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A Fifa abriu nesta quarta-feira (19) a primeira fase da venda de ingressos para a Copa do Mundo de 2022, no Catar, que será disputada entre os dias 21 de novembro e 18 de dezembro.

De acordo com a entidade máxima do futebol, os preços são inferiores aos colocados nas edições anteriores do megaevento esportivo. A primeira fase de comercialização dos bilhetes vai durar até 22 de fevereiro.

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Os torcedores poderão comprar ingressos a partir de US$ 69 (cerca de R$ 380), cerca de um terço a menos que os comercializados para a edição de 2018, na Rússia. No entanto, o valor de um bilhete para a final pode chegar a US$ 1,6 mil (por volta R$ 8,8 mil).

Os organizadores da competição ainda não informaram quantos espectadores poderão entrar nos estádios em virtude das incertezas relacionadas ao novo coronavírus. Residentes do Catar e trabalhadores migrantes poderão adquirir ingressos por até US$ 11 (R$ 60).

"Esta é uma Copa do Mundo da Fifa para o Catar, a região e o mundo, e os produtos lançados hoje refletem o objetivo da entidade de levar o belo jogo para o maior número possível de torcedores em todo o mundo", informou a secretária-geral da Fifa, Fatma Samoura.

Já Nasser Al Khater, CEO da Copa do Mundo, afirmou que o primeiro Mundial no Oriente Médio e no mundo árabe será um "evento extraordinário". Além disso, o dirigente comentou que "mal pode esperar" para receber os torcedores

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Da Ansa

O técnico Tite convocou, nesta quinta-feira (13), a Seleção Brasileira para os jogos contra Equador e Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo FIFA Catar 2022. A lista foi anunciada pelo treinador em coletiva de imprensa no auditório da Casa do Futebol Brasileiro, no Rio de Janeiro.

Com Fabinho e Lucas Paquetá suspensos para a primeira partida, Tite convocou 26 atletas para os dois compromissos. Já classificada para a Copa do Mundo FIFA Catar 2022, a Seleção Brasileira enfrenta o Equador no dia 27 de janeiro, no Estádio Rodrigo Paz Delgado, em Quito, e o Paraguai no dia 1° de fevereiro, no Mineirão, em Belo Horizonte.

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As duas partidas marcam o início da agenda da Seleção Brasileira em 2022, ano de disputa da Copa do Mundo do Catar. A Seleção Brasileira se apresenta já no Equador para os treinamentos para o jogo contra o Equador. O chefe de delegação da Seleção Brasileira nesta Data FIFA será Rubens Angelotti, Presidente da Federação Catarinense de Futebol.

Confira a lista:

GOLEIROS

Alisson - Liverpool (ING)

Ederson - Manchester City (ING)

Weverton – Palmeiras

LATERAIS

Emerson Royal - Tottenham (ING)

Dani Alves - Barcelona (ESP)

Alex Sandro - Juventus (ITA)

Alex Telles - Manchester United (ING)

ZAGUEIROS

Marquinhos - Paris Saint Germain (FRA)

Gabriel Magalhães - Arsenal (ING)

Thiago Silva - Chelsea (ING)

Éder Militão - Real Madrid (ESP)

MEIAS

Casemiro - Real Madrid (ESP)

Fabinho - Liverpool (ING)

Fred - Manchester United (ING)

Gerson - Olympique Marseille (FRA)

Bruno Guimarães - Lyon (FRA)

Philippe Coutinho - Aston Villa (ING)

Lucas Paquetá - Lyon (FRA)

ATACANTES

Raphinha - Leeds United (ING)

Antony - Ajax (HOL)

Rodrygo - Real Madrid (ESP)

Everton Ribeiro – Flamengo

Gabriel Jesus - Manchester City (ING)

Gabi – Flamengo

Matheus Cunha - Atlético de Madrid (ESP)

Vinicius Jr. - Real Madrid (ESP)

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O ano de 2022 será de grande peso para a história do Brasil e do mundo. No país, se aproxima uma acirrada corrida política, protagonizada por Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) e pelas forças regionais localizadas nos estados da federação. De forma ampliada, o globo aguarda a Copa Mundial e o fim da pandemia do novo coronavírus que, em março, completa dois anos em circulação. Cientistas, políticos e sociedade civil acompanham, de perto, a chegada de novas doenças, eventos climáticos preocupantes e o retorno de uma economia próspera.

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Para entender o tom no qual se iniciará este ano tão repleto de desafios, a cartomante Paulina de Oxoce se reuniu com o LeiaJá e realizou tiragens acerca de diferentes tópicos: política nacional e pernambucana, saúde, economia, Copa 2022 e entretenimento. A carta do lírio foi escolhida como a que representará 2022, sinalizando recomeços, descobertas e paciência para plantar e colher bons frutos.

Nos destaques, as cartas previram um ano conturbado para a política nacional. Ao avaliar as mensagens sobre o clã presidencial, Oxoce mencionou possíveis “grandes vexames” envolvendo a família do presidente. A cartomante diz que o novo-velho membro do Centrão terá turbulências durante sua campanha — o que, na mesa, foi representado pelas cartas da cruz e das montanhas. Já para o ex-presidente Lula, o ano pode ser próspero, mas o petista deve estar atento às alianças feitas.

Paulina de Oxoce também fez destaques da política em Pernambuco e alertou para a presença de uma força feminina muito intensa na cena local. No entanto, o jogo também mostra uma campanha ou carreira sabotada — carta das serpentes — por interesses de outros. Em Pernambuco, os nomes femininos cotados com força para o Governo em 2022 são os da prefeita de Caruaru, a tucana Raquel Lyra; e a deputada federal Marília Arraes, que apesar da expectativa, aparentemente não será a escolha do PT. A legenda decidiu, ainda neste mês de dezembro, recomendar o senador Humberto Costa ao pleito.

Entretenimento

A cigana lançou cartas para algumas das figuras públicas mais acompanhadas do país, como Juliette e Anitta. A ex-BBB e agora multiartista deverá ter um ano de muitas novidades e extensão da sua carreira — mas não na música —, com possibilidade de posições internacionais.

A carta das cobras volta a aparecer no jogo da paraibana, que deve estar atenta às novas pessoas em sua equipe e à proteção da sua imagem. Há também a presença da morte entre amigos ou conhecidos de Juliette. Em relação à “patroa”, Anitta, o ano de 2022 será similar aos anteriores: muito sucesso, carreira no alto, mas ainda não será o momento da carioca encontrar seu amor para casar. A cigana respondeu à pergunta através do pêndulo, que também sinalizou que a vitória do Big Brother Brasil 2022 será do grupo “camarote”, ou seja, alguém famoso.

Para os fãs de ‘Brumar’, como era chamado o casal formado por Neymar e a atriz Bruna Marquezine, a realidade se mantém; sem chance de retorno dos pombinhos. A carta da criança apareceu com força em ambos os jogos. Paulina prevê uma adoção ou uma gravidez na vida da ex-global e mais proximidade entre o craque da seleção e o seu filho, Davi Lucca.

Confira, com detalhes, os destaques das previsões para 2022 no vídeo:

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Com a equipe já classificada para a Copa do Mundo do Catar, a comissão técnica da seleção brasileira tem quase um ano para definir a lista dos 23 jogadores que tentarão mais uma vez conquistar o hexacampeonato. Em 2022, o Brasil completará exatamente 20 anos de sua última conquista mundial.

Num País em que brotam atletas, com os melhores indo para a Europa, mas também onde os que permanecem no futebol nacional são valorizados, a escolha é sempre difícil e não raramente causa polêmica. Segue critérios específicos, de desempenhos, métricas, mas também paixões, que ganham relevância e criam polêmica num país em que o povo tem entre suas maiores características opinar sobre o futebol.

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Mas como se escolhe um grupo para disputar uma Copa? O Estadão mergulhou no assunto para entender essa questão, tendo como base o time atual de Tite e os outros formados neste século.

A espinha dorsal dos jogadores que vão representar o Brasil no Catar parece já estar formada, mas as frequentes mudanças de nomes nas convocações mostram que ainda pairam dúvidas na cabeça de Tite. Há incertezas nas laterais, no meio-campo e no ataque.

Uma análise das equipes que defenderam o Brasil neste milênio, de 2002 para cá, mostra alguns padrões comuns entre os treinadores. Para tentar entender como os técnicos montam a seleção brasileira para uma Copa, a reportagem analisou 103 escalações entre 2001 e 2018, além de outras 16 desde que o futebol foi retomado após a parada pela pandemia, em outubro de 2020.

Foram consideradas as partidas que aconteceram até dois anos antes de cada Mundial, na reta final de preparação. Ficaram fora jogos amistosos, partidas que serviram de homenagem ou duelos para os quais foram convocados apenas jogadores que atuam no Brasil.

Os números mostram que cada treinador utiliza em média 44 jogadores na metade final de cada ciclo para uma Copa. Com exceção dos goleiros, é raro alguém ser convocado para um Mundial se não tiver entrado pelo menos quatro vezes em campo no período.

O excesso de testes e concorrência, contudo, não quer dizer que disputar uma Copa se tornou um sonho mais distante para o jogador brasileiro. Para o antropólogo do Instituto Ludopédio Enrico Spaggiari, o que mudou foi a vitrine. "As formas de acesso se diversificaram com a expansão dos mercados e da circulação de atletas por cenários futebolísticos antes pouco observados no Brasil. Jogar nos mercados mais valorizados (dentro e fora do País) continua a ser a principal vitrine. Mas existem, cada vez mais, novos espaços de atuação que promovem oportunidades", pondera.

Sobre isso, ele vê com bons olhos a busca por dezenas de jogadores na preparação. "Se para chegar à seleção é preciso jogar, ser visto e se destacar, então a profusão de cenários, e mercados, pode ser um facilitador para o grande contingente de jogadores atuando dentro e fora do Brasil", diz Spaggiari.

Em 2018, quatro dos 20 atletas de linha da seleção que estiveram na Rússia atuaram menos de quatro vezes nos dois anos anteriores. Desses, dois eram laterais, Danilo e Fagner, sendo que um deles só foi convocado porque o titular, Daniel Alves, ficou fora por lesão.

Os outros dois foram Geromel e Fred. O zagueiro vivia boa fase no Grêmio e ocupou a quarta vaga para a posição e o volante entrou por ser considerado moderno, capaz de ajudar na marcação e encostar nos jogadores de frente.

Há três possibilidades para explicar a ausência deles nas relações anteriores: o treinador não levou fé em sua utilização ou se viu com jogadores tão bons quanto ou, ainda, teve de se render ao crescimento e à boa fase do convocado. A última opção é cada vez mais rara na seleção. Os técnicos têm se "fechado" com elencos.

Dunga foi outro comandante nacional que preferiu levar basicamente jogadores que já havia testado. Para a Copa da África do Sul, em 2010, Michel Bastos (3 jogos pelo Brasil), Gilberto (2) e Grafite (1) foram as surpresas. O trio foi levado mesmo com menos de quatro partidas pela seleção.

O treinador já havia testado 44 jogadores diferentes nas 25 partidas que antecederam sua lista final. Era um número alto, mas Dunga precisava testar. Ele nunca levou em consideração qualquer trabalho deixado pelos antecessores. Foi contratado pela CBF para acabar com o que chamava nos corredores da entidade de "farra da Copa de 2006", quando o time se portou livre, leve e solto - e voltou para casa mais cedo.

Os testes incluíram os jogos que renderam ao Brasil o título da Copa das Confederações de 2009. A competição serviu para montar a base que foi para a África: 18 atletas que integraram aquele time voltaram para a campanha que se encerrou na derrota para a Holanda por 2 a 1, nas quartas de final.

A conclusão que se tira é que Dunga gostou do rendimento da seleção na Copa das Confederações e se convenceu de que o grupo poderia ser repetido na África do Sul.

DEPOIS DO TETRA - Técnico do tetra, Carlos Alberto Parreira foi o treinador que mais utilizou jogadores na seleção nas últimas duas décadas: 48 atletas diferentes entraram em campo nas 28 partidas disputadas sob o seu comando, entre 2004 e 2006, período final de preparação para o Mundial da Alemanha - e isso sem contar o jogo festivo que marcou a despedida de Romário.

Para reduzir a lista de 48 para 23 que foram à Copa de 2006, Parreira também optou pela experiência. O atacante Fred, utilizado apenas duas vezes no time, e o volante Mineiro, que não havia jogado ainda com Parreira e só entrou porque o escolhido para a posição, Edmilson, se machucou, foram as exceções. Ambos, porém, foram à Alemanha apenas para compor o elenco.

UM CASO À PARTE - Técnico do Brasil na última conquista e também no maior fracasso do time em Mundiais, Luiz Felipe Scolari foi um caso à parte. Tanto para a Copa do Mundo de 2002 (a do penta) quanto para a de 2014 (a do 7 a 1), ele assumiu a equipe apenas nos anos anteriores às disputas, tendo, portanto, menos jogos para testar os convocados.

Nas duas ocasiões, Felipão chegou para apagar incêndio. Isso não quer dizer que tenha sido ortodoxo. Ao contrário: utilizou nada menos do que 46 jogadores nas 13 partidas que teve entre o momento que assumiu e o dia em que divulgou a lista para o Mundial do Japão e da Coreia do Sul - e isso sem computar três amistosos em que só foram chamados atletas que atuavam no Brasil.

Ele arriscou tudo apostando na recuperação de Ronaldo, na boa fase de Rivaldo e contra uma pressão popular por Romário. Levou quem confiava. E fez um grupo coeso e redondo, a "família Scolari".

Entre 2013 e 2014, ano da Copa do Mundo em terras brasileiras, Felipão teve 18 jogos até definir os escolhidos. No período, que incluiu um título de Copa das Confederações, foram 44 jogadores em campo.

CATAR - Desde que o futebol retornou após a parada provocada pela pandemia, Tite já utilizou 41 jogadores em 16 partidas - o jogo interrompido contra a Argentina não conta.

Antes de anunciar a lista com 23 jogadores que irão ao do Catar, o treinador deverá ter pelo menos mais oito partidas para testar atletas. São quatro pelas Eliminatórias (que podem virar cinco se a partida contra a Argentina for remarcada) e quatro em datas Fifa.

Essas partidas certamente ainda servirão para o técnico definir o grupo. É a chance para nomes que surgiram recentemente, como Raphinha e Antony, ou para quem sempre esteve no radar, mas quase não foi chamado por alguma circunstância, casos de Daniel Alves e Lucas Veríssimo.

Tempo ainda há, e o histórico das últimas Copas que mostra que atuar em pelo menos quatro partidas é ótimo começo. Jogador que se enquadra nesse critério, pode ser "pescado" por Tite na reta final.

A Conmebol divulgou nesta terça-feira as datas e horários das próximas duas rodadas das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo do Catar. Líder do torneio e classificada com antecedência ao Mundial, a seleção brasileira tem como próximos adversários Equador e Paraguai.

O Brasil abre a 15ª rodada diante dos equatorianos no dia 27 de janeiro, uma quinta-feira, às 18 horas (de Brasília). O duelo será disputado na altitude de Quito. Na rodada seguinte, a 16ª, o time de Tite encara os paraguaios dia 1º de fevereiro, terça-feira, às 21h30, no Mineirão, em Belo Horizonte.

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É possível que Tite não convoque atletas que atuam no futebol brasileiro para as próximas rodadas das Eliminatórias, repetindo o que fizera na Data Fifa anterior, em novembro. Na ocasião, o treinador evitou chamar jogadores de equipes nacionais para não atrapalhar os clubes que estavam envolvidos em decisões. Desta vez, o motivo pode ser a falta de ritmo dos atletas, que estão de férias e se reapresentam a seus clubes em janeiro.

A seleção brasileira lidera com folga as Eliminatórias. Tem 35 pontos, seis a mais que a Argentina, que também já se garantiu na Copa do Catar, em 2022, e ainda não perdeu na competição. Em 13 confrontos, o time de Tite ostenta 11 vitórias e empatou duas vezes.

Depois desses dois próximos compromissos, restarão mais duas partidas para o Brasil encerrar sua participação no torneio classificatório ao Mundial. Os adversários são Chile e Bolívia. Há também o duelo suspenso com os argentinos, que depende da decisão da Fifa para ser ou não realizado.

O clube norueguês Tromso IL apresentou nesta segunda-feira "a primeira camisa de futebol com código QR do mundo", iniciativa que visa falar sobre direitos humanos no Catar antes da realização da Copa do Mundo de 2022 no país, alvo de críticas pelas condições oferecidas aos trabalhadores do evento. A ação é resultado de uma parceria com a Anistia Internacional.

O novo uniforme da equipe contém as formas geométricas características por toda a extensão da camisa. Quando escaneadas pela câmera do celular, o usuário é levado para um site que trata sobre os direitos humanos e o "sportwashing", estratégia para melhorar a reputação de um país ou lugar, no Catar por causa do Mundial.

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"Com isso, esperamos estimular primeiro conversas e depois mais debates. Queremos mais exposição sobre estes temas", disse Tom Hogli, ex-jogador profissional que se tornou gerente de relações públicas da Tromso IL, durante a apresentação da camisa.

A equipe da primeira divisão vestirá esta camisa única no domingo contra o Viking, na final do campeonato, antes do recesso de inverno. Segundo o Tromso, eles foram o primeiro clube de futebol profissional do mundo a convocar um boicote à Copa do Catar em forma de protesto contra as condições dos trabalhadores imigrantes no país.

A ideia de um boicote vem fazendo sucesso na Noruega, mas uma votação dentro da federação nacional finalmente descartou essa possibilidade, em junho deste ano. Em campo, a seleção norueguesa, que conta com o jovem astro Erling Haaland, do Borussia Dortmund, não conseguiu se classificar.

O Catar, por sua vez, rejeita veementemente essa crítica, observando que reformou sua legislação trabalhista e estabeleceu um salário mínimo. Reconhecendo as reformas introduzidas, a Anistia Internacional no mês passado ao Catar para cessar os abusos contra trabalhadores imigrantes durante as obras para o evento.

A menos de um ano para o início da Copa do Mundo de 2022, o Catar inaugurou nesta terça-feira o estádio Al Bayt, que vai sediar o jogo de abertura do Mundial, em 21 de novembro do próximo ano. O local recebeu o confronto entre a seleção da casa e o Bahrein, pela Copa Árabe, considerado o grande evento-teste para a Copa de 2022.

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O Al Bayt está localizado a cerca de 50 quilômetros da capital Doha e tem capacidade para receber 60 mil pessoas. O estádio, cujo nome significa casa ou lar, contou com show de luzes e espetáculo de artes baseado na cultura árabe na cerimônia de abertura da competição regional, que será disputada até o dia 17 de dezembro.

A arena, que também receberá jogos das oitavas de final, quartas e uma semifinal, é uma das maiores da Copa de 2022. Em capacidade, só está atrás do estádio de Lusail, que vai receber a final e tem condições de receber até 80 mil torcedores. Entre oito estádios do Mundial, o Al Bayt é o sexto a ser inaugurado. E o sétimo também recebe sua primeira partida nesta terça, entre Emirados Árabes Unidos e Síria.

Trata-se do estádio 974, também chamado de Ras Abu Aboud. O número faz referência ao número de contêineres que integram a estrutura do local e também é o código telefônico do Catar. A arena pode receber até 40 mil pessoas e será lugar de jogos da fase de grupos e também das oitavas de final.

Antes destas duas arenas, os estádios Ahmed Bin Ali, Al Janoub, Education City e Internacional Khalifa já haviam sido inaugurados. Somente o Khalifa já existia antes de o Catar ser escolhido como sede da Copa de 2022. Os demais foram construídos nos últimos anos. O 974 será desmontado ao fim do Mundial.

Somente o estádio Lusail ainda não foi inaugurado. Sede da grande final da Copa, ele está em fase final de acabamento das obras. A expectativa é que receba seu primeiro jogo de futebol entre janeiro e março do próximo ano.

Buscando se reforçar para conseguir a vaga para a Copa do Mundo do Catar, a Itália, que está na repescagem, deve tentar trazer três talentos brasileiros para sua seleção. João Pedro, Luiz Felipe e Roger Ibañez estão na mira da Azurra, segundo informações do colunista Rafael Reis.

Dos três, o mais propício a aceitar é o atacante João Pedro que atua no Cagliari e vem tendo bom rendimento a algum tempo no futebol italiano. Aos 29 anos, o jogador teve passagens no Brasil por Santos e Atlético-MG, mas atua na Itália desde 2014, tendo marcado cerca de 80 gols com a camisa do Cagliari. Na temporada 2021/22, são oito bolas na rede em 14 partidas.

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Dois jovens ainda querem vestir a canarinha

Um dos outros especulados é Luiz Felipe, zagueiro da Lazio, de 24 anos, que já recusou convocações para as seleções de base italianas. Ele parece aguardar um novo ciclo da seleção brasileira, na esperança de ser convocado.

Já Roger Ibañez, que completa a lista do colunista, apenas 23 anos, já passou pelas seleções de base do Brasil e também tem esperança de ser utilizado futuramente. Ele surgiu no Sergipe em 2017 e, após passar pelo Fluminense, chegou a Atalanta e foi emprestado a Roma, onde permanece nessa temporada.

Itália já tem três brasileiros

Pela Itália, já jogam os brasileiros naturalizados Emerson Palmieri, lateral do Lyon, Rafael Tóloi, zagueiro da Atalanta e o meio-campista Jorginho, do Chelsea.

Os três foram recentemente campeões da Eurocopa e buscam ajudar também na classificação a Copa do Mundo de 2022.

Recentemente, a Federação Internacional de Futebol (FIFA) definiu os chaveamentos para a repescagem das seleções europeias. Ao todo, 12 times estão na disputa, e apenas três deles vão chegar até o mundial do ano que vem, no Catar: Áustria, Escócia, Itália, Macedônia do Norte, País de Gales, Portugal, Polônia, República Tcheca, Rússia, Suécia, Turquia e Ucrânia. Diversos elencos contam com grandes craques que já estão com a idade avançada, e por conta disso, o LeiaJá separou uma lista com os cinco maiores nomes que podem ficar de fora do mundial.

Cristiano Ronaldo

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Não há dúvidas que uma das maiores lástimas para o futebol pode ser a ausência de Cristiano Ronaldo no mundial de 2022. O português esteve presente nas últimas quatro edições de Copa do Mundo (2006, 2010, 2014 e 2018), e sua presença no Catar é esperada pelos amantes do futebol, já que o gajo está próximo dos 37 anos de idade, e esta pode ser sua última participação no mundial. Apesar da situação atual, a seleção liderada por Fernando Santos possui grandes jogadores, como Bernardo Silva, Bruno Fernandes e Rúben Dias, mas até ao momento não encontrou uma forma autêntica de jogar, e assim, Portugal está na repescagem e corre o risco de não ir competir no Catar.

Robert Lewandowski

Não há como imaginar uma Copa do Mundo sem a presença do atual melhor jogador do planeta. Robert Lewandowski vive situação dramática com a seleção da Polônia, já que o elenco é limitado e passa a depender, em grande parte, do atacante. Vale lembrar que Lewandowski tem apenas uma campanha de Copa do Mundo no currículo, em 2018 na Rússia, quando a Polônia conseguiu a classificação. A atuação da seleção foi um dos grandes fiascos, e de lá para cá, o atacante continua seu sonho em participar da Copa do Mundo. Entretanto, os poloneses vão precisar derrotar a Rússia, a Suécia ou República Tcheca para poder seguir no mundial.

Zlatan Ibrahimovic

Dentre todos os integrantes da lista, este é o mais velho. Zlatan Ibrahimovic atualmente possui 40 anos e ao longo dos anos se tornou uma das maiores figuras do mundo da bola, muito por conta de seus lances mágicos e acrobáticos, fora as declarações polêmicas ao se intitular o maior jogador de todos os tempos. Num geral, a Suécia não é uma das piores seleções e possui um elenco que se torna limitado individualmente, mas funcional coletivamente. Vale lembrar que a Suécia esteve na última Copa do Mundo da Rússia, e chegou até as quartas de final, mas apesar disso, existe a possibilidade de ficarem de fora do Catar, assim como Zlatan.

Gareth Bale

Ainda que sua melhor fase já tenha passado, Gareth Bale é um dos grandes nomes da atual geração, muito por conta de suas performances na era Real Madrid, e as campanhas vitoriosas da UEFA Champions League. Apesar disso, o galês nunca foi um dos grandes protagonistas em sua seleção, e sempre dividiu o fardo com seus companheiros. Atualmente, outros bons jogadores compõem o grupo galês, como o ponta Daniel James e o meia Aaron Ramsey. Ainda existem chances do País de Gales estar presente no Catar, mas para isto, o elenco de Gareth Bale vai precisar vencer a Áustria, Escócia ou Ucrânia.

Jorginho

Uma das grandes seleções que vinham tendo campanhas de alta nível foi a Itália, que chegou a conquistar o 3° lugar na última edição da Nations League e estava há mais de 30 jogos sem perder uma partida. Ainda assim, a campanha nas eliminatórias não foi tão efetiva  e agora vive um drama, com o risco de ficar fora da Copa do Mundo. Um dos grandes nomes desta seleção é o meio-campista Jorginho, que passou a ser referência no futebol internacional após grande destaque no Chelsea, e hoje domina a intermediária como ninguém, seja pelos passes de alto nível, a capacidade de construção de jogadas e as ferramentas defensivas.

 

 

Itália ou Portugal não estará na Copa do Mundo do Catar. As duas seleções, últimas a conquistarem o título europeu, poderão se enfrentar na final do Grupo C da repescagem europeia, após sorteio realizado, nesta sexta-feira. Os italianos vão ter pela frente a Macedônia do Norte, em duelo em território italiano, enquanto os portugueses receberão a Turquia.

As semifinais acontecerão no dia 24 de março de 2022, uma quinta-feira. As finais serão na terça-feira seguinte, dia 29. Após a disputa das semifinais, um novo sorteio será realizado para definir os mandantes nas finais.

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Vale lembrar que Portugal e Itália chegaram à rodada decisiva das Eliminatórias Europeias dependendo de suas forças. Portugal jogava por um empate contra a Sérvia, em casa, saiu na frente, mas acabou levando a virada e perdendo a vaga no confronto direto.

A Itália tinha dois jogos para manter a liderança e a classificação, porém apenas empatou com a rival Suíça, por 1 a 1, em casa, jogo com pênalti desperdiçado por Jorginho no fim, e depois não saiu do 0 a 0 com a Irlanda do Norte, sendo ultrapassada pelos suíços.

Já a disputa no Grupo A vai reunir seleções com menos tradição em Mundiais. Pais de Gales, Áustria, Escócia ou Ucrânia vão duelar por uma vaga. A Ucrânia foi a última destas seleções a participar de uma copa (2006). Escócia e Áustria atuaram pela última vez em 1998, enquanto País de Gales não atua desde 1958.

No Grupo B, o sorteio também definiu que um grande artilheiro do futebol europeu ficará pelo caminho. A Polônia, de Lewandowski, encara a Rússia na semifinal. Garantindo a vaga, pode ter pelo caminho a Suécia do veterano Ibrahimovic, que encara a República Checa.

Além dos dez europeus, apenas Brasil, Argentina e Catar (país sede) já estão confirmados na Copa do Mundo, que será disputada entre 21 de novembro e 18 de dezembro de 2022. O sorteio da fase final do Mundial está previsto para abril do ano que vem.

Com o fim da fase de grupos das Eliminatórias Europeias, dez seleções do Velho Continente já estão classificadas para a Copa do Mundo do Catar. Alemanha, Dinamarca, França, Bélgica, Croácia, Espanha, Sérvia, Inglaterra, Suíça e Holanda lideraram suas chaves e garantiram suas vagas no Mundial.

Confira os confrontos em jogo único:

Grupo A

Escócia x Ucrânia

País de Gales x Áustria

Grupo B

Rússia x Polônia

Suécia x República Checa

Grupo C

Itália x Macedônia do Norte

Portugal x Turquia

A Mercedes divulgou nesta sexta-feira (19) o capacete LGBTQIA+ que será usado pelo heptacampeão da Fórmula-1, Lewis Hamilton, durante todo o GP do Catar.

Com o preto e azul padrões de seu capacete predominantes, uma grande faixa de cores arco-íris colore a parte do topo da cabeça a quase o pescoço do piloto. Na parte de trás, a frase “We Stand Together”, “nós estamos juntos”, em tradução literal, está estampada.

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O capacete é em alusão a um pedido de possíveis violações de direitos humanos no país, que Hamilton clamou por investigações em entrevistas coletivas. No país do Oriente Médio, as pessoas LGBTQIA+ podem ser punidas até com a pena de morte, pois as suas relações são proibidas nas escrituras da religião mulçumana.

Será a primeira vez a Fórmula 1 irá ter um GP no Catar e Hamilton usou coletiva de imprensa em Doha para protestar sobre.

“Nós estamos cientes de que existem problemas nesses lugares para onde vamos. Mas é claro que o Catar parece ser considerado um dos piores nesta parte do mundo. Quando esportistas vão a esses lugares, eles têm a obrigação de chamar atenção para esses problemas. Esses lugares precisam de atenção, direitos iguais são uma questão séria”, afirmou.

Confira fotos do capacete que será usado por Hamilton:

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Catar é alvo de ativistas

O Catar vem sendo denunciado frequentemente por grupos de direitos humanos pela opressão a mulheres e grupos LGBQIA+, além das acusações de exploração de trabalhadores nos preparativos para a Copa do Mundo de 2022.

Outros atletas já chegaram a denunciar a causa. Em Março, Toni Kroos, atleta do Real Madrid, chegou a classificar como inaceitáveis as condições de trabalho que as pessoas estão sendo submetidas no país para construção das obras em prol da Copa.

Em visita ao Oriente Médio, o presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira que apoia a proposta da Fifa de realizar a Copa do Mundo a cada dois anos, em vez da periodicidade atual, de quatro em quatro anos. Ele fez a declaração ao lado do presidente da entidade, o suíço Gianni Infantino.

"A CBF é que vai dar o norte de como proceder. Opinião minha como peladeiro: a Copa do Mundo de dois em dois é bem-vinda, ajuda no aspecto econômico. Sou apenas um torcedor, apaixonado por futebol, o que a CBF decidir estou com eles", disse Bolsonaro.

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O presidente e seus ministros também reuniram-se com o emir do Catar, xeque Tamim bin Hamad al-Thani. Eles visitaram o Estádio Lusail, que será a sede da final da Copa do Mundo de 2022. Bolsonaro disse que o governo do Catar defende a alteração na periodicidade do torneio e indicou que vai conversar sobre o tema com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

A proposta da Fifa é realizar a cada dois anos a Copa do Mundo, em vez de a cada quatro, como ocorre atualmente. A ideia é controversa e já gerou diversas críticas por parte dos clubes e das entidades europeias. A Uefa, que perderia dinheiro com a proposta, reclama também do desgaste dos jogadores.

Na América do Sul, a ideia também vem prosperando. Até o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, já criticou a proposta. E sugeriu possível boicote das seleções da região à Copa caso o novo formato seja aprovado no futuro.

Diante dos ataques, a Fifa deu um passo atrás em seus planos e indicou que a ideia só voltará a ser discutida em 2022. Uma reunião em dezembro entre a entidade e suas 211 federações associadas deve indicar qual caminho a Fifa deve seguir com a controversa proposta.

O Brasil empatou com a Argentina em 0 a 0 na noite dessa terça-feira (16) e um lance em específico gerou grande polêmica na partida. No primeiro tempo, Otamendi acertou Raphinha com uma cotovelada que gerou muito sangue e cinco pontos na boca do atacante brasileiro. Após a partida, em post do canal argentino TyC Sports no Instagram perguntando sobre o lance, o zagueiro comentou seu ponto de vista: “Todo pelota (Só na bola)”, ironizou.

Na publicação do canal argentino, é questionado aos torcedores sobre a possibilidade de cartão vermelho: “Nós escapamos ou não foi nada?”. A maioria brincou com a situação, mandando seguir o jogo, alegando simulação. Brincadeira endossada pela ironia de Otamendi.

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O lance e a reclamação

Ainda no primeiro tempo, Raphinha driblou dois marcadores, perdeu a bola e na tentativa de recuperar, tomou uma cotovelada de Otamendi, que rapidamente ainda levanta o jogador brasileiro, no intuito de o acusar de simulação.

Mesmo com o lance na frente do auxiliar de arbitragem e com sangue mostrado por Raphinha, nada foi feito, nem ao menos a marcação de uma falta a favor da seleção brasileira.

O VAR foi o mais criticado pela polêmica, por ter checado o lance por diversos ângulos e não ter chamado o árbitro principal para verificação de possível cartão vermelho.

Após o jogo, Tite deu entrevista coletiva chateado com o lance, alegando que podia ter mudado o rumo da partida e ter sido um absurdo a atuação principalmente do VAR.

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Após confirmação de que Neymar desfalcará a seleção brasileira no confronto contra a Argentina pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo nesta terça-feira (16), o Extra divulgou maratona de festas realizadas pelo atacante, desde a última partida contra a Colômbia, na última quinta-feira (11), com direito a duas viradas de noite e beijos com a atriz e cantora Mariana Rios.

A vitória sobre a Colômbia por 1 a 0 fez com que o Brasil se tornasse a primeira seleção da América do Sul garantida na Copa do Catar em 2022 e deu aos jogadores, dois dias de folga, que por Neymar, foram bem aproveitados. Segundo o jornal, na mesma noite do jogo a festa foi no bar Santo Cupido e foi até o amanhecer, com a presença de amigos e outros famosos como João Guilherme e Duda Reis. Em certo período da noite, o atacante do PSG chegou a trocar beijos com Mariana Rios, que renderam até envio de flores a atriz no dia seguinte.

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Na sexta (12), Neymar fez algo mais privado e em sua mansão no Alphaville, com celulares proibidos e muitos famosos convidados, rolou até show de Pedro Sampaio.

A festa que durou até as 6h da manhã contou com a presença de outros jogadores da seleção como Vinícius Júnior e Lucas Paquetá, além dos cantores Pocah, Rodolffo e Kevinho.

Ao se reapresentar a seleção, na manhã do último sábado (13), foi descoberto um desconforto muscular na coxa esquerda de Neymar, o que impossibilita sua participação na partida contra a Argentina.

As Yaras, seleção feminina brasileira de rúgbi de sete, estão classificadas para a Copa do Mundo da categoria, marcada para setembro de 2022, na Cidade do Cabo, na África do Sul. A vaga veio nesse sábado, com uma vitória por 36 a 5 sobre a Colômbia, no Carrasco Polo Club, em Montevidéu, durante disputa da final do Campeonato Sul-Americano.

Única representante sul-americana nas edições de 2009, 2013 e 2018, as Yaras terão a companhia das colombianas desta vez. O desempenho da seleção comandada pelo head coach Willian Broderick e pela capitã Luiza Campos foi bastante sólido, com seis vitórias em seis jogos, 264 pontos marcados dentro de campo, 42 tries e 27 conversões. Apenas Colômbia, Uruguai e Argentina, que terminou em terceiro lugar no torneio, conseguiram anotar pontos na defesa brasileira.

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"Agradeço ser reconhecida pelo desempenho, mas nosso resultado é coletivo, vem de um trabalho forte com um grupo bem numeroso de atletas. Estamos muito contentes em representar mais uma vez o rugby sul-americano na Copa do Mundo e poder compartilhar os aprendizados do alto rendimento com as demais seleções do nosso continente", disse Bianca Silva, eleita pela Sudamérica Rugby como a melhor jogadora da competição.

Com mais uma boa atuação de Bianca, as Yaras foram avassaladoras nos primeiros sete minuto, marcando cinco tries com Thalia Costa, três vezes, Mariana Nicolau e Bianca Silva, além das conversões de Raquel Kochhann e Isadora "Izzy" Cerullo.

Na etapa final, a folga no placar continuou graças ao bom desempenho defensivo. Apesar de penais cometidos, decorrentes da forte luta pela bola, as Yaras ainda marcaram um try com Marcelle Souza, completado por Izzy. No fim da partida, Leidy Soto marcou o try de honra das colombianas.

Após se reunir no Paraguai, o conselho da Conmebol decidiu por se manifestar contrário ao novo desejo da FIFA de transformar a Copa do Mundo em um torneio de 2 em 2 anos, ao invés do habitual 4 em 4. 

Em comunicado nesta quarta-feira (27), a entidade afirmou que se a mudança for confirmada, as seleções que respondem a ela não irão participar. Isso inclui o Brasil, única seleção do mundo que participou de todas edições do torneio. 

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Segundo a Conmebol, “não existe razão, benefícios ou justificativa para a mudança imposta pela FIFA”. Por isso ela afirma que as 10 seleções que formam a entidade não vão participar da Copa do Mundo a cada dois anos. A entidade ainda ressalta a tradição com o torneio de 4 em 4 anos que já dura cerca de 100 anos de história.

A Fifa anunciou na quarta-feira a convocação das federações para uma reunião no dia 20 de dezembro com o objetivo de discutir "o futuro do futebol". Entre as pautas do encontro está a polêmica proposta de organizar a Copa do Mundo a cada dois anos em vez de quatro, assim como os torneios continentais de seleções. A Fifa está em marcha contra o crescimento do interesse pelos torneios de clubes, como Libertadores e Liga dos Campeões.

De acordo com a entidade máxima do futebol, uma videoconferência com as 211 federações integradas ao órgão será realizada na data marcada para discutir o assunto de maneira conjunta depois de todos eles terem sido consultadas sobre o assunto.

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Ainda segundo a Fifa, que lançou um estudo de viabilidade desde maio de 2021 sobre a possibilidade de realizar a Copa do Mundo cada dois anos, "ouvirá todas as opiniões em um processo de consulta inclusiva e exaustiva", declarou Gianni Infantino, presidente da entidade. Os clubes também temem ser privados de seus jogadores por mais tempo, e associações de torcedores desconfiam da possibilidade da principal competição do futebol ficar desvalorizada.

A cúpula virtual vai "ter como objetivo chegar a um acordo" sobre o calendário internacional e a distribuição das janelas dos jogos das seleções nacionais e dos períodos em que os jogadores ficam à disposição dos seus clubes, afirmou a entidade. O projeto de uma Copa do Mundo bienal, promovido pela Fifa, tem gerado diversas resistências entre os jogadores, que denunciam o aumento da frequência de partidas.

O debate sobre um mundial a cada dois anos foi relançado em setembro pelo ex-técnico francês Arsène Wenger, diretor de desenvolvimento da Fifa, que defende um torneio internacional de seleções todos os anos, alternando Copa do Mundo e competições continentais, como a Eurocopa ou a Copa América. A Uefa, a confederação europeia do futebol, e a Conmebol, que comanda a modalidade na América do Sul, não têm sido favoráveis a esta iniciativa até agora.

Nesta campanha de opinião, a Fifa divulgou uma enquete online na última quinta-feira informando sobre uma pequena maioria de fãs de futebol que apoiam a ideia de uma Copa do Mundo "mais frequente". Este estudo contrasta com a clara oposição expressa por várias dezenas de associações nacionais de fãs.

A proposta de realizar uma Copa do Mundo de futebol a cada dois anos preocupa o Comitê Olímpico Internacional (COI), que apelou para que as negociações sobre o tema sejam mantidas e ampliadas. A entidade afirmou estar "muito preocupada" com o impacto que um Mundial bienal possa ter sobre outras modalidades esportivas, bem como no bem estar dos jogadores e no aumento das modalidades masculinas, já que afetaria a "igualdade de gênero".

"Diversas federações internacionais de outros esportes, federações nacionais de futebol, clubes, jogadores, associações de jogadores e treinadores expressaram fortes reservas e preocupações em relação aos planos de gerar mais receitas pela Fifa", explicou o COI em um comunicado oficial divulgado nesta segunda-feira.

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"O COI partilha dessas preocupações e apoia os apelos dos atores do futebol, das federações esportivas internacionais e dos organizadores de grandes eventos para uma consulta mais ampla, inclusive com os representantes dos atletas, o que obviamente ainda não aconteceu", prosseguiu a entidade.

Nesse sentido, o COI exigiu mais discussões sobre os planos para a realização da competição. As propostas da Fifa serão votadas em dezembro deste ano pelas 211 associações membros e o presidente Gianni Infantino, também membro do COI, viajará pelo mundo para reunir apoios para a ideia, que tem sido liderada pelo ex-treinador do Arsenal, o francês Arsène Wenger.

O plano recebeu duras críticas de várias federações continentais e nacionais, grupos de jogadores e torcedores, não sendo claro se poderá seguir em frente. Há poucos dias, a Uefa destacou a sua preocupação com o impacto da realização de uma Copa do Mundo a cada dois anos, incluindo a "diluição" do valor da competição, bem como o risco de os jogadores trabalharem muito e o futebol feminino sofrer.

Por outro lado, clubes, ligas e confederações europeias e sul-americanas estão confiantes de que podem impedir o plano, independentemente do resultado de uma votação, dado que representa "uma divisão prejudicial no cenário internacional".

A Fifa está fazendo várias mudanças no seu modelo de negócio. Há poucas semanas, foi revelada a intenção de considerar a possibilidade de transferir os seus negócios comerciais da Suíça para os Estados Unidos com o objetivo de aumentar a fonte de receita.

CONVITE - A Fifa convidou os treinadores de todas as 211 seleções masculinas filiadas à entidade para uma reunião sobre seus planos para uma Copa do Mundo bienal e um novo calendário de partidas internacionais. As videoconferências para os técnicos serão realizadas nesta semana e serão conduzidas por Arsène Wenger, que tem o cargo de chefe de Desenvolvimento Global do Futebol da entidade.

"A contribuição de um técnico de uma seleção masculina é essencial. As oportunidades de estarmos juntos são poucas e raras, mas devemos aproveitar essas ocasiões, pois esse diálogo nos ajuda a proteger o lugar único que o futebol tem no mundo e torná-lo verdadeiramente global", afirmou Arsène Wenger.

Muito perto da classificação para a Copa do Mundo do Catar e líder com folga das Eliminatórias Sul-Americanas, a seleção brasileira encerra neste quinta-feira (14), às 21h30 (de Brasília), contra o Uruguai, a rodada tripla de outubro. Os resultados são bons, mas o futebol apresentado recentemente não agrada. Por isso, o objetivo principal é fazer uma boa apresentação na Arena da Amazônia, em Manaus, onde cerca de 14 mil torcedores poderão assistir ao time de Tite. Será a primeira partida do Brasil com público no País desde o início da pandemia do novo coronavírus.

Os 10 mil ingressos colocados à venda pela CBF - com valores de R$125 a R$ 500 - para o confronto foram esgotados em menos de dois dias. No total, incluindo convidados, 14 mil pessoas vão ver de perto o duelo na capital amazonense. Com o objetivo de estimular a vacinação no Estado, o governo do Amazonas sorteou 3 mil entradas entre as pessoas que já tomaram as duas doses da vacina contra a Covid-19.

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"O calor da torcida brasileira é único. Espero que o ambiente no jogo de Manaus seja excelente, com duas das maiores seleções do mundo em campo. Vamos jogar em casa, então temos obrigação de propor. Queremos fazer de tudo para disputar uma excelente partida e merecer vencer", disse o volante Fabinho, titular no meio de campo na ausência de Casemiro.

O técnico Tite guarda boas recordações de Manaus. Foi na capital amazonense que o treinador fez seu primeiro jogo no comando da seleção em solo brasileiro. Naquela ocasião, em setembro de 2016, o Brasil venceu a Colômbia por 2 a 1, com gols de Miranda e Neymar.

Construída para a Copa do Mundo de 2014 e, desde então, pouco utilizada, a Arena da Amazônia apresentava problemas de estrutura. Os reparos foram feitos e o estádio voltará a ser palco de um jogo da seleção. Os torcedores esperam ver uma vitória dos comandados de Tite, mas, sobretudo, uma atuação com mais brilho. O time soma 28 pontos e está invicto nas Eliminatórias após dez jogos.

"Temos sido criticados pela forma que jogamos. O momento não é dos melhores, apesar dos resultados positivos", reconheceu o zagueiro Thiago Silva. Um dos líderes do elenco, ele completou 100 jogos pela seleção diante da Colômbia. O veterano entende que o ciclo para o Catar está sendo bem feito, apesar de algumas exibições ruins. Nem Neymar tem escapado das críticas.

"Embora não tenhamos jogado super bem, estamos no caminho das vitórias. Os tropeços nos dão forças. Faz com que criemos uma casca mais forte. Estamos passando por essas etapas e vamos chegar firmes e fortes no Catar".

Tite sinalizou mudanças na defesa e no ataque. A posição confortável na tabela permite que o treinador faça algumas alterações antes e durante as partidas para testar os atletas que quer ver em ação. Raphinha, elogiado por ter melhorado a produção ofensiva do time nos últimos dois jogos ao sair do banco de reservas, deve ganhar a primeira chance entre os titulares. A tendência é de que o atacante do Leeds ocupe o lugar de Gabriel Barbosa, formando um trio ofensivo com Neymar e Gabriel Jesus.

No gol, Ederson treinou como titular e deve começar jogando após Alisson ser o escolhido nos dois jogos anteriores. Tite indicou que usará Emerson no lugar de Danilo na lateral-direita e a zaga será formada por Thiago Silva e Lucas Veríssimo. Marquinhos, dessa forma, ganha um descanso.

O Uruguai convive com críticas depois de ser atropelado pela Argentina e levar 3 a 0 no clássico disputado no último domingo. Atualmente no quarto lugar na classificatória para o Mundial de 2022, com 16 pontos, a seleção celeste não tem sido mais combativa como outrora e seus craques amargam um jejum de gols.

Luis Suárez e Edinson Cavani não balançam as redes no torneio sul-americano desde novembro do ano passado. São oito jogos sem marcar, o que desencadeou contestações. Cavani foi reserva diante da Argentina, mas deve voltar a ser titular contra o Brasil. O experiente Óscar Tabárez prepara outras mudanças.

O zagueiro Ronald Araujo se lesionou e é desfalque, bem como o flamenguista Arrascaeta, que sofreu uma lesão muscular diante da Colômbia. Matías Viña e Brian Rodríguez devem deixar a equipe. É provável que o palmeirense Joaquín Piquerez seja titular.

Nesta terça-feira (12), Portugal e Luxemburgo se enfrentam pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. O jogo ocorre no estádio Algarve, em Portugal, a partir das 15h45 (horário de Brasília).

Portugal ocupa atualmente a 2ª colocação no Grupo A, porém, a seleção possui um jogo a menos que a Sérvia (líder do grupo). Por outro lado, Luxemburgo está em 3° no grupo e possui sete pontos de diferença para Portugal.

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O treinador da seleção portuguesa falou sobre a próxima partida. "São três finais e é nisso que temos que nos concentrar. Se tivermos equilíbrio estaremos próximos da vitória", analisou Fernando Santos. Com isso, o técnico deve entrar com: Rui Patricio; Cancelo; Pepe e Rúben Dias; Nuno Mendes; João Moutinho; Palhinha e Bruno Fernandes; Bernardo Silva; Cristiano Ronaldo e Rafael Leão.

Luxemburgo tem de vencer para continuar vivo na competição. Com apenas duas vitórias e três derrotas, a seleção precisa encostar em Portugal e vencer a próxima partida. O técnico Luc Holtz deve entrar com: Moris; Jans; Chanot e Carlson; Pinto; Martins; Deville; Thill; Barreiro e Rodríguez; Sinani.

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