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Para celebrar o Dia das Crianças, o Circo Maximus oferecerá entrada gratuita aos pequenos que comparecerem ao espetáculo acompanhadas por pelo menos um adulto pagante, no dia 12 de outubro. A estrutura da trupe paranaense está instalada no Estacionamento do Centro Universo Recife, na Avenida Mascarenhas de Morais, bairro da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife. No Dia das Crianças, o circo contará com horários especiais: 10h30, 16h, 18h e 20h.

De acordo com o diretor do circo, Lucian Régis, a promoção busca devolver aos pequenos a alegria e magia do circo, que ficou suspensa por quase dois anos em razão da pandemia do Covid-19. “Para atender ao máximo de crianças possíveis, decidimos aumentar o número de espetáculos no Dia das Crianças. Além dos horários tradicionais de feriado, teremos uma sessão às 10h30”, comenta.

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Outra novidade da trupe para o mês de outubro é a participação especial do boneco Luquinhas Neto, dentre outros personagens infantis. Bonecos de fibra também são grandes atrativos para quem gosta de tirar fotos.

O elenco do circo conta com palhaços, malabaristas, equilibristas, contorcionistas e um globo da morte com cinco motoqueiros. Há ainda um show de acrobacia no aparelho de pêndulo aéreo. “Outro diferencial são os números criativos, caracterizando apresentações que estimulam o lúdico, a imaginação e a fantasia, especialmente nas crianças”, frisa o circo, por meio de sua assessoria de imprensa.

Serviço

Circo Maximus no Recife

Horário:

de terça a sexta, às 20h;

sábados e domingos, às 16h, 18h e 20h

Horário especial Dia das Crianças: às 10h30, 16h, 18h e 20h

Endereço: Estacionamento do Centro Universo Recife  ( Av. Mal. Mascarenhas de Morais, 2169 - Imbiribeira, Recife - PE, 51170-000)

Classificação: livre

Valores: Setor Lateral: infantil R$ 20, adulto R$ 40 / Setor Central: infantil R$ 25, adulto R$ 50 / Setor Camarote: Infantil R$ 40, adulto R$ 80.

Ingressos: Bilheteria do Circo ou pelo site.

Três irmãos, vindos de uma família de artistas circenses, precisam colocar em prática suas habilidades (ou a falta delas) para dar continuidade ao negócio da família, mesclando números que envolvem acrobacias, mágica e dança. Este é o mote do espetáculo “Os inigualáveis Hermanos Silva e o Circo Provisório”, contemplado com o Prêmio Rede Virtual de Arte e Cultura 2020, da Fundação Cultural do Pará - FCP, que será apresentado nesta sexta-feira (12) pelo Grupo Folhas de Papel, em seu perfil no Instagram @grupofolhasdepapel.

A partir das vivências dos artistas que integram o grupo, nas ruas de Belém e redondezas, surgiu o espetáculo. A mistura entre as linguagens do circo, palhaçaria e teatro, as quais dão o tom da encenação, ganhou formas concretas com as oficinas com Fernando Sampaio, do Grupo La Mínima, do projeto Palhaços sem Fronteiras e da formação dos três integrantes do Grupo Folhas de Papel.

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Formado pelos artistas Assucena Pereira (professora, atriz e palhaça), AJ Takashi (palhaço e dublador) e Tais Sawaki (atriz e palhaça), o grupo trabalha com a comicidade de forma política, desconstruindo as relações de opressões dentro desse universo. Levando o cômico às ruas de Belém e municípios, os artistas seguem fazendo projetos independentes de fomentação à cultura e formação de público, estabelecendo uma troca de risos, sensações e reflexões com a comunidade.

Serviço

Espetáculo “Os inigualáveis Hermanos Silva e o Circo Provisório”

Data: 12 de fevereiro

Local: Instagram do Grupo Folhas de Papel – @grupofolhasdepapel

Horário: 19h

FICHA TÉCNICA

Palhaços:

AJ Takashi

Assucena Pereira

Tais Sawaki

Sonoplastia: AJ Takashi

Iluminação: Bolyvar Melo

Fotografia: Danielle Cascaes

Por Lucas Corrêa.

Adaptado para atender aos protocolos de segurança relativos à pandemia do novo coronavírus, o festival Janeiro de Grandes Espetáculos transformou sua 27ª edição em JGE Conecta. té o dia 28 de janeiro, o público poderá conferir 35 espetáculos - sendo 13 deles presenciais -, de Teatro Adulto, Teatro para Infância e Juventude, Dança e Música. Confira alguns dos destaques da programação até o próximo domingo (24). 

Quinta - 21 de janeiro

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TEATRO ADULTO

Ópera D’água

Com a Reduto  CenaLAB (Surubim/PE)

Serviço:

19h, no Teatro do Parque

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$10 (meia), à venda no Sympla

Classificação: 16 anos

DANÇA

Mestiçagem (Manaus)

Serviço:

19h, online através do Youtube do festival

Gratuito com reserva de ingresso através do Sympla

Classificação: 18 anos

Sexta - 22 de janeiro 

ESCOLAS DE TEATRO, DANÇA E CIRCO

Processo Medusa

Com o Núcleo Biruta de Teatro (Petrolina)

Serviço:

16h, online através do Youtube do festival

Gratuito com reserva de ingresso através do Sympla

Classificação: 12 anos

MÚSICA

Lua Costa Canta Vanessa da Mata (Jaboatão dos Guararapes)

Sinopse: Homenagem a Vanessa da Mata feita por uma banda de mulheres que busca 

Serviço:

19h30, no Teatro Luiz Mendonça

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), à venda na Sympla

Classificação: Livre

TEATRO ADULTO

Jogo do Bicho

Com o Grupo Garagem (Manaus)

Serviço:

21h, online através do Youtube do festival

Gratuito com reserva de ingresso através do Sympla

Gênero: Drama

Classificação: 16 anos

Sábado - 23 de janeiro 

ESCOLAS DE TEATRO, DANÇA E CIRCO

Contos em Dor Maior

Com Escola de Teatros Fiandeiros (Recife)

Serviço:

16h, online, através do Youtube do festival

Acesso gratuito

Classificação: 10 anos 

TEATRO ADULTO

Desatinos

Com Cia Capela Alquímica (Recife)

Serviço:

20h, no Teatro de Santa Isabel

Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), à venda na Sympla

Classificação: 18 anos

MÚSICA

Istmo Digital

Com Sargaço NightClub (Recife)

Serviço:

21h, online, através do Youtube do festival

Ingressos: R$ 20, à venda na Sympla

Classificação: Livre

Domingo - 24 de janeiro 

PALAVRAÇÃO

Conversas virtuais que reforçam as pontes e ampliam os diálogos.

Serviço:

10h, online, através do Youtube do festival

Acesso gratuito

Classificação: Livre

TEATRO ADULTO

O Botequim da Elizeth Cardoso | INGRESSOS ESGOTADOS

Com Amotrans – Articulação e Movimento Para Travestis e Transexuais de PE (Recife)

Serviço:

19h30, no Teatro do Parque

Ingressos esgotados

Classificação: Livre

 

A programação completa pode ser vista no site oficial do festival. 

 

O governo francês decidiu proibir animais selvagens como atrações de espetáculos de circo, assim como a reprodução e a aquisição de novas baleias e golfinhos no país. A notícia foi dada pela ministra da Ecologia, Barbara Pompili.

A medida faz parte de um conjunto de leis que tem como objetivo garantir a segurança animal e evitar o desaparecimento de espécies em vias de extinção. A medida abrangerá cerca de 80 circos, somando mais de 230 animais, como leões, elefantes, tigres, hipopótamos e lobos, entre outros.

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Cerca de 20 países europeus já proibiram ou limitaram a presença de animais selvagens em circos.

A França destinará 8 milhões de euros (cerca de R$52,8 milhões) para a transformação dos circos itinerantes. Os circos tradicionais, que já não se utilizam de animais, não serão afetados.

Endividado até o "pescoço" e privado de apresentações há meses devido ao coronavírus, o Cirque du Soleil está à beira do abismo e uma intensa batalha se forma nos bastidores para salvar esta icônica companhia cultural canadense.

Para evitar a falência do grupo que fundou em Quebec em 1984 e depois vendeu em 2015, o cuspidor de fogo e magnata Guy Laliberté insinuou que era capaz de enfiar a mão no bolso novamente. "Essa recuperação terá que ser feita novamente pelo preço correto. E não a qualquer preço", afirmou o ex-circense de 60 anos, determinado a não ver seu "bebê" vendido a grupos privados.

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"Depois de uma cuidadosa reflexão", o bilionário decidiu embarcar no processo de resgate, "rodeado por uma super equipe", sem mais detalhes. A pandemia deu um duro golpe na famosa trupe que conquistou o planeta com seus espetáculos poéticos e coloridos e que orgulha os canadenses.

Futuro incerto

Um dos oito turistas espaciais que viajaram para a Estação Espacial Internacional em 2009, Laliberté renunciou o controle do circo por US$ 1 bilhão em 2015. A companhia foi transferida para as mãos do fundo privado norte-americano TPG Capital, que hoje possui 55% do capital, enquanto 25% pertence ao fundo chinês Fosun, proprietário do Club Med e Thomas Cook, e os 20% restantes, à público-privada Caixa de Seguros e Pensões de Quebec (CDPQ, suas siglas em francês).

A CDPQ já havia comprado em fevereiro, pouco antes da pandemia, 10% dos negócios ainda mantidos por Guy Laliberté. Desde 2015, o circo embarcou em custosas aquisições e reformas de salas de espetáculos permanentes ao mesmo tempo em que, de acordo com os críticos da imprensa de Quebec, seu característico espírito criativo estava em declínio.

De Las Vegas a Nova York ou China, os esforços equivocados vêm se acumulando sob suas tendas amarelas e brancas, elevando a dívida para mais de US$ 1 bilhão. Temendo que o circo "seja vendido a outros interesses estrangeiros", o governo de Quebec ofereceu recentemente um empréstimo condicional de US$ 200 milhões ao circo para relançar suas atividades.

No entanto, este "acordo de princípio" depende de que a sede do circo permaneça em Montreal e que a província possa recomprar as ações americanas e chinesas no momento oportuno, "pelo valor de mercado" e com "provavelmente um sócio local", afirmou Pierre Fitzgibbon, ministro da Economia de Quebec.

No mês em que se celebra a arte circense - dia 27 de Março é a data em que se comemora o circo -, os artistas que dedicam suas vidas à essa cultura estão impedidos de fazerem o que mais amam: trabalhar. Impossibilitados de fazer apresentações e também de viajar entre as praças (como chamam as cidades por onde passam), palhaços, mágicos, malabaristas e trapezistas precisam lidar com a ausência do aplauso do público e a falta de recursos para sobreviver. Para ajudá-los, a Comissão Setorial de Circo de Pernambuco está fazendo uma campanha para arrecadar doações para essas famílias.

Os circos itinerantes são, muitas vezes, o primeiro contato com arte para várias pessoas. Passando de cidade em cidade, algumas, às vezes, que nem dispõem de qualquer equipamento cultural, os circos levam entretenimento e diversão por onde passam. É o que faz Tita Alves, de 51 anos. Proprietária do Circo Alves,  ela vive da arte circense perpetuando o legado de seu bisavô. “Meus netos estão nascendo no circo e tenho fé em Deus que meus netos também nascerão aqui. A gente tem tanto orgulho de ser dessa cultura. O circo pra gente não é uma profissão, é uma tradição, além de profissão, ele é tudo”, disse em entrevista exclusiva ao LeiaJá.

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O Circo Alves tem uma equipe de 15 pessoas, entre crianças e adultos e, agora, se encontra parado em Caruaru, no bairro de Fernando Lira. Com uma plateia que comporta até 400 pessoas, o circo está impedido de realizar espetáculos ante a proibição de se promover eventos que provoquem a aglomeração de pessoas, em prevenção à disseminação do coronavírus. Tita conta que, agora, precisa contar com a solidariedade do público. “Nós estamos impossibilitados de nos mexer, são pessoas que nasceram pra isso e vivem disso com a família. Nós não estamos acostumados a pedir, mas estamos vivendo de doações”. Esta é a primeira vez que a circense suspende os trabalhos por tanto tempo, em cinco décadas de dedicação a essa arte.

Assim como Tita e o Circo Alves, muitos outros artistas circenses se encontram na mesma situação. Para ajudá-los, a Comissão Setorial de Circo de Pernambuco pede a ajuda do público. O movimento já conta com a ajuda de de algumas prefeituras, artistas, movimentos culturais e sociais e  ONGs. As pessoas também podem ajudar levando doações de alimentos e outros materiais de primeira necessidade diretamente aos circos.”Com as orientações de evitar circulação não colocamos um ponto central (para a coleta dos itens)”, explica Williams Sant'anna, coordenador da comissão.  “Agora é a hora da gente ser agraciado na retribuição daquela alegria que a gente leva”, espera Tita. .

Um lince de um circo localizado em Tskhinval, capital da República da Ossétia do Sul, "perdeu a cabeça" e atacou seu adestrador durante o espetáculo.

O vídeo publicado nas redes sociais mostra o momento em que o adestrador tenta encerrar a atuação, puxando a coleira do animal. Entretanto, o lince não estava respondendo aos comandos do adestrador.

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Pouco depois, o apoio onde estava o lince despencou, depois da insistência do adestrador para que o animal obedecesse. Ao ficar sem apoio, o lince, assustado, partiu para cima do adestrador, causando momentos de pânico no público presente. Momentos depois, o animal foi tranquilizado, enquanto o estado de saúde do adestrador ainda é desconhecido.

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Da Sputnik Brasil

O novo espetáculo do elenco pernambucano do Doutores da Alegria mistura dois universos bem distintos: as alas pediátricas dos hospitais e o circo. O médico é o monstro? inicia curta temporada nesta quinta (26), na Caixa Cultural Recife. As sessões acontecem até o próximo domingo (29), sempre em dois horários, às 16h e às 18h. 

A peça faz uma brincadeira com o título da novela do escocês Robert Louis Stevenson, O médico e o monstro, clássico publicado em 1886. No espetáculo, os 'doutores' apresentam o cotidiano de um hospital-picadeiro que é alterado pela visita de uma paciente inesperada. No palco, quatro palhaços ajudam a desenrolar o enredo. 

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A trilha sonora é original e assinada por Juliana de Almeida. A direção é de Arilson Lopes e a dramaturgia de Cleyton Cabral. A ficha técnica inclui ainda figurino, idealizado por Luciano Pontes, cenário de Fábio Caio, e iluminação de Luciana Raposo. A coordenação de produção é de Nice Vasconcelos.

Serviço

O médico é o monstro?

QUinta (26) a domingo (29) - 16h e 18h

Caixa Cultural Recife (Av. Alfredo Lisboa, 505 - Marco Zero)

R$ 30 e R$ 15

Indicado para maiores de seis anos

 

O Recife vai viver 10 dias de magia circense a partir desta sexta (1º). O 15º Festival de Circo do Brasil aporta na capital pernambucana e promove cerca de 16 atrações - sendo cinco estrangeiras e 11 nacionais - em diversos palcos espalhados pela cidade. A programação conta com oficinas, filmes e espetáculos.

Com o tema Super Humanos, o festival este ano homenageia os profissionais que fazem da superação o seu ofício há várias gerações. O público vai poder conhecer artistas e grupos da Espanha, da França, do Uruguai, da Argentina, se São Paulo, Santa Catarina, Ceará e de Pernambuco. O objetivo do evento é combater a apatia e a descrença promovendo riso e muita palhaçada.

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Os espetáculos acontecerão nos teatros Santa Isabel, Apolo e Hermilo a preços populares. Haverá ainda encenações gratuitas em diversos espaços públicos, como o Museu do Estado, Parque da Macaxeira, Bairro do Recife e Poço da Panela. Pacientes de implante coclear do Hospital Agamenon Magalhães também receberão espetáculos. A programação completa pode ser vista no site do festival. 

Oficinas

O Festival do Circo do Brasil vai promover duas oficinas. Uma delas terá à frente o autor, diretor e clown argentino Tato Villanueva, dedicada a palhaços e atores em geral. A outra, será com a Cia Suno, formada pelo clown e acrobata Duba becker e pela bailarina Helena Figueira. Esta vai trabalhar os pontos de equilíbrio do corpo. As atividades formativas são gratuitas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail festivaldecircodobrasil@gmail.com.

Serviço

Festival de Circo do Brasil

Sexta (1º) a 10 de novembro

Com espaço lúdico e ambiente circense, o Mundo Bita realiza show na praça de eventos do Shopping Tacaruna. As apresentações acontecem de 2 a 13 de outubro, na segunda a sexta-feira, os shows tem inicio às 14h, nos sábado, às 9h e nos domingos, às 12h e comemoram o mês das crianças. A entrada custa R$10.

Na programação, as atividades seguem a temática do circo com brincadeiras de equilíbrio de pratos, equilíbrio na trave, picadeiro, levantamento de peso, martelo e serão acompanhadas por monitores. O evento conta também com a lojinha oficial do Mundo Bita.

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Os Personagens do Mundo Bita ainda estarão disponíveis para fotos, nas sextas-feira (4 e 11), sábados (5 e 12) e nos domingos (6 e 13), às 16h, com acesso gratuito, porém e necessário pegar uma senha, que será distribuida no local uma hora antes.

Serviço

Bita e o Circo 

02 a 13 de outubro 

⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Shopping Tacaruna (Av. Agamenon Magalhães, 153)

R$ 10

A Família Los Iranzi se apresenta neste domingo (29) no Shopping Tacaruna, com o espetáculo “Brincando de ser Brincante”. O show é gratuito e acontece no rooftop, às 17h. O grupo é formado por uma família de brincantes, com cinco palhaços em cena, Chumbinho; Mamadeira; Jujuba; Espoleta e Cochinha, que brincam com a magia do picadeiro.

O show da família une música, teatro de mamulengo e números tradicionais de circo, apresentados com um texto popular. A proposta é incorporar esses elementos em uma fantástica história, possibilitando a interação do espectador com o mundo imaginário do circo e resgatando as tradições mambembes.

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Serviço

Família Los Iranzi em “Brincando de ser Brincante”

Domingo (29) | 17h

Shopping Tacaruna ( Av. Agamenon Magalhães, 153)

Gratuito

A diversidade cultural do Brasil é o mote para o espetáculo Brasilis, do Circo da Turma da Mônica. A turminha vem ao Recife, para seis apresentações, na sexta (6), sábado (7) e domingo (8), no Teatro RioMar. 

Brasilis traz cenários grandiosos, muitos efeitos especiais e um elenco de bailarinos e artistas circenses. No palco, a Turma da Mônica leva o público por diversas histórias que contribuíram para a construção da identidade nacional passando pelas influências dos povos indígenas, negros e europeus. 

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A estreia do Circo da Turma da Mônica aconteceu em 2018, com o espetáculo O primeiro circo do novo mundo. Com esta nova produção, o circo deverá passar por 10 cidades de cinco macrorregiões do país, totalizando mais de 80 apresentações. A turnê deve durar seis meses. 

Serviço

Brasilis - Circo da Turma da Mônica

Sexta (6) - 16h e 19h30

Sábado (7) - 17h e 20h

Domingo (8) - 16h e 19h30

Teatro RioMar Shopping RioMar)

R$ 37,50 a R$ 160

 

O mês de setembro será de homenagem ao circo no Shopping Tacaruna. O centro de compras preparou uma programação temática para o público infantil com atrações que promovem as artes circenses. A Família Los Iranzi apresenta seu show, no próximo domingo (1º), no rooftop do shopping para abrir as atividades. A Apresentação começa às 17h.

Os Los Iranzi trazem ao Recife o show 'Brincando de Ser Brincante'. Formado por uma família, o grupo coloca cinco palhaços em cena, Chumbinho, Mamadeira, Jujuba, Espoleta e Conchinha. Juntos, eles brincam com a magia do picadeiro unindo música, teatro de mamulengo e números tradicionais do circo. 

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Na semana seguinte, no dia 8 de setembro, é a vez da Bandalelê se apresentar com um show de música, teatro e interação com o público. Já nos domingos 15 e 22 de setembro, quem garante a animação da garotada é o mágico Rodrigo Lima, com um espetáculo que lúdico e cheio de humor. 

Programação:

01/09 – Família Los Iranzi (Teatro, Circo e Mamulengo)

08/09 – Bandalelê (Música, Dança e Teatro)

15/09 – Mágico Rodrigo Lima (Mágica, Comédia e Ventriloquia)

22/09 – Mágico Rodrigo Lima (Mágica, Comédia e Ventriloquia)

29/09 – Família Los Iranzi (Teatro, Circo e Mamulengo)

Serviço

Programação especial circo

Domingos de setembro - 17h

Rooftop do Shopping Tacaruna

Gratuito

 

Atualmente, oferecer a oportunidade de fazer atividades físicas com crianças e jovens é uma missão quase impossível para os pais, ainda mais para os pequenos que são fanáticos pela tecnologia oferecida nos computadores, tablets e celulares. Para atrair este público, o Grupo Arena Circus – Complexo Integrado de Artes Circenses, na zona norte de São Paulo, oferece atividades lúdicas, que trabalham o condicionamento físico, além de oficinas de circo para colocar toda a família em movimento.

O grupo é uma criação do casal Viviane Rabelo e Alfredo Muñoz. Os dois são de famílias circenses e, quando se afastaram do circo itinerante, ela fez faculdade de nutrição e ele de educação física. “Decidimos unir o útil ao agradável em um espaço de lazer e saúde. Juntamos o nosso conhecimento de artes circenses para ministrar cursos e workshops sobre circo”, conta Viviane.

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A fisioterapeuta Josy Davidson, 42 anos, participa da Arena Circus há um ano e meio, junto com as filhas Bárbara e Beatriz. Josy buscava por uma atividade que pudesse fazer junto com as meninas e que agradasse às duas. “Fazer circo tirou a Bárbara do sedentarismo, já a Beatriz adquiriu mais disciplina e concentração, ingredientes necessários para fazer as atividades como o trapézio, que ela ama”, avalia.

Bárbara, Beatriz e Josy particpam da Arena Circus há mais de um ano | Foto: acervo pessoal 

Crianças a partir de três anos podem fazer parte das oficinas dentro e fora do espaço lúdico. A partir de 6 anos, elas podem fazer aulas regulares e cursos de férias, que também são oferecidos aos idosos. Os cursos têm embasamento teórico e prático e são ministrados por profissionais circenses. Os exercícios são realizados em cama elástica, mini trampolim, cordas, aros e trapézio. “Pais e filhos podem fazer as atividades juntos. Em um único ambiente trabalhamos em grupo a superação, distração e o lazer. Fazemos as atividades sem sentir o esforço físico, pois é uma atividade lúdica e prazerosa”, explica Viviane Rabelo.

 

 

Serviço

Arena Circus – Complexo Integrado de Artes Circenses

Onde: Rua Tambaú, 23 – Imirim – SP

Fone: 2236-6796

Site: www.arenacircus.com.br

 

Com temática sobre empoderamento feminino, a Escola Pernambucana de Circo realiza o I Festim Periferia Pensante: ELAS por Todos. O encontro acontece na noite do sábado (31) de agosto, às 19h, na sede da instituição, bairro da Macaxeira, reunindo os integrantes da Trupe Circus, artistas da EPC e convidados. Haverá números circenses, apresentações musicais, de dança e poesia, além de artesanato. A entrada é gratuita.

O diálogo com as questões do feminino faz parte da história da EPC. Em novembro de 2018, a Escola montou o espetáculo Flores Fortes que trazia números de circo, dança e teatro feitos por mulheres para mulheres. Em cena, seis atrizes circenses despiam-se de conceitos preconceituosos repletos de machismos e violência fazendo um convite para que, juntas, fossem mais fortes. Em cena, números de bandeiras, pirofagia, mão a mão, bambolês, malabares e, principalmente, a irmandade que emana da colaboração, do conjunto, da união, da percepção de um todo que se completa a cada cena.

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Serviço

I Festim Periferia Pensante: ELAS por Todos

Sábado (31) de agosto | 19h

Escola Pernambucana de Circo (Av. José Américo de Almeida, 05 - Macaxeira)

Gratuito

Estão abertas as inscrições para os cursos de curta duração da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco. Entre os temas oferecidos estão "O espetáculo e a mídia", "Bases para circo", "Criando dramaturgias radicalmente autorais" e "Cenografia digital", entre outros.

As aulas serão ministradas nas uninades Brás e na Rossevelt, e também na Casa do Baixo Augusta e no Teatro Sérgio Cardoso, todas na capital paulista.

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Os cursos da SP Escola de Teatro são uma oportunidade para o público que deseja enriquecer o conhecimento e ganhar experiência com artes cênicas.

As inscrições são feitas pelo site da instituição, e os prazos variam de acordo com cada curso.

 

 

Estão abertas as inscrições para o curso “As Múltiplas Acessibilidades na Linguagem Circense Ano II”, voltado para deficientes visuais, cadeirantes, motor, intelectual, o curso é pioneiro no estado e oferece aulas gratuitas que serão realizadas todas as segundas-feiras, das 9h às 12h, no Instituto dos Cegos. Os interessados devem realizar a inscrição até a sexta-feira (30), das 9h às 16h, no local. Há vagas também para pessoas sem deficiência, pois um dos objetivos do curso é a inclusão social.

Durante os oito meses de aulas, os facilitadores Sérgio Muniz e Gilberto Trindade, experientes na arte do picadeiro, buscarão despertar a arte circense trabalhando com os alunos a palhaçaria, o malabarismo, equilibrismo, acrobacias de solo e aéreas, aplicando técnicas do Circo Social. “Essas habilidades circenses proporcionam uma melhor qualidade de vida para os deficientes, pois ajudam na percepção da multilateralidade, força, agilidade”, explica Sérgio.

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Como cada deficiência tem suas especificidades, o curso busca auxiliar os alunos individualmente nas atividades, uma pessoa cadeirante, por exemplo, vai trabalhar a coordenação motora, manipulação de objetos. Sabrina Gomes, uma das cadeirantes que participou da primeira turma do curso, além de destacar tais melhoras, apontou a elevação da autoconfiança como um dos pontos fortes durante os meses de aula: “Para mim foi muito mais surpreendente do que eu imaginava, porque eu pude provar para mim mesma que eu conseguia”.

Já para os cegos, o curso auxilia na agilidade com atividades de pulos de corda, equilíbrio, percepção do espaço e fortalecimento da confiança mútua e da autoestima, pois os exercícios são feitos sem bengalas. O aluno José Carlos, deficiente visual também da primeira turma, destacou a união com os colegas após o curso: “Fez a gente se unir mais um pouco porque a gente vivia um longe do outro. Não podíamos dar um abraço, mas aqui a gente se abraça e dá as mãos”. Já a colega Esther Maria Ferreira da Silva, falou sobre a melhora no cotidiano: “O curso melhorou minha locomoção porque com os exercícios propostos consigo ter mais agilidade no meu dia a dia”.

O projeto tem o apoio do Instituto Antônio Pessoa de Queiroz (IAPQ) e o incentivo cultural do Funcultura, da Fundarpe, da Secretaria de Cultura e do Governo do Estado de Pernambuco.

Serviço

Curso de Circo “As Múltiplas Acessibilidades na Linguagem Circense Ano II”

Inscrições até sexta-feira (30) | 9h às 16h

Instituto dos Cegos (R. Guilherme Pinto, 146 - Graças)

*Com informações da assessoria

Com temática circense, estreia em 6 de agosto o espetáculo Histórias de um Pano de Roda, no Teatro Hermilo Borba Filho. A temporada seguirá nos dias 07, 13, 14 e 15 de agosto de 2019, sempre às 19h30, com entrada gratuita.

“Histórias de um Pano de Roda” é um espetáculo documental que convida o público a conhecer a paixão que mantém os artistas circenses em estado de resistência. Costurado com depoimentos desses artistas, extraídos da pesquisa, realizada desde 2015 pela Cia Brincantes de Circo, Memórias Circense - relatos de uma vida itinerante, o espetáculo expõe os bastidores da luta de artistas invisibilizados pelo preconceito, o descaso e a exploração. Tudo atravessado de ternura e gratidão entre os protagonistas que evocam nomes que encantaram, e ainda encantam gerações, como Picolino, Cascudo, Carequinha, entre outros.

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A dramaturgia, assinada por Ceronha Pontes, gira em torno de um velho palhaço que entrega paciente e generosamente seus conhecimentos e seu acervo a um jovem que lhe acompanha desde criança. Passando a história adiante ele afirma: “Preste atenção. A corda bamba da vida vai te derrubar muitas vezes. Na queda pegue impulso”. E diz mais: “Palhaço não morre. O circo também não há de morrer”.

Mestre e aprendiz, uma metáfora do movimento da vida, que se refaz à revelia da ação destruidora do capital.

A montagem, que tem produção executiva de Bóris Trindade Júnior e conta com o incentivo do Governo do Estado, através do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura - FUNCULTURA 2016/17, é uma declaração de amor à arte milenar do circo. Uma denúncia das condições precárias em que vivem os artistas circenses, submetidos a cobranças incompatíveis com sua realidade, a uma burocracia que termina por levá-los à marginalidade.

Serviço

Espetáculo “Histórias de um Pano de Roda”

06, 07, 13, 14 e 15 de agosto| 19h30h

Teatro Hermilo Borba Filho (Cais do Apolo, 142)

Classificação: 10 anos

Entrada gratuita (sujeita a lotação do teatro)

*Da assessoria 

Um domador do famoso circo italiano Orfei morreu nesta quinta-feira (4) depois de ser atacado por quatro tigres durante um treinamento em Triggiano, na província de Bari.

De acordo com informações preliminares, Ettore Weber, de 61 anos, estava ensaiando os animais para uma apresentação por volta das 19h30 (horário local), quando foi derrubado por um dos tigres. Na sequência, todos os outros avançaram no homem, que não resistiu aos ferimentos.

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Segundo as autoridades locais, Weber sofreu uma séria lesão na coluna vertebral. A polícia investiga o caso.

O italiano era conhecido no mundo do circo como um dos melhores treinadores de tigres do planeta e era dono do Circo Weber. Ele deixa sua esposa, a artista Loredana Vulcanelli. 

Da Ansa

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