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Nesta sexta-feira (13), há 72 anos, acontecia a primeira prova válida para um mundial de Fórmula 1, em Silverstone. O GP foi vencido por Giuseppe Farina, da Alfa Romeo. O LeiaJá conta tudo sobre o Mundial de 1950:

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O filho do sete vezes campeão da Fórmula 1, Michael Schumacher, fará sua estreia da categoria nos treinos livres da Alfa Romeo na sexta-feira, dia 9 de outubro. Mick Schumacher, que atualmente corre na Fórmula 2, vai estrear em casa, no circuito de Nürburgring na Alemanha nos treinos livres. O jovem piloto tem chances de ser confirmado em um dos carros da escuderia para a temporada de 2021.

Liderando a Fórmula 2 com duas vitórias e tendo alcançado o pódio por 10 oportunidades, o piloto da academia da Ferrari disse que está feliz com o momento. “A minha primeira participação na Fórmula 1 acontecer na frente do meu público em Nürbrugring tornou o momento ainda mais especial", disse o jovem piloto que aproveitou para agradecer a oportunidade.

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"Gostaria de agradecer a Alfa Romeo Racing ORLEN e a Academia de Pilotos da Ferrari por me dar essa oportunidade de sentir novamente a chance de sentir o gosto de pilotar um carro de Fórmula 1, um ano e meio depois de ter feito um teste drive no Bahrein", celebrou o jovem atleta. No sábado (10) e domingo (11) o carro volta para as mãos de Magnussen.

A Alfa Romeo apresentou nesta quarta-feira (19) no circuito de Montmeló, em Barcelona, pouco antes do início dos testes de pré-temporada, o modelo C39 para 2020. A escuderia italiana, que será guiada pelo finlandês Kimi Raikkonen e pelo italiano Antonio Giovinazzi, foi a última das 10 equipes a revelar o seu protótipo para a nova temporada.

Além dos titulares, a Alfa Romeo terá o experiente polonês Robert Kubica como reserva imediato, enquanto que a colombiana Tatiana Calderón foi confirmada como pilota de testes.

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Os dois pilotos da equipe querem fazer melhor do que em 2019. Kimi Raikkonen conseguiu 43 pontos e terminou em 12.º lugar na classificação geral da temporada passada, enquanto que Antonio Giovinazzi somou 14 e ficou com a 17ª posição no seu primeiro ano na Fórmula 1. No Mundial de Construtores, a Alfa Romeo obteve a oitava colocação, à frente da Haas.

O novo carro da equipe italiana tem mais detalhes em vermelho, que divide espaço com o branco. O modelo traz estampados os dois novos patrocinadores da escuderia baseada em Hinwil, na Suíça: a petrolífera polonesa Orlen - responsável também pela presença do reserva Robert Kubica na equipe - e da sueca Huski Chocolate.

Piloto mais longevo do grid na atualidade, Kimi Raikkonen está muito perto de quebrar o recorde de mais GPs disputados na história da Fórmula 1. Com 313 largadas, o finlandês, que tem o apelido de "Homem de Gelo", está a apenas 11 de superar o brasileiro Rubens Barrichello.

A equipe fecha o período de lançamentos oficiais, iniciado no último dia 11, com a Ferrari. A Haas, que apesar ter antecipado a apresentação do VF-20, já tinha divulgado a pintura e levou o carro à pista na última segunda-feira.

Mick Schumacher vai se aproximar de repetir seu pai na próxima semana, quando participará de um teste da Fórmula 1, dando um passo importante na direção de um retorno do sobrenome à categoria. Nesta terça-feira, a Ferrari anunciou que o filho de Michael Schumacher, de 20 anos, foi escalado para treinar com o carro da equipe em 2 de abril, no Bahrein.

O alemão, que em 2019 participará do campeonato da Fórmula 2 pela equipe Prema, é membro da Academia de Jovens Pilotos da Ferrari e pilotará nos dois dias de testes, pois em 3 de abril estará ao volante da Alfa Romeo no circuito de Sakhir.

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O pai de Mick Schumacher ganhou sete títulos de Fórmula 1, cinco dos quais pela Ferrari, entre 2000 e 2004. Michael Schumacher detém o recorde de vitórias - 91 - e é o segundo piloto com mais pole positions da categoria, atrás do britânico Lewis Hamilton.

Os testes ocorrerão após a estreia de Mick Schumacher neste fim de semana, também no Bahrein. "Estou obviamente mais do que animado e gostaria de agradecer a Ferrari e a Alfa Romeo por me darem essa oportunidade", disse o jovem alemão.

"Estou conscientemente colocando todos os pensamentos sobre o teste de lado, porque também estou muito ansioso para competir na minha primeira corrida de Fórmula 2 e gostaria de focar 100% por cento no fim de semana que está por vir", acrescentou Mick.

Em ascensão na carreira, Mick levou o título da Fórmula 3 Europeia no ano passado, com oito vitórias e 14 pódios na 30 provas realizadas, o que o levou a chamar a atenção do mundo do automobilismo e a ser contratado para competir na Fórmula 2.

Agora, então, terá a primeira experiência em um teste oficial de Fórmula 1, sendo em 2017 chegou a pilotar uma Benneton antiga no circuito de Spa, na celebração dos 25 anos da primeira vitória do seu pai na categoria máxima do automobilismo.

Além de anunciar a participação de Mick nos testes, a Alfa Romeo também confirmou que o britânico Callum Ilott, outro membro da Academia Ferrari, participara de um dia de testes no circuito de Barcelona, na sequência da realização do GP da Espanha.

"Acreditamos firmemente no valor da Academia de Pilotos da Ferrari como um programa de treinamento de alto nível para jovens talentosos e a decisão de dar uma vaga a Charles Leclerc é a prova disso. Estamos, portanto, muito satisfeitos por poder dar a Mick e a Callum a oportunidade de pilotar um carro de Fórmula 1", disse Mattia Binotto, chefe da Ferrari.

Pouco antes de a primeira bateria de testes coletivos da pré-temporada da Fórmula 1 serem iniciados nesta segunda-feira, no circuito de Barcelona, na Espanha, a Alfa Romeo apresentou oficialmente o seu carro para esta temporada da categoria.

O nome Alfa Romeo substituiu o da Sauber no grid da F-1, como parte de um acordo de patrocínio estendido, e a equipe contará com a dupla de pilotos titulares formada pelo finlandês Kimi Raikkonen e o italiano Antonio Giovinazzi. Os dois posaram para fotos ao lado do novo modelo C38, que já havia ido para a pista, exibindo uma pintura provisória e com o seu design camuflado, em um dia de filmagens no circuito de Fiorano, na Itália, na última quinta-feira.

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A Alfa Romeo se tornou a última equipe a apresentar o seu carro para esta temporada da Fórmula 1, que será iniciada no dia 17 de março, data do GP da Austrália, em Melbourne. E o novo monoposto tem uma pintura parecida com a adotada no ano passado pela Sauber, cujo nome foi exibido de forma discreta nas laterais do modelo.

Com o nome e a logomarca da Alfa Romeo em destaque na parte superior da carenagem, o carro é predominantemente vermelho e branco, sendo que o retorno da montadora à F-1 proporcionou a presença de um piloto italiano titular de uma equipe pela primeira vez desde 2011, quando Jarno Trulli e Vitantonio Liuzzi figuravam no grid da categoria.

Giovinazzi tem 25 anos e já estreou na F-1 em 2017, quando substituiu o lesionado Pascal Wehrlein na Sauber no início do campeonato daquele ano em duas corridas. Já Raikkonen, de 39 anos e campeão mundial em 2007, trará a sua larga de experiência como trunfo depois de ter se despedido da Ferrari ao término da temporada passada.

A Sauber, que firmou uma parceria técnica e comercial de vários anos com a Alfa Romeo, terminou o Mundial de Construtores do ano passado em oitavo lugar.

Pela primeira vez desde 1969 sem pilotos brasileiros e com novidades no calendário, a temporada de 2018 da Fórmula 1 começará no dia 25 de março, com o Grande Prêmio da Austrália, em Melbourne. Entre os pilotos e as equipes deste ano, são poucas as novidades em relação a 2017.

Felipe Massa se aposentou, e quem assumiu a vaga do brasileiro foi o jovem russo Sergey Sirotkin. Outra novidade no grid é a volta da Alfa Romeo. A montadora italiana fechou parceria com a Sauber e retornou à principal categoria do automobilismo mundial depois de mais de 30 anos. Sua dupla será o sueco Marcus Ericsson e o monegasco Charles Leclerc.

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Já entre os Grandes Prêmios, houve três grandes mudanças. Após uma década, o GP da França retornou para a Fórmula 1 e será disputado na cidade de Le Castellet, no dia 24 de junho. A Alemanha também voltou ao calendário da F1, após um ano de ausência.

Por fim, o circuito da Malásia, que estava na categoria desde 1999, foi excluído. No regulamento, os carros foram proibidos de utilizar a "barbatana de tubarão", que ficava na cobertura do motor. As asas "T-Wing", localizadas na traseira dos carros, também foram banidas para esta temporada. A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) ainda tornou obrigatório o uso do polêmico "Halo", equipamento que protege a cabeça dos pilotos.

- Confira as equipes e os pilotos da temporada:

- Mercedes: Lewis Hamilton (ING) e Valtteri Bottas (FIN) - Franca favorita ao título e com ótimos resultados na pré-temporada, em Barcelona, na Espanha, a Mercedes optou por continuar com os mesmos pilotos de 2017, o inglês e atual campeão Hamilton e o finlandês Bottas. O carro, chamado de W09, segue semelhante ao do ano passado, e a escuderia alemã tentará buscar seu pentacampeonato de Construtores da F1.

- Ferrari: Sebastian Vettel (ALE) e Kimi Raikkonen (FIN) - Buscando derrubar a hegemonia da rival Mercedes, a Ferrari continuará apostando no alemão Vettel e no finlandês Raikkonen.

A única novidade no carro SF71H, de motor V6, é a pintura. Agora o monoposto da escuderia italiana está mais vermelho e substituiu detalhes brancos por pretos. Vettel e Raikkonen já mostraram que o carro é veloz e resistente na pré-temporada.


- Red Bull: Daniel Ricciardo (AUS) e Max Verstappen (HOL) - Entre as favoritas Mercedes e Ferrari, está a Red Bull, que ficou na terceira colocação no Mundial de Construtores de 2017.

Nesta temporada, o "RB14" será conduzido novamente por Ricciardo e Verstappen. Com motor V6 da Renault, o novo monoposto da Red Bull já se mostrou veloz em suas voltas na pré-temporada. Neste ano, a RBR tentará seu quinto título no Mundial de Construtores, após ter vencido em 2010, 2011, 2012 e 2013.

- Force India: Sergio Pérez (MEX) e Esteban Ocon (FRA) - Última equipe a apresentar seu carro, a Force India deseja ir além e superar os ótimos resultados que conquistou nas últimas duas temporadas. Em 2016 e 2017, a escuderia terminou na quarta posição no Mundial de Construtores. Para isso, manteve o mexicano Sergio Pérez e o francês Esteban Ocon, que marcaram 187 pontos na temporada passada, o melhor resultado da equipe.

- Williams: Lance Stroll (CAN) e Sergey Sirotkin (RUS) - Apesar de ter ficado em quinto lugar no Mundial de Construtores na última temporada, a Williams não vem tendo um começo de 2018 muito animador. A escuderia resolveu apostar em jovens pilotos, como Lance Stroll, de 19 anos, e Sergey Sirotkin, de 22, que substitui o brasileiro Felipe Massa. O experiente polonês Robert Kubica será o piloto de testes. No entanto, a dupla mais jovem do grid ainda não despontou na pré-temporada e coloca um ponto de interrogação sobre como será o ano da Williams.

- Renault: Nico Hulkenberg (ALE) e Carlos Sainz (ESP) - Após uma temporada regular em 2017, a francesa Renault chega neste ano almejando resultados melhores. Para isso, a equipe continuará apostando na dupla Hulkenberg e Sainz. Na pré-temporada, os dois pilotos e o carro RS18 apresentaram bons resultados, e a equipe tentará figurar na parte da frente do grid.

- Toro Rosso: Pierre Gasly (FRA) e Brendon Hartley (NZL) - Buscando sair da maldição do número sete, a escuderia italiana, considerada o "time B" da Red Bull, trocou de motor e resolveu apostar em Gasly e Hartley para conquistar resultados melhores.

A STR, que terminou as últimas quatro temporadas na sétima colocação, trocou os motores Renault pelos da contestada Honda, e a mudança já fez efeito. Apesar de alguns problemas elétricos, os dois pilotos da Toro Rosso alcançaram resultados positivos na pré-temporada e animam a escuderia para 2018.

- Haas: Romain Grosjean (FRA) e Kevin Magnussen (DIN) - Após ter ficado as últimas duas temporadas na oitava colocação, a Haas busca em 2018 estar pelo menos entre as cinco primeiras no Mundial de Construtores. Para isso, o time norte-americano resolveu apostar nos mesmos pilotos da temporada passada: Magnussen e Grosjean, que, em 2017, conquistaram 47 pontos.

- McLaren: Stoffel Vandoorne (BEL) e Fernando Alonso (ESP) - Mesmo após a terrível campanha em 2017, a McLaren resolveu dar mais uma chance para Alonso e Vandoorne, já que os problemas da equipe eram atribuídos aos motores da Honda. Para conquistar bons resultados e recuperar o prestígio, a McLaren voltou às suas origens ao usar em seu novo carro, o MCL33, as cores laranja e azul, após 50 anos. Outra novidade é o motor. Pela primeira vez, a escuderia utilizará propulsores da Renault.

- Alfa Romeo Sauber: Marcus Ericsson (SUE) e Charles Leclerc (MON) - Lanterna da temporada 2017, a Sauber está com cara nova para 2018. O time suíço firmou uma parceria com a Alfa Romeo, que retorna após mais de 30 anos fora da Fórmula 1. O carro da equipe, o C37, será conduzida por Marcus Ericsson e Charles Leclerc, de 20 anos, que substituirá Pascal Wehrlein.

Texto: Ansa

Fotos: Divulgação das equipes

Após ficar 33 anos fora da Fórmula 1, a Alfa Romeo anunciou nesta quarta-feira (29) que fechou uma parceria com a Sauber e estará nas pistas a partir de 2018. O nome da equipe será Alfa Romeo Sauber F1 Team e o acordo plurianual prevê a cooperação em "nível estratégico, comercial e tecnológico".

"A parceira permitirá uma troca de informações de engenharia e 'know-how' técnico, e trará novas oportunidades para as duas organizações com a Fórmula 1 e além", diz a nota oficial no site da Sauber.

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O retorno da Alfa Romeo à categoria era ventilado desde o ano passado, com o presidente da Ferrari e CEO da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), Sergio Marchionne, dando diversas declarações sobre um possível retorno. Para 2018, as unidades de potência da Sauber serão da Ferrari.

"O acordo com a Sauber F1 Team é um passo significante no redesenho da marca Alfa Romeo, que retorna para a F1 após uma ausência de mais de 30 anos. Uma marca histórica que ajudou a fazer a história desse esporte, Alfa Romeo vai se juntar a outros grandes fabricantes de carros que participam da Formula 1", disse Marchionne em nota.

Segundo o CEO da FCA, "ao mesmo tempo, os fãs da Alfa Romeo poderão mais uma vez ter a oportunidade de apoiar uma fabricante que está determinada a começar a escrever um empolgante novo capítulo em sua histórica única e lendária".

A marca italiana esteve na principal categoria do automobilismo entre os anos de 1950 e 1988, como construtora e fornecedora de motores. Já nos seus anos de estreia, ela conquistou o Mundial de Pilotos com Nino Farina e Juan Manuel Fangio.

Entre 1961 e 1979, a Alfa Romeo forneceu motores para diversas equipes e, em 1979, retornando como construtora, ficou na 6ª colocação entre as equipes.

Da Ansa

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