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Durou 12 jogos a passagem de Lisca no comando do Vasco da Gama na Série B. Nesta quarta-feira (8), o clube anunciou a saída do técnico. Em nota, os cariocas informaram que foi ele quem solicitou o desligamento.

Antes de sair, Lisca deixou uma mensagem de agradecimento ao clube pelo período que passou por lá. Segundo ele, o objetivo era resultados a curto prazo, o que acabou não acontecendo. Por conta disso, ele optou por sair e ainda disse que espera que ‘o Vasco faça jogos melhores do que fez comigo’.

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Nos 12 jogos em que esteve à frente do Vasco, Lisca venceu apenas quatro, empatou um e perdeu 7. Ele deixa a equipe na nona colocação, com 32 pontos, seis a menos que o Botafogo, primeiro time dentro da zona de acesso.

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O Vasco da Gama definiu, nesta terça-feira (20), seu novo técnico para a sequência da temporada de 2021. Mais conhecido como Lisca, Luiz Carlos Cirne Lima de Lorenzi, de 48 anos, chega ao Gigante da Colina ao lado do auxiliar técnico Márcio Hahn para liderar o projeto de retorno à Série A do Campeonato Brasileiro. O contrato assinado é válido até o final deste ano.

Lisca iniciou sua trajetória como treinador nas categorias de base do Internacional, em 1990, e passou por São Paulo, Grêmio e Fluminense antes de iniciar sua carreira no profissional, em 2007, pelo Brasil de Pelotas. O gaúcho de Porto Alegre ganhou notoriedade após trabalhos de sucesso em clubes do Nordeste, no Náutico e, especialmente, no Ceará. No Sul do país, o novo técnico cruzmaltino se destacou em 2013 ao conseguir o acesso à Série C com o Juventude.

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Dois anos depois, em 2015, Lisca assumiu o Ceará na zona de rebaixamento da Série B e liderou uma grande reação, salvando o clube de uma queda à terceira divisão nacional que era dada como certa. Já em 2018, em sua segunda passagem, Lisca também fez o time reverter uma sequência ruim e deixar a zona de rebaixamento na Série A, mantendo o clube na primeira divisão ao fim da competição.

Seu último trabalho foi no América Mineiro, entre as temporadas de 2020 e 2021. Em 16 meses à frente do Coelho, Lisca alcançou resultados expressivos. Com ele, o time mineiro fez sua melhor campanha de sua história na Copa do Brasil (foi semifinalista na edição 2020), conquistou o acesso à Série A de 2021 e se sagrou vice-campeão do Campeonato Mineiro neste ano.

Com informações do site oficial do Vasco

O técnico Lisca não é mais comandante do América Mineiro. O clube anunciou, na tarde desta segunda-feira (14), que o treinador solicitou desligamento, após um ano e seis meses de um trabalho classificado como positivo à frente do Coelho.

O treinador foi contratado pela equipe mineira em 30 de janeiro de 2020. Comandou o time em 82 partidas, somando 40 vitórias, 27 empates e 15 derrotas. De acordo com o Coelho, o time marcou 96 gols e sofreu 60 tentos sob o comando de Lisca.

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“Além dos excelentes números e o retorno à Série A conquistado na temporada 2020, o técnico entra para a história americana com a melhor campanha do Clube na Copa do Brasil. O América agradece à Lisca por todos os serviços prestados ao time, juntamente com sua comissão técnica. Somos gratos por engrandeceres o pavilhão do Clube nesta passagem”, escreveu o América em seu comunicado.

Era para ser apenas uma comemoração entre treinador e time após classificação às finais do Campeonato Mineiro, mas se tornou um enorme tormento para a vida do técnico Lisca, do América-MG. Ele foi flagrado brincando sobre ter eliminado o Cruzeiro e, desde então, sua família vem recebendo ameaças virtuais. A mulher e filhas, inclusive, estão deixando Belo Horizonte, com medo.

Depois de o América-MG passar pelo Cruzeiro, Lisca cantava no vestiário "1, 2, 3, Felipe Conceição é meu freguês", pelo fato de ter vencido os três confrontos com o rival no Campeonato Mineiro. A provocação ao técnico do Cruzeiro acabou divulgada na TV e, desde então, virou um caso de justiça, com ameaças de agressão física e invasão às redes sociais do treinador e de sua família.

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"Meu celular foi invadido com ameaças, redes sociais das minhas filhas invadidas com pornografia. Minhas filhas e minha esposa estão indo embora de Minas por isso", revelou o treinador, após a decisão com o Atlético-MG, neste sábado. Lisca, contudo, não informou se irá à polícia prestar queixas.

"No fim do mês minhas filhas estão voltando para Porto Alegre junto com a minha esposa, porque a gente se sentiu invadido, minhas filhas choraram demais por tudo que aconteceu", lamentou, visivelmente transtornado com o rumo que a história seguiu.

O técnico já havia deixado o Caxias em 2011 por problemas semelhantes. Saiu sentindo-se indefeso após ameaças. Desta vez, porém, não mostra vontade de deixar o América após reconduzir a equipe à Série A do Brasileirão. Seu pensamento é disputar a competição com o clube mineiro.

Na noite de 3 de março, o jogo entre o recém-promovido Athletic contra o América, pela segunda rodada do Campeonato Mineiro, ficou em segundo plano graças a uma entrevista pré-jogo do treinador do América, Lisca, à beira do gramado. Nela, o comandante alviverde pediu maior sensibilidade à CBF. Para ele, a entidade deveria remarcar os confrontos da primeira fase da Copa do Brasil, o que evitaria grandes deslocamentos em meio ao agravamento da pandemia no País.

O desabafo foi em vão. Nesta quinta, o América enfrenta o Treze pelo torneio nacional, depois de Lisca e seus comandados terem encarado uma desgastante viagem com duas escalas rumo a Campina Grande, na Paraíba. Porém, o que ficou é que sua voz ecoou, motivando ainda mais debates sobre o momento delicado que vivemos.

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Em entrevista ao Estadão, Luiz Carlos Cirne Lima de Lorenzo, o Lisca, que tem o apelido de "Doido" por suas opiniões fortes, porém espontâneas e lúcidas, manteve as palavras de outrora e revelou o temor que seus atletas e comissão ainda têm de contrair o vírus e transmitir a seus pares. Mostrou-se bastante coerente e com os pés no chão.

Como você viu a repercussão daquela entrevista?

Em momento nenhum eu pedi a paralisação de todo o futebol. Pedi apenas para que a CBF tivesse a sensibilidade de pausar a Copa do Brasil, para evitar grandes deslocamentos por causa do aumento da covid-19. Fiz a colocação preocupado com a falta de leitos nos hospitais, mas tiveram outra interpretação. Estamos no pior momento da pandemia. Perdi colegas, vemos milhares de mortes diárias e isso preocupa muito. Temos uma cepa (do coronavírus) que é 60% mais transmissível.

Como está o clima entre os seus jogadores?

Tenho um jogador que foi reinfectado (Juninho, volante do América). Na primeira vez, recuperou-se e treinou normal. Agora, já relatou mais sintomas, que está sem a força de antes, já que ficou dois dias de cama com febre alta. Você imagina o que passa na cabeça desses jogadores. A CBF diz que não teve nenhuma infecção em campo, mas quem senta ao nosso lado pode não ser testado. Vai saber? O clima não está ideal. Tem jogador aqui que tem filho pequeno. Belo Horizonte está com internações de bebês. Tem jogador que ainda mora com a avó. Fica aflito.

Viagens são arriscadas?

O que queria dizer é que o Gabigol estava em um lugar fechado com 200 pessoas (ao ser detido em um cassino clandestino em São Paulo), mas só no aeroporto de Confins havia mais de 200 pessoas no saguão (na segunda-feira, quando o América viajou à Paraíba). Aí pegamos uma aeronave com, sei lá, 150 pessoas. Descemos no Recife, mais 200 no saguão e 70 no voo até Campina Grande. Veja só. Estamos nos deslocando e nos arriscando cada vez mais.

Mas aquela declaração teve grande repercussão...

O que ninguém entende é que minha colocação foi como pai de família num momento de aumento da doença. Porém, querem politizar demais. Tudo no país é politização. A doença mais séria da nossa história virou palanque político. Quem é a favor da paralisação é de esquerda. Que saco! Não tenho conotação política. Desisti da política brasileira há 12 anos. Não acredito em esquerda ou direita. Porém, foi levado como se eu quisesse fazer uma campanha política.

O Richarlyson, ex-São Paulo, questionou sua posição, relembrando o abraço que deu nos torcedores após a classificação às semifinais da Copa do Brasil. Como viu essa é as demais críticas?

O Richarlyson é meu amigo pessoal. Fiquei surpreso, porque ele me conhece. Tenho admiração por ele. Trabalhei com ele no Guarani (em 2017). O que ele não entendeu é que não quero fechar o futebol. Ele está lá, lutando com seus companheiros no Noroeste, e se sentiu atingido. Mas, não. Não quero parar o futebol, quero evitar deslocamentos, até porque valorizo demais essa oportunidade que estamos tendo. Enquanto você e milhões de brasileiros estão em casa, fechados, temos o privilégio de treinar e jogar, com testes e aparato médico. A volta do futebol nos levou a ter uma saúde mental legal. Sempre valorizei isso. A minha questão foi unicamente de deslocamento na Copa do Brasil. Só.

Mas qual seria o cenário ideal?

Isso é uma decisão das autoridades. Não cabe a mim. O que espero é que tomem uma direção. Eu dei minha opinião, vivemos em uma democracia. Também não quero ser a voz da razão, porque toda unanimidade é burra. O que quero é que haja um consenso e que se veja também que o futebol não está à parte de tudo. Porém, se querem que o futebol continue, quem sou eu para ir contra a maioria? Se o América ou demais clubes quiserem jogar, vamos continuar. Mas, te digo: não verás mais da minha boca qualquer palavra sobre parar ou não o futebol. Já falei o que tinha que falar.

Você considera esse seu lado espontâneo como uma das suas principais virtudes?

Não tenha dúvida. Isso acontece desde o início da carreira. Desde quando trabalhei no Juventude, já tinha essa comunicação muito grande com a torcida e meus jogadores. Eles se identificam com o "personagem" e compram mais minha ideia. Eu vejo que muitos treinadores se colocam distantes do público. Entendo, mas quero o contrário. Quero trazer naturalidade e falar um vocabulário que eles falam. Quero que vejam minha paixão e minha sinceridade em estar ali, trabalhando com eles, porque isso me motiva. Quero viver uma vida normal, me identifico com o povo. Não quero fazer média, quero que saibam que sou um deles, que podem me parar e conversar. Sei que me tornei uma figura carismática, mas foi pela sinceridade.

A temporada 2021 do futebol brasileiro começou há poucos dias e já existe uma grande polêmica. A continuidade dos jogos durante um novo período de crescimento dos casos de Covid-19 causou um racha nas opiniões. Embora a preocupação com a pandemia e as mutações do vírus seja unânime, não há consenso sobre se o futebol deve novamente parar, como foi no ano passado, quando houve uma interrupção de quatro meses no calendário nacional.

A voz mais contundente contra a situação atual da pandemia é o técnico Lisca, do América-MG. Em entrevista ao canal Premiere na noite desta quarta, antes de um jogo pelo Campeonato Mineiro, o treinador criticou a realização de partidas da Copa do Brasil nas próximas semanas. "Nosso país parou, gente. Não tem lugar nos hospitais, eu estou perdendo amigos, amigos treinadores. É hora de segurar a vida. Aqui no Mineiro tudo bem, é mais perto, mas como vão levar uma delegação do Norte para o Sul?", disse.

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Na mesma noite, o técnico do Palmeiras, Abel Ferreira, disse ter imensa preocupação de encarar um novo surto de Covid-19 dentro do elenco. Em novembro, a equipe chegou a ter mais de 20 desfalques provocados pela doença e já houve casos de atletas que testaram positivo mais de uma vez. O português contou ter ficado espantado ao ver que no Brasil não há lockdowns rigorosos como na Europa.

"Eu sei que o futebol é um negócio, e precisamos todos trabalhar, precisamos de dinheiro para pagar nossas contas, mas temos que ter responsabilidade social nesse momento, ser mais responsável dentro daquilo que nos compete, que é ficar mais em casa e ver se conseguimos eliminar esse adversário, pois tanto aqui como na Europa está difícil", comentou Abel.

O técnico do Grêmio, Renato Gaúcho, pensa diferente. Mesmo preocupado com a pandemia, a opinião dele é de manter o calendário como forma de trazer um alento ao torcedor. "Estamos fazendo um favor para o povo, porque quando jogamos, é um motivo para o torcedor ficar em casa. Mas não pode parar tudo no Brasil, daqui a pouco a pessoa não sai de casa, mas está morrendo de fome", disse. O treinador mencionou que o futebol conta com uma segurança especial por causa da rotina de testes com os atletas e funcionários.

Por causa do aumento acentuado de casos, dois Estaduais da região Sul do Brasil estão suspensos temporariamente. Em Santa Catarina a medida entrou em vigor a partir desta quinta, por decisão da federação local. Existe a possibilidade de o regulamento ser alterado para o campeonato ter menos partidas. Os clubes vão discutir o assunto em breve.

No Paraná, o momento é ainda mais crítico. O Estadual só teve duas partidas realizadas entre as 12 previstas. A competição foi paralisada após vários municípios proibirem a realização de jogos. "Nós estamos tentando retomar o Estadual a partir da semana que vem, depois de terminar um decreto estadual de restrição de atividades. Vamos tentar voltar para conseguir realizar todas as partidas que foram possíveis", disse ao Estadão o presidente da Federação Paranaense de Futebol (FPF), Hélio Cury.

Em São Paulo as competições estão mantidas. O governo estadual autorizou a realização de partidas e até agora, quem entrou em campo tem se manifestado favoravelmente. O atacante Rafael Marques, ex-Palmeiras e Botafogo, disse nesta semana que se sente seguro em atuar. "Creio que não há perigo para nós jogadores. Todos estão sujeitos a pegar, mas dentro dos protocolos do futebol, não tem nada diferente do que está sendo feito lá fora", afirmou o jogador, que agora defende o Botafogo de Ribeirão Preto.

A decisão do governo de São Paulo de manter a realização de partidas mesmo com o Estado na fase vermelha foi anunciada na última quarta-feira. "Até o momento, vai seguir o mesmo modelo que tem sido seguido na Europa, onde vários países fizeram lockdown e mantiveram as atividades esportivas. Até o momento, a decisão é manter as atividades da mesma forma, como vem sendo seguido em Portugal, Inglaterra e outros países, por exemplo", disse o membro do Centro Contingência do Coronavírus em São Paulo, José Medina.

No entanto, apesar do comparativo com Portugal e Inglaterra, até mesmo esses países tiveram alguns problemas. O Campeonato Inglês teve alguns jogos adiados nesta temporada por causa de surtos em alguns times. Em Portugal houve a mesma situação.

Após a declaração de Lisca, treinador do América Mineiro, que criticou a continuidade das viagens para partidas de futebol profissional, devido ao avanço da pandemia no Brasil, o técnico Renato Gaúcho se posicionou sobre o assunto. Para o comandante do Grêmio, a situação é delicada, mas “o lugar mais seguro é o futebol”.

Renato foi questionado na coletiva após a estreia do Grêmio no Campeonato Gaúcho e rebateu a opinião do colega de profissão.

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“Hoje o lugar mais seguro é o futebol. Nós somos testados há cada três dias, as vezes até dois. No momento que alguém apresenta sintomas, é afastado e imediatamente. Você pode pensar que tem 40, 50 pessoas trabalhando juntas, mas todas estão negativadas (com teste negativo de Covid-19). Eu adoro o Lisca, mas cada um tem sua opinião”, disse o técnico do Grêmio.

Benefício para o povo

A resposta se alongou e Renato Gaúcho falou ainda sobre a importância de se manter o futebol profissional em atividade.

“O futebol trata de deixar as pessoas em casa. Ele prende as pessoas em casa. A gente tá até fazendo um benefício para o povo, que pode assistir a uma partida de futebol”, opinou.

Discurso anti-isolamento

O treinador do Grêmio também deu a entender que é contra o ‘lockdown’, ação que impediu a propagação do vírus em diversos lugares do mundo.

“É ruim o que, não só o Brasil, mas o mundo está passando. Nós não temos 100% de segurança no futebol, mas não pode parar tudo no país. Daqui a pouco a pessoa está negativa (livre do vírus) e tá morrendo de fome, perdendo emprego. É difícil”, afirmou Renato.

Confira, a partir de 8:55, o posicionamento de Renato Gaúcho sobre o tema:

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Nessa quarta-feira, o Brasil teve o segundo dia consecutivo de recorde de mortos pelo novo coronavírus, foram 1910 vítimas. Esse número também foi o maior registro de óbitos em 24 horas no país, desde o início da pandemia de Covid-19.

O fato fez o técnico Lisca desabafar, antes da partida entre América-MG e Athletic, pela segunda rodada do Campeonato Mineiro. Em entrevista ao canal SporTV, o treinador do Coelho questionou a realização da Copa do Brasil neste momento da pandemia.

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“É quase inacreditável que saiu uma tabela da Copa do Brasil hoje com oitenta clubes para o dia 10, dia 17, que vamos levar jogador com delegação de 30 jogadores de um lado para outro do país”, afirmou.

“Nosso país parou, gente. Não tem lugar nos hospitais, eu estou perdendo amigos, amigos treinadores. É hora de segurar a vida. Aqui no Mineiro tudo bem, é mais perto, mas como vão levar uma delegação do norte para o Sul. Presidente Caboclo, pelo amor de Deus, Juninho Paulista, Tite, Kéber Xavier, autoridades. Nós estamos apavorados” cravou.

De volta ao comando do Náutico nesta terça-feira (12), contra o América-MG, nos Aflitos, Hélio dos Anjos, recuperado da Covid-19, está ciente da força do adversário, mas mostra confiança em um resultado positivo da sua equipe. O treinador encheu Lisca de elogios e avaliou o Coelho como um dos melhores "time do país". 

"Nós vamos enfrentar a melhor equipe da divisão e uma das melhores do futebol brasileiro. Se tem uma equipe que dá gosto ver jogar é a equipe do América-MG", declarou Hélio dos Anjos. Segundo ele, o time de Lisca é melhor que 'algumas equipes' da primeira divisão e que por isso é visto como um grande adversário. 

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Mas apesar do reconhecimento da qualidade do time, ele avalia que sua equipe pode conquistar os três pontos. "É um grande adversário, bem trabalhado, tem uma conotação de jogo definitiva, mas nós também não temos o que temer. A diferença na pontuação do América-MG para o Náutico tem que ser equilibrada na nossa vontade, nossa determinação e na nossa qualidade de jogo".

"Se a gente crescer mais do que crescemos do Confiança para o Paraná, nós seremos bem sucedidos e nós temos jogos como referência, dessa qualidade, dessa intensidade, dessa dinâmica, e foram sempre jogos contra adversários com muita capacidade como é o América-MG, então a esperança e a confiança é muito grande da nossa parte", completa.

O jogo desta terça nos Aflitos será a primeira vez de Lisca no estádio. De um lado a luta pelo acesso e título, do outro a necessidade de se afastar da zona. A bola rola às 19h15.

Após vencer o Corinthians por 1 a 0, na Neo Química Arena, empatar por 1 a 1 em casa e avançar às quartas de final da Copa do Brasil, o técnico Lisca, do América-MG, não conseguiu conter a euforia. Assim que viu o árbitro carioca Wagner do Nascimento Magalhães apontar para o centro do gramado e decretar o final da partida, ele olhou para a câmera de TV mais próxima, levantou quatro dedos da mão e disse: "é a quarta seguida em cima deles (Corinthians)".

Durante a coletiva de imprensa, Lisca foi questionado sobre o gesto. "Quarta vez é porque nos últimos quatro encontros com o Corinthians, eu ganhei dois com o Ceará, um com o América-MG e esse foi empate com sabor de vitória", explicou.

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A primeira da sequência que ele se refere aconteceu em setembro de 2018, pelo Campeonato Brasileiro. Na ocasião, ele comandava o Ceará, que venceu o time paulista por 2 a 1. A segunda foi pela Copa do Brasil de 2019. Ele venceu o clube alvinegro paulista no jogo de volta por 1 a 0, mas perdeu no de ida por 3 a 1, interrompendo o que poderia vir a ser uma sequência de três vitórias seguidas, já que o América-MG igualou o placar nesta quarta-feira por 1 a 1.

Lisca ainda fez questão de valorizar o seu trabalho no América-MG, que, segundo ele, por vezes, é ofuscado. O time faz boa campanha na Série B, ocupa a terceira colocação, e está vivo na Copa do Brasil. "É para as pessoas se atentarem, falam que o cara é doido, e acabam não vendo o trabalho que a gente faz. E vamos tendo um sucesso bem legal contra times grandes. Foi isso, de valorizar o trabalho", disse o treinador, que saiu do estádio Independência, em Belo Horizonte, ovacionado pela torcida alviverde.

A Chapecoense continua em busca de um treinador para a sequência do Campeonato Brasileiro. Isso porque o plano A foi por água abaixo. Nesta quarta-feira, o clube anunciou por meio de uma nota oficial que as conversas com Lisca estão encerradas.

"A Chapecoense informa que a negociação com o treinador Lisca está encerrada. O treinador, através de seus empresários, justificou que tem o desejo de iniciar um trabalho desde o princípio e não tem a intenção de assumir nenhum compromisso neste restante de ano", disse a nota oficial.

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Lisca está sem clube desde o dia 21 de abril, quando foi demitido pelo Ceará após ser derrotado na final do Campeonato Cearense pelo rival Fortaleza. Recentemente, seu nome chegou a ser especulado no São Bento, de Sorocaba (SP), que contratou Milton Mendes.

A diretoria da Chapecoense acredita ser necessário a chegada de um treinador mais experiente para livrar o clube do rebaixamento. Principalmente porque o aproveitamento do interino Emerson Cris é de apenas 28,50%.

Com uma vitória em sete jogos sob o comando do interino - além de três empates e três derrotas -, a Chapecoense amarga a 19.ª e penúltima colocação do Brasileirão, com 14 pontos. Primeiro time fora da degola, em 16.º lugar, o Cruzeiro tem 18.

Neste sábado, a Chapecoense faz um confronto direto na briga contra o rebaixamento contra o Vasco, às 19 horas, na Arena Condá, em Chapecó (SC), pela 19.ª rodada, a última do primeiro turno.

Ainda sem comandante após a demissão de Leston Júnior, o Santa espera anunciar o novo técnico nas próximas horas. Foi o que garantiu o executivo de futebol, Luciano Sorriso, em entrevista na tarde desta segunda-feira (20) no Arruda. Ele falou sobre os treinadores contactados pelo clube e disse que agora “só falta o sim”.

“Esperamos o quanto antes, seja hoje ainda ou amanhã, fazer esse anúncio. Não é só oferecer salário e o cara vir. Envolve outras coisas. Acredito que estamos num patamar onde entra a parte jurídica, por exemplo", disse Sorriso.

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Porém, o cenário era um pouco diferente no começo do dia, quando o Santa Cruz recebeu recusas. "Temos foco em apenas um. Entramos um pouco pesado nisso e esperamos obter êxito. No começo do dia, estava escuro. Agora, no final da tarde, deu uma clareada. Não depende só da gente, mas esperamos que esse treinador venha o quanto antes", afirmou.

Luciano Sorriso falou sobre duas possibilidades ventiladas pelas bandas do Arruda desde a saída de Leston. Primeiro, o tricolor sondou a condição de Lisca. "A conversa foi rápida. Ele deixou claro que tinha um acerto encaminhado com o Vitória/BA. Ele foi verdadeiro conosco e a partir do momento que tinha um clube na frente, não tem motivo para continuar. Deixamos em aberto a possibilidade para o futuro".

O executivo do Santa também chegou a conversar com Vica, treinador campeão da série C pelo Santa em 2013. "É uma pessoa que tem história no clube. Conversei sim com ele, assim como muitos outros. Alguns ligam se oferecendo. Não falamos dele como número 1 ou plano B. Conversamos sim, mas não tem nada evoluído", afirmou.

Dispensas – Com a chegada do novo comandante, é possível que haja saídas no elenco, para abrir espaço para reforços.  "Tirando os quatro goleiros, estamos com um número razoável, passando um pouquinho do limite. Com a chegada do novo treinador, todo mundo entra no cenário novamente e a gente vai avaliando algumas saídas", explicou Sorriso.

O cenário não era bom para o Santa Cruz. Encarar o Ceará, na Arena Castelão, neste sábado (23), já era complicado, e piorou quando Pipico foi vetado horas antes do jogo. No campo, a Cobra Coral até abriu o placar e viu o goleiro Anderson fazer defesas espetaculares, mas não aguentou a pressão e saiu derrotado por 2 x 1 de virada para o time de Lisca Doido. O Santa, porém, segue com chances de classificação na Copa do Nordeste. Para isso, precisa vencer o Confiança, na última rodada, sábado que vem, no Arruda.

O JOGO

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Após perder boas oportunidades com Augusto e Allan Dias, o Santa Cruz abriu o placar aos 10 minutos com Bruno Ré. Em cobrança de escanteio, o lateral esquerdo zubiu mais do que os zagueiros e mandou no canto esquerdo do goleiro Richard.

Como era de se esperar, o Ceará foi pra cima depois do gol e criou boas chances com Roger. A primeira uma cabeçada a queima roupa que Anderson defendeu. Na segunda, o atacante entrou sozinho, mas desequilibrado, chutou pra fora. O Santa investiu nos contra ataques.

Destaque no primeiro tempo, Anderson começou a segunda etapa já fazendo milagre, pegando outra cabeçada de frente, dessa vez de Ricardo Bueno, que havia entrado no lugar de Roger. Mas, aos 5 minutos, Thiago Carleto, de falta, soltou o pé, a barreira abriu, e o Ceará empatou.

A pressão dos donos da casa aumentou. E mesmo com Anderson fazendo defesas mirabolantes uma atrás da outra, o Santa não aguentou. Aos 40, Ricardo Bueno entrou pela esquerda, deu um drible que deixou Cesinha no chão, e fuzilou para virar a partida.

FICHA DE JOGO

Competição: Copa do Nordeste

Local: Arena Castelão

Ceará: Richard, Samuel Xavier, Valdo, Luís Otávio e Thiago Carleto, Fabinho, Juninho, Ricardinho (Wescley) e Felipe Silva, Chico (João Paulo) e Roger (Ricardo Bueno). Técnico: Lisca

Santa Cruz: Anderson; Cesinha, William, João Victor e Bruno Ré; Ítalo Henrique, Diego Lorenzi, Luiz Felipe (Patrick Vieira) e Allan Dias; Augusto (Charles) e Guilherme Queiróz (Elias Carioca). Técnico: Leston Júnior

Gols: Thiago Carleto e Ricardo Bueno (CEA); Bruno Ré (SAN)

Arbitragem: Ricarle Batista (BA)

Assistentes: Carlos Gussen (BA) e Luanderson Lima (BA)

Cartões amarelos: Fabinho (CEA); Guilherme Queiróz, Augusto  e Allan Dias (SAN)

O Ceará anunciou oficialmente a renovação do técnico Lisca nesta quarta-feira. Depois de salvar o clube do rebaixamento no Campeonato Brasileiro, a manutenção do treinador era uma questão de tempo, mas ainda dependia de detalhas para ser confirmada. Com 46 anos, ele já está consolidado como ídolo para o time cearense e tem grande aprovação da torcida.

O "romance" entre Lisca Doido e o Ceará começou em 2015, quando o treinador chegou em Fortaleza para comandar um time que tinha mais de 90% de probabilidades de cair na Série B. Com uma retomada incrível, ele conseguiu salvar o clube do rebaixamento para a terceira divisão. Três anos depois, voltou para o alvinegro e repetiu o feito, só que desta vez na Série A. Ele assumiu o elenco na lanterna da competição e entregou na 15ª posição.

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No dia 2 de dezembro, após a última rodada do Brasileirão, o presidente Robinson Castro já tinha cravado a permanência de Lisca, mas as oficialização demorou para sair.

Lisca assumiu o Ceará na décima rodada do Campeonato Brasileiro após a saída de Jorginho. Ele pegou o clube na última posição, com apenas três pontos conquistados em três empates - ainda não tinha vencido. Com o treinador, foram 10 vitórias, 11 empates e apenas oito derrotas, com 41 pontos conquistados em 29 jogos.

O Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) mudou nesta quinta-feira as punições aplicadas recentemente ao diretor de futebol, Alexandre Mattos, e ao técnico Lisca, do Ceará. O Pleno ampliou as suspensões aplicadas inicialmente aos dois, por decisão de maioria de votos.

Suspenso inicialmente por 15 dias, Mattos foi sancionado com 30 dias de gancho. Lisca, por sua vez, teve a suspensão aumentada de um para dois jogos. Ele cumpriu o primeiro jogo e deve completar o gancho na próxima temporada, em razão do fim do Campeonato Brasileiro, no fim de semana passado.

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O STJD ainda manteve a suspensão de dois jogos aplicada ao atacante Deyverson e de apenas um para o técnico Luiz Felipe Scolari, ambos do Palmeiras. O Pleno também manteve a multa de R$ 1,5 mil ao Ceará e absolveu o auxiliar técnico do time cearense, Márcio Henrique.

As punições se referem às confusões ocorridas na partida envolvendo as duas equipes, no dia 21 de outubro, pela 30ª rodada do Brasileirão, no Pacaembu. Deyverson foi expulso durante o jogo, enquanto Felipão e Mattos criticaram a atuação da arbitragem e até sugeriram que os cartões amarelos foram dados pensando nas suspensões que o time paulista sofreria para o duelo seguinte, contra o Flamengo. Naquele momento, Palmeiras e a equipe carioca disputavam o título.

Lisca, por sua vez, também criticou o juiz e foi expulso de campo pelo quarto árbitro. O Ceará foi multado por ter chegado ao estádio do Pacaembu com atraso.

Depois de o Ceará sair derrotado para o Sport por 1 x 0, na Ilha do Retiro, o técnico Lisca fez uma avaliação da partida. Em entrevista coletiva, o treinador lamentou o resultado mas parabenizou o rival pelo desempenho em campo. 

"Foi uma vitória merecida pelo volume de jogo. Controlamos bem, mas agredimos pouco, deixamos o Sport pouco preocupado. No segundo tempo eles fizeram o gol cedo e não conseguimos reverter o placar. Tenho que cumprimentar o Sport pela partida e a torcida que fez um grande show", afirmou o técnico Lisca. 

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Com a Ilha do Retiro lotada, Lisca foi recepcionado com vaias e xingamentos, o que não foi um problema para ele. "A torcida pegou no meu pé, mas quando a torcida pega no pé é porque gosta. Conhece meu trabalho". 

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A reação veio. Na noite desta segunda-feira (5), no fechamento da 32ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série A, o Sport bateu o Ceará na Ilha do Retiro, por 1 x 0, chegou a terceira vitória seguida e saiu da zona de rebaixamento.

O gol solitário de Gabriel deu os três pontos que fizeram o Leão subir para a 16ª colocação e deixar o grupo dos quatro últimos colocados. Agora é se manter fora da área de degola. Domingo (11), o rubro-negro pernambucano encara o Fluminense, no Maracanã.

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O JOGO

O primeiro tempo foi todo do Sport no quesito posse de bola, mas chance clara mesmo os donos da casa só tiveram uma. Aos 10 minutos, Cláudio Winck tocou de letra e Gabriel chegou batendo cruzado, obrigando Everson a fazer uma grande defesa.

Jogando por um contra ataque, o Ceará só assustou aos 42. Arthur arrancou do meio campo, entrou pela direita e, mesmo sem ângulo, soltou o pé, dando trabalho a Mailson, que espalmou para escanteio. Na cobrança, quase que Tiago Alves abre o placar para os visitantes.

Aos 7 minutos da segunda etapa, porém, a angústia rubro-negra acabou. Mateus Gonçalves cruzou da esquerda, Hernane bateu de calcanhar, Everson defendeu no susto, Gabriel pegou o rebote e colocou o Sport em vantagem.

O Ceará sentiu o gol sofrido e o Leão quase amplia. Primeiro com Gabriel, agora chegando de carrinho, e depois com Hernane entrando pela direita e soltando a bomba para Everson defender. O Ceará acordou e quase empata, quando Leandro Carvalho recebeu sozinho na área, só que mandou por cima. Mas ficou nisso.

FICHA DE JOGO

Competição: Campeonato Brasileiro da Série A

Local: Ilha do Retiro (Recife)

Sport: Mailson; Cláudio Winck, Adryelson, Ernando e Raul Prata (Ronaldo Alves); Marcão, Jair, Gabriel (Fellipe Bastos) e Michel Bastos; Mateus Gonçalves e Hernane Brocador (Rogério). Técnico: Milton Mendes

Ceará: Everson; Fabinho, Tiago Alves, Luiz Otávio e Felipe Jonatan; Juninho, Pedro Ken (Cardona), Ricardinho (Eder Luis) e Calyson (Felipe Azevedo); Arthur e Leandro Carvalho. Técnico: Lisca

Arbitragem: Anderson Daronco (RS)

Assistentes: Marcelo Van Gasse (RS) e Rafael da Silva Alves (RS)

Gols: Gabriel (SPO)

Cartões amarelos: Ernando, Gabriel e Marcão (SPO); Pedro Ken, Cardona e Leandro Carvalho (CEA)

O Ceará anunciou na última segunda-feira (3) o novo nome para o comando da equipe. O técnico Lisca, de 45 anos, é quem assume a equipe cearense. O treinador já chegou no Rio de Janeiro na segunda e já deve estar à frente do time na partida contra o Botafogo, na próxima quarta-feira (6).

Esta não é a primeira vez que Lisca assume o Ceará. Dos 28 jogos que esteve no comando da equipe, o treinador venceu 17, empatou 6 e perdeu 5. Com isso, tem um aproveitamento de 67,86%. Lisca irá substituir Jorginho, que anunciou sua saída do clube após três partidas.

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O presidente do Paraná, Leonardo Oliveira, explicou após a derrota para o Atlético Mineiro no sábado, por 1 a 0, pela semifinal da Copa da Primeira Liga, as razões da surpreendente demissão do técnico Luiz Carlos de Lorenzi, o Lisca.

E, segundo Oliveira, o treinador teria agredido um membro da comissão técnica. "Chegou a acontecer a agressão. Isto é o que resume o fato. Mas não devemos expor o Paraná, porque isto só vai prejudicar todo o trabalho que vem sendo feito desde o início do ano", explicou o presidente.

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"Uma relação de trabalho se encerra no exato momento em que acaba o respeito. Nós vivemos uma situação de falta de respeito à instituição, aos profissionais que dedicam sua vida à instituição. Isto não será tolerado", acrescentou Oliveira.

Embora o presidente não tenha confirmado, a briga teria sido com o auxiliar-técnico Matheus Costa e motivada, entre outras razões, pela escalação ou não de titulares na partida contra o Atlético Mineiro - Lisca queria poupá-los. O anúncio da demissão ocorreu horas antes do Paraná disputar a semifinal da Primeira Liga.

Lisca assumiu o Paraná em julho no lugar de Cristian de Souza. Com passagens por clubes como Ceará, Náutico e Internacional, onde não conseguiu evitar o rebaixamento na última temporada, ele obteve bons resultados na Série B e levou o time paranaense à quinta colocação, além da semifinal da Primeira Liga.

O Paraná Clube surpreendeu neste sábado ao comunicar a demissão do técnico Luiz Carlos de Lorenzi, o Lisca. O anúncio ocorreu horas antes do time disputar a semifinal da Copa da Primeira Liga, contra o Atlético Mineiro, às 19h, no Independência. A equipe será comandada no duelo pelo auxiliar-técnico Matheus Costa.

A nota, contudo, não dá detalhes sobre o motivo da demissão. Qualquer esclarecimento, segundo informou o presidente do clube, Leonardo de Oliveira, só será tratado na próxima segunda-feira, às 10h, em coletiva envolvendo o próprio Oliveira e o executivo de futebol Rodrigo Pastana.

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"Luiz Carlos de Lorenzi, o Lisca, não é mais técnico do Paraná Clube. O profissional se desligou da delegação, em Belo Horizonte, na manhã deste sábado", informou a nota. "O clube está envolvido na decisão de uma vaga à final da Copa da Primeira Liga e no jogo frente ao Atlético Mineiro, às 19h, no estádio Independência. O time será comandado pelo auxiliar-técnico Matheus Costa."

Lisca assumiu o Paraná em julho no lugar de Cristian de Souza. Com passagens por clubes como Ceará, Náutico e Internacional, onde não conseguiu evitar o rebaixamento na última temporada, ele obteve bons resultados na Série B e levou o time paranaense à quinta colocação, além da semifinal da Primeira Liga.

O treinador teria se desentendido com outros membros da comissão técnica, na sexta-feira, já no hotel em que a delegação está hospedada, em Belo Horizonte, mas o clube não confirmou essa informação.

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