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O Prêmio LeiaJá- Jornalista do Futuro 2021 teve o prazo de inscrição prorrogado até o dia 29 de abril de 2022. São mais de R$ 30 mil em prêmios, distribuídos em cinco categorias. Podem participar estudantes de jornalismo de todo o Brasil.

Inicialmente, as inscrições ocorreriam até o dia 1º de dezembro, mas, após ouvir apelos e avaliar a situação, a organização considerou que a persitência da pandemia de Covid-19 atrasou a apuração das reportagens.

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A premiação é voltada para estudantes de jornalismo de todo o país e reconhecerá as melhores abordagens para o tema “Empatia e solidariedade: imunizantes contra a desigualdade social em tempos de pandemia”.

Os candidatos poderão concorrer em cinco categorias: texto jornalístico; fotojornalismo; vídeo reportagem; podcast; e reportagem transmídia. Os prêmios vão de R$ 750 até R$ 5 mil.

As inscrições devem ser realizadas por meio do preenchimento do formulário disponível no site oficial da premiação. No ato da inscrição, os interessados precisam enviar comprovante de matrícula válido da instituição de ensino (formato JPG); documento de identificação; material produzido para concorrer ao prêmio; e  termo de consentimento (Anexo deste regulamento).

Cada participante poderá se cadastrar apenas uma vez em cada categoria. Os trabalhos vencedores serão publicados no LeiaJá.

O concurso celebra os dez anos do veículo, que nasceu online e conta com redações no Recife (PE), Belém (PA) e Guarulhos (SP), atuando nas áreas de política, esportes, entretenimento, tecnologia, educação e carreiras, bem como realizando coberturas especiais com abordagem multimídia.

Marília Parente, Caio Lima e Nathan Santos, finalistas do 26º Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo. (Danilo Galindo)

LeiaJá conquistou o 26º Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo, a mais importante premiação do setor em Pernambuco. O documentário "Paulo Freire: o legado", assinado pelos jornalistas Marília Parente e Nathan Santos, com edição de Caio Lima e Danillo Campelo, venceu a categoria "radiojornalismo". Promovido na noite desta quinta-feira (25), o prêmio é organizado anualmente pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco (Sinjope) em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

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Publicado no dia 10 de setembro deste ano, o documentário "Paulo Freire: o legado" celebra o centenário do pedagogo recifense, Patrono da Educação Brasileira desde 2012. O trabalho é dividido em quatro blocos, partindo do processo de alfabetização do próprio Paulo Freire, em Pernambuco, e de suas primeiras vivências como professor, trazendo ainda detalhes da lendária experiência de Angicos, cidade localizada no sertão do Rio Grande do Norte, em que o pedagogo e sua equipe alfabetizaram 300 adultos em apenas 40 horas.

A jornalista Marília Parente destaca a escolha pelo formato de rádio ao abordar a vida de Paulo Freire. "Trata-se de um veículo muito democrático, que permite que a gente fale sobre educação inclusive com pessoas que não sabem ler. No mais, esse reconhecimento mostra como é importante a gente se desafiar profissionalmente. Apesar de ter mais experiência no jornalismo online e impresso, foi muito gratificante produzir, escrever e fazer locução para rádio", comenta Marília.

O jornalista Nathan Santos também celebrou o reconhecimento. "Para mim, o Cristina Tavares é o maior prêmio de jornalismo do Nordeste. É uma conquista que nos deixa muito orgulhosos e nos inspira a buscar, sempre, pautas que promovam o bom jornalismo. Estamos muito felizes", afirma Nathan.

Nesta edição, o Prêmio Cristina Tavares recebeu mais de 150 inscrições de trabalhos jornalísticos, em 7 categorias entre profissionais e estudantes, contando o 2º Prêmio de Jornalismo Cultural. Durante 30 dias, a Comissão Julgadora, formada por mais de 15 profissionais da área, professores e mestres em comunicação, analisou fotografias, vídeos, textos e áudios inscritos. A premiação conta com patrocínio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe).

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Marília Parente, Caio Lima e Nathan Santos, finalistas do 26º Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo. (Rafael Bandeira/LeiaJá Imagens)

O LeiaJá é finalista do 26º Prêmio Cristina Tavares de Jornalismo, a mais importante premiação do setor em Pernambuco. O documentário "Paulo Freire: o legado", assinado pelos jornalistas Marília Parente e Nathan Santos, com edição de Caio Lima e Danillo Campelo, disputa na categoria "radiojornalismo". O prêmio é promovido anualmente pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Pernambuco (Sinjope) em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj).

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Publicado no dia 10 de setembro deste ano, o documentário "Paulo Freire: o legado" celebra o centenário do pedagogo recifense, Patrono da Educação Brasileira desde 2012. O trabalho é dividido em quatro blocos, partindo do processo de alfabetização do próprio Paulo Freire, em Pernambuco, e de suas primeiras vivências como professor, trazendo ainda detalhes da lendária experiência de Angicos, cidade localizada no sertão do Rio Grande do Norte, em que o pedagogo e sua equipe alfabetizaram 300 adultos em apenas 40 horas.

A jornalista Marília Parente recebeu com surpresa a notícia de que figurava entre os finalistas da premiação. "Acho que isso mostra como é importante a gente se desafiar profissionalmente. Apesar de ter mais experiência no jornalismo online e impresso, foi muito gratificante produzir, escrever e fazer locução para rádio, essa mídia tão democrática. Nada mais justo que a gente resolvesse falar justo de Paulo Freire nesse formato, permitindo que as pessoas que não sabem ler tenham acesso à sua biografia", comenta Marília.

O jornalista Nathan Santos também celebrou o reconhecimento. "Me sinto muito honrado em estar, junto com a equipe, entre grandes jornalistas que figuram na lista de indicados. Para mim, o Cristina Tavares é o maior prêmio de jornalismo de Pernambuco. É um reconhecimento muito grande ao LeiaJá, neste período em que o portal celebra seus dez anos", afirma Nathan.

Nesta edição, o Prêmio Cristina Tavares recebeu mais de 150 inscrições de trabalhos jornalísticos, em 7 categorias entre profissionais e estudantes, contando o 2º Prêmio de Jornalismo Cultural. Durante 30 dias, a Comissão Julgadora, formada por mais de 15 profissionais da área, professores e mestres em comunicação, analisou fotografias, vídeos, textos e áudios inscritos. A premiação conta com patrocínio da Companhia Editora de Pernambuco (Cepe)

Escute o documentário "Paulo Freire: o legado":

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O LeiaJá venceu a etapa estadual, na categoria áudio, do 8ª edição Prêmio Sebrae de Jornalismo, com o podcast Sonoras Empreendedoras, disponível no Spotify. O trabalho, de autoria dos jornalistas Nathan Santos e Camilla de Assis, mostra a atuação dos pequenos negócios brasileiros diante da crise provocada pela Covid-19. A produção conta com artes do designer João de Lima e edição de áudio de Danillo Campelo.

Para o jornalista Nathan Santos, o projeto é serviço público de recognação do esforço dos pequenos empresários diante da pandemia. "É um reconhecimento importante, vindo de uma instituição como o Sebrae, que tanto trabalhar para promover o empreendedorismo brasileiro. Fico ainda mais feliz porque é um trabalho de radiojornalismo, uma área que tanto me encanta desde a época da universidade. O Sonoras Empreendedoras é uma verdadeira aula sobre a força do pequeno empresário diante dos efeitos da Covid-19", destaca o jornalista Nathan Santos, ex-editor do LeiaJá e atual coordenador de comunicação da GoKursos, empresa parceira do LeiaJá.

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Já a jornalista Camilla de Assis encara a premiação como uma forma de reconhecimento do desafio que é a produção do podcast. "O Prêmio Sebrae de Jornalismo foi minha primeira premiação na área e eu fico extremamente contente por ser um grande reconhecimento na minha carreira. A produção do podcast foi desafiadora, mas tive o prazer de trabalhar com uma equipe extremamente competente e responsável, que me auxiliou e tornou esse feito possível. Sou apenas gratidão", comemorou a supervisora de conteúdo digital do LeiaJá.

Em Pernambuco, o 8º Prêmio Sebrae de Jornalismo recebeu 28 inscrições. Os trabalhos que obtiveram primeiro lugar na etapa estadual em cada categoria são: (Texto) - O impacto do coronavírus nas feiras de Pernambuco (Alice de Souza, Agência Retruco); (Vídeo) - Agricultura Familiar em Orobó (Wagner Oliveira, TV Clube); (Áudio) - Sonoras Empreendedoras, o podcast do empreendedor brasileiro (Nathan Santos, Portal LeiaJá); e (Foto) - No Recife, borracheiro Seu Modesto faz casas de boneca no fundo da oficina (Rafael Martins, TAB/UOL).

Confira a lista dos demais vencedores da etapa estadual de Pernambuco:

Prêmio Sebrae de Jornalismo em TEXTO - 1º Lugar - Vencedora Estadual

Reportagem:  O impacto do coronavírus nas feiras de Pernambuco

(Link: https://www.retruco.com.br/post/coronav%C3%ADrusnasfeirasdepernambuco)

Veículo: Agência Retruco

Representante do trabalho: Alice de Souza

2º Lugar

Reportagem: Redes sociais ganham espaço nos negócios

Veículo: Folha de Pernambuco

Representante do trabalho: Rodrigo Barros

3º Lugar

Reportagem: Com pandemia, empresas viralizaram para sobreviver

Veículo:  Folha de Pernambuco

Representante do trabalho: Rodrigo Barros

Prêmio Sebrae de Jornalismo em VÍDEO - 1º Lugar – Vencedor Estadual

Reportagem: Agricultura Familiar em Orobó

Veículo: TV Clube / Record TV (Link: https://www.youtube.com/watch?v=5fX6nXIlQb0&t=22s)

Representante do trabalho: Wagner Oliveira

2º lugar:

Reportagem: Casal decidiu mudar de vida e abriu empresa depois dos 50 anos

Veículo: TV Globo

Representante do trabalho: Thiago Oliveira

3º lugar:

Reportagem: Ameaçadas de despejo, mãe e filha erguem casa com mais de 4 mil garrafas tiradas do lixo

Veículo: TV Globo

Representante do trabalho: Thiago Oliveira

Prêmio Sebrae de Jornalismo em ÁUDIO - 1º lugar – Vencedor Estadual

Reportagem: Sonoras Empreendedoras, o podcast do empreendedor brasileiro

Veículo: Portal LeiaJá (Link: https://open.spotify.com/show/4Gz5n38ZhpOiu1QkSh0puX)

Representante: Nathan Santos

2º lugar:

Reportagem: Os caminhos para empreender

Veículo: Rádio Jornal (Sistema Jornal de Commercio)

Representante do trabalho: Beatriz Albuquerque

3º lugar:

Reportagem: Especial Empreendedorismo - Episódio 04

Veículo: Podcast Cafezinho com William Lourenço

Representante do trabalho: William Lourenço

Prêmio Sebrae de Fotojornalismo* -  Vencedor Estadual

Reportagem: No Recife, borracheiro Seu Modesto faz casas de boneca no fundo da oficina

Veículo: TAB UOL (Link: No Recife, borracheiro Seu Modesto faz casas de boneca no fundo da oficina - 04/01/2021 - UOL TAB)

Representante do trabalho: Rafael Martins

*Essa categoria contou com apenas um trabalho inscrito.

A reportagem do LeiaJá Na pandemia, a saúde mental também pede socorro”, de autoria do jornalista Nathan Santos, editor do portal, foi premiada na noite desta quarta-feira (6), em Porto Alegre-RS. O trabalho venceu a categoria “On-line” do Prêmio ABP de Jornalismo, organizado pela Associação Brasileira de Psiquiatria.

A cerimônia de premiação ocorreu durante a abertura do XXXVIII Congresso Brasileiro de Psiquiatria, que reúne especialistas, profissionais e estudantes da área em uma série de atividades, tais como palestras e exposição de trabalhos científicos. O presidente da ABP, Antônio Geraldo da Silva, parabenizou o LeiaJá pela importante conquista e ressaltou a relevância dos psiquiatras brasileiros para a medicina nacional e internacional.

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Autor da reportagem que aborda os impactos da pandemia da Covid-19 na saúde mental da população brasileira, Nathan Santos celebrou o prêmio, o 11º de sua carreira, além de reforçar o valor do conteúdo da matéria. “A reportagem multimídia abordou, de maneira aprofundada, um assunto sério, que é a questão da saúde mental no Brasil. Com a pandemia, o emocional do brasileiro foi ainda mais castigado e, nesse sentido, precisamos mostrar os trabalhos de psicólogos e psiquiatras durante dias pandêmicos, em prol do acolhimento mental dos pacientes”, comentou o jornalista. A reportagem ainda conta com artes do designer João de Lima e edição de vídeo de Danillo Campelo.

Além do LeiaJá, a ABP premiou os seguintes trabalhos:

Categoria "Impresso" - 'Covid e isolamento criam alerta sobre depressão infantil', de Júlia Marques - O Estado de São Paulo

Rádio - 'Desassistência na saúde mental', de Cléber Moletta Gomes - Rádio Cultura Guarapuava Jornal Brasil Hoje

Televisão - 'Brasil tem maior índice de pessoas com transtornos de ansiedade do mundo, de Luiz Fernando Pereira Castiglioni - Fantástico/ TV Globo.

O jornalista Cléber Moletta, vencedor da categoria “Rádio”, destacou a importância da premiação. Seu trabalho denunciou a ausência de serviços para o atendimento de pessoas com problemas de ordem mental, na cidade de Guarapuava, interior do Paraná. “Esse trabalho foi produzido por mim e publicado em outros locais, em um trabalho colaborativo. Na minha cidade, não tem uma série de equipamentos públicos para atender pessoas com transtornos ou doenças mentais. Quando foi divulgado o resultado do prêmio, houve uma grande repercussão na cidade”, relatou Moletta.

Em 2021, o LeiaJá celebra dez anos de existência. Em comemoração à década de atuação, a empresa promove uma premiação jornalística dedicada a estudantes de jornalismo, abordando o tema “Empatia e solidariedade: imunizantes contra a desigualdade social em tempos de pandemia”. Saiba como participar.

Se estivesse vivo, Paulo Freire completaria 100 anos neste domingo (19). Nascido no Recife no dia 19 de setembro de 1921, o pedagogo pernambucano tornou- se um dos intelectuais brasileiros mais relevantes do século passado, por ter dedicado sua vida ao desenvolvimento de uma pedagogia crítica, na qual a educação é tomada como instrumento de libertação das opressões sociais.

Autor de clássicos como “Pedagogia do Oprimido”, Freire foi nomeado Patrono da Educação Brasileira no dia 13 de abril de 2012, por meio de lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Em homenagem a seu centenário, o LeiaJá apresenta o documentário em áudio “Paulo Freire: o legado” - disponível ao fim do texto -, que enfatiza a influência de seu pensamento para educadores da atualidade.

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O trabalho jornalístico parte do processo de alfabetização do próprio Paulo Freire, em Pernambuco, e de suas primeiras vivências como professor, trazendo ainda detalhes da lendária experiência de Angicos, cidade localizada no sertão do Rio Grande do Norte, em que o pedagogo e sua equipe alfabetizaram 300 adultos em apenas 40 horas. A professora de pedagogia da Universidade de Pernambuco (UPE), Fátima Gomes, ressalta que o método de alfabetização de Paulo Freire ambicionava mais do que simplesmente ensinar a ler e escrever.

“Era preciso fazer uso social e político desse conhecimento na vida cotidiana. O método Paulo Freire estimula a alfabetização de adultos, principalmente, mediante uma discussão de suas experiências de vida entre si, através de palavras presentes na realidade dos alunos, no contexto social dos alunos, que seriam estudadas, consideradas para aquisição da palavra escrita e da compreensão do mundo”, explica Fátima Gomes.

A ousadia de Freire em colocar em prática um trabalho de educação libertadora fez dele um dos primeiros brasileiros a serem exilados por “subversão” pela ditadura militar, em outubro de 1964. “Os responsáveis pelo golpe foram estrategistas. Eles tiraram de cena as maiores cabeças, intelectuais que estavam tratando de fazer uma grande revolução para o país. Dessa maneira, controlaram todo o cenário de cima para baixo”, explica o historiador José Carlos Mardock.

Durante o exílio, Paulo Freire peregrinou por países como Bolívia, Chile e Estados Unidos, onde atuou um ano como professor visitante da Universidade de Harvard. De lá, o pernambucano rumou para Genebra, na Suíça, para assumir a chefia do departamento de Educação do Conselho Mundial de Igrejas, cargo que o permitiu viajar por diversos países da África e da Ásia, mundializando suas ideias e livros.

“A consequência foi justamente a produção de uma vasta obra e de um pensamento educacional e político que até hoje perdura. Sua trajetória de vida, a contribuição teórica, reflexão sobre a prática, proposta de políticas públicas, especialmente para  área educacional, fizeram com que ele se tornasse e seja até hoje uma referência mundial para diversos intelectuais, profissionais de diversos campos do saber, atores sociais, educadores e educadoras comprometidos com as causas populares, com a educação pública de qualidade e com a luta por uma sociedade mais justa”, ressalta Fátima Gomes.

Freire só voltou em definitivo para o Brasil em junho de 1980, para, em suas palavras, “reaprender o Brasil”. Após o retorno, o pedagogo voltou a assumir importantes cargos, o de Secretário de Educação da prefeitura de São Paulo, em 1989, durante a gestão da prefeita Luiza Erundina.

No dia 2 de maio de 1997, Freire faleceu em razão de um infarto agudo no miocárdio. O pedagogo soma mais de 40 títulos de doutor honoris causa, além de dezenas de obras publicadas.

Escute o radiodocumentário "Paulo Freire: o legado", assinado pelos jornalistas Nathan Santos e Marília Parente, com edição técnica de Danillo Campelo e Caio Lima:

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Se estivesse vivo, Paulo Freire completaria 100 anos em 2021. Nascido no Recife no dia 19 de setembro de 1921, o educador tornou- se um dos intelectuais brasileiros mais relevantes do século passado, por ter dedicado sua vida ao desenvolvimento de uma pedagogia crítica, na qual a educação é tomada como instrumento de libertação das opressões sociais. Autor de clássicos como “Pedagogia do Oprimido”, Freire foi nomeado Patrono da Educação Brasileira no dia 13 de abril de 2012, por meio de lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff. Em homenagem a seu centenário, o LeiaJá apresenta o documentário em áudio “Paulo Freire: o legado”, que enfatiza a influência de seu pensamento para educadores da atualidade.

O trabalho jornalístico parte do processo de alfabetização do próprio Paulo Freire, em Pernambuco, e de suas primeiras vivências como professor, trazendo ainda detalhes da lendária experiência de Angicos, cidade localizada no sertão do Rio Grande do Norte, em que o pedagogo e sua equipe alfabetizaram 300 adultos em apenas 40 horas.

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Exilado durante a ditadura militar, Freire divulgou seu método por todo o mundo e publicou dezenas de livros. O documentário é assinado pelos jornalistas Nathan Santos e Marília Parente, com edição técnica de Danillo Campelo e Caio Lima. Clique na barra cinza e ouça o conteúdo:

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Em comemoração aos seus 10 anos de existênciao Sistema de Comunicação LeiaJá lança a primeira edição do 'Prêmio LeiaJá - Jornalistas do Futuro'. A iniciativa é destinada a estudantes de graduação em comunicação social de instituições, públicas ou privadas, credenciadas pelo Ministério da Educação (MEC). Em 2021, o tema do prêmio é “Empatia e solidariedade: imunizantes contra a desigualdade social em tempos de pandemia”.

Os interessados em participar já podem se inscrever através do site do projeto. Todos os trabalhos devem ser submetidos por meio de formulário eletrônico até 1º de dezembro. No ato da candidatura, os participantes devem enviar toda documentação exigida pelo edital.

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O 'Prêmio LeiaJá - Jornalistas do Futuro' conta com cinco categorias: texto jornalístico, fotojornalismo, videorreportagem, podcast e reportagem transmídia. Os trabalhos serão julgados por uma comissão formada por cinco membros. Serão selecionados, de cada categoria, cinco trabalhos que serão publicados no LeiaJá. O resultado final está previsto para o primeiro bimestre de 2022.

Além da veiculação no portal de notícias, os selecionados serão contemplados com premiações nos seguintes valores: texto jornalístico, vídeo reportagem, podcast e fotojornalismo - R$ 3.000,00 (três mil reais) para o 1º colocado, R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) para o 2º colocado e R$ 750,00 (setecentos e cinquenta reais) para o 3º colocado; reportagem transmídia - R$ 5.000,00 (cinco mil reais) para o 1º colocado, R$ 3.000,00 (três mil reais) para o 2º colocado e R$ 2.000,00 (dois mil reais) para o 3º colocado.

Para Eduardo Cavalcanti, editor-chefe do LeiaJá, o prêmio é um incentivo para os novos jornalistas. "Os estudantes são o futuro da profissão e eles trazem uma tranformação, modernização que é essencial para o jornalismo. Na iniciativa, os estudantes vão construir um conteúdo diferenciado. Além da premiação em dinheiro, o Prêmio estimula para que as pessoas possam investir em um jornalismo de qualidade", afirma.

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Jornalistas e estudantes parabenizaram o LeiaJá pelo aniversário de 10 anos, marcado pela realização de uma série de lives no Meeting de Jornalismo, organizado com apoio das redações regionais (acima, veja vídeo com depoimentos de profissionais e jovens acadêmicos)O portal de notícias está entre as plataformas nacionais de maior relevância na mídia digital, pela divulgação de conteúdos multimídias pautados em jornalismo sério, ético e responsável.

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O LeiaJá Pará também está de parabéns. Em 2021, completa seis anos de atividades na produção de notícias e na formação de estudantes de Jornalismo. A regional LeiaJá Pará funciona como projeto de extensão dos cursos da área de Comunicação Social da UNAMA - Universidade da Amazônia, instituição do Grupo Ser Educacional. 

Da Redação do LeiaJá Pará.

 Na última quinta-feira (19), o LeiaJá realizou a terceira noite do Meetiing de Jornalismo, para comemorar uma década do portal. O debate aconteceu no canal oficial do Youtube e abordou a importância do jornalismo engajador nos dias de hoje. 

Participaram da conversa o repórter da casa Jameson Ramos e o produtor e repórter da TV Globo, editor e colaborador do site Notícia Preta, Thiago Augusto. A live contou com a mediação da subeditora do LeiaJá, Giselly Santos. Acompanhe na íntegra o debate: https://www.youtube.com/watch?v=bNZtZNxMjNo

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De acordo com Augusto, o jornalismo engajador é capaz de dar voz a causas e salvar vidas. “Num cenário em que vivemos, onde a desinformação e as notícias falsas também se tornaram uma pandemia, o nosso trabalho ganha ainda mais relevância”, destaca. “Num país racista, ser um jornalista negro é combater essa estrutura e multiplicar o antirracismo”, complementa.

Durante a live, Augusto contou que não consegue separar a profissão da militância, uma vez que falar de racismo não é imparcial. O repórter também questiona o fato de vários veículos mencionarem as pessoas como negras nas matérias e não pelas suas profissões, da mesma maneira que é feito com os brancos.

Ramos relembra uma reportagem que fez para o LeiaJá a respeito do que a abolição não havia abolido e citou como exemplo o fato de muitos negros ainda serem observados de forma diferente em locais públicos. “A meu ver, quando trabalhamos com jornalismo engajador, buscamos dar mais visibilidade para as causas reais da nossa vivência”, comenta.

Outra convidada da live, que não conseguiu estar presente por motivos de saúde foi  a editora do portal Alma Preta, Nataly Simões. Para ela,  atualmente os leitores não buscam apenas se informar, mas também procuram uma identificação com os veículos jornalísticos que consomem. “Isso já é um ponto importante, porque o jornalismo engajador não tende a ter financiamento de grandes empresas. É um trabalho independente e que conta muito com o apoio dos leitores”, relata.

Na jornada de engajar o leitor, Nataly afirma que é importante aproximar a realidade do Brasil com a prática de fazer jornalismo. Ela lembra que no Brasil, embora os negros representem mais da metade da população, eles possuem baixa presença em cargos de liderança nas empresas e universidades, ao mesmo tempo que muitos são vitimas da fome e de violência policial. “Não dá pra achar que isso é normal e que não cabe à comunicação mudar este cenário também”, reflete.

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Nesta quarta-feira (18), o LeiaJá vai receber os jornalistas Guilherme Guerreiro Neto e Catarina Barbosa em uma live transmitida no canal do portal no Youtube, às 19 horas, para mais um dia do Meeting de Jornalismo, evento realizado durante esta semana para celebrar os 10 anos do portal.

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Os convidados vão falar sobre “Cobertura jornalística na Amazônia: fake news e fact checking”. A live será mediada pelo jornalista Thiago Barros, professor da UNAMA - Universidade da Amazônia e doutor em Comunicação.

Guilherme Guerreiro Neto é Mestre em Jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC, e doutorando em Ciências: Desenvolvimento Socioambiental pela Universidade Federal do Pará – UFPA. Ele também é repórter do site InfoAmazonia nos projetos Amazônia Sufocada e Engolindo Fumaça e chegou a colaborar com o projeto de checagem Truco, parceria da Agência Pública e do Portal Outros400.

A jornalista Catarina Barbosa, que possui experiência em jornalismo investigativo, trabalhou por quase dois anos no G1 Pará e por mais de quatro anos na agência de jornalismo independente Amazônia Real. Além disso, Catarina também escreve como freelancer para o projeto #Colabora e Repórter Brasil.

Catarina Barbosa ganhou o Prêmio INEP de Jornalismo pela reportagem sobre evasão no estado do Pará, em 2017, e também ganhou o Prêmio Vladimir Herzog, em 2019, pela série #SemDireitos, em que participou escrevendo uma das reportagens.

Atualmente, a jornalista convidada é correspondente do Brasil de Fato no Pará, com foco na cobertura da região amazônica – tanto a parte ambiental (desmatamento e poluição), quanto conflitos de terra e violações de direitos humanos.

Por Isabella Cordeiro.

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As jornalistas Taís Seibt e Jéssica Botelho são as convidadas da live dos 10 anos do LeiaJá, nesta terça-fera (17), às 19h30, no canal do LeiaJá no Youtube. Especialistas em jornalismo de dados, produtoras de conteúdo da agência Fiquem Sabendo, Taís e Jéssica participam do segundo dia do Meeting de Jornalismo organizado pelo portal para marcar o aniversário.

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A mediação do encontro será do jornalista Antonio Carlos Pimentel Jr., professor da UNAMA - Universidade da Amazônia e editor do LeiaJá Pará, a unidade do portal que produz conteúdo multimídia sobre o Estado e região Norte. O tema será "Jornalismo de dados e monitoramento ambiental".

O LeiaJá Pará também está de parabéns. Completa seis anos de atividades na produção de notícias e na formação de estudantes de Jornalismo. A regional LeiaJá Pará funciona como projeto de extensão dos cursos da área de Comunicação Social da UNAMA. Veja vídeo abaixo.

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Taís Seibt é repórter e gerente de projetos da Fiquem Sabendo, Doutora em Comunicação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atua como jornalista desde 2004, foi repórter e editora no jornal Zero Hora, entre 2008 e 2015, já assinou trabalhos como freelancer para O Estado de S. Paulo, O Globo, BBC Brasil, The Intercept e Agência Pública.

A tese de doutorado de Taís Seibt foi sobre fact-checking e a jornalista recebeu menção honrosa no Prêmio Capes de Tese 2020. Ela também lidera a iniciativa Afonte Jornalismo de Dados para promoção de conhecimento com e sobre dados no jornalismo, sendo também professora de jornalismo digital e de dados da Unisinos (RS), Cásper Líbero (SP) e IDP (Brasília).

Jéssica Botelho é pesquisadora da agência Fiquem Sabendo e também do Atlas da Notícia. Além disso, é Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura da Universidade Federal do Rio de Janeiro, com projeto de tese sobre desinformação e desmatamento no Pará, e Mestre em Ciências da Comunicação e graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas.

Ouça entrevista do professor Antonio Carlos Pimentel para a Rádio Unama FM 105.5:

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Da Redação do LeiaJá Pará.

Foi realizada nesta segunda-feira(16), na Câmara dos Vereadores do Recife, uma sessão solene para homenagear os 10 anos de aniversário do Portal Leia Já.

O reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo veículo de comunicação foi protocolado a pedido do vereador Tadeu Calheiros (Podemos). O Leia Já foi o primeiro veículo de comunicação no Estado de Pernambuco a ser idealizado para funcionar, integralmente, em plataformas digitais.

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Ao longo de uma década, o portal conta com mais de um bilhão de visualizações.

Confira os detalhes no vídeo.

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LeiaJá recebeu, nesta segunda-feira (16), uma homenagem em comemoração aos 10 anos do portal de notícias. A solenidade foi realizada na Câmara Municipal do Recife e a iniciativa é de autoria do vereador Tadeu Calheiros (Podemos).

"Sabemos que a maioria da população utiliza, praticamente, as redes sociais, a internet para buscar informações. Então, a gente tem que homenagear essa empresa. Que, além disso, gera emprego, gera renda, que traz credibilidade na informação para todos os nossos recifenses, para todos os pernambucanos. Então a gente tem que homenagear pelo trabalho sério, competente e com muita credibilidade", explica Calheiros.

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Na ocasião, além do vereador, participaram da cerimônia o editor-chefe do LeiaJá, Eduardo Cavalcanti, o chefe de reportagem Pedro Oliveira e os editores Thabata Alves, Nathan Santos e o subeditor de multimídia, Thiago Graf.

"É uma alegria muito grande receber essa homenagem em nome de toda a equipe do portal. O principal elemento é de toda empresa, de todo projeto são as pessoas que fazem parte dele. Toda a equipe que está hoje no LeiaJá, toda equipe que já passou pela história do nosso portal. São dez anos de muitas histórias contadas, muitas reportagens, muitos especiais, muitas viradas de noite com coberturas diferenciadas, grandes tragédias, grandes alegrias. Chegar a dez anos não é para qualquer empresas e nós que nascemos já na era da internet e, hoje, podemos, com muita alegria, continuar a fazer o nosso trabalho, continuar levando informação de qualidade com muita responsabilidade para todos os nossos leitores", ressalta Eduardo Cavalcanti.

À frente da TV LeiaJá, Thiago Graf relembra que o projeto foi precursor em Pernambuco, no que se refere à webTV. "Lembro quando a gente começou, ainda era algo muito novo, você transmitir pela internet. Todo mundo já era acostumado com um veículo de massa, mas você não conseguia assistir a transmissão de Carnaval, São João, desfiles, partidas de futebol, futebol americano, tudo isso o LeiaJá trouxe, o que ninguém fazia na época e foi um investimento muito grande. Foi muito bacana, porque isso trouxe um novo panorama para todo mundo, para todos os veículos de comunicação. Tanto, que depois os veículos começaram a também ter suas webTVs e acho isso muito marcante", conta.

Meeting de Jornalismo LeiaJá 10 anos

Em comemoração a primeira década LeiaJá, o portal realiza, a partir desta segunda (16), uma série de lives. Debatendo o jornalismo em diferentes perspectivas, os encontros serão transmitidos por meio do canal do LeiaJá no YouTube e contarão com jornalistas do veículo e convidados. Confira a programação completa:

 

 

Em comemoração aos 10 anos do LeiaJá, o portal de notícias promoverá uma série de lives, do dia 16 a 20 de agosto. Debatendo a prática jornalística, os encontros serão transmitidos, ao vivo, por meio do canal do LeiaJá no YouTube, e contarão com jornalistas do veículo e convidados.

O editor-chefe do LeiaJá, Eduardo Cavalcanti, salienta que a iniciativa, batizada de "Meeting de Jornalismo LeiaJá 10 anos", é uma maneira de apresentar essa primeira década do portal ao público e as ações que estão por vir. Ele acrescenta: “O YouTube é o segundo maior canal de buscas, por isso, realizar essas lives na plataforma é condizente com o momento. As lives estão caindo no gosto popular, além disso, por sua dinâmica, permitem o diálogo”.

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Ainda de acordo com Cavalcanti, as temáticas escolhidas para as lives representam como o jornalismo está se comportando neste momento com a presença, de forma mais contundente, das questões sociais e de direitos humanos. Entre as temáticas, que serão debatidas durante o evento, estão direitos humanos, fake news, jornalismo de dados, entre outros temas ligados à profissão. Confira a programação completa:

Dia 16, às 19h - Jornalismo e Direitos Humanos

Mariama Correia, editora da Agência Pública. Foi repórter do Marco Zero Conteúdo, Folha de Pernambuco e já assinou matérias no The Intercept Brasil e em revistas da Editora Abril. Participa do Atlas da Notícia, um mapeamento do jornalismo no Brasil, como pesquisadora do Nordeste.

Joana Suarez, repórter investigativa freelancer, focada em direitos humanos. Professional Fellow do ICFJ 2021. Tem projetos independentes de podcasts, newsletters e, em 2020, fundou a Redação Virtual, que reúne mais de 200 jornalistas de todas as partes do País.

Marília Parente, repórter especial do LeiaJá. Ganhadora dos prêmios Conif, MPT de Jornalismo e do 1º Prêmio de Jornalismo Cultural, do Sinjope.

Mediação: Nathan Santos, editor do LeiaJá e pós-graduado em Comunicação e Marketing Digital. É vencedor de dez prêmios de jornalismo, entre eles o Grande Prêmio MPT, Abrafarma, Sebrae Regional, NHR e Conif.

Dia 17, às 19h30 - Jornalismo de dados e monitoramento ambiental

Taís Seibt Repórter é gerente de projetos da agência 'Fiquem Sabendo'. Lidera a iniciativa Afonte Jornalismo de Dados. Passou pelo jornal Zero Hora e já assinou trabalhos em O Estado de S. Paulo, O Globo, BBC Brasil, The Intercept e Agência Pública. Recebeu Menção Honrosa no Prêmio Capes de Tese 2020, com trabalho sobre fact checking. Doutora em Comunicação, também é professora de jornalismo digital e de dados da Unisinos (RS), Cásper Líbero (SP) e IDP (Brasília).

Jéssica Botelho é pesquisadora da agência Fiquem Sabendo e do Atlas da Notícia. Também é doutoranda na Universidade Federal do Rio de Janeiro - com projeto de tese sobre desinformação e desmatamento no Pará -. Mestre em Ciências da Comunicação e graduada em jornalismo pela Universidade Federal do Amazonas.

Mediação: Antonio Carlos Pimentel Jr., jornalista, mestre em Letras, professor da UNAMA – Universidade da Amazônia e editor do LeiaJá Pará.

Dia 18, às 19h - Cobertura jornalística na Amazônia: fake news e fact checking

Guilherme Guerreiro Neto é mestre em Jornalismo pela UFSC, doutorando em Ciências: Desenvolvimento Socioambiental pela UFPA. Repórter do site InfoAmazonia nos projetos Amazônia Sufocada e Engolindo Fumaça. Colaborou com o projeto de checagem Truco, parceria da Agência Pública e do Portal Outros400.

Catarina Barbosa é repórter investigativa freelancer do projeto #Colabora, do site Repórter Brasil e correspondente do Brasil de Fato no Pará. Tem passagens pelo G1 Pará e pela agência Amazônia Real. Vencedora dos prêmios INEP de Jornalismo, em 2017, e do Vladimir Herzog, em 2019, pela série #SemDireitos.

Mediação: Thiago Barros, jornalista, doutor em Comunicação, professor da UNAMA – Universidade da Amazônia.

Dia 19, às 19h - Jornalismo Engajador

Nataly Simões é editora da agência Alma Preta, especializada na temática racial. Iniciou a carreira no LeiaJá e já assinou reportagens também para veículos como Folha de S. Paulo, UOL e Yahoo Notícias.

Thiago Augustto é produtor e repórter da TV Globo, editor colaborador do site Notícia Preta e idealizador do projeto Futuro Black. Vencedor do prêmio Urbana de Jornalismo, com a série T.I Sufoco, da TV Globo.

Mediação: Giselly Santos, subeditora do LeiaJá com passagem pela Rádio Folha de Pernambuco.

Dia 20, às 19h Inteligência Artificial, Big Data e Jornalismo

Sérgio Denicoli é pós-doutor em comunicação e CEO da Agência Exata, empresa que trabalha com dados e inteligência artificial. Foi professor da Universidade do Minho e Universidade Lusófona, em Portugal, e da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Marina Meireles é jornalista com passagens pelo Diario de Pernambuco, G1 e, atualmente, atua na empresa de tecnologia Bitso. Foi vencedora do Data Journalism Awards em 2018 com o projeto Monitor da Violência, do G1.

Mediação: Flávia Delgado, editora do LeiaJá São Paulo, professora e doutora em Ciências da Comunicação.

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Para Pedro Oliveira, chefe de redação do portal, é necessário debater o jornalismo sob diferentes perspectivas. “No momento em que atravessamos, onde muitas notícias falsas circulam e acabam prejudicando e até matando as pessoas, debater comunicação é essencial. Fazer jornalismo responsável é defender os direitos humanos, é defender a verdade. Na maior crise sanitária da história da humanidade, isso ficou mais do que evidente. E precisamos discutir como vamos fazer isso da melhor forma de agora em diante”, ressalta.

O LeiaJá completa dez anos de história no dia 15 deste mês. Em sua trajetória, o portal realizou grandes coberturas jornalísticas e coleciona mais de dez premiações no segmento, a exemplo do Grande Prêmio MPT de Jornalismo, com o especial "Trabalhador - Herança escravista, pobreza e irregularidades", NHR, com a reportagem "Cidade do medo e da resistência" e 1º Prêmio de Jornalismo Cultural, com a "A poesia e a consciência negra de Solano Trindade".

No próximo dia 15 de agosto, o portal de notícias LeiaJá comemora 10 anos de existência. A década de atuação será reconhecida em sessão solene na Casa de José Mariano no dia 12 de agosto, das 14h30 às 17h30, no Recife. O requerimento para a solenidade foi protocolado pelo vereador Tadeu Calheiros (Podemos) e foi aprovado por unanimidade pelos 39 parlamentares.

O documento menciona que o portal representa o “fortalecimento e a ratificação de um novo formato de consumo de informação”, se referindo à crescente do jornalismo na internet nos últimos anos.

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Criado em 2011, o LeiaJá acompanhou o crescimento e auge de diferentes redes sociais, como o Instagram, criado meses antes, ou mesmo do Facebook, que só havia chegado ao Brasil em 2007 e chegou à marca de um bilhão de usuários apenas em 2012. Todas essas plataformas, integradas à produção do site, ajudaram-no a alcançar mais de um bilhão de acessos em sua página oficial na web.

“O veículo foi o primeiro do Estado a ser totalmente idealizado para atuar exclusivamente na 'grande rede' e movimentou toda a estrutura de comunicação em Pernambuco – ocasionando a evolução de diversas outras emissoras/sites nesta plataforma”, diz ainda o requerimento.

Segundo Tadeu Calheiros, que propôs a homenagem, o trabalho do LeiaJá “rompeu barreiras” e, por ser “genuinamente pernambucano”, é motivo de respeito e admiração.

“A informação de qualidade é uma ferramenta extremamente valiosa para toda sociedade e um pilar fundamental para a democracia em qualquer lugar do planeta. Nesse contexto, o LeiaJá presta um brilhante serviço à toda população. São 10 anos de um portal genuinamente pernambucano, que rompeu barreiras e chegou a muitos outros lugares do Brasil e do mundo, inovando no jornalismo. Por tudo isso, é motivo de nosso respeito e admiração”, diz o parlamentar.

Para o professor e editor-chefe do LeiaJá Eduardo Cavalcanti, o momento solene será motivo de alegria e sentimento de reconhecimento pelos últimos dez anos de trabalho, nos quais o veículo produziu mais de um milhão de matérias e reportagens especiais. 

“É um importante reconhecimento do poder público ao papel social que o portal desempenha, há dez anos, levando informação de qualidade a toda a sociedade. Recebemos com alegria a homenagem e temos certeza que é mais um estímulo para que possamos continuar a fazer jornalismo sério e atuante”, declara o jornalista.

E completa: “Um diferencial nosso sempre foi o fato de já nascermos digitais e de termos investido, desde o início, na produção de conteúdo multimídia e na editoria de Carreiras, que recebia pouca atenção dos veículos na época e hoje é responsável por um dos maiores volumes de buscas”.

A trajetória do LeiaJá

Lançado no dia 15 de agosto de 2011, o LeiaJá foi o primeiro em Pernambuco a ser idealizado para funcionar, integralmente, em plataformas digitais.

Integrado ao Grupo Ser Educacional após quatro anos, em 2015, o LeiaJá também é responsável pela criação da TV LeiaJá, uma das primeiras Web TVs de Pernambuco, trazendo programas semanais, transmissões ao vivo exclusivas para a internet de festividades importantes, como o Carnaval de Olinda e Recife; o São João em diversas cidades do Estado; debates políticos e esportivos; disputa do Miss Recife; entre tantos outros eventos.

Em uma década, o site publicou mais de um milhão de matérias jornalísticas e artigos de opinião do seu leque de colunistas. As produções escritas e multimídia geraram uma audiência de mais de um bilhão de pageviews (número de vezes que o site foi visualizado).

O LeiaJá chegou à final de 25 prêmios de jornalismo, locais e nacionais, e acumula 14 premiações, conquistadas no MPT, Urbana, Sebrae, Correios, Fecomércio, Conif, NHR e Abrafarma.

Atualmente, o LeiaJá é parceiro e compartilha conteúdo junto ao portal iG, um dos maiores do País, e com agências de notícias nacionais e internacionais. O portal também conta com cerca de 50 colaboradores, com equipes em Recife e correspondentes em São Paulo e no Pará, que mantêm o veículo atualizado de domingo a domingo.

Fundada em 2006, a quadrilha Dona Matuta celebra 15 anos de puro arrasta-pé em 2021. Com sede em San Martin, Zona Oeste do Recife, o grupo traz a garra, o amor e a devoção pela tradição junina, cada vez que se apresenta ao público.

A debutante coleciona os títulos de campeã do Nordeste e de sete vezes vencedora de concursos estaduais, entre outros troféus que marcam a carreira. Segundo a coordenação da quadrilha, cerca de 160 pessoas levam o nome do grupo estampado no peito e fazem a Dona Matuta acontecer nos arraiais.

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Diante do protagonismo que a quadrilha vem conquistando em Pernambuco, a equipe da TV LeiaJá conversou com integrantes da Dona Matuta, que revelaram o sentimento de mais um ano sem poder dançar nos palcos — devido à pandemia da covid-19 —, a esperança para os próximos dias e a celebração dos 15 anos, que será transmitida pelo canal oficial da quadrilha, nesta quarta-feira (23), véspera de São João, às 19h. Confira os detalhes na reportagem especial abaixo:

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Um levantamento realizado pelo Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), edição 2018, do Governo Federal, apresentou dados que descrevem a dificuldade de estudantes brasileiros em relação à matemática. De acordo com o estudo, 68,1% dos alunos, com 15 anos de idade, não possuem nível básico da matéria, o “mínimo exigido para o exercício pleno da cidadania”.

Para diminuir os obstáculos no aprendizado da matemática, uma parceria do projeto Vai Cair No Enem, LeiaJá e do professor Edu Coelho promove, a partir das 10h desta terça-feira (23), uma série de aulas, batizada de “Matemática básica do zero”. Semanalmente, os estudantes contarão com aulas gratuitas e dinâmicas sobre assuntos básicos da disciplina, além de um material didático com questões que os ajudarão a praticar os conteúdos.

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“A proposta é oferecer uma oportunidade para construir esse alicerce; vamos tentar trazer também informações novas, até para quem não tem dificuldade. Os estudantes vão perceber que as dificuldades vão diminuir não apenas no assunto que estamos estudando, porque a partir do momento que você treina matemática e cria uma linha de raciocínio, isso acaba ajudando em todos os outros assuntos”, comentou o professor Edu Coelho, do projeto @atocaedu.

As aulas serão publicadas todas as terças-feiras, a partir das 10h, no youtube.com/vaicairnoenem e no Instagram. Na primeira edição, o professor explicará numerais e algoritmos:

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Neste sábado (30), às 17h30, o LeiaJá e o Vai Cair No Enem realizam uma live direcionada a estudantes. Na pauta está o Enem Digital, novo modelo de prova adotada pelo Governo Federal que promete extinguir, até 2026, provas impressas do Exame Nacional do Ensino Médio.

As dicas para a prova serão exibidas no Instagram e no youtube.com/vaicairnoenem. Confira os professores convidados: Pedro Oscar Lorencini Junior (coordenador do Curso Poliedro), Rodrigo Bione (história), Marcos Otoch (filosofia e sociologia), Beth Andrade (redação), Amanda Batista (redação), Arthur Lira (filosofia e sociologia), Marcelo Rocha (geografia) e Thiago Macedo (geografia). A apresentação da live fica por conta da produtora Thayná Aguiar.

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Projeto piloto desenvolvido pelo Inep, o Enem Digital registrou mais de 96 mil inscritos. Segundo a organização do Exame, 93.217 inscritos deverão participar da seleção em 104 cidades, uma vez que 2.896 candidatos do Amazonas não farão o modelo digital, em virtude dos aumentos nos casos do novo coronavírus no Estado. Os amazonenses serão direcionados à reaplicação do Enem impresso, nos dias 23 e 24 de fevereiro.

Neste domingo (31), primeiro dia do Enem Digital, os candidatos respondem 90 questões - em computadores - distribuídas nas áreas de Ciências Humanas, Linguagens, além da redação, que será feita à mão, no formato tradicional. Já no dia 7 de fevereiro, segunda etapa da aplicação, os estudantes terão 90 quesitos de Ciências da Natureza e matemática.

 Profissionais de saúde da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Várzea Paulista, no interior de São Paulo, foram advertidos pela prefeitura municipal após depois de serem vacinados contra a covid-19. Na semana passada, eles usaram as redes sociais para compartilharem imagens em que aparecem com filtro de jacaré. O filtro se popularizou desde que o presidente Jair Bolsonaro declarou, em dezembro de 2020, que quem se submetesse aos imunizantes contra o novo coronavírus poderia se transformar no réptil.

De acordo com o portal UOL, pelo menos dez funcionários da UPA de Várzea Paulista participaram da brincadeira. Depois da advertência, todos eles se desculparam e apagaram as publicações.

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Por meio de nota, a prefeitura da cidade confirmou o ocorrido. "Alguns funcionários da UPA que trabalham no enfrentamento ao coronavírus foram vacinados nessa semana e após isso, publicaram em suas redes sociais particulares fotos de uma brincadeira que vem sendo feita em vários lugares do país. Os funcionários foram advertidos pela diretoria do ISSRV (Instituto Social Saúde Resgate à Vida), se desculparam e retiraram as postagens. A Unidade Gestora de Saúde reiterou que essas brincadeiras são desaconselhadas e aprovou a advertência dada aos trabalhadores", diz trecho do texto.

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