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Mick Schumacher se recupera bem do grave acidente sofrido, neste sábado, no circuito de Jeddah, durante a disputa do treino classificatório do GP da Arábia Saudita de Fórmula 1. De acordo com Günther Steiner, chefe da equipe Haas, o piloto alemão segue fazendo exames no hospital, mas não sofreu nenhuma lesão mais grave.

"Um dia cheio para nós. O melhor é que aparentemente o Mick não teve nenhuma lesão. Ele está no hospital no momento sendo avaliado pelos médicos. Está em boas mãos. Existe, sim, uma possibilidade dele passar a noite em observação no hospital. Baseado nos fatos e onde estamos, decidimos não levar o carro dele à pista amanhã", declarou Steiner.

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Sem poder contar com Mick Schumacher na corrida deste domingo (27), a Haas levará à pista somente o carro de Kevin Magnussen. O dinamarquês largará na 10ª posição e conseguiu superar diversas dificuldades ao longo do fim de semana. O piloto reserva da equipe norte-americana é o Pietro Fittipaldi. No entanto, o brasileiro não poderá substituir o alemão, uma vez que não participou da sessão de treinamentos e classificação.

"Kevin não conseguiu treinar muito nesta manhã, creio que ele fez um trabalho fantástico chegando no Q3. A última volta dele não saiu conforme planejado, mas acho que foi devido a não termos tempo de pista suficiente. Estamos muito felizes em alcançar o Q3 e com a décima posição de largada para amanhã (domingo)", comentou o chefe da Haas.

O GP da Arábia Saudita tem largada programada para as 14 horas deste domingo, pelo horário de Brasília. O pole position é Sergio Pérez, da Red Bull. O mexicano surpreendeu e será o primeiro de seu país a partir da primeira posição na história da Fórmula 1. Charles Leclerc, da Ferrari, completa a primeira fila, seguido pelo companheiro Carlos Sainz Jr. e o atual campeão Max Verstappen. Lewis Hamilton foi mal na classificação e largará na 15ª posição.

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Não foi desta vez que Pietro Fittipaldi conquistou seu espaço entre os pilotos titulares da Fórmula 1. O brasileiro era cotado para substituir o russo Nikita Mazepin na Haas, mas a equipe americana surpreendeu nesta quarta-feira ao anunciar o dinamarquês Kevin Magnussen como titular, formando dupla com o alemão Mick Schumacher.

A última vaga no grid da F-1 para a temporada 2022, que começa no dia 20 deste mês, com o GP do Bahrein, era cobiçada por diversos pilotos. O neto do bicampeão mundial Emerson Fittipaldi era o candidato mais natural por ter sido piloto reserva do time americano nos últimos três anos. Ele até disputou duas corridas na reta final da temporada 2020 em substituição ao francês Romain Grosjean, afastado das provas após grave acidente.

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No entanto, surgiram pilotos mais experientes para brigar pela vaga nos últimos anos. O mais surpreendente foi Magnussen, o último a ser alvo dos rumores. Estavam na disputa ainda o italiano Antonio Giovinazzi e o alemão Nico Hülkenberg. O brasileiro, contudo, tinha como desvantagem não apresentar patrocinadores tão poderosos quanto os rivais.

Afinal, a Haas precisa de um novo patrocinador master após ter rompido o contrato com o russo Nikita Mazepin no sábado. No contexto da invasão da Rússia na Ucrânia, a equipe americana decidiu desfazer a parceria com a empresa russa Uralkali, que tem o pai de Nikita, Dmitry, amigo pessoal do presidente Vladimir Putin, como um dos proprietários.

As cores dos últimos carros da Haas eram a bandeira da Rússia, em referência ao patrocinador, que indicou Nikita como titular. Mas tudo mudou no último fim de semana. O time americano encerrou a parceria com a empresa e o piloto na esteira da decisão da F-1 de romper o contrato com o GP da Rússia.

Sem Mazepin, o chefe da Haas, Günther Steiner, escalou Pietro Fittipaldi para a última bateria de testes da pré-temporada da F-1, que começa nesta quinta no Bahrein. A decisão aumentou ainda mais a expectativa sobre a possível efetivação do piloto brasileiro como titular, ao lado de Mick Schumacher.

Mas a vaga no grid não veio. Foi a maior oportunidade de ter novamente um piloto do Brasil no grid desde a saída de Felipe Massa do campeonato, no fim de 2017. Desde então, o País não conta com representantes na pista.

Aos 29 anos, Magnussen vai fazer seu retorno à F-1, após ficar fora na temporada passada. Ele havia perdido sua vaga na Haas justamente para Mazepin. O dinamarquês, que soma 119 corridas no currículo da categoria, correu pela equipe entre 2017 e 2020. A temporada 2022 será a oitava de sua carreira no campeonato.

"Estou muito feliz em dar novamente as boas-vindas a Kevin Magnussen na Haas. Quando estávamos procurando por um piloto que pudesse trazer valor ao time, sem mencionar uma rica experiência, Kevin foi uma decisão direta para nós", disse Steiner, que confirmou a presença do piloto para os testes do Bahrein.

O ataque russo à Ucrânia vem gerando reações no campo esportivo. Depois da ofensiva de Putin, nesta quinta-feira (24), o campeão do mundo de Fórmula 1 Sebastian Vettel afirmou que não pretende correr o GP da Rússia, previsto para setembro.

“Não irei correr no GP da Rússia. Acho errado. Sinto muito pelas pessoas inocentes que estão perdendo suas vidas, que estão sendo mortas por razões estúpidas e uma liderança muito, muito estranha e louca”,  disse Vettel em conferência de imprensa durante os treinos de Barcelona.

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Mas Vettel não foi o único, o atual campeão, Max Verstappen, também se solidarizou com a situação: “Quando um país está em guerra, certamente não é correto correr lá. Mas não é só sobre o que eu penso, é algo que todo o paddock deve decidir o que fazer”.

F1 se pronuncia

Por enquanto, a F1 não deu indícios de que pode cancelar o GP da Rússia no dia 25 de setembro: “Observamos de perto o desenvolvimento fluido dos acontecimentos e, neste momento, não há mais comentários sobre a corrida. Continuaremos a monitorar a situação”, disse um representante da categoria à imprensa. 

Haas e Mazepin

A escuderia americana Haas, que tem um piloto e um patrocínio russo, também tomou uma decisão drástica contra o seu patrocinador. Todos os adesivos alusivos à empresa Uralkali serão retirados e os carros andarão no último dia de treinos em Barcelona todo de branco. 

“A Haas apresentará seu VF-22 em uma pintura totalmente branca, sem a marca da Uralkali, para o terceiro e último dia de testes no Circuito de Barcelona-Catalunha em 25 de fevereiro. Nikita Mazepin pilotará como o planejado na sessão matinal, com Mick Schumacher assumindo na tarde. Nenhum comentário adicional será feito neste momento, considerando os acordos dos patrocinadores”, diz o comunicado.

O piloto russo Nikita Mazepin comentou em entrevista à Sky Sports que se a corrida acontecer ele vai estar lá e que sempre torceu por um “esporte sem politica”.

Michael Schumacher, ex-piloto de Fórmula 1 e heptacampeão mundial da categoria, completou na segunda-feira 53 anos de idade e foi homenageado por diversas personalidades do automobilismo nas redes sociais. Entre as felicitações ao alemão - que ainda se encontra em estado misterioso após um acidente de esqui em dezembro de 2013 - está a de seu filho Mick, que atualmente compete na F-1 pela Haas e agradeceu ao pai pelas experiências.

"Feliz aniversário, pai", postou Mick em uma de suas redes sociais. "Dias como esse foram importantes para o crescimento da minha paixão pelo automobilismo, e ainda me afetam até hoje. Sou grato por todas as experiências que você me deu e estou animado para fazer novas no futuro", disse o alemão, em texto acompanhado de uma foto nos braços do pai ainda quando era criança.

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Schumacher sofreu um acidente nos Alpes Franceses em 2013, enquanto esquiava durante as férias na estação de Méribel. O ex-piloto alemão bateu com a cabeça em uma pedra após perder o controle e chegou a ficar seis meses em coma. Transferido de volta para sua mansão, Michael vive sob os cuidados de sua esposa Corinna e os enfermeiros, em situação de absoluto sigilo.

Recentemente, um documentário produzido sobre o piloto pela Netflix deu alguns poucos detalhes sobre a situação atual de Michael Schumacher, que já foi comentada até por Piero Ferrari, vice-presidente da escuderia de Maranello.

Seu filho Mick estreou na Fórmula 1 em 2021 e não conseguiu somar pontos na primeira temporada, com um carro que não ofereceu competitividade à Haas. O piloto já prestou algumas homenagens ao pai em sua participação na categoria, como na pintura de seu capacete na Bélgica e ao pilotar a Jordan 191 utilizada por Michael em sua estreia na F-1, em 1991.

Mick continuará como titular da Haas em 2022, fazendo companhia ao russo Nikita Mazepin, e foi confirmado como piloto reserva da Ferrari em parte do ano. Apesar do desempenho considerado positivo em sua primeira temporada na Fórmula 1, liderou a lista de maiores gastos com consertos em seu carro, custando R$ 27 milhões à Haas em 2021.

A Haas, equipe americana que faz parte do grid da Fórmula 1, divulgou, nesta quinta-feira (9), que o brasileiro Pietro Fittipaldi seguirá como piloto de testes e reserva na temporada 2022. O anúncio foi feito às vésperas da etapa derradeira do atual Mundial, em Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. Ligado à Haas desde 2018, o piloto de 25 anos vai continuar a ser, portanto, o suplente imediato do russo Nikita Mazepin e do alemão Mick Schumacher no ano que vem.

Além dos seus compromissos habituais com a Fórmula 1, Pietro também diversificou as suas atividades como piloto em 2021. Na Fórmula Indy, por exemplo, disputou três provas com a Dale Coyne, inclusive as 500 Milhas de Indianápolis, onde recebeu o prêmio de Novato do Ano. O neto de Emerson Fittipaldi também fez uma etapa da European Le Mans Series, em Barcelona, e ainda disputou a rodada dupla de Curitiba da Stock Car, pela Full Time, em substituição a Tony Kanaan.

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Pietro fez as suas únicas duas corridas na Fórmula 1, nos GPs de Sakhir, no Bahrein, e de Abu Dabi do ano passado, como piloto da Haas. O brasileiro levou o carro de número 51 à pista como substituto do francês Romain Grosjean, que à época se recuperava do gravíssimo acidente sofrido no GP do Bahrein.

Na visão de Guenther Steiner, chefe da Haas, a permanência de Pietro como reserva da equipe foi natural. "Manter Pietro como nosso piloto oficial de testes e reserva foi uma decisão muito simples para nós. Pietro conhece muito bem o funcionamento interno da nossa equipe porque está conosco há muito tempo. Ele nos provou, no ano passado, que estava pronto para acelerar e guiar quando necessário, e sua presença na equipe neste ano também trouxe continuidade. Estamos muito satisfeitos em continuar nosso relacionamento e estamos ansiosos para tê-lo a bordo conosco em 2022", disse o italiano.

Pietro se mostrou grato por seguir vinculado a uma equipe da Fórmula 1 e ampliar o tempo da sua relação com a Haas. "Estou naturalmente muito feliz e empolgado com a chance de seguir minha união com a Haas. Já estou com a equipe há algumas temporadas, e eles me parecem muito com uma família. Aprendi muito e espero seguir contribuindo diante do lançamento da nova geração de carros da Fórmula 1 em 2022. Vai ser empolgante ver o que vem pela frente com o novo pacote e estou muito interessado, como o restante da equipe, para ver o que o VF-22 vai fazer na pista", afirmou.

Um observador desatento poderia ler os sobrenomes do grid atual da Fórmula 1 e pensar que estava de volta aos anos 2000. Afinal, o campeonato terá na pista os sobrenomes Alonso, Raikkonen e Schumacher... Sim, o poderoso sobrenome alemão está na disputa novamente, agora com a inexperiência de Mick, filho do heptacampeão mundial, que continua sua luta pela vida após acidente enquanto esquiava com a família nos alpes franceses em 2013.

Com apenas 21 anos, Mick deu um salto na carreira nas duas últimas temporadas. Ele teve uma passagem discreta pelo kart, mas chamou a atenção do mundo do automobilismo ao se sagrar campeão da Fórmula 3 Europeia em 2018. O título abriu as portas da Fórmula 2 no ano seguinte.

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Sem se destacar na primeira temporada na nova categoria, terminando apenas na 12.ª colocação, ele mostrou forte evolução no seu segundo ano na F-2, com nove pódios. E foi campeão. Naquela altura, já integrava a Academia da Ferrari, para jovens pilotos, e seu nome aparecia com frequência nas perguntas dos jornalistas aos dirigentes do time italiano.

A proximidade entre Ferrari e Mick aumentará ainda mais este ano, quando ele será titular da Haas. O time americano é o mais ligado ao italiano na F-1 atualmente. E sua chance nesta temporada é vista como um bom teste para que o jovem piloto siga os passos do pai na Ferrari no futuro.

"Pela forma como vem se desenvolvendo, ele costuma aprender bastante na primeira temporada numa categoria nova. E se torna muito forte na segunda metade da segunda temporada. É por isso que acho que as duas primeiras temporadas dele na F-1 serão muito importantes", diz o chefe da Ferrari, Mattia Binotto.

Para Binotto, o jovem Schumacher poderá ganhar uma chance na Ferrari daqui a dois anos. "Hoje é muito cedo para decidir, mas há motivos para acreditar que Mick estará de vermelho em 2023", confia o chefe ferrarista.

Pela primeira vez desde o acidente que assustou o mundo do automobilismo no GP do Bahrein, o piloto francês Romain Grosjean mostrou a mão queimada pelo fogo que tomou conta do carro com ele dentro. A imagem foi divulgada por ele mesmo em uma rede social nesta quinta-feira (10). 

Na foto, Romain diz que está "50% de volta" e fala sobre a recuperação de uma das mãos. Ele divulgou apenas a mão direita, a esquerda ainda segue imobilizada. "Fico super feliz por ter minha mão direita livre de curativos. Muito creme o dia todo, mas é bom vê-la em tão boa forma. Esperando minha mão esquerda se recuperar agora", afirmou. 

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O acidente com Grosjean no GP do Bahrein assustou. O carro se partiu ao meio e literalmente explodiu com o piloto dentro. Mas graças aos equipamentos de segurança cerca de 30 segundos depois ele saiu do carro em chamas abanando as mãos, partes que apresentaram os piores ferimentos no acidente. 

Nove anos depois do adeus definitivo de Michael Schumacher à Fórmula 1, o seu filho Mick, de 21 anos, fará a sua estreia na categoria em 2021. Nesta quarta-feira (2), a Haas anunciou oficialmente a contratação do piloto alemão para a próxima temporada. Ele vai fazer dupla com o russo Nikita Mazepin, confirmado na última terça (1°) pela equipe americana.

"O alemão Mick Schumacher se junta à Haas como parte da nossa nova dupla de pilotos para a temporada de 2021 de Fórmula 1", publicou a Haas em suas redes sociais. "Estou muito feliz por confirmar Mick Schumacher como nosso piloto para a próxima temporada e mal posso esperá-lo para recebê-lo em nossa equipe. A Fórmula 2 tem servido há muito tempo como local para os jovens talentos provarem suas qualidades e o grid desse ano, sem dúvidas, tem sido um dos mais competitivos dos últimos anos. Mick venceu corridas, esteve em pódios e se sobressaiu contra grandes talentos", disse Gunther Steiner, chefe da Haas.

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O piloto gravou um vídeo, já com o uniforme da escuderia, em que repercute o anúncio. "Oi, pessoal, muito orgulhoso de anunciar oficialmente que correrei pela Haas na temporada de 2021. Gostaria muito de agradecer a todos envolvidos, a Ferrari (e ao programa de jovens pilotos), Gene Haas, Gunther (Steiner). Obrigado a todos por me receberem no time. Estou muito ansioso pelo desafio do ano que vem e é algo que sempre sonhei e que agora virou realidade. Estou muito feliz e explodindo de emoção. Queria agradecer a todos pelas mensagens e pelo grande apoio", afirmou Mick.

Piloto da Academia Ferrari, o filho mais velho de Michael Schumacher, sete vezes campeão mundial de Fórmula 1, compete desde os nove anos, tendo começado no kart, onde desde cedo se destacou, mesmo não usando o sobrenome do pai.

Mais do que apenas um sobrenome famoso, Mick Schumacher pode chegar à Fórmula 1 com um currículo já recheado. Em 2018, foi campeão da Fórmula 3 europeia e é neste momento líder da Fórmula 2, o principal campeonato de entrada à Fórmula 1, com 14 pontos de vantagem antes das duas últimas provas, que serão realizadas neste final de semana no Bahrein.

Mick será o sexto filho de um campeão mundial a tentar repetir os passos do pai na Fórmula 1. Além dele, a categoria já teve os pares Keke e Nico Rosberg, Graham e Damon Hill, Nelson Piquet e Nelson Piquet Jr., Jack e David Brabham e Mario e Michael Andretti. Desses, apenas Damon e Nico repetiram os feitos de seus pais ao também se consagrarem campeões mundiais.

Seu pai, maior campeão da Fórmula 1 agora junto com o inglês Lewis Hamilton, se recupera do traumatismo craniano que sofreu após o acidente em uma pista de esqui, em dezembro de 2013, na França. Após deixar o hospital, na época, o alemão passou a se tratar em casa e seu estado de saúde é mantido sob sigilo severo por sua família.

O francês Romain Grosjean deu nesta terça-feira a sua primeira entrevista depois do grave acidente que sofreu no último domingo, no GP do Bahrein de Fórmula 1, para dar sua versão sobre o que aconteceu. Em um relato à TV francesa TF1, o piloto da Haas revelou que disse a si próprio que precisava sair de dentro do carro pelo bem de seus filhos.

"Não sei se a palavra milagre existe ou pode ser usada, mas eu diria que não era meu momento (de morrer). Pareceu mais longo que 28 segundos. Eu vi meu visor ficando laranja. Vi as chamas do lado esquerdo. Pensei em muitas coisas, inclusive em Niki Lauda (que sofreu o mesmo tipo de acidente em 1976), e achei que não seria possível terminar como ele, não agora. Não podia terminar minha história na F1 assim", disse. "E pensei nas minhas crianças. Eu disse a mim mesmo que precisava sair. Coloquei minhas mãos no fogo e senti o calor no chassi. Quando eu saí, senti alguém me puxando pelo macacão, então sabia que estava fora".

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Grosjean bateu na primeira volta da corrida, acertando o guard-rail na saída da curva 3 a mais de 200 km/h, resultando em uma força de mais de 50G. O carro da Haas partiu-se ao meio e pegou fogo imediatamente, deixando o francês com a tarefa de escapar do cockpit que estava no meio da barreira. Com sorte, ele conseguiu escapar rapidamente, sofrendo apenas queimaduras nas mãos e evitando fraturas.

O francês revelou ainda que seu filho de cinco anos, Simon, acredita que ele tem "poderes mágicos" e que "um escudo mágico de amor" o protegeu. "São palavras fortes das crianças. Minha mais velha, Sacha, de sete, é mais racional e tentou entender. Meu mais novo fez um desenho para os machucados na minha mão", afirmou o piloto, que reconheceu a necessidade de discutir um trauma como esse de um acidente grave.

"Tinha medo pela minha família e amigos, obviamente meus filhos, que são meu maior orgulho e fonte de energia. Pensava mais neles do que em mim. Acho que é necessário algum trabalho psicológico porque eu vi a minha morte chegando. Mesmo Hollywood não conseguiria fazer imagens assim. É a maior batida que vi na minha vida. O carro explodindo, pegando fogo, a bateria em chamas, adicionou muita energia ao impacto", relatou.

Grosjean seguirá no hospital em Manama, capital do Bahrein até esta quarta-feira, pelo menos, perdendo o GP de Sakhir, a próxima etapa da Fórmula 1 neste final de semana, mas segue esperançoso de um retorno em Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos, no domingo seguinte, no que seria a sua última corrida na Fórmula 1.

Neste final de semana, o francês será substituído na Haas pelo brasileiro Pietro Fittipaldi. Nesta terça-feira, a equipe americana confirmou o novo titular de uma das vagas disponibilizadas por Grosjean e Kevin Magnussen, que não renovarão contrato: o russo Nikita Mazepin, atual piloto da Fórmula 2.

O mexicano Esteban Gutiérrez anunciou nesta sexta-feira (11) pela manhã, antes do início da primeira sessão de treinos livres do GP do Brasil, que irá deixar a Haas ao final desta temporada da Fórmula 1. O piloto confirmou a saída por meio de um comunicado divulgado nas suas redes sociais, no qual revelou que pretende definir logo os seus planos para o futuro.

Gutiérrez foi contratado pela Haas para esta temporada de estreia da escuderia norte-americana na categoria máxima do automobilismo, depois de ter pilotado para a Sauber. Entretanto, ele não conseguiu somar nenhum ponto até aqui no campeonato deste ano, enquanto o francês Romain Grosjean, seu companheiro de equipe, já contabilizou 29.

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O dinamarquês Kevin Magnussen, da Renault, vem sendo altamente cogitado para assumir o posto do piloto que será deixado pelo piloto mexicano para 2017, mas a Haas ainda não fez nenhum anúncio oficial de confirmação de sua dupla titular para a próxima temporada.

Gutiérrez, de 25 anos, irá completar 59 corridas na F-1 ao final desta temporada, sendo que o seu melhor resultado até aqui na elite do automobilismo foi um sétimo lugar no GP do Japão de 2013.

Agora de saída, o mexicano agradeceu pela oportunidade que ganhou de pilotar pela Haas e desejou sucesso à equipe em sua continuidade na categoria, assim como enfatizou: "Faltam duas corridas, nas quais desfrutarei de cada momento e seguirei lutando ao máximo. Agradeço profundamente a todos que me seguem, todos vocês sempre estarão em meu coração. Espero muito em breve poder dividir meu planos para o futuro. Um forte abraço".

Novidade no grid da Fórmula 1 em 2016, a Haas poderia ter uma dupla de pilotos diferente da anunciada para a sua temporada de estreia. Foi o que revelou Gene Haas, o chefe da equipe, explicando que iria tentar contratar o dinamarquês Kevin Magnussen caso fracasse na tentativa de persuadir o francês Romain Grosjean a trocar a Lotus pela equipe novata.

Magnussen, de 23 anos, fez a sua temporada de estreia na Fórmula 1 em 2014 pela McLaren, quando terminou o campeonato em 11º lugar, incluindo um pódio no GP da Austrália, mas em 2015 vem sendo apenas o piloto reserva da equipe inglesa. Como o dinamarquês exibiu insatisfação com a sua atual condição, Haas chegou a procurá-lo, mas as negociações não avançaram em razão do acerto com Grosjean.

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"Nós conversamos com Magnussen, que era um candidato muito bom", disse Haas em entrevista ao site oficial da Formula 1. "Ele foi muito bem respeitado pela equipe McLaren. De fato, se Romain tivesse nos recusado, Magnussen seria o escolhido para ser o primeiro piloto", completou.

A McLaren confirmou em meados de outubro que não vai segurar Magnussen para a temporada 2016, mas o dinamarquês segue com o futuro indefinido. Já a Haas contratou o mexicano Esteban Gutierrez para ser o seu segundo piloto no campeonato de estreia na Fórmula 1.

Os rumores dos últimos dias estavam mesmo certos. Nesta terça-feira, a Haas anunciou que o francês Romain Grosjean será um dos seus pilotos titulares na temporada 2016 da Fórmula 1, quando a equipe norte-americana passará a compor o grid da principal categoria do automobilismo mundial.

Grosejan, de 29 anos, vem sendo piloto da Lotus nos últimos cinco anos. O francês já disputou 78 provas na Fórmula 1 e subiu dez vezes ao pódio. Agora, a partir de 2016, terá o desafio de pilotar por uma equipe estreante na Fórmula 1, após acertar a sua saída de uma escuderia que está sendo adquirido pela Renault.

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A tendência é que Grosjenan pilote pela primeira vez o carro da Haas durante a pré-temporada de 2016 da Fórmula 1, com o período inicial de testes coletivos previsto para ocorrer entre 1º e 4 de março em Barcelona. O Circuito da Catalunha também tem atividades marcadas entre 15 e 18 de março.

Esses testes serão fundamentais para a preparação da Haas visando a estreia da equipe na Fórmula 1, em 3 de abril quando será disputado o GP da Austrália, abrindo a temporada 2016.

A Haas é de propriedade de Gene Haas, um empresário que também possui uma equipe na Nascar, a Stewart-Haas Racing. E a sua entrada encerra a ausência de equipes norte-americanas na Fórmula 1, que vem desde 1986.

Aprovada em 2014 pela Federação Internacional de Automobilismo para fazer parte do grid da Fórmula 1, a Haas fechou uma parceria técnica com a Ferrari, que fornecerá motores, e também comprou a antiga sede da Marussia na cidade inglesa de Banbury. Agora anunciou um dos seus pilotos para o próximo campeonato.

O nome do companheiro de Grosjean ainda não foi definido e deverá ser revelado em um futuro próximo. Haas revelou anteriormente que pretende ter um nome experiente em um dos seus carros no próximo ano e admitiu interesse nos reservas da Ferrari. Nesse momento, a equipe italiana conta com o mexicano Esteban Gutierrez e o francês Jean-Eric Vergne em seus quadros.

A Haas, a nova equipe da Fórmula 1 que fará a sua estreia na temporada 2016, anunciou nesta quarta-feira que vai utilizar motores da Ferrari, como parte de um acordo de colaboração técnica fechada com a escuderia. A Ferrari também cederá caixas de câmbio e suporte técnico.

O chefe da equipe Ferrari, Marco Mattiacci, explicou que o acordo pode se tornar ainda mais estreito, especialmente em razão dos interesses comerciais da escuderia nos Estados Unidos. "Há alguns meses, juntamos forças com Gene Haas em um nível comercial e este é o próximo passo natural do nosso relacionamento crescente", disse Mattiacci.

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Gene Haas, o proprietário da equipe, festejou a oficialização do acordo de colaboração. "Não há nenhuma equipe na Fórmula 1 que tenha mais realizações do que a Ferrari, e nenhum time com mais história. Eles fazem parte da Fórmula 1 desde o início. Alinhar a com uma empresa tão bem sucedida proporciona ao nosso time a melhor oportunidade de ter sucesso a partir de 2016", afirmou.

Atualmente, a Ferrari fornece motores para as equipes Sauber e Marussia na Fórmula 1. Assim como o proprietário, o chefe da Haaas, Gunther Steiner, destacou a importância do acordo com a Ferrari.

"Quando se trata de Fórmula 1, ninguém tem o conhecimento técnico e determinação da Ferrari. Entendemos que há um trabalho pesado pela frente, mas sei que com o seu apoio técnico, iremos desenvolver uma equipe de pessoas talentosas em um ritmo excepcional para que nós estejamos prontos para correr competitivamente em 2016", prometeu.

Tommy Haas sofreu diante do holandês Robin Haase neste domingo, mas não deixou escapar o título do Torneio de Viena, na Áustria. O alemão, ex-número dois do mundo, confirmou o favoritismo com uma vitória por 2 sets a 1, com parciais de 6/3, 4/6 e 6/4, em 2h05min de duelo.

Haas, de 35 anos, faturou seu 15º troféu no circuito da ATP, o segundo da temporada. O primeiro foi em Munique - teve ainda o vice de San José, nos Estados Unidos. Haase, por sua vez, acumulou sua segunda derrota em uma final neste ano (a primeira foi em Gstaad, na Suíça).

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Os dois tenistas fizeram um primeiro set irregular neste domingo. Haas chegou a ter o saque quebrado, mas levou a melhor porque conseguiu se impor duas vezes no serviço do rival. A situação se inverteu na segunda parcial. O holandês faturou duas quebras e abriu vantagem, empatando o duelo.

No terceiro set, Haas voltou a controlar a partida e, mesmo cedendo nova quebra, conseguiu quebrar o saque de holandês por outras duas vezes para fechar a partida e o campeonato. Apesar do título, o tenista da Alemanha tem remotas chances de se classificar para o ATP Finals, em Londres, no próximo mês.

Um mês após ser eliminado de forma inesperada no US Open, Roger Federer voltou às quadras nesta segunda-feira com vitória em sua estreia na chave de duplas do Masters 1000 de Xangai, na China. O suíço jogou ao lado do local Ze Zhang e superou o sul-africano Kevin Anderson e o russo Dmitry Tursunov por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/1.

Na segunda rodada, Federer e Zhang terá pela frente o brasileiro Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig. A dupla de Melo é a quinta cabeça de chave do torneio e estreará direto na segunda rodada.

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Na chave de simples, Federer só deve estrear na quarta-feira. Sem jogo na rodada de abertura, ele aguarda pelo vencedor do confronto entre o australiano Lleyton Hewitt e o italiano Andreas Seppi, marcado para terça.

Nesta segunda, o alemão Tommy Haas venceu na estreia, ao superar o norte-americano Sam Querrey por duplo 6/4. Na sequência, ele vai duelar com o vitorioso da partida entre o também alemão Daniel Brands e o colombiano Alejandro Falla.

John Isner, por sua vez, eliminou Santiago Giraldo, compatriota de Falla, por 4/6, 7/5 e 7/5. O norte-americano vai enfrentar na segunda rodada o argentino Carlos Berlocq. Ainda nesta segunda, o francês Gael Monfils eliminou o japonês Tatsuma Ito por 6/3 e 6/2, enquanto o espanhol Marcel Granollers bateu o sérvio Janko Tipsarevic por duplo 6/4.

O tenista da Espanha será o adversário de estreia do sérvio Novak Djokovic, primeiro cabeça de chave do torneio. Djokovic acabou de ser destronado do posto de número 1 do mundo. Na lista atualizada pela ATP, nesta segunda, ele foi superado por Rafael Nadal, que ainda não tem adversário definido para estrear em Xangai.

Roger Federer mostrou incrível poder de reação nesta quinta-feira ao obter grande virada sobre o alemão Tommy Haas, com o placar de 2 sets a 1, parciais de 1/6, 7/5 e 6/3. A vitória, apertada, garantiu o suíço nas quartas de final do Masters 1000 de Cincinnati, quando poderá cruzar com o rival Rafael Nadal.

Ainda em busca do seu melhor tênis, Federer chegou a mostrar apatia em quadra quando perdia por 1/6 e 2/4 e Haas exibia grande confiança, rumo a vitória. O triunfo do alemão, contudo, não veio a partir da forte reação do suíço, que virou o placar no segundo set. E, com o apoio da torcida norte-americana, faturou o terceiro set após quase duas horas de partida.

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Um revés nesta quinta ampliaria a má fase de Federer e poderia custar o quinto lugar no ranking da ATP, deixando-o mais distante do ATP Finals, que reúne os 8 melhores da temporada, em novembro. Mas o flerte com a derrota não durou muito tempo e o suíço poderá fazer novo clássico com Nadal na sexta, caso o espanhol vença o búlgaro Grigor Dimitrov ainda nesta quinta, pelas oitavas de final.

O JOGO - Federer teve um bom início de jogo contra Haas e até teve as primeiras chances de quebrar o saque do rival. Perdeu as oportunidades, contudo. E viu o rival aproveitar seu momento no game seguinte, quando converteu a primeira quebra do jogo e abriu vantagem no set.

Sem demonstrar reação, Federer exibia pouca mobilidade no fundo de quadra, o que era agravado pelos erros não forçados. O alemão não desperdiçou suas chances e faturou nova quebra, abrindo 5/1. Mais eficiente, Haas não vacilou no game seguinte e fechou o primeiro set.

Federer seguia apático em quadra no segundo set e não demorou para ter o saque quebrado novamente. Haas manteve o ritmo e chegou a vencer sete games seguidos, somando a sequência do set inicial. Até que o suíço resolveu reagir na partida, ao devolver a quebra no oitavo game: 4/4.

O duelo voltou a ficar equilibrado e cada tenista tinha dificuldade para confirmar o serviço. Federer, então, fez pressão sobre o saque do alemão e obteve a quebra, igualando o placar da partida.

O terceiro set foi mais parelho. Federer e Haas venciam seus games sob pressão, empatando até nos erros e nas bolas vencedoras. Com apoio da torcida, o suíço mostrava maior disposição até faturar a quebra no oitavo game, encaminhando a vitória. No saldo final, o vencedor registrou 43 bolas vencedoras, contra 32 do alemão. E 39 erros não forçados, diante dos 32 de Haas.

Horas após ser eliminado na chave de simples, Thomaz Bellucci venceu mais uma nas duplas no Torneio de Stuttgart. Ao lado do argentino Facundo Bagnis, o brasileiro eliminou os anfitriões Tommy Haas e Robin Kern por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 7/5, e avançou às semifinais.

Em busca da vaga na decisão, Bellucci e Bagnis vão enfrentar agora o local Dustin Brown e o australiano Paul Hanley. Eles avançaram na chave com a vitória sobre o romeno Florin Mergea e o checo Lukas Rosol por 6/4, 3/6 e 10/7.

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Com mais este triunfo, Bellucci e Bagnis embalaram na chave de duplas. Na estreia, eles já haviam eliminado os principais favoritos ao título, os espanhóis Marcel Granollers e Marc López. No torneio de simples, o brasileiro foi derrotado nesta manhã pelo romeno Victor Hanescu.

O tenista da Romênia vai cruzar com o francês Benoit Paire, quarto cabeça de chave. Paire avançou às quartas de final ao eliminar o russo Nikolay Davydenko, ex-Top 10, por 6/3 e 6/1.

Outro duelo das quartas contará com o alemão Tommy Haas, principal favorito ao título, e o italiano Fabio Fognini. Haas faturou a terceira vitória seguida sobre o letão Ernests Gulbis ao fazer 6/0, 3/6 e 6/4. O alemão vinha de triunfos em Halle e Munique, também disputados na Alemanha, nas últimas semanas. Fognini, por sua vez, despachou o argentino Leonardo Mayer por 6/1 e 6/3.

Novak Djokovic sofreu menos do que esperava para superar Tommy Haas nesta segunda-feira e avançar às quartas de final de Wimbledon. O sérvio chegou a levar um susto no terceiro set, quando viu o rival crescer na partida, apoiado pela torcida, mas reagiu rapidamente e acabou fechando a partida em sets diretos, com parciais de 6/1, 6/4 e 7/6 (7/4), em 2h12min de duelo.

Em busca de mais uma semifinal de Grand Slam, o número 1 do mundo terá pela frente agora o checo Tomas Berdych, atual número seis do ranking. Ele avançou ao despachar o australiano Bernard Tomic por 7/6 (7/4), 6/7 (5/7), 6/4 e 6/4, em uma batalha de aces. Foram 24 para o checo, contra 19 do rival.

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Embalado por três vitórias tranquilas na grama inglesa, Djokovic mostrou força no início da partida contra Haas, nesta segunda. Sem se intimidar com a experiência do rival, de 35 anos, emplacou três quebras de saque em sequência e não deu chances ao alemão. Assim, fechou o set inicial em apenas 25 minutos.

Depois de abrir vantagem com facilidade, Djokovic viu Haas esboçar reação na segunda parcial. Mais concentrado, o alemão impôs a primeira quebra de saque ao líder do ranking na competição e fez 4/2 no placar. Mas Djokovic respondeu prontamente. Venceu quatro games em sequência, obteve duas quebras seguidas e virou o marcador para fazer 2 sets a 0.

Apesar da irregularidade no backhand, o sérvio se manteve melhor no início do terceiro set e, com mais uma quebra, abriu 5/3. No entanto, teve dificuldade para sacramentar a vitória. Com apoio maciço da torcida, Haas devolveu a quebra quando o sérvio sacava para o jogo. Chegou a salvar um match point e adiou a definição para o tie-break.

Foi a vez, então, do alemão mostrar nervosismo. Afobado, Haas facilitou a vida de Djokovic ao abusar dos erros. E, mesmo com o empurrão dos ingleses, hesitou em alguns golpes e cedeu a vitória ao número 1 no quarto match point.

DUPLAS - Em uma partida incrível, o brasileiro Marcelo Melo e o croata Ivan Dodig arrancaram uma grande vitória de virada sobre o bielo-russo Max Mirnyi e o romeno Horia Tecau nesta segunda. Após estarem perdendo por 2 sets a 0, Melo e Dodig viraram o marcador e fecharam por 3 a 2, com parciais de 6/7 (6/8), 2/6, 6/4, 6/2 e 6/4.

Antes de garantir a vaga nas quartas de final, a dupla do brasileiro sofreu nos pontos finais da partida. Melo e Dodig chegaram a ter dois match points, desperdiçados diante da reação dos rivais. Sem desanimar, criaram nova chance e fecharam a partida.

A dupla formada por Roger Federer e Tommy Haas não teve futuro no Torneio de Halle. Suíço e alemão foram eliminados logo na estreia na competição alemã disputada sobre a grama, no início da preparação para Wimbledon.

Eles foram superados pelo austríaco Jurgen Melzer e pelo alemão Philipp Petzschner por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7/3) e 6/4, nesta segunda-feira. Com a queda, Federer e Haas vão concentrar suas atenções na chave de simples. O tenista da casa é o atual campeão do torneio por vencer justamente Federer na final de 2012.

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Neste ano, Federer segue sendo o primeiro cabeça de chave. Em busca do sexto título em Halle, fará a estreia em simples contra o vencedor do duelo entre o local Cedrik-Marcel Stebe e Jimmy Wang, de Taiwan.

Assim como o suíço, Haas estreará direto na segunda rodada. O adversário de estreia do local, terceiro cabeça de chave, sairá do confronto entre o cipriota Marcos Baghdatis e o letão Ernests Gulbis.

O torneio, que distribui 250 pontos ao campeão, contou com quatro jogos de simples nesta segunda. O anfitrião Florian Mayer, oitavo cabeça de chave, superou o austríaco Martin Fischer por duplo 6/2, enquanto o russo Mikhail Youzhny eliminou o espanhol Daniel Gimeno-Traver por 6/1 e 6/2.

O checo Jan Hernych também venceu na estreia, ao bater o local Daniel Brands por 6/4 e 6/2. Completando a rodada, o tenista da casa Mischa Zverev superou o belga David Goffin por 1/6, 6/4 e 7/5. Zverev entrou na competição por convite para substituir Rafael Nadal. O espanhol desistiu do torneio no sábado, véspera da final de Roland Garros, alegando desgaste físico.

Novak Djokovic superou nesta segunda-feira mais um difícil obstáculo em Roland Garros. Após despachar o búlgaro Grigor Dimitrov, seu algoz na estreia no Masters de Madri, ele perdeu seu primeiro set no saibro de Paris neste ano, mas derrotou de virada o alemão Philipp Kohlschreiber por 3 a 1, com parciais de 4/6, 6/3, 6/4 e 6/4.

A vitória garantiu o número 1 do mundo nas quartas de final do Grand Slam francês. Seu próximo adversário será outro tenista da Alemanha, o veterano Tommy Haas. Ele avançou ao superar o instável Mikhail Youzhny por 3 a 0, com parciais de 6/1, 6/1 e 6/3. O russo, conhecido por seus acessos de raiva, destruiu uma raquete no seu banco durante o jogo.

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Aos 35 anos, Haas não somente avançou às quartas em Roland Garros pela primeira vez como também se tornou o mais velho a alcançar esta fase da competição desde 1971. Dentre os demais torneios de Grand Slam, o alemão se tornou o mais experiente a avançar às quartas desde Andre Agassi no US Open de 2005.

Depois da vitória tranquila de Haas, Djokovic teve trabalho para conter o volume de jogo de Kohlschreiber no início da partida. O alemão aproveitou sua única chance de quebra no set inicial e abriu vantagem no placar. O revés, no entanto, não assustou o tenista da Sérvia,

Djokovic voltou melhor no segundo set e faturou uma quebra logo no início da parcial. Kohlschreiber tentou reagir, mas desperdiçou as seis chances de quebra cedidas pelo número 1 do mundo. O roteiro se repetiu na terceira parcial. O serviu abriu vantagem com facilidade e o alemão não conseguiu converter suas oportunidades.

No quarto set, o duelo ficou mais franco e agressivo dos dois lados. Djokovic aproveitou os erros do rival (foram 48 em toda a partida, contra 42 do sérvio) para impor duas quebras em sequência. Kohlschreiber só conseguiu reagir quando o líder do ranking sacava para o jogo. Ele devolveu uma das quebras, mas, mesmo jogando de forma mais agressiva - 48 contra 38 bolas vencedoras do sérvio -, não pôde evitar a derrota.

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