteúdo das letras e ameaçado prender Cannibal caso o show continuasse citando a polícia. “O show continuou, eles não subiram no palco e nem tocaram na banda, mas a ameaça foi feita”, assinalou o grupo.

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Na segunda-feira (24), a banda Janete Saiu para Beber tocou na Rua do Apolo, no Recife Antigo, área central da capital. De acordo com a banda, as músicas de Chico Science & Nação Zumbi “Sangue de Bairro”, “Monólogo ao pé do ouvido” e “Banditismo por uma questão de classe” irritaram alguns policiais presentes, que questionaram a produção do evento sobre o teor das canções. Os militares teriam exigido o fim do evento, dizendo “Não pode tocar Chico Science. Chico é som de briga. Não pode tocar.”

A terceira situação ocorreu no show de China, na terça-feira (25), na Lagoa do Araçá, bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife. O artista contou que a polícia subiu no palco para tentar encerrar o show. A justificativa dada seria que a apresentação já tinha estourado o tempo. A empresária do artista disse ao LeiaJá que o início da apresentação atrasou por conta da própria programação local. A empresária e a produtora conseguiram convencer a corporação a não encerrar o show.

Segundo o Ministério Público de Pernambuco, o caso pode se tratar de violações dos direitos humanos à cultura, à liberdade de expressão e artística dos músicos. O órgão notificará para esclarecimentos: representantes das bandas, secretário de Defesa Social (SDS), comandante geral da PM, diretor de Planejamento Operacional da PM, secretarias de Cultura estadual e municipal, Fundação de Cultura da Cidade do Recife e Fundarpe, secretarias de Direitos Humanos estadual e municipal, representantes dos conselhos de cultura e de direitos humanos estadual e municipal e representantes dos movimentos sociais ligados aos direitos culturais.

O MPPE também solicitou que o Comando Geral da PM envie em 10 dias a relação nominal dos policiais militares escalados que aturam nos dias e horários das apresentações artísticas das denúncias. A relação deve apresentar nome, matrícula, posto ou graduação e Organização Militar Estadual (OME) do policial.

A Secretaria de Defesa Social será requisitada a apresentar no prazo de 10 dias informações sobre eventual procedimento disciplinar instaurado e as providências adotadas. Também no prazo de 10 dias, a Fundação de Cultura da Cidade do Recife deverá informar se os referidos artistas integraram oficialmente a programação do Carnaval e apresentar os contratos firmados. A portaria do MPPE é assinada pelo promotor Westei Conde y Martin Júnior.

A PM já se manifestou sobre as ocorrências. A corporação disse não haver qualquer proibição à exibição de música durante o Carnaval ou qualquer época do ano. A polícia afirmou apenas orientar a suspensão de blocos que tenham estourado o tempo previsto para o desfile, por causa do planejamento operacional. "Deixar que a festa prossiga sem a presença de policiais colocaria em risco a segurança de todos", destacou em nota.

Com o tema “Cultura como forma de resistência", a 17ª edição do Festival Pré-Amp acontece nos dias 14 e 15 de fevereiro no Cais da Alfândega, no bairro do Recife. Nesta edição, o evento traz a banda Nação Zumbi na primeira noite de apresentações e finaliza a segunda noite com a banda Eddie.

O festival também inicia a Programação do Palco Escola, a partir de 3 de fevereiro, com atividades formativas para o público. Serão ofertadas 8 oficinas, 5 mesas de debates e 5 workshops, distribuídos em diversos pontos do Recife. O objetivo é oportunizar aos alunos que participam das oficinas e workshops a ingressarem no mercado de trabalho, e iniciam essa inserção com um estágio no Festival Pré-Amp, festival Rec Beat, Carnaval do Recife dentre outras festas do período carnavalesco, como complemento da aula teórica.

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A programação completa das oficinas e palestras estão disponibilizadas nas redes sociais do Festival. Toda a programação é gratuita.

A Terça do Vinil, projeto do pesquisador musical e DJ 440, está completando 12 anos de trajetória e, para comemorar, promete uma grande festa ao som da banda Nação Zumbi. A celebração acontece no próximo sábado (11), no Catamaran, e contará ainda com a Orquestra do Maestro Oséas e o grupo Sambadeiras. 

A Terça do Vinil começou sua história como uma simples audição de vinis em Olinda. De lá, a festa migrou para o Recife e passou a acontecer no Pátio de Santa Cruz. Além de ter feito incursões por diversas cidades do Brasil, chegando a ter edições em endereços estrangeiros, como Lisboa, Madri, Paris, Berlim e Nova Iorque, atualmente o evento está acontecendo na Torre Malakoff, Bairro do Recife. 

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Com o crescimento do projeto, a Terça do Vinil transcendeu a audição de vinis e agora, assina festas como selo, promovendo comemorações, prévias carnavalescas e juninas. Em seu aniversário, neste sábado (11), o público, vai poder celebrar o evento em uma festa de aniversário que promete também ser uma prévia do Carnaval. Os ingressos já estão à venda pela internet. 

Serviço

Terça do Vinil - Aniversário de 12 anos

Sábado (11) - 21h

catamaran (Cais de Santa Rita, s/n - São José)

R$ 70 (meia); R$ 80 (social); R$ 140 (inteira) 

 

O Carnaval Parador inicia o ano com o anúncio de mais atrações para sua edição 2020. O camarote vai abrir os trabalhos, este ano, no dia 23 de fevereiro, com Marcelo Falcão, Nação Zumbi, Academia da Berlinda, Eddie e DJ 440.

Também já estão confirmados, para os demais dias de folia, Iza, Alinne Rosa, Duda Beat e DJ Babaioff, entre outros. Com shows entre os dias 23 e 25 de fevereiro, o Carnaval Parador promete uma programação diversificada para atender aos mais diferentes tipos de foliões.

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A abertura do espaço, no domingo de Carnaval (23/02), traz grandes nomes do rock nacional como Nação Zumbi e Marcelo Falcão, além de Academia da Berlinda e Eddie, grupos de grande sucesso da cena pernambucana. Os ingressos já estão à venda com valores que vão de R$ 150 a R$ 350.  

O primeiro disco da Nação Zumbi após a morte de seu líder, Chico Science, o Rádio S.AMB.A., faz aniversário de 20 anos em 2020. E, em junho, será lançado no festival IN-Edit o Rádio S.AMB.A.Doc, um documentário que conta todo o processo envolvido na gravação do álbum. O vídeo tem direção de André Almeida e produção de Eduardo Medina. 

Rádio S.AMB.A. foi gravado em uma época em que a Nação Zumbi trabalhava, praticamente, de domingo a domingo. A banda montou uma espécie de sede em um casarão antigo do Bairro do Recife, onde aconteciam ensaios, reuniões e até festas. O disco marca o início de uma nova fase do grupo, que havia perdido o seu líder e uma das grandes figuras da música brasileira na época (e até hoje), o músico Chico Science.

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O documentário traz entrevistas com todos os integrantes da Nação, além de outras pessoas, de alguma forma, envolvidas com a produção do disco, como o DJ Nuts, a jornalista Lorena Calábria, Maurício Tagliari e Cacá Lima, além de Fred Zeroquatro, entre outros. 

Com previsão de lançamento do disco solo no dia 20 de setembro, o guitarrista da banda Nação Zumbi, Lúcio Maia, postou nessa quarta (4) o clipe “A Melhor de Todas”.

A direção do vídeo é de Fernão Ciampa. A música estará no projeto, todo instrumental, com influências da música caribenha e guitarrada paraense. Lúcio promete um mix de sonoridades.

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Segundo Maia, "A Melhor de Todas" foi composta para ser uma trilha incidental da vida, e uma "companhia agradável para os momentos corriqueiros, com a intenção de festejar a simplicidade dos momentos mais comuns".

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Em comemoração aos 25 anos do disco “Da lama ao caos” de Chico Science e Nação Zumbi, a jornalista carioca Lorena Calabria lança o livro “Chico Science & Nação Zumbi – Da lama ao caos”, contando a história da produção multicultural. O evento acontece no dia 18 de setembro, às 9h20, no Cineteatro da Faculdade AESO Barros Melo.

O disco, que foi gravado em 1993, mas lançado após um ano, causou estranheza no mercado musical, porque destoava das composições presentes no cenário atual da época. Em pouco tempo, a mistura de ritmos ficou conhecida como Manguebeat e alcançou proporções internacionais. Na ocasião será ministrada uma palestra que fala sobre o processo criativo da produção, que faz parte da coleção “O Livro do Disco” da Cobogó Editora, em que estão retratados ensaios sobre grandes obras do mundo da música.

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Serviço

Lançamento do livro “Chico Science & Nação Zumbi – Da lama ao caos”, com palestra da jornalista e autora, Lorena Calabria

18 de setembro | 9h20

Cineteatro da AESO Barros Melo (Av. Transamazônica, 405, Jardim Brasil II, Olinda)

Gratuita e aberta ao público

Três dias depois dos atos pro-Educação, o festival Lula Livre não contou com a presença de partidos e não enfatizou bandeiras políticas da esquerda.

O evento marca a separação de ambas as pautas - uma contra a prisão do ex-presidente petista e outra contra medidas do governo Jair Bolsonaro, como o contingenciamento de gastos na Educação. Os protestos contra o corte, realizados na quinta-feira em todo o país, não levantaram a bandeira do "Lula Livre".

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A organização de atos paralelos é uma estratégia da oposição para manter agenda de protestos pró-Lula sem que essa pauta isole quem não simpatiza com o ex-presidente da agenda anti-Bolsonaro. "São pautas diferentes, mas complementares", disse ao 'Estado' Carina Vitral, presidente da UJS, braço jovem do PCdoB.

O evento é organizado pelo Comitê Lula Livre - que engloba partidos e organizações como o Instituto Lula -, em parceria com as frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

O festival teve início as 14h sob chuva fraca na Praça da República, no Centro de São Paulo, e lotou a área em frente à Secretária da Educação do governo de São Paulo. A PM não tem divulgado estimativa de público em protestos, mas a organização calcula que 20 mil pessoas passaram pelo evento à tarde.

Até 16h10, a reportagem não tinha registrado a presença de nenhum parlamentar, representante de partido ou político com mandato. Os protestos contra o contingenciamento na Educação também não contaram com a presença de lideranças partidárias.

O dia contará com a apresentação dos artistas Arnaldo Antunes, Thaíde, BaianaSystem, Emicida, Rael, Criolo, Nação Zumbi, Tulipa, Fernanda Takai, Aíla, Dead Fish, Chico César, Filipe Catto, Mombojó, Odair José, Otto, Junú, Everson Pessoa, Unidos do Swing, Francisco El Hombre, Slam das Minas, Bia Ferreira, Doralyce Soledad, Lirinha, Otto, Ilú Oba de Min, André Frateschi, Márcia Castro,Zeca Baleiro, Isaar, Junio Barreto, Fernanda Takai, MC Poneis, Chico Chico e Duda Brack, Triz, Anelis Assumpção e Drik Barbosa.

Neste fim de semana, o Serviço Social do Comércio (Sesc) inaugura sua mais nova unidade em Guarulhos, na região metropolitana. Para comemorar a abertura do novo centro cultural, esportivo e de convivência, a programação será repleta de shows gratuitos de grandes nomes da música.

No sábado (11), o destaque será a apresentação do músico Arnaldo Antunes, que também vai bater um papo com o público sobre suas experiências, processo de composição e referências artísticas. No mesmo dia, o compositor e violonista Guinga se apresenta com Zélia Duncan, Hamilton de Holanda e Zé Renato como convidados.

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Já no domingo (12), o grupo Nação Zumbi fará um show inédito com participação da cantora Pitty e do rapper Marcelo D2. A cantora Luedji Luna, que mescla MPB, samba e jazz no seu repertório também vai agitar a festa.

A programação de inauguração conta ainda com atividades diversificadas, como o ritual de boas-vindas com indígenas das tribos Kaimbé e Wassu Cocal, diversos concertos da Orquestra Jovem Municipal de Guarulhos, além de sessões de cinema em realidade virtual com atrações de curta-metragem, documentários e ficções sobre universos fantásticos hiper-realistas e muito mais.

Foto: Divulgação

O Sesc Guarulhos possui aproximadamente 34 km m² e a expectativa é de que cerca de 4 mil pessoas passem pelo local por dia. O espaço possui conjunto aquático, ginásio poliesportivo e de eventos, comedoria, café do teatro, espaço de exposições, biblioteca e clínica odontológica.

Serviço

Inauguração Sesc Guarulhos

Show Guinga com Zélia Duncan, Zé Renato e Hamilton de Holanda - Sábado (11), 20h (retirar ingresso a partir das 15h, na Central de Atendimento)

Show Nação Zumbi com Pitty e Marcelo D2 – Domingo (12), 18h (retirar ingresso a partir das 14h, na Central de Atendimento)

Onde: R. Guilherme Lino dos Santos, 1.200, Jd. Flor do Campo, Guarulhos - SP

Após intervalo de dois anos a banda pernambucana Nação Zumbi lançou hoje (16) uma música inédita. O single intitulado 'Melhor Nem' já está disponível em plataformas digitais e no canal oficial da banda no Youtube.

A música está na trilha sonora da minissérie Carcereiros da TV Globo e faz parte do próximo álbum da banda previsto para ser lançado no segundo semestre deste ano.

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Confira: 

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Por André Filipe

Alexandre Magno Abrão, mais conhecido como Chorão, foi o líder, vocalista e principal compositor da banda Charlie Brown Jr., um dos grandes sucessos do rock nacional do fim da década de 1990 e começo dos anos 2000. falecido em 2013, Chorão completaria 49 anos de idade nesta terça (9), e para homenageá-lo, a gravadora Universal Music preparou uma série de lançamentos, a começar pela regravação da música Zóio de Lula, por Marcelo D2, Nação Zumbi e Hungria, no dia do aniversário do músico.

Convocados para a primeira etapa da homenagem, D2, Hungria e a Nação Zumbi entraram em estúdio para regravar Zóio de Lula, quem assina a produção é Marcelo Lobato, ex-tecladista da extinta banda O Rappa. Junto com o lançamento do single, nas plataformas digitais, será lançado também um EP com a  canção original e a nova versão. Além disso, um videoclipe e um mini-doc que mostra os detalhes da gravação estarão disponíveis no YouTube.

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Mas as homenagens a Chorão seguirão até o mês de julho. A partir do dia 23 de abril, e até o dia nove de julho, serão lançados semanalmente 24 vídeos do DVD Na estrada 2003/2004, do Charlie Brown Jr. Tudo será compartilhado acompanhado da hashtag #choraoeterno, para que os fãs possam identificar e também compartilhar as lembranças do cantor.

 

Ao longo de sua história, a banda O Rappa desenvolveu laços estreitos com os fãs do Recife. Foi na capital pernambucana que a banda carioca anunciou o seu fim, há cerca de um ano, e é na mesma cidade que Marcelo Falcão, ex-vocalista do grupo, dá início à sua carreira solo. O cantor sobe ao palco do Classic Hall, no próximo sábado, para apresentar o primeiro show de sua nova fase. A Nação Zumbi também participa da noite como uma das atrações.

A turnê batizada com o mesmo nome do primeiro disco solo de Falcão, Viver (Mais leve que o ar), inicia prometendo um grande show com canções consagradas e novidades. Entre as últimas, estão as canções Hoje eu decidi, Meu caminho e Só por você. Já entre os clássicos, estarão músicas da antiga banda de Marcelo, Pescador de Ilusões, Me Deixa e Anjos.

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Já a Nação Zumbi leva para o palco do Classic Hall os sucessos que a fizeram uma das bandas mais queridas do cenário pop e rock nacional. Os pernambucanos vão apresentar músicas que fizeram parte do movimento manguebeat, como A Praieira, Maracatu Atômico e Manguetown. Outra atração da noite é o rapper Hungria.

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Serviço

Marcelo Falcão - Viver

Sábado (6) | 21h

Classic Hall (Av. Gov. Agamenon Magalhães, S/N - Salgadinho)

R$ 60 a R$ 200

A Nação Zumbi é a grande atração deste sábado (3), no festival Cruz de Rebouças em Festa, em Igarassu, Região Metropolitana do Recife. A festa é aberta ao público e tem, em seu lineup, artistas bem diferentes que vão da música religiosa ao brega.

O palco localizado na Praça de Cruz de Rebouças tem recebido atrações desde a última quarta (31). Após os primeiros dias com artistas de música evangélica e de forró é a vez do pop e do rock se apresentarem no festival. Antes da grande atração, se apresentam É Massa, Luiz Viola e Os Marisqueiros. A Nação Zumbi começa seu show às 0h.

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No domingo (4), é o brega que encerra a programação do festival. Participam da festa os artistas Paulinho Jiu, Aldair Playboy, MC Japão e a banda Musa. Os shows começam às 19h.

Serviço

Cruz de Rebouças em Festa

Sábado (3) e domingo (4) | 19h

Praça de Cruz de Rebouças (Igarassu)

Gratuito

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Depois que os Beatles começaram a unir imagem à música, pelos idos dos anos 1960, a maneira de consumir som se modificou de forma irreversível. A partir de então, bandas e artistas passaram a investir cada vez mais em seus videoclipes como forma de agregar valor ao seu trabalho. As animações, certamente, não poderiam ficar fora dessa e músicos de todos os segmentos já recorreram aos desenhos animados para ilustrar suas músicas. Nesta lista, separamos algumas das ‘pérolas’ que imortalizaram canções e, até mesmo, alçaram bandas ao sucesso. Confira.

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Pearl Jam - Do the evolution

A música e o clipe narram diferentes etapas da evolução do mundo, incluindo parte ruim como guerras e tragédias promovidas pela humanidade. O vídeo foi dirigido por Kevin Altieri, responsável por Batman: A série animada, dos anos 1990, e por Todd McFarlane, o criador de Spawn. Foram necessários quatro meses para terminar o trabalho e uma equipe de mais de 100 artistas.

Nação Zumbi - Bossa Nostra

Foi misturando animação com imagens reais da própria banda que a Nação Zumbi ilustrou a música Bossa Nostra, de seu sétimo álbum, o Fome de Tudo. O vídeo foi dirigido por Ricardo Carelli, da Dínamo Filmes, e Magrão. Antes disso, em 2005, os pernambucanos já haviam se aventurado no mundo da animação com os clipes de A Ilha; e Hoje, Amanhã e Depois.

Jack Johnson - Upside Down

Também misturando animação com filme, Jack Johnson traz o simpático macaquinho George, do desenho George o Curioso, para o vídeo da música Upside Down. Juntos, eles fazem um passeio pelo fundo do mar e por uma floresta, encontrando vários outros seres animados.

Gram - Você pode ir na janela

A banda paulistana Gram teve uma carreira breve, de apenas cinco anos, mas, deixou sua marca na história do rock nacional com o clipe de Você pode ir na Janela. A animação, lançada no início dos anos 2000, contava a história de um gatinho apaixonado que não se deu muito bem no amor.

Red Hot Chilli Peppers - Californication

O vídeo traz os integrantes do Red Hot em formato de game com gráficos em 3d. Segundo a revista Cifras, este clipe está entre os 20 vídeos de rock mais assistidos do YouTube, com mais de 500 milhões de visualizações.

Pitty - Na sua estante

Dirigido por Sérgio Guilherme Filho e Thalita Galvani, o clipe traz a melancólica história de um homem de lata, a la O Mágico de Oz, que faz de tudo para conquistar uma humana pela qual é apaixonado mas sem sucesso.

Linkin Park - Breaking the habit

Em uma entrevista, Chester Bennington comentou que Breaking the habit era uma de suas músicas preferidas do Linkin Park. Para o clipe, a banda apostou em uma animação do tipo anime com a supervisão de Kazuto Nakazawa, o diretor da sequência animada do filme Kill Bill Vol. 1.

O Rappa - Instinto coletivo

A música do quarto disco da banda O Rappa ganhou um clipe com o personagem da capa do álbum animado. A letra da canção também aparece na animação enquanto o protagonista faz movimentos de capoeira.

Sepultura – Ratamahatta

Ratamahatta pode ser considerada um clássico do metal brasileiro. Gravada para  álbum Roots (igualmente clássico), a música traz participações de Carlinhos Brown, Mike Patton (Faith No More) e Jonathan Davis (Korn). Em uma entrevista ao UOL, Carlinhos Brown tentou explicar que a canção se trata de um rato de Manhattan que tenta se conectar a todos, mas o bichinho não aparece na animação que virou clipe da música.

Silverchair - Luv your life

A banda Silverchair foi a voz de uma geração. A representante australiana do grunge também se jogou na animação no clipe da música Luv your life. No YouTube, os fãs do grupo classificam a música como um "clássico" e relembram de tê-lo gravado em fitas de VHS. Nostalgia pura.

Bonsucesso Samba Clube - Pensei se Há

A banda pernambucana Bonsucesso Samba Clube transformou em desenho animado as pontes e prédios do Recife. O casario colorido de Olinda e os blocos carnavalescos que animam a cidade também compõem o vídeo. Os belos cenários são percorridos por um garoto que acaba se deparando com a violência urbana.

Korn - Freak on a Leash

Quando foi lançado, no final dos anos 1990, o vídeo de Freak on a Leash ficou popularmente conhecido como 'o clipe da bala'. A animação fez a alegria de muitos fãs nos programas da antiga MTV.

Ludov - Princesa

Outra música que acabou ficando bastante famosa por causa do seu clipe foi Princesa, da banda Ludov. A simpática comissária de bordo, que aparece na animação, dando conta de uma rotina exaustiva de forma bem particular deu uma graça toda especial à canção.  

Black Sabbath - Get a grip

Get a Grip, do disco Forbidden, de 1995, traz personagens diversos, bastante coloridos, que interagem quase que perfeitamente com a melodia da música. O ponto alto é uma caveira que, em dado momento, se empolga com o solo de Tony Iommi e improvisa uma guitarra imaginária com sua foice.

Britney Spears - Break the ice

A princesinha do pop, Britney Spears, ganha traços de anime no clipe de Break the ice. A música marca o seu retorno aos palcos depois de muitos problemas com reabilitação de drogas e um famoso 'surto', em 2007.

Dire Straits – Money For Nothing

Por último, mas não menos importante, o clássico do Dire Straits, Money for nothing, com seu igualmente clipe animado. O vídeo, de 1985, alterna imagens da banda com a animação computadorizada da época. A ideia deu certo e o clipe ganhou o prêmio de melhor do ano no MTV Music Awards, em 1986.  

A música da Banda Eddie estará presente no dia 25 de agosto, em Olinda, na primeira edição do "Eco Festival". 

Realizado no Clube Atlântico, no Carmo, o evento traz a banda encabeçada por Fábio Trummer em um show para celebrar o novo disco "Mundo Engano".

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Produzido por Pupillo, baterista do Nação Zumbi, o álbum contém 10 canções e recorda os momentos em que os integrantes da Banda Eddie olhavam para as festas com o sotaque cosmopolita dos anos 2000.

Mais informações sobre outras atrações, horários e preços dos ingressos serão divulgadas em breve pela organização do festival.

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