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A marca do ex-piloto brasileiro Ayrton Senna ficará estampada nos carros da McLaren de forma permanente a partir desta sexta-feira (27), primeiro dia dos trabalhos do tradicional Grande Prêmio de Mônaco de F1.

Além de ser o detentor do maior número de poles faturadas no circuito, o tricampeão mundial de Fórmula 1 ainda é o recordista de vitórias em Mônaco, com seis conquistas. O brasileiro venceu as edições de 1987, 1989, 1990, 1991, 1992 e 1993.

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No time britânico, Senna venceu 35 corridas e faturou três títulos mundiais, tendo se estabelecido como um dos maiores pilotos de todos os tempos. A marca do brasileiro estará presente no halo dos monopostos da McLaren, que são guiados na atual temporada por Daniel Ricciardo e Lando Norris.

"Senna é, e sempre será, uma lenda da McLaren. O MCL36 levará o logotipo Senna, marcando nosso compromisso de celebrar seu legado, e não consigo pensar em uma corrida melhor do que o GP de Mônaco para começar este reconhecimento. Servirá como uma lembrança constante do talento sensacional de Ayrton para nós como equipe, e para todos os fãs ao redor do mundo", disse Zak Brown, CEO da McLaren.

Já Bianca Senna, CEO de Senna Brands e sobrinha do ex-piloto brasileiro, afirmou que a relação com a McLaren é "muito especial" e comentou que a homenagem é um "motivo de orgulho".

"Estampar a marca Senna só confirma que o legado de Ayrton Senna ultrapassa a barreira do tempo. É muito significativo que esta homenagem seja revelada em Mônaco, onde o Ayrton é até hoje o maior vencedor. Isso é motivo de orgulho para todos nós, agradeço ao Zak Brown e a todos da McLaren por esta linda homenagem", disse Bianca.

O GP de Mônaco é o sétimo da temporada de 2022 da principal categoria do automobilismo mundial, que tem o atual campeão Max Verstappen, da Red Bull, na liderança. Com 50 pontos no campeonato de construtores, o melhor resultado da McLaren foi um terceiro lugar de Norris na prova da Emilia-Romagna, na Itália.

Da Ansa

Neste domingo, dia 1, completa 28 anos desde a morte de Ayrton Senna. O piloto de Fórmula 1 morreu em 1994, aos 27 anos de idade, durante uma corrida no Grande Prêmio de San Marino, na Itália. Muitos artistas prestaram homenagem ao ídolo brasileiro, incluindo sua ex-namorada, Adriane Galisteu.

Em seu Instagram, a apresentadora publicou uma foto em que aparece ao lado de seu ex-namorado, na época em que estavam juntos. Os dois viveram um romance por um ano e meio, de 1993 até a morte de Ayrton.

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"Para sempre… 01/05", ela escreveu na legenda.

Nos comentários, seus seguidores lamentaram a partida de Senna e exaltaram o piloto, que vive eternamente no coração dos fãs.

"28 anos sem um dos nossos maiores ídolos, acredito que não teremos mais um ídolo e uma pessoa como o Ayrton Senna", afirmou um internauta.

"Para sempre mesmo!!! Para você e para nós!", disse outro.

"Parece ontem, eu adolescente assistindo à corrida em meu quarto com minhas irmãs, não acreditei!! Era fã de Ayrton Senna e depois me tornei fã de Adriane", contou um terceiro.

Mesmo para quem não gosta de automobilismo, a palavra Tamburello traz lembranças negativas à mente. Trata-se do nome da famosa curva do Circuito de Ímola onde Ayrton Senna sofreu grave acidente que custou a sua vida, em 1994. A morte do ídolo, que completa 28 anos exatamente neste domingo, trouxe mudanças profundas para a segurança da Fórmula 1, com consequências diretas para a Tamburello, que foi totalmente redesenhada desde aquele fim de semana trágico.

Até aquele GP de San Marino, a curva era uma das mais velozes da história da F-1. Era pouco acentuada e longa, permitindo aos pilotos entrar em alta velocidade, sem aliviar o pé no acelerador do começo ao fim. Com frequência, superavam os 300 km/h. Não por acaso, o local já havia sido palco de acidentes graves antes de 1994, um deles sofrido por Nelson Piquet, em 1987.

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Tudo mudou no fim de semana de 1º de maio de 1994. Três graves acidentes aconteceram entre sexta-feira e aquele domingo, um em cada dia. No primeiro, durante treino livre, Rubens Barrichello deixou a pista inconsciente e correndo risco de morte ao bater na Variante Baixa, curva que vinha logo antes da Tamburello. No sábado, o austríaco Roland Ratzenberger perdeu a vida no treino classificatório. E, no domingo, Senna não conseguiu controlar a sua Williams e atingiu em cheio a mureta de proteção.

Para o ano seguinte, a direção do circuito, oficialmente batizado de Autódromo Internazionale Enzo e Dino Ferrari, promoveu mudanças radicais na Tamburello. A longa curva foi "quebrada" ao meio para dar lugar a uma chicane. O objetivo era reduzir a velocidade dos pilotos naquele trecho. A descaracterização foi criticada por muitos na época. A Tamburello era uma das marcas do traçado.

Nos anos seguintes, novos ajustes foram feitos na famosa curva, deixando-a ainda mais lenta. Novas áreas de escape surgiram dos dois lados, apesar das restrições físicas. Neste trecho do autódromo, a pista é limitada à direita pelo rio Santermo, que quase acompanha o traçado pelo lado de fora do circuito. À esquerda, há um pequeno estádio de futebol, dentro do autódromo, onde o Imolese, da terceira divisão do futebol italiano, manda seus jogos.

Estas barreiras geográficas tornavam a curva ainda mais arriscada. "A Tamburello era um pouco perigosa porque a área de escape não era tão grande", lembra Felipe Massa, ao Estadão.

O vice-campeão mundial de F-1 em 2008 diz que aqueles acidentes trágicos acabaram se tornando um divisor de águas na categoria. "Aquele fim de semana foi o mais importante para a segurança da Fórmula 1", explica Massa. "Dali para a frente, foi feito todo um trabalho para melhorar a segurança e as pistas. O pensamento e a mentalidade mudaram completamente. Um fim de semana tão feio e triste como aquele acabou salvando muitas vidas dali para a frente, até hoje."

O próprio piloto acabou ajudando indiretamente na segurança da F-1, após o grave acidente sofrido em 2009. Massa foi atingido na cabeça por uma peça solta na pista. Depois disso, a F-1 fez alterações nos capacetes para evitar episódios semelhantes.

O impacto daqueles acidentes em Ímola pode ser medido pelos números. Na década de 70, a F-1 registrou nove mortes. Nos anos 80, esse número caiu para quatro. Os óbitos de Senna e Ratzenberger foram os únicos ao longo da década de 90. E, depois daquele fatídico GP de San Marino, a categoria sofreu apenas uma baixa, 21 anos depois.

O francês Jules Bianchi perdeu o controle de sua Marussia sob forte chuva no GP do Japão de 2014. Seu carro acabou atingindo um trator que removia da área de escape a Sauber do alemão Adrian Sutil. Bianchi acabou falecendo nove meses depois, em julho de 2015, após seguidas cirurgias e tratamento intensivo constante.

"Não acho que a Fórmula 1 seja um esporte perigoso. Mas é claro que tem seus riscos. Isso sempre vai existir no automobilismo. Mas hoje é um risco muito menor em comparação à época do Senna. De lá para cá, temos menos acidentes e os que acontecem tem gravidade menor do que antigamente", compara Massa.

A vida de Xuxa Meneghel sempre causa curiosidade nos fãs. Hoje em dia, a apresentadora vive uma história de amor madura com o ator e cantor Junno Andrade. Mas ela já viveu outros romances, sendo que alguns deles foram acompanhados de perto pelos olhos do público, como com Pelé e com Ayrton Senna.

Em recente entrevista ao programa Papagaio Falante, no YouTube, ela relembrou alguns momentos de sua história, já que seus relacionamentos são sempre muito intensos. Por falar em Senna, segundo o jornal Extra, ambos tinham uma conexão que era difícil para as outras pessoas entenderem, revelando até o que acontecia na intimidade entre ela e o piloto. Xuxa narrou ao programa, revelando que pediu para que ele usasse um capacete.

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"Na hora em que a gente foi ficar junto, ele começou a puxar o meu cabelo, como se fosse uma chuquinha, para cima. Aí eu olhei para ele e disse: Ah, você quer ficar com a Xuxa da televisão... Não tem problema, boto a bota, chuquinha, mas você coloca o capacete?", contou Xuxa.

E, ainda segundo os relatos de Xuxa, isso aconteceu depois dela narrar para o piloto um episódio de um relacionamento anterior em que, na hora H, o parceiro pediu para que ela cantasse 'Quem quer pão?'.

Sobre Pelé, a apresentadora disse que o ex-jogador foi seu primeiro amor, um grande amor. Para quem não se lembra, eles se conheceram durante um ensaio fotográfico para uma capa de revista. O amor foi tanto que eles ficaram juntos por cerca de seis anos, apesar de, para ela, não ter sido um momento fácil de sua vida, já que ela explica que Pelé tem dupla personalidade.

"Foi dos 17 aos 23. Ele tem dupla personalidade, fala na terceira pessoa. Eu me apaixonei pelo Dico [apelido], que era apaixonado, era familia", disse.

Mas, segundo ela, por ser muito nova, ela não soube lidar bem com a forma como ele se portava por ser um astro do futebol: "Às vezes chegava com camisa suja de batom. Dizia: 'essas mulheres ficam querendo agarrar o Pelé'. Eu era muito nova. Não foi fácil".

Xuxa ainda relembrou o início do relacionamento com Pelé, quando ele levou as modelos que participaram do ensaio da revista para uma boate. Na hora da despedida, ele deu um beijo quase na boca da apresentadora.

"Meu coração bateu mais forte. [Depois ele] mandava flores para minha mãe. Conversava com o meu pai", completa ela, que, no início, só saía com Pelé com a autorização dos pais.

Nesta segunda-feira (21), Ayrton Senna completaria 62 anos de vida. O ídolo brasileiro que faleceu em 1994 trouxe muitas felicidades ao país. Por isso, o LeiaJá separou cinco curiosidades sobre a carreira do piloto: 

 • Fórmula 3;  

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Senna participou de algumas temporadas das divisões inferiores à Fórmula 1. Porém, o talento do piloto sempre o destacou. Em 1983, Ayrton correu uma prova inteira da Fórmula 3, na Inglaterra, com o carro sem freios. Os mecânicos da equipe não acreditaram no brasileiro, até que foram conferir os freios e as pastilhas estavam geladas.  

No mesmo ano, Senna foi convidado por Frank Williams para testar um dos carros de sua equipe no Autódromo de Donington Park, na Inglaterra. O brasileiro fez tempos melhores que os pilotos oficiais da equipe, Keke Rosberg e Jacques Laffite.  

Além disso, Senna venceu nove provas seguidas no circuito de Silverstone, pela Fórmula 3. Seu desempenho foi tão impressionante que o circuito foi apelidado de "Silvastone", fazendo referência ao sobrenome "Silva" do piloto.  

 • Primeiras vitórias;  

A primeira corrida por Senna na F1 foi em 21 de abril de 1985, no GP de Portugal. Pilotando a lendária Lotus número 12, Senna conquistou a vitória já no 2° GP da temporada. Senna largou na pole e teve seu caminho facilitado por um acidente envolvendo Prost.  

 Além de comemorar seu aniversário, a semana do dia 21 foi ainda mais especial para Ayrton. Em 1991, o piloto conquistou sua primeira vitória no Brasil, três dias após seu aniversário, em 24 de março daquele ano.  

 • Melhor na chuva; 

Senna ficou conhecido por se destacar nas pistas molhadas. Porém, essa habilidade surgiu após uma derrota: em sua primeira prova de kart sob chuva, Senna foi muito mal e decidiu treinar muito desde então para corrigir esse "defeito" na sua pilotagem. As duas primeiras vitórias de Senna na F1 foram conquistadas na chuva.  

• A melhor primeira volta da história; 

Em 1993, Ayrton performou a melhor primeira volta da história de um GP de F1. No GP da Europa, realizado no circuito de Donington Park, Senna largou em quarto e caiu para a quinta colocação. Porém, isso não o impediu de ultrapassar Schumacher, Karl, Damon Hill e Prost em apenas uma volta, o que lhe garantiu a liderança. A pista estava molhada, o que ajudou a diminuir a diferença entre os carros.  

• Volta ao mundo; 

Ayrton conheceu o mundo viajando para os GP's. Porém, Senna também percorreu enormes distâncias nas pistas. Apenas durante os GP's da F1, Senna completou cerca de 8200 voltas, o que representa uma distância aproximada de 40 mil quilômetros, o suficiente para dar uma volta inteira ao redor da terra. 

 

A apresentadora Xuxa Meneghel usou as redes sociais, na madrugada desta quinta-feira (28), para fazer uma postagem especial. Em uma publicação, a loira lamentou com os seguidores a morte de Milton da Silva, pai de Ayrton Senna. Xuxa prestou sua última homenagem compartilhando um registro do ex-sogro abraçando o piloto da F1. 

"Miltão, vai com Deus. Sua alegria e seu humor vão fazer falta. Beijos em todos os familiares e amigos", escreveu. Assim que fez a publicação, a mãe de Sasha recebeu uma enxurrada de mensagens confortantes dos seguidores. Um dos internautas comentou: "Meus sentimentos, Xuxa. Deus o receba com muito amor e que lá ele encontre o Ayrton".

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Veja:

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A desenvolvedora brasileira Aquiris Game Studio lança hoje a expansão “Senna Sempre” para o game “Horizon Chase Turbo” (2018), que visa homenagear e narrar os principais feitos do famoso piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna (1960-1994).

“Horizon Chase Turbo” é um game de corrida que possui fortes inspirações na franquia “Top Gear” do Super Nintendo. Em 2019, o título recebeu uma DLC que remete ao clássico “Out Run” (1986) da Sega. Para “Senna Sempre” a principal referência dos desenvolvedores foi o jogo de Fórmula 1 “Super Monaco GP” (1989).

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Semelhante ao que ocorre na campanha principal de “Horizon Chase Turbo”, o sentimento dominante em “Senna Sempre” é o de nostalgia, tanto pelas mecânicas de jogabilidades que se assemelham aos jogos 16 bits, como também, pela emoção de encarnar o lendário piloto em seus momentos de glória.

Uma das principais novidades da DLC é um modo em primeira pessoa, que permite uma visão interior da cabine de pilotagem, além de poder visualizar os adversários que se aproximam por meio do retrovisor.

Pilotar os carros de Fórmula 1 com essa visão, possibilita maior nível de imersão, contudo, para ativá-lo, é preciso acessar os menus de configurações do jogo e mapear a função manualmente, pois ela não vem como padrão, o que pode fazê-la passar despercebida para muitos jogadores.

Cada corrida possui uma lista de três objetivos opcionais, os quais o jogador pode tentar cumprir durante o trajeto. Eles vão desde coletar todas as moedas de velocidade na pista, utilizar ou não nitros em uma determinada volta, coletar combustível ou terminar a corrida em uma posição específica. O cumprimento ou não dessas sequências vai determinar a porcentagem máxima da campanha.

Assim como o jogo base, a jogabilidade de “Senna Sempre” adota um padrão “Arcade”, ou seja, não assume compromissos de fidelidade com a física. Aqueles que buscam por um simulador fiel, não encontrarão isso neste game.

Diferente do game principal, que permitia ao jogador equipar diversas vantagens em um único veículo, nesta DLC, será preciso escolher uma, entre as três opções de privilégios:a primeira delas, oferece pneus mais resistentes à chuva e maior facilidade nas curvas; a segunda permite mais aceleração; a terceira entrega um tanque de combustível maior. Não existe uma melhor ou pior, cada uma delas se adequa a uma determinada pista, que caberá ao jogador descobrir.

O modo campanha dispõe de cinco capítulos, cada um retrata um momento específico da carreira do piloto, como por exemplo, a corrida de Riviera Francesa em 1984, quando Senna correu com um carro inferior ao de seus oponentes; na chuva; conquistou a segunda colocação e ganhou o título de “Rei da Chuva”.

Outro momento jogável no título é a sua famosa vitória de 1991, no GP do Brasil, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. Em um ambiente chuvoso, Senna conseguiu o primeiro lugar, com somente a sexta marcha de seu carro em funcionamento.

O título possui um desafio equilibrado em seu modo campanha, que se intensifica conforme o jogador avança nos capítulos. A DLC possui 15 pistas baseadas em circuitos reais, e também um modo campeonato, que alonga ainda mais a sua duração.

“Senna Sempre” está disponível para PC por R$28,90; dispositivos móveis por R$27,90; Nintendo Switch, PlayStation 4 e 5, Xbox One e Series X/S por R$ 29,90. O título acompanha localização completa em português e é uma carta de carinho dos desenvolvedores, para os fãs do lendário piloto de Fórmula 1.

A desenvolvedora de jogos brasileira Aquiris Game Studio anunciou a expansão “Senna Sempre” para o game “Horizon Chase Turbo” (2018), que fará uma homenagem ao piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna (1960-1994), com novos veículos, pistas e recursos inspirados na carreira de Senna. Acompanhe o trailer: https://www.youtube.com/watch?v=LHYEuInLbsM

Segundo a Aquiris Games Studio, a expansão incluirá um modo carreira, que fará o jogador reviver o trajeto de Senna em cinco capítulos; um modo de visão em primeira pessoa; a opção de escolher a configuração do veiculo de acordo com a pista e condições climáticas; e a possibilidade de refazer mais de 130 façanhas que o Senna realizou em seus circuitos.

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A DLC trará um modo “Campeonato”, que contará com 18 equipes selecionáveis e mais de 30 carros para desbloquear. Também foi revelado que será possível jogar sozinho ou com até quatro jogadores em partidas locais, com a imprevisibilidade de climas, pistas e competidores aleatórios.

A expansão chegará em 20 de outubro para PlayStation 4, Nintendo Switch, Xbox One, Xbox Series X/S por R$29,90; PC via Epic Game Store, Nuuvem e Steam por R$28,90; e dispositivos mobile (iOS e Android) por R$27,90.

Para os que gostam de mídia física, uma edição especial de “Horizon Chase Turbo” que já inclui a expansão “Senna Sempre” será vendida exclusivamente para Playstation 4 no Brasil, por R$99,90.

Quem nunca ficou frustrado por não conseguir um trabalho. Pois parece que Antonio Banderas já passou por essa situação, e para interpretar justamente uma personalidade brasileira: ninguém menos que Ayrton Senna.

Em conversa com o Domingo Espetacular na noite do último domingo, dia 13, o ator espanhol abriu o jogo sobre a decepção de ter o filme no qual viveria o famoso piloto de Fórmula Um cancelado em 1996, e entregou que chegou até mesmo a conhecer a família de Senna:

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- Eu estive em São Paulo, encontrei a família do Ayrton Senna, a irmã dele, Viviane, e o pai e a mãe dele. Eles ficaram satisfeitos com a possibilidade de eu interpretar o Ayrton. Mas naquela época teve um filme da Fórmula 1 que não foi tão bem nas bilheterias, e eles acabaram cancelando o projeto. Eu adoraria ter interpretado o Ayrton Senna, porque eu o considero ainda hoje não apenas um grande piloto, mas uma ótima pessoa que amava muito os brasileiros.

Banderas ainda entrega que não é apenas um grande fã do automobilismo e do piloto brasileiro, mas também do Brasil como um todo - e destaca que ficou impressionado com a beleza do Rio de Janeiro:

- O que vem na minha cabeça [quando penso no Brasil] é música, espaço, natureza, uma sociedade muito diversa, muito única e felicidade. Uma felicidade de viver, dançar. O Rio de Janeiro é uma cidade única, uma das mais bonitas que eu já conheci, com todas aquelas montanhas junto das casas, sabe? Tem todas aquelas casas e toda a natureza junto, é uma coisa de outro planeta.

Ataque cardíaco e volta à Espanha

O astro ainda fala sobre a decisão de deixar a cidade de Nova York, nos Estados Unidos - onde colocou a venda uma mansão avaliada em 35 milhões de reais -, para voltar a morar na Espanha, e entregou que a decisão tem muito a ver com sua vontade de voltar a trabalhar com o teatro:

- Um ataque cardíaco [sofrido em janeiro de 2017] abriu meus olhos para certas coisas e um dos projetos que eu tenho em mente, que eu quero fazer, está diretamente relacionado com o teatro. Eu sou ator de teatro, não de cinema. Comecei com 14 ou 15 anos de idade, me mudei para Madrid com 19 anos de idade buscando essa carreira de ator dramático, de teatro. Eu estou buscando de alguma forma uma interpretação mais pura, típica do teatro nos últimos anos.

Apesar disso, Antonio entregou que espera gravar outro longa, e não escondeu a paixão que sente pelos filmes nos quais atuou, revelando que não consegue escolher um papel favorito - mas destacando quatro que definitivamente marcaram sua carreira:

- A minha maior satisfação foi trabalhar nesse filme [Dor e Glória]. Não tenho um preferido, mas o Zorro é um personagem querido no mundo inteiro, ele gera muita simpatia por sempre roubar dos ricos. Tem um caráter bem social. Ele é um super herói que não tem poderes nem nada, ele é feliz, tem uma energia boa e tem algo na aura dele que é muito bonito. Eu amo musicais, então o que eu fiz em Evita, interpretando Che Guevara e tendo a oportunidade de cantar em um filme, em um musical, foi demais também. O gato de botas também foi um ótimo personagem.

Nova contratada da Record TV e apresentadora da próxima temporada do Power Couple, Adriane Galisteu foi a convidada do Hora do Faro desse domingo, dia 28, e fez uma retrospectiva de toda sua carreira.

Entre as lembranças, ela se recordou quando trabalhou no SBT, com o programa Charme. Com inúmeras mudanças no horário da atração, Adriane teve atritos com Silvio Santos, inclusive alfinetando as alterações em um dos programas, em que apresentou de pijamas!

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- Quem conhece o Silvio fora das câmeras sabe do que eu estou falando. É um privilégio conhecer esse homem, falar com ele. Trocar ideia com o Silvio Santos é o seguinte: você chega com as suas e sai com as dele. Não tem outra forma de trocar ideia com ele. Mas, eu brigava com ele sim. Cada mudança de horário eu ia lá na sala, batia na porta, e falava Não pode, as pessoas estão se acostumando com o programa. E ele falava: Quando você tiver uma emissora, você põe o horário que você quiser para você. Aqui a emissora é minha. Mas eu brigava profissionalmente, mas a discussão com o Silvio Santos não fica entre quatro paredes.

Sobre seu ensaio nua para a Playboy, em 1995, Adriane admitiu que aceitou apenas por dinheiro e que antes de morrer em 1994, Ayrton Senna, seu namorado na época, não queria que ela posasse sem roupa.

- Fiz por dinheiro, vivia de favor, e tenho o maior orgulho de ter falado e aberto meu coração e contar como que era minha vida. Hoje eu olho para essa revista e tenho muito orgulho do meu trabalho, contou ela, que disse que conseguiu pagar suas dívidas e comprar um apartamento com o cachê que recebeu na época e também o dinheiro que recebeu ao fazer a turnê de autógrafos da revista.

Não é de hoje que o jornalista Flávio Gomes faz ponderações sobre a idolatria de Ayrton Senna. Com anos de bagagem na cobertura do automobilismo, ele sempre arruma confusão com fãs incondicionais do piloto tri-campeão de Fórmula 1. Em entrevista ao UOL, ele voltou a atiçar seus 'haters' e afirmou que Senna não é “herói de nada”.

“Se criou uma imagem que vem dos seus pais, dos seus avós, sei lá de quem, de um sujeito infalível, de um herói nacional, não sei o que. Pô, primeiro que esses caras não viram correr, segundo, herói de nada, herói é bombeiro, professor, sabe? Gente que vive com um salário mínimo, isso é herói”, disse ele.

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Gomes também falou sobre a cegueira dos fãs de Ayrton, que chegam a minimizar os feitos de Schumacher e Lewis Hamilton, que teriam competido com ‘ninguém’ pelos seus títulos.

“Nada me irrita mais do que isso. As pessoas precisam estudar, ler um pouquinho e saber, se for assim, o Senna também correu contra ninguém. Piquet já estava em fim de carreira, e Mansell foi um ano que ele estava lá nos cascos, mas ganhou o campeonato. Com o Prost, ele ganha o campeonato em 88, mas com menos pontos, perde em 89 e ganha em 90 batendo o carro no Prost. O que eu quero dizer é o seguinte: todos esses campeões tiveram os melhores carros, é assim, a Fórmula 1 é assim, essa é a história da Fórmula 1. Então você dizer que eles correram contra ninguém, você tem que dizer que o Senna correu contra ninguém. Então essas discussões com os mais jovens sobre Ayrton Senna me irritam também bastante pela falta de conhecimento.”

Xuxa Meneghel abriu o coração em entrevista para o colunista Leo Dias e falou sobre seus próximos projetos, incluindo uma produção ficcional sobre sua vida, a amizade com Angélica e Eliana, seu relacionamento com Junno e contou que não terá mais empresário trabalhando com ela em 2021.

"Não quero mais ter isso na minha vida. Vou começar 2021 sem essa figura para me representar. Se alguém quiser falar comigo, vai ter que falar com a minha secretária e ela passa para mim e vai ter que falar diretamente comigo. Tem os advogados que trabalham comigo, vou delegar um advogado se é criminalista o caso, se é civil, se é sobre contrato", disse.

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Recentemente, ela lançou seu livro Memórias, mas essa não será a única obra em que os fãs poderão ter mais contato com a carreira e a vida pessoal da loira. Em breve, deve ser lançado um produto audiovisual biográfico chamado Rainha, que contará a história desde a infância da apresentadora, passando pela carreira de modelo e na televisão, e chegando em sua fase mais madura. Xuxa contou que ainda não se sabe se será um longa-metragem ou uma série de até quatro episódios. Ela também disse que a produção pode ser exibida na Netflix, porém, ainda não há nada fechado com o serviço de streaming.

Outro projeto seria na Disney+ com Angélica e Eliana. A ideia inicial seria um remake brasileiro do filme hollywoodiano Abracadabra, porém o estúdio já confirmou um novo longa com as atrizes originais. Mas as três apresentadoras infantis podem aparecer em outra produção feita pelo estúdio do Mickey, que já está sendo pensado por uma equipe da Disney.

Já sobre sua volta para a televisão aberta, Xuxa disparou: "Eu não consigo mais me ver em televisão, eu acho que tudo tem seu tempo. Eu vejo tanta gente jovem surgindo, tanta gente cabeça nova, fresquinha, que pode me ensinar muita coisa. (...) Eu tenho muita experiência, mas talvez não seja o que o público quer ver. E isso não me deixa triste, me deixa consciente de que eu vivi em uma época de ouro nos anos 80 e nos anos 90. (...) As pessoas sabem mais sobre o que elas não querem ver na TV, e eu acho que estou mais nisso do que as pessoas não querem ver, e eu não acho isso errado".

Abuso sexual

Ao falar sobre a pré-produção de Rainha, Xuxa novamente comentou sobre o abuso que sofreu na infância e na adolescência, mas que foi mais fácil escrever em seu livro do que falar sobre isso para as pessoas envolvidas no projeto.

"Sempre falar sobre o abuso é algo esquisito. Eu fui falar há pouco tempo, para o filme. Quando você escreve, você escreve o que vem na sua cabeça. Mas quando você fala, e você tem que descrever o lugar, a situação, para que isso seja colocado ali na ficção, eu tive que parar até para vomitar, que não é uma coisa normal minha. É uma coisa que mexe muito comigo. Depois de tudo isso eu não tenho uma ferida, uma cicatriz, tenho um membro a mais, algo que vou ter que conviver pro resto da minha vida, não é algo que eu possa maquiar", declarou.

A eterna Rainha dos Baixinhos também lembrou sobre casos recentes de denúncias de abuso e assédio sexual, e desabafou que fica muito machucada toda vez que o público comenta que ela fala sobre o assunto para aparecer, ou quando as pessoas perguntam porque as vítimas não falaram sobre o abuso antes: "Cada um leva de uma maneira. E doa a quem doer, se a pessoa não quer ouvir sobre isso, não julgue, não diminua, não menospreze, porque outras pessoas que também sofreram isso, sofrem ouvindo isso".

Vida amorosa

Hoje em dia, Xuxa já mostrou várias vezes o quanto está feliz ao lado de Junno Andrade. E ela não poupou elogios para o amado: "Eu nunca imaginei alguém que ficaria tão dependente de alguém. Eu não consigo mais me imaginar sem esse cara. (...) Eu quero ele para o resto da minha vida".

Por fim, Leo Dias perguntou se a apresentadora já tinha ficado muito tempo sem sexo. Ela revelou que ficou dois anos e meio sem transar após a morte do ex-namorado, Ayrton Senna, em 1994: "Depois que o Ayrton morreu eu fiquei até sem dar beijo na boca em ninguém".

Depois de um processo de restauração nos últimos meses, o grande mural em homenagem a Ayrton Senna localizado na região central da cidade de São Paulo será reinaugurado na semana que vem. A obra feita pelo muralista Eduardo Kobra intitulada A Lenda do Brasil foi entregue em 2015 e passou por diversos reparos para continuar como um dos cartões postais dos arredores da avenida Paulista.

Tanto a inauguração como o restauro foram bancados pela Audi, marca de carros trazida pelo próprio Senna ao Brasil pouco antes de morrer em um acidente fatal durante o GP de San Marino de Fórmula 1 em 1994. O mural está localizado na rua da Consolação e traz uma imagem do tricampeão mundial de capacete, decorado de cores variadas e a imagem da bandeira do Brasil.

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A decisão de restaurar o mural foi tomada depois de ações do tempo deteriorarem a pintura. Kobra e uma equipe de artistas cuidaram nos últimos meses de fazer os reparos necessários. O local foi descascado para a retirada de imperfeições, ganhou uma camada seladora extra e teve uma aplicação de verniz para reforçar a proteção. A expectativa é que esses cuidados possam fazer a obra ter uma durabilidade de até oito anos.

"A deterioração se deu mais rápido do que o normal porque além de fatores externos como chuva, frio e calor, o prédio é antigo e tem infiltrações de água e problemas de encanamento. Isso aos poucos foi criando algumas fissuras no material e gerou um estrago maior do que o esperado. Em geral os murais de rua aguentam até 10 anos sem precisarem de manutenção", explicou Kobra.

O muralista faz trabalhos inspirados em Ayrton Senna desde 1993 e foi o autor de obras em Interlagos e em Ímola, local do acidente do tricampeão. "A figura do Senna sempre me inspirou", disse o artista. "Eu estava incomodado com o estado da obra porque foi uma das primeiras que fiz sobre o Senna em grande escala. Pintei 10 diferentes murais sobre ele, mas este tem uma questão em especial por eu ser paulistano e o mural ficar em uma região central da cidade", completou.

Kobra garante que apesar da complexidade, o trabalho de restauração é recompensador. "Quando se trata de restauração, a pintura é a parte mais fácil e prazerosa. O processo leva mais tempo, até alguns meses, por causa de burocracia e de autorizações para se fazer a obra", completou.

No Altas Horas, exibido na Globo no último sábado, dia 21, o programa foi todo dedicado a uma entrevista de Serginho Groisman com Xuxa Meneghel. Durante o bate-papo, ela falou sobre sua carreira, amizades, novos projetos literários e também de sua história com Ayrton Senna.

A apresentadora relembrou que namorou por um ano e oito meses com o piloto, mas mesmo depois do fim do relacionamento, os dois continuavam se vendo:

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"A gente era muito parecido, ele gostava das mesmas coisas que eu gostava, a gente era tão parecido que quando a gente brigava eu ficava esperando ele pedir desculpa e ele também", disse.

Foi só quando Senna começou a namorar Adriane Galisteu, que eles pararam de se encontrar. Porém, dias antes da trágica morte de Ayrton em 1994, em Ímola, na Itália, Xuxa teve um pressentimento: "Na época eu pedi uma semana na minha agenda para eu ir falar com ele. (...) o que passava pela minha cabeça era: vou chegar lá, vou me abrir e vou falar, mesmo sabendo que ele tava namorando, o máximo que pode acontecer é ele chegar e falar: ok, beleza, seja feliz, já deu seu recado e acabou. Mas eu precisava falar o meu sentimento por ele, mesmo a gente separado um tempão eu ainda gostava dele, ainda sentia vontade de ficar com ele", contou.

A loira contou então que no sábado que antecedeu a tragédia, estava trabalhando e resolveu, que na segunda-feira, iria atrás do piloto e que estava pressentindo que ele iria se machucar na corrida de domingo. Depois da morte de Senna, Xuxa conversou com amigos dele, que revelaram que o piloto também estava falando sobre Xuxa nas vésperas da fatídica corrida:

"Eu achei muito esquisito isso, porque aconteceu de novo o que sempre acontecia com a gente, de um estar falando do outro ao mesmo tempo. De novo essa energia que rolou', lembrou.

A apresentadora também aproveitou a entrevista para esclarecer a história sobre ir atrás de Senna enquanto ele estava namorando Galisteu: "Todo mundo sabe que ele tava namorando, e que eles pareciam se gostar. Eu falando isso parecia que eu tava querendo separar alguém. Na realidade, eu tava querendo resolver minha vida com ele. Eu sei o que eu estava sentido e sei o que eu queria fazer. Se isso fosse acontecer, não sei, se ele iria continuar igual, pode ser que sim, pode ser que não, eu não sei".

Xuxa Meneghel está prestes a lançar o livro sobre sua trajetória. Na segunda-feira (21), a autobiografia Memórias estará disponível para o público da apresentadora que quer saber em detalhes, na visão dela, o que aconteceu em diversos momentos de sua carreira e vida pessoal, como por exemplo, o namoro com o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna, que morreu em 1994.

Em entrevista ao jornal Estado de S. Paulo, a apresentadora adiantou que não planejava escrever sobre uma história que não é só dela e que não poderia afirmar que se tivesse mais tempo com o piloto, o romance poderia ter dado certo. Ela ainda cita o atual companheiro, o ator e músico Junno Andrade, com quem se relaciona há pouco mais de oito anos.

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"Não sei se teria dado certo, meu relacionamento com ele ficou baseado no SE: se eu tivesse falado, se tivesse aproveitado mais, se ele não tivesse ido embora cedo... SE não é bom pra ninguém, não é certo, saudável, nem mesmo verdadeiro. O que posso te dizer é que Deus me ama muito, pois tenho o Ju (Junno Andrade, seu marido), que respeita minha história com o Beco (apelido de família de Senna) e que me enche de música, poesia. Vivemos, hoje, uma linda história de amor", diz a apresentadora.

Trechos do livro

O jornal Extra ainda adiantou, neste sábado (19), alguns detalhes do livro que falam sobre Senna. Xuxa narra uma conexão espitirual com o piloto.

"Se eu pensava muito nele, por exemplo, ele sentia e me procurava. Uma vez, apostei com uma figurinista que se eu pensasse nele, ele ligaria. Ah, duvido! Então faz isso. E já atende o telefone falando o nome dele, se tocar. O telefone tocou. E eu: Beco! Havia o fato de que eu tinha algumas premonições em relação a ele. Eu cheguei a acertar quando ele venceria corridas, quando iria ter problemas. Ele sempre me ligava para saber qual era a minha sensação", conta em outro trecho do capítulo.

No livro, Xuxa ainda teria contado que ficou um ano sem falar com o piloto após ver uma foto dele, todo apaixonado, ao lado de Adriane Galisteu. Foi só em abril de 1994, um mês antes dele morrer, que decidiu que precisaria encontrá-lo. No entanto, o dia marcado era exatamente a noite do domingo em que ele sofreu o acidente e morreu. A apesentadora explica que na noite anterior à tragédia, pressentiu que algo ruim iria acontecer.

"Chegando ao sítio dela (a diretora Marlene Mattos), tinha uma fogueira. Me sentei em frente e fiquei olhando para o fogo, sentindo uma angústia, algo estranho. Pareciam minutos, mas alguém veio até mim e me chamou, meio que me tirando de um transe, e disse que eu já estava lá havia muito tempo", conta.

Ao ser acordada com a notícia do acidente no circuito de Ímola, e, ao ver cena, Xuxa teria tido a certeza da morte do ex-namorado: "Cheguei à sala, todos os amigos mudos, olhando para a TV. Cheguei e tive a nítida sensação de tê-lo visto na porta. E falei: ele já foi embora".

Segundo o jornal, tempos depois, Xuxa soube que, na noite anterior ao acidente, Senna havia falado muito dela no jantar de aniversário de um amigo do piloto.

Pelé

Para o Estadão, Xuxa também explicou o namoro de seis anos com o Rei do futebol Pelé foi citado no livro para não ter que falar mais a respeito do assunto.

"Ele fez parte da minha história, mas não faz parte da minha vida. Claro que, se ele me ligar, falarei com ele, que seria o normal, mas não é uma pessoa do meu dia a dia, mesmo porque ele tem a vida dele, eu só fiz parte da sua história", disse.

Relação com as crianças na TV

Já sobre a relação com a criançada na televisão, Xuxa explicou que o início não foi fácil, já que era tudo muito novo e não sabia onde estava se metendo, e por isso, é meme até hoje.

"Eu ainda não tinha as Paquitas como ajudantes de palco. (na Manchete) Só depois de quase um ano fui ter. Nunca fui preparada para a televisão. Havia antes Balão Mágico, Sítio, Vila Sésamo... Mas ninguém para me espelhar nesse novo estilo. Fiz um formato que, depois, foi copiado. E, quando se copia, erra-se menos. Me aventurei, criei, inventei, dei minha cara a tapa, tive erros e acertos e todo mundo viu e acompanhou. Hoje, sou meme por isso, mas, na verdade, eu não tinha noção do que estava fazendo e onde estava me metendo."

A Netflix anunciou nesta quinta-feira a produção da primeira série ficcional sobre o tricampeão mundial de Fórmula 1 Ayrton Senna. Com lançamento previsto para 2022, serão oito episódios voltados principalmente para mostrar a personalidade e a vida íntima de quem era chamado de Beco ou Becão pelas pessoas mais próximas. As filmagens serão realizadas no Brasil e também no exterior em locais por onde Senna passou.

A família do tricampeão também participa ativamente do projeto e autorizou a equipe de gravação a ter acesso à casa onde Senna cresceu em São Paulo. "É muito especial poder anunciar que contaremos a história que poucos conhecem dele. A família Senna está empenhada em fazer deste projeto algo totalmente único e inédito. E ninguém melhor do que a Netflix, que tem um alcance global, para ser nossa parceira neste projeto", afirmou a irmã de Ayrton, Viviane Senna.

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A história da série terá início no começo do anos 1980, quando o então jovem Ayrton decide deixar a família em São Paulo para se arriscar na Inglaterra para competir na Fórmula Ford 1600. A série vai mostrar passagens pouco conhecidas, dramas na vida pessoal, superação e os bastidores que marcaram a formação dele como piloto. A minissérie será gravada em inglês e português e terá a produção da Gullane.

O Estadão havia antecipado a informação sobre o projeto em novembro de 2019. "Não posso falar ainda com quem, mas já estamos em processo de roteirização para uma série. Vamos passar outro lado do Ayrton, não só a parte da Fórmula 1", disse na ocasião a sobrinha do tricampeão, Bianca Senna, que é diretora de branding do Instituto Ayrton Senna, responsável por gerir a área de negócios e planejar ações de marketing para preservar a imagem do piloto.

"Assim como Senna começou sua jornada em São Paulo e conquistou o mundo, estamos honrados em levar sua inspiradora trajetória para todos os seus fãs, onde quer que eles estejam. Ayrton Senna tem um legado que atravessa gerações e fronteiras, e a Netflix se orgulha de poder levar um novo olhar sobre o homem por trás do piloto", afirmou a diretora de produções originais internacionais da Netflix no Brasil, Maria Angela de Jesus.

Senna foi campeão mundial de Fórmula 1 em 1988, 1990 e 1991. Foi vice-campeão em 1989 e 1993. Em dez anos na principal categoria do automobilismo, o piloto acumulou 41 vitórias, 65 pole positions e 80 pódios até morrer em um acidente durante o GP de San Marino, em Ímola, em 1994.

Adriane Galisteu está em Portugal para ser jurada de um reality show e, na última quarta-feira, dia 29, abriu seu coração ao falar sobre o namoro com Ayrton Senna, quando tinha 19 anos de idade. Em seu canal no YouTube, a apresentadora publicou um vídeo com o título 'Os caminhos de Portugal' que me trouxeram atá aqui, em que desabafa sobre sua conexão com a cidade Sintra, local onde morou após a morte do piloto da Fórmula 1.

"Aqui é um lugar que o Ayrton amava de Portugal. O melhor amigo dele tem uma quinta aqui, que é o Antônio Carlos de Almeida Braga, e a esposa dela, Luíza Almeida Braga, que se chama Quinta da Penalva, que foi onde eu e Ayrton nos divertimos muito. Depois que ele morreu, vivi durante um ano nessa quinta. Esse lugar conta a minha história", começou ela, fazendo um pequeno tour por Sintra.

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Ela contou que se sentia em um labirinto, sem saber qual decisão tomar.

"Foi assim que eu vivi durante praticamente um ano. Aqui tem um labirinto, é mais ou menos como eu me sentia. Andava pelo labirinto da minha vida e não sabia exatamente o que iria acontecer, o que eu ia encontrar, onde é que eu ia sair, mas eu achava que um dia iria dar certo. Eu precisei acreditar em mim, duvidar do que as pessoas falavam para conseguir sair do labirinto", contou.

Adriane afirmou que, mesmo com dificuldades, não deixou de acreditar que as coisas dariam certo.

"Estou aqui para dizer que deu tudo certo. Sou muito feliz com as escolhas que eu fiz, que não esqueço de quem me ajudou, esteve do meu lado e me apoiou. E que mesmo nos piores momentos, eu nunca deixei de acreditar que daria certo. Falava: não sei exatamente como, mas sei do que sou capaz".

Foi nessa fase de sua vida que a apresentadora encontrou seu talento.

"A comunicação é o meu negócio. Sempre foi. Quando a gente acredita, ninguém pode dizer que não. Algo aqui dentro me dizia. Mesmo sem dinheiro, numa situação difícil e morando nesta terra de favor, falava: eu vou conquistar. De um jeito ou de outro, os caminhos me levaram para o meu trabalho, para as coisas que realmente nasci para fazer. Eu tinha 19 anos de idade quando tudo aconteceu. Hoje, toda vez que venho para cá, lembro que valeu a pena, que nada me fazia desistir".

Por fim, ela falou sobre sua história com Ayrton.

"Pensava: meu Deus, o fato de ter namorado o Ayrton, nessa situação, vai me fazer não chegar onde eu sempre acreditei que seria capaz? Acho que não. Pelo contrário. Muita gente acha que foi graças a ele que cheguei onde cheguei. Não importa. Sou uma mulher que carrego minha história com Ayrton não como um fardo, mas como um escudo. Tenho muito orgulho da história que vivi, da mulher que sempre fui, e hoje sou muito realizada nesse plano pessoal. Tenho um marido que entende minha história... eu venci", afirmou ela, que é casada com Alexandre Iodice desde 2010.

Cerca de 300 itens da coleção de peças históricas de Ayrton Senna, que foram roubados em Canelli, foram recuperados pela polícia italiana nesta terça-feira (28). As peças estavam em uma loja de artigos usados em Chivasso, uma pequena cidade da província de Turim e incluem camisetas, luvas e capacetes.

A polícia informou que indiciou dois suspeitos por receptação, os mesmos que foram presos no dia 23 quando as autoridades comunicaram o roubo para a imprensa e o público em geral.

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Os homens identificados como Danilo Martucci, de 31 anos, e Dabide Robba, 32, deixaram parte da coleção na loja para a venda e foram denunciados pelo próprio dono do estabelecimento - que recebeu as mercadorias e logo avisou a polícia do fato.

As autoridades ainda estão investigando para onde foram levados os demais itens da coleção e se há mais pessoas envolvidas no crime.

No dia 23, os carabineiros de Cimelli prenderam os dois homens com algumas das peças roubadas de uma coleção particular, usada para fazer exposições por mais de 16 anos na Itália e na Europa.

Além dos itens recuperados no carro, parte das peças localizadas naquele dia estava em uma casa alugada pelos dois homens. Estima-se que a coleção tenha um valor aproximado de 300 mil euros (R$ 1,8 milhão). 

Da Ansa

A polícia de Canelli, cidade localizada na região de Piemonte, na Itália, prendeu dois homens nesta quinta-feira (23) por terem roubado parte de uma coleção de objetos em homenagem a Ayrton Senna de um colecionador local.

Danilo Martucci, 31 anos, e Dabide Robba, 32, ambos com passagens pela polícia, tinham levado as peças roubadas para uma residência que estava vazia. Segundo os policiais, a coleção completa tem 300 itens e um valor estimado de 300 mil euros. Entre os itens, que o proprietário emprestava para exposições ao redor do mundo, há capacetes, luvas, macacões e diversos objetos que pertenceram ao piloto brasileiro.

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O roubo das peças aconteceu após uma exposição dos itens realizada na província de Asti há alguns dias, mas o crime foi mantido em sigilo para não atrapalhar as investigações.

"Tratou-se de uma atividade que vai além do valor simbólico porque contamos com a colaboração da comunidade, que foi de grande importância para sinalizar a presença de um carro suspeito e do que estava acontecendo", revelou o tenente-coronel Pierantonio Breda, comandante da polícia provincial de Asti.

"A casa foi vigiada por todos, mais de uma vez, em momentos diferentes", acrescentou o capitão Alessandro Caprio, comandante dos carabineiros de Canelli. Na última ronda feita pela polícia local, após a notificação de moradores, dois agentes pararam os suspeitos e os abordaram em um carro. Dentro do veículo, já encontraram parte dos itens roubados.

Após a prisão, Martucci e Robba levaram os oficiais à casa onde escondiam os objetos e encontraram quase todas as peças roubadas.

"A nossa investigação ainda não terminou e estamos apurando se os dois agiram sob pedido, mesmo que o furto tenha sido ocasional e não planejado. As investigações buscarão esclarecer esse aspecto", acrescentou Caprio.

Os policiais ainda pediram que se os italianos virem algum item de Senna sendo vendido, notifiquem as autoridades. 

Da Ansa

Desde 2006, um dos circuitos mais tradicionais da Fórmula 1 não recebe um Grande Prêmio. O circuito de Imola, local onde Ayrton Senna faleceu após um grave acidente em 1994 recebeu a certificação da FIA para voltar a receber uma corrida nesta quinta-feira (11). 

A pista de Ímola, na Itália, tenta voltar ao circuito mundial da Fórmula 1 há algum tempo e agora com a certificação grau 1 o local se coloca de vez na disputa. "Com a renovação da homologação, temos condições de sediar um GP de Fórmula 1, seguindo todos os parâmetros exigidos pela FIA. Esperamos que esse sonho se torne realidade com o trabalho da nossa equipe", declara Uberto Selvatico, presidente do circuito. 

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A última corrida aconteceu no local em 2006. Na ocasião, o alemão Michael Schumacher venceu. Ímola tem chances de voltar ao circuito ainda em 2020 devido às alterações do calendário por conta da pandemia.

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