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Por José Barroso Filho*

Vivenciamos décadas em semanas.

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A crise sanitária causada pelo novo coronavírus lançou-se a uma profunda crise social, econômica e política.

Porém devemos dar a devida aos danos causados à Educação Brasileira.

Com a crise econômica advinda das necessárias medidas de proteção, os alunos passaram a não frequentar presencialmente as escolas e o ensino, com extrema dificuldade, passou a ser ministrado por via remota.

A rede pública, de uma maneira geral, já apresentava dificuldades com restrições econômicas e financeiras.

Como falar em ensino remoto onde não se conta com computadores, onde não se tem rede de telecomunicações de modo a atender as escolas públicas, onde os alunos não tem equipamentos adequados, onde os professores que, já contavam com adequadas condições de trabalhos, se encontram em profunda inquietação em face da ausência de metodologia adequada a promover o mínimo da imprescindível relação educacional com os alunos.

E mesmo na rede pública, a evasão já se faz sentida dada as dificuldades econômicas experimentadas pelas famílias brasileiras.

Tudo a aumentar a brutal desigualdade existente na sociedade brasileira.

A rede privada está em melhores condições porém com dificuldades evidentes na comprometida relação professor-aluno… a ausência ocasiona danos pedagógicos mas também psicológicos.

De modo geral, os pais sofrem grandes impactos em uma economia e o provimento das demandas educacionais também restam comprometidas.

Por vários fatores, sofrem escolas, pais e alunos em um sistema educacional que nunca foi uma prioridade nacional.

Escolas estão a fechar ou a comprometer seriamente os seus serviços.

Comprometidos ou frustados planos de vida.

Em uma época de imprescindíveis auxílios emergenciais, a Educação merece ser lembrada e não mais uma vez.. esquecida.

Pois bem, necessário um grande pacto nacional em prol da Educação.

Uma sinergia que envolva as empresas de telecomunicações para que facilitem o acesso das escolas e alunos à rede de informática com a necessária isenção de pagamentos.

As escolas precisam de fôlego financeiro para manter as suas estruturas físicas e propiciar melhores condições educacionais e professores e alunos bem como preparar o complexo retorno às atividades presenciais mesmo que mescladas com as atividades remotas.

De onde surgirão tais recursos:

O Banco Central diminuiria o volume dos depósitos compulsórios … injetando liquidez no mercado financeiro com o compromisso de destinação prioritária de recursos para o setor de educação.

Bem assim, o incremento necessário monetário a esse esforço fiscal adviria de operações compromissadas com resgaste mais longo (considerando essas operações como depósitos remunerados no Banco Central)

Em sintonia com a compra de títulos longos emitidos pelo Tesouro Nacional (sem expansão de base monetária) pois creditada nas contas das instituições financeiras (ou seja o dinheiro não sai do Banco Central) …

Ocasionariam uma espécies de debêntures voltados ao Setor Educacional conversíveis em Títulos longos do Tesouro Nacional possibilitando Swap (digamos um swap educacional) não remunerados pela Selic mas pela variação cambial.

O Estado deve aprovar despesas sem fonte tributária.

Mesmo sem aumentar a carga tributária, o Estado poderia manejar diferimentos, compensações, renúncias (a curtíssimo prazo e com contrapartidas) e estimular, fortemente, as transações para estimular o reequilíbrio desse setor tão combalido.

O Estado deve gastar o que for necessário na saúde e na ajuda assistencial aos que estão sem emprego, sem renda, sem alternativas.

Mas também não descurar da Educação.

Inclusive com a utilização de recursos advindos de Contribuições de Intervenção no Dominio Econômico tais como os bilhões existentes nos fundos arrecadados com as CIDs sobre Telecomunicações ou Cinema Nacional.

Talvez e, provavelmente, algo acima escrito incorra em alguma incorreição técnica… jamais omissão ou conformismo.

O sentido está bem claro e implica a resposta que daremos no decorrer da nossa Vida: teremos mais hojes, ontens ou amanhãs?

Em um país em que as escolas fecham, apagam-se as trilhas para o futuro.

*José Barroso Filho é Ministro do Superior Tribunal Militar e Conselheiro do Conselho Nacional de Educação

Por Aina Bosch*

Essa pergunta pode beirar ao absurdo para alguns. Mas, calma, não estou duvidando do seu amor pelo seu cachorrinho! A questão é: será que você está impondo muitas condições para amar seu pet?

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Para refletir sobre isso, precisamos estar atentos o tempo todo para o fato de que você trouxe um animal da natureza para dentro da sua casa. Você fez essa escolha e, portanto, é toda sua a responsabilidade pelas experiências e emoções que ele vivenciará ao seu lado.

Sendo assim, o primeiro passo para garantir uma vida feliz e uma convivência saudável entre você e seu animalzinho, é entender como ele viveria se ainda estivesse no seu habitat natural e o que você pode fazer para que ele tenha a experiência mais próxima possível estando dentro de casa. E para saber o que fazer, você precisa compreender a espécie que você escolheu cuidar. Estudar sobre ela.

Quais são seus hábitos, o que gostam e o que não gostam, como se expressam e se comunicam? Em resumo: quais são os seus comportamentos naturais? De que forma ele se comportaria na natureza, sem você?

Agora, com essas informações em mãos, trace um paralelo para a forma que você está exigindo que ele viva com você.

No caso dos cachorros, o que ele costuma fazer na natureza que você está impedindo que ele expresse dentro de casa? Latir, destruir, caçar, farejar, brincar... Não estou falando que você tem que deixá-lo “comer” seus móveis!

Mas que atividades você está oferecendo para permitir que ele expresse a necessidade natural de roer, por exemplo? Vamos falar mais sobre tudo isso? No vídeo te explico melhor, vem conferir:

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*Aina Bosch é veterinária comportamentalista, formada em medicina veterinária pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (CRMV-PE 4729) e pós-graduada em Etologia Clínica pelo Instituto Qualittas de São Paulo, com estágio em Portugal no Centro Para o Conhecimento Animal (CPCA). Atua na área de comportamento há mais de 15 anos, é treinadora especialista na metodologia positiva e há 10 anos se dedica à educação preventiva de filhotes.

Contato: Instagram Aina Bosch e Aina Bosch Mentoria

Por Cláudio Lacerda*

Em 11 de dezembro de 2020, publiquei nesta coluna, artigo intitulado “Pela Vacinação Imediata. Com Qualquer Delas”. Foi uma modesta resposta à crescente onda negacionista de então, liderada pelo Presidente, que, além de minimizar a gravidade da pandemia, semeava insegurança na população quanto aos efeitos das vacinas, particularmente da Coronavac, produzida em parceria com o Instituto Butantã, em São Paulo, e por isso duplamente estigmatizada por ele, que logo a rotulou pejorativamente de“chinesa” e “do João Dória”.

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E foi mais além, declarando reiteradamente que havia mandado cancelar uma grande encomenda do Ministério da Saúde à Pfizer, pois o Presidente era ele, e que não iria tomar vacina alguma, “muito menos a chinesa”.

Todavia, àquela altura, já havia resultados robustos de pesquisa de fase três, atestando a eficácia e a segurança da Coronavac. Tanto que, não tardou a ser aprovada, ainda que emergencialmente, pela ANVISA, tornando--se a primeira e a mais aplicada no País, começando pelos profissionais de saúde.

Por isso, eu, minha mulher, minhas filhas e demais colegas próximos fomos contemplados no começo da campanha, com a primeira dose, e com a segunda, quinze dias após.

Ocorre que, mais recentemente, foi desenvolvida e tornou-se acessível uma nova

tecnologia que permite separar e quantificar, laboratorialmente, no sangue, os anticorpos IGG de mera memória imunológica, portanto sem efeito protetor, daqueles chamados neutralizantes, que conferem imunidade real. Era exatamente o que estávamos precisando para avaliarmos nossa resposta imunológica, comparando-a, inclusive, com a daqueles que haviam tido a doença.

Os resultados foram altamente gratificantes em todos os vacinados, onde os títulos de anticorpos neutralizantes revelaram-se uniformemente elevados, bem acima do considerado de proteção e bem maiores que a média daqueles que haviam tido a infecção.

O impacto epidemiológico dessa e de outras vacinas já são observados em vários países e já começa a ser sentido no Brasil. Com efeito, em São Paulo, a incidência da doença em profissionais de saúde caiu vertiginosamente e isso já começamos a observar também em Pernambuco. Nos poucos casos registrados, a evolução tem sido benigna e curta.

Vale dizer finalmente que, embora vacinados, todos devemos continuar com os mesmos cuidados de distanciamento social, pelo menos até que esses novos conhecimentos se consolidem.

*Cláudio Lacerda é médico cirurgião e professor da UPE e da Uninassau.

Por Heitor Scalambrini Costa

O nuclear está em alta no atual (des)governo brasileiro, desde que o almirante Bento Junior se tornou ministro de Minas e Energia, apoiado por um “lobby” persistente e decidido, e que tem setores militares como “sócio” majoritário.

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Enquanto no mundo o número de reatores nucleares em operação diminui, segundo o Relatório Anual da Indústria Nuclear no Mundo (2020), o país planeja investir centenas de bilhões de reais na expansão das usinas nucleares, conhecidas como “chaleiras atômicas”.  Mesmo declarado “país falido”, sem recursos, diante de investimentos grandiosos e prioritários para uma necessária recuperação econômica e sanitária, os nucleopatas insistem, sorrateiramente, em gastar “nosso rico dinheirinho” para atender unicamente seus interesses econômicos particulares.

São múltiplos interesses que estão presentes na expansão das atividades nucleares no país, não se resumindo somente na retomada da construção de Angra 3, e de mais 6 usinas no Complexo de Itacuruba/Pernambuco, a beira do Rio São Francisco, conforme prega o Plano Nacional de Energia (PNE) 2050. Da mineração do urânio, a produção de energia elétrica. Do acionamento de submarinos nucleares à produção de armamentos nucleares. Todas estas atividades estão incluídas nos planos do governo federal, em particular a mineração do urânio, visto como uma “commodity” no mercado mundial.

Está em andamento uma campanha orquestrada, e presente na mídia, sobre as vantagens do uso da energia nuclear em nosso país. Os “lobistas em ação” (associações, consultores, militares, políticos, acadêmicos, empresários, grandes corporações financeiras e de mídia, grandes construtoras, ...) tentam convencer o “inconvencível”. Que o nuclear é uma fonte energética necessária à diversificação da matriz elétrica, barata, limpa, e cujo risco de acidente inexiste. As falácias e mentiras são muitas, mas com o apoio da mídia corporativa, repetindo e repetindo, tenta-se instaurar a “voz única”, enganando os incautos.

Um aspecto a destacar, constatado pelo missivista, é que os “lobistas em ação” são na verdade os mesmos personagens que criticaram, boicotaram e retardaram, em anos, a expansão das fontes renováveis de energia no país, em particular a inclusão da energia eólica e a solar na matriz elétrica brasileira. Este é um “detalhe” a ser considerado, nas discussões, de como são tomadas as decisões sobre a política energética.

As decisões recentes do (des)governo federal não fugiu à regra em política energética, cujas deliberações são monocráticas, antidemocráticas; sem debate com a sociedade. Para passar a “boiada nuclear” utilizam da tragédia sanitária que se abateu no país e no mundo, não importando as opiniões e argumentos contrários.

O alerta é claro. O país não precisa de usinas nucleares para atender suas necessidades elétricas, nem hoje e nem no futuro. A nucleoeletridade é cara, e sem dúvida incidirá para o aumento das tarifas, hoje no Top 5 das mais caras do mundo. Ela é “suja”, pois os dejetos radioativos (lixo atômico) desta indústria continuam irradiando radiação mortal por milhares de anos. E lembrando que até o presente, não existe local definitivo e seguro para armazená-los. Sem deixar, é claro, de mencionar e denunciar interesses militares no setor nuclear.

Voltando as decisões tomadas recentemente pelo governo federal, existe um claro desacordo entre o que diz a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 que prevê, em seu Artigo 21, Inciso XXII, que “compete à União explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer o monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minerais nucleares e seus derivados”. O Artigo 177, Inciso V, dispõe que “Constituem monopólio da União a pesquisa, a lavra, enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios e minerais nucleares e seus derivados”. E, ainda, em seu Artigo 225, Inciso VII, §6°, a Constituição estabelece que “As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem que não poderão ser instaladas”.

A inconstitucionalidade das ações governamentais consiste na tentativa de “privatizar” processos do chamado ciclo do combustível nuclear, que são de competência estatal.

Por exemplo, o recente Consórcio Santa Quitéria. Formado entre uma empresa privada com fundo norueguês e as Indústrias Nucleares do Brasil (INB) para a implantação de um parque minero-industrial para exploração de potássio e urânio, em Santa Quitéria, sertão cearense.

Outro exemplo foi a Medida Provisória (MP) 998. Aprovada pela Câmara Federal e pelo Senado, dependendo agora de sanção presidencial, que beneficiou escancaradamente o reinício das obras de Angra 3 (está sendo construída em Angra dos Reis-RJ desde 1984, paralisada dois anos mais tarde, retomada em 2009 e novamente interrompida em 2015). Com aproximadamente 60% dos trabalhos concluídos, necessita de mais de 15 bilhões de reais para sua finalização, com previsão para entrar em operação comercial no final de 2026.

Esta MP transferiu ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) a decisão de outorga para a exploração de Angra 3 (prazo de 50 anos, prorrogáveis por mais 20 anos, e deve garantir o suprimento de energia por pelo menos 40 anos).

Ambas movimentações recentes merecem um olhar rigoroso e fiscalizador da sociedade diante da legislação existente. E sem dúvida, discutir amplamente a pretensão de “nuclearizar” o Brasil para as gerações futuras. Somente a mobilização da sociedade poderá impedir mais esta insanidade que está sendo cometida, aumentando drasticamente a probabilidade de tragédias contra a vida em nosso planeta.

A pandemia é uma tragédia nacional, como afirma a Organização Mundial de Saúde, com mais de 250 mil mortes, e com um iminente colapso de todo o sistema de saúde, público e privado. O dirigente, funcionário público no 1, é um negacionista da ciência. Apontado como o principal responsável pela escalada desenfreada do vírus, o que levou o país no Top2 do número de mortes, é o mesmo que tomou a decisão de tornar o país uma porta de entrada da indústria e dos interesses nucleares na América Latina.

Os homens e mulheres de boa vontade podem esperar que reatores nucleares em nosso país podem melhorar a vida de nossa população? Gerarão emprego e renda?

Em recente artigo de opinião “quem assiste à própria morte sem reagir não merece viver”, o jornalista Noblat, nos fala da tragédia causada pela pandemia e as ações do (des)presidente. Finaliza o texto fazendo uma pergunta: "Que tipo de povo é o brasileiro que compactua inerte com tudo isso? ”

Sem dúvida não podemos aceitar esta inércia. É hora de reagir. No caso nuclear, parcela majoritária da população brasileira não tem a informação contraditória, nem as críticas feitas ao governo. Assim fica mais difícil avaliar, pela falta de transparência, o que está acontecendo, e as repercussões das decisões tomadas.

Logo, cabe à sociedade civil organizada pautar o debate nuclear, pois a “boiada” caminha rapidamente.

*Heitor Scalambrini Costa é professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco

Na programação das celebrações de encerramento do ano, divulgada nesta sexta-feira (11), a Prefeitura do Recife não incluiu a tradicional queima de fogos. Para evitar a disseminação da Covid-19 com as aglomerações na orla da praia mais visitadas da cidade, o show de pirotecnia será substituído por um espetáculo de luzes, segundo a prefeitura, “projetadas de cima de prédios localizados em pontos estratégicos da cidade para garantir visibilidade ao maior número possível de pessoas, da janela e da varanda de casa.”

Para acompanhar a nova atração, a gestão diz ainda que os espectadores podem contar com uma trilha sonora preparada pela rádio Frei Caneca, que será executada na frequência 101.5 FM à meia-noite.

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Já a programação de Natal será realizada com o 'Ciclo Natalino', que promete levar música e luzes a toda a cidade. Na próxima semana, a decoração de Natal estará no Cais da Alfândega e na Avenida Rio Branco, que ganharão ornamentação suspensa e projeções de símbolos natalinos nas fachadas e árvores, convidando à contemplação à distância, para evitar aglomerações.

O Ciclo Natalino deste ano será marcado por espetáculos artísticos realizados no Teatro do Parque, nos dias 19 e 20, fechados ao público, por questões de segurança sanitária, mas com transmissão pela internet. O tema de 2020 é “Natal da Solidariedade”.

Também nos dias 19, 20 e 25, as tradicionais Freviocas ganham as ruas de todas as regiões administrativas do Recife, sob a alcunha festiva de Nataliocas, celebrando as tradições da cultura popular referentes ao período, com a apresentação de pastoris.

O presidente da Fundação de Cultura Cidade do Recife, Diego Rocha, comenta os desafios de preparar a cidade para as solenidades de Natal e Réveillon diante de uma pandemia.

“Vamos ter que nos adaptar às novas regras. O Natal vai chegar na casa das pessoas. Vamos usar os recursos da tecnologia da informação. No Teatro do Parque, vamos ter apresentações com transmissão pela internet. Nossas Freviocas vão circular. As pessoas poderão ficar em casa e curtir a programação completa que a Prefeitura está fazendo”, disse.

A perspectiva de Rocha é acompanhada pela secretária de Turismo, Esportes e Lazer do Recife, Ana Paula Vilaça, que reafirma a possibilidade de poder celebrar, mesmo dentro de casa. “Sabemos que este foi um ano muito desafiador, mas queremos levar amor e alegria à casa das pessoas. Por isso, vamos promover música, luzes e alegria em diversos dias e formas. As pessoas vão poder acompanhar a celebração de Natal pela janela de casa, pela internet, televisão e pelo rádio”, completou a chefe da pasta.

Também acontecem de forma remota os tradicionais espetáculos do Baile do Menino Deus e do Natal Para Sempre. O primeiro acontece de 23 a 26 de dezembro, com transmissão nas plataformas digitais e pela TV Globo no dia 26 às 14h, e o segundo será ao meio-dia de 25 de dezembro, com transmissão pela TV Jornal.

Enquanto o Brasil vive um gravíssimo recrudescimento da pandemia, com milhares de vidas ceifadas, e com indicadores epidemiológicos de forte tendência à piora nas próximas semanas, trava-se no governo e na sociedade, discussão sobre escolha e estratégia de vacinação de viés político, ideologizada, anti-científica, que em nada contribui. Há até colegas médicos respeitáveis que vêm a público declarar que não tomarão e não recomendam ninguém a tomar vacina alguma, principalmente “a chinesa”. 

Tendo em vista que quanto maior e mais precoce a adesão ao programa de vacinação, mais rápido ocorrerá o controle da epidemia, entendo essa atitude de transmitir insegurança às pessoas como um grave desserviço à população, na sua grande maioria leiga em medicina. Costumo dizer aos meus alunos, que todo ato médico, desde a indicação de uma grande cirurgia, até a simples prescrição de uma aspirina, deve obedecer a uma avaliação de risco versus benefício. Pois todos têm algum preço, alguma possibilidade de efeito colateral.

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Mas, no caso em tela, será que o risco crescente que a população está correndo - sem falar na questão econômica, com a Covid se espalhando, não seria infinitamente maior do que o oferecido por qualquer dessas vacinas? Por isso, ouso dizer que, muito pelo contrário, diante da tragédia em curso, atalhos deveriam ser tomados e etapas deveriam ser puladas nos protocolos de pesquisa e validação das vacinas. E que, idealmente, como no Reino Unido e na Rússia, a vacinação já devia estar acontecendo no nosso País. 

Por outro lado, o fato é que qualquer das quatro vacinas que já estão em fase de produção em escala assistencial - e não apenas experimental, inclusive a Coronavac, de origem chinesa, produzida em parceria com o renomado Instituto Butantã, de São Paulo, passaram por todos os protocolos de segurança, com baixíssimas taxas de efeitos colaterais e níveis de eficácia acima dos habitualmente obtidos com vírus semelhantes. 

Portanto, caberia à ANVISA aprovar as quatro em rito de urgência, porque já devidamente testadas, e ao Governo Federal, de forma transparente, abrir o processo de aquisição da que estivesse mais ao seu alcance, levando em consideração principalmente a rapidez na disponibilização para toda a população brasileira com indicação de recebê-la.

Cláudio Lacerda - cmlacerda1@hotmail.com Cirurgião. Professor da UPE e da Uninassau

Na semana passada, o noticiário nacional foi tomado por um novo escândalo de corrupção. Dessa vez, envolvendo um Senador da República, Vice-Líder do Governo. Pela sua gravidade - já que se tratava de recursos desviados do combate à pandemia, e pela sua feição tragicômica – já queo dinheiro estava escondido na cueca, o caso foi amplamente comentado pela grande imprensa e “viralizou” nas redes sociais, causando extrema perplexidadee muito deboche. Um caso eloquente quando se reflete sobre a natureza humana. Um exemplo do quanto um homo sapiens pode ser pequeno, desprezível, ridículo.

Pois bem. Na mesma semana, aqui, no Hospital Universitário Oswaldo Cruz, uma adolescente transplantada de fígado há sete anos, foi internada com complicações sistêmicas e recebeu o diagnóstico clínico de Covid. O caso era grave. Já no início do seu atendimento, apresentou parada respiratória sem que houvesse nas proximidades equipamentos de ventilação manual ou mecânica. Então, um jovem cirurgião da minha equipe de transplante, sem vacilar um minuto sequer, iniciou imediatamente as manobras de ressuscitação por meio de respiração boca a boca. Os procedimentos surtiram efeito, a menina foi levada à UTI, se recuperou e recebeu alta três dias depois. Um exemplo também eloquente. Do quanto um homo sapiens pode ser grande, destemido, heroico.

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O médico, que prefere o anonimato, não tinha tido infecção pelo Covid ainda. Portanto, sabia que não estava imunizado e que a severidade da doença tende a ser proporcional à carga infectante, provavelmente altíssima nessa forma de contágio. Aguarda o final do período habitual de incubação do vírus para saber se terá ou não a doença e, caso tenha, com que nível de gravidade. Mas está tranquilo. Sentindo muita paz interior. Paz divina. Transcendental. Um sentimento certamente desconhecido por parte de Sua Excelência o Senador.

Cláudio Lacerda – cmlacerda1@hotmail.com

Cirurgião. Professor da UPE e da Uninassau.

Para entendê-lo, é necessário não ignorar Zygmunt Bauman. Diz-nos Janguiê Diniz que ter compreendido a expressiva mudança de uma economia alicerçada em indústrias para uma economia baseada na informação foi o que o fez não permanecer nas “velhas maneiras”. O mundo moderno exige flexibilidade, velocidade e qualidade – é o que vemos de suas ações. O que se herdou não mais é adequado para o mundo. A mudança é compulsiva. A mudança lhe é comum. Tudo, rapidamente, exige expansão e reconfigurações.

A passagem da fase sólida para a líquida, isto é, para a condição em que as organizações que garantem rotinas, padrões e configurações sólidas não mais perduram, é o que torna esse empreendedor dinâmico e líquido. Janguiê não sugere construções com concretos que resistam a renovações. Suas edificações, portanto, não envelhecem. Reconfiguram-se, então. É que a sociedade, aos seus olhos, é cada vez mais tratada como uma rede. Já não mais é uma estrutura. O empreendedor, portanto, deve ter suas edificações como matrizes de conexões e permutações contínuas.

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Quem o acompanha a mesas de trabalho não o encontra declinado em planejamentos e ações de prazos longos. Porém, declina-se à edificação de projetos com longevidade no tempo. Suas ações são distintas, pois são respostas dotadas de habilidade. Suas ações são rápidas e novas. Suas mãos germinam o solo: em 1996, funda o Bureau Jurídico – Cursos para Concursos. Em 1998, o BJ Colégio e Curso, escola de ensino básico. Em 2003, apresenta ao povo pernambucano, em Recife, a Faculdade Maurício de Nassau. A Joaquim Nabuco, em Paulista e em Recife, em 2007, já o tornam exemplo para muitos. Há motivações em seu dia a dia: o Brasil precisa crescer mais e mais. O que leu no passado e o que, atento, observa exige expansão de sua gente: seu empreendimento chega a quase todos os estados do Brasil. O processo de expansão é acompanhado pela chegada de uma nova marca: o grupo Ser Educacional, que, em 2013, abre capital na Bolsa de Valores, hoje um dos maiores grupos universitários  do país, com cerca de 185 mil alunos, e unidades em vários estados da federação,  mantenedor da Uninassau - Centro Universitário Maurício de Nassau,  Uninabuco – Centro Universitário Joaquim Nabuco, Unama – Universidade do Amazonas, UNG – Universidade de Guarulhos, Univeritas – Centro Universitário Universus Veritas, Uninorte – Centro Universitário do Norte, dentre outras.  

Talvez, sua inteligência maior esteja em sempre declarar que a força de um empreendedor está em não se tornar imune à crítica, a reavaliações. Ao contrário: é saber acompanhar as exigências de mercado, estar consciente da historicidade social – contínua e perpétua historicidade. E isso tudo o renova. Ter a validade vencida na vitrine é advindo da inércia institucional. Ora cede, ora reage. Há alternâncias. Quando é necessário reagir, fá-lo com a sabedoria e o rigor da experiência de um homem bem-sucedido em seus projetos. Assim como sugeriu Michel Foucault, esse empreendedor nascido no distrito de Santana dos Garrotes, na Paraíba, está convicto de que a identidade não é dada. Está consciente de que somos o que queremos ser. Embora esteja consciente de nossas limitações, não ignora que somos engenheiro de nossas vontades. Somos autores a escrever no tempo real, à janela, com tinta fresca ao vento. Somos livres.

Quem somos? Qual o nosso lugar no mundo? Por que estamos aqui? Enfim, nossa identidade precisa ser criada, da mesma maneira que as obras de arte são criadas. Jean Paul Sartre também pensou o mesmo, acrescentando que estamos condenados à liberdade. Mas que precisamos ser responsáveis e assumirmos nossas ações. Janguiê sempre nos lembra que qualquer ideia pode se transformar em uma obra ou dar início a uma obra - é o homem vindo de suas leituras; é o homem vindo de progressões internas, sobretudo. Sempre esteve com os livros. É-lhes fiel. Assim como o cão Quincas Borba foi fiel ao filósofo Quincas Borba, em Machado de Assis, ele o é aos livros. Mas também escreve. Acredita, inclusive, que a própria vida humana pode ser transformada em mais uma obra. Janguiê nos alerta que os dias de hoje não nos querem com um valor permanente, imperecível, vencendo o fluxo do tempo. Os olhos da rua, os ouvidos do consumidor, o tato do cliente, o olfato do público e o paladar do outro não estão sedentos de necessidades, desejos e vontades pré-fabricadas. É a commoditização ou recommoditização que está em moda. Seja para substituir o belo, seja para descartar “velhas maneiras”, seja para preservar a obsolescência. Seja, enfim, para desconstruir as máximas. Eis o sentido da expansão de seus empreendimentos, erguidos para a pluralidade social e com a pluralidade de impressões digitais de nosso país. José Janguiê Bezerra Diniz, páginas que fazem parte de nossa história - e de nossa História.

Edvaldo Ferreira - Escritor

Em 21 de março de 1964, nasce em Santana dos Garrotes, pequena cidade do sertão da Paraíba, Janguiê Diniz, um retirante. Aos cinco anos, fugindo da seca, seus pais se mudam para a região Norte, indo a morar em Mato Grosso e, posteriormente, em Rondônia. É a natureza local inquietando os seus.

Aos 14 anos de idade, já há um propósito em seus passos: seguir a carreira jurídica. Desta vez, são seus próprios pés que povoam mais uma estrada, rumo a Pernambuco. Dentro de si, há ebulições oníricas. Em breve, a Faculdade de Direito de Recife da UFPE o terá sentado em sala de aula, aonde  iniciará sua formação tão desejada.

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Declinando-se em estudos, é bacharel em Direito pela UFPE. Sempre em vigília, reconhecendo a necessidade de se tornar íntimo com a palavra, conclui também o curso de Letras - Licenciatura em Inglês pela Universidade Católica de Pernambuco - UNICAP. Na Aliança Francesa, conclui o curso de Francês, também no Recife. Na Cultura Inglesa, em parceria com a Universidade de Cambridge, Inglaterra, o curso de Inglês. Na Escola Superior da Magistratura de Pernambuco conclui Pós-Graduação e se prepara para a Magistratura. 

Vencendo o tempo, participa de vários congressos nacionais e internacionais de Ciências Jurídicas.

Já o fascina a carreira diplomática. Presta concurso em 1986, vindo depois a desistir por descobrir que a diplomacia não retratava suas aspirações.

Trata-se de um homem em emersões e imersões. Aprendeu com Jean Paul Sartre que a idade da razão é não entravar sua própria liberdade. E, em contínua formação, em 1992, torna-se juiz togado do TRT da 6a Região; de dezembro de 1993 a setembro de 2013 é procurador regional do Ministério Público do Trabalho em Pernambuco. Não se distancia de sua formação acadêmica. Especializa-se em Direito do Trabalho, pela UNICAP e na sequência em Direito Coletivo pela Organização Internacional do Trabalho - OIT, em Turim, Itália. Conclui o Mestrado e o Doutorado em Direito Processual do Trabalho pela UFPE. Pernambuco o reconhecerá como homem oportuno para também arar este Estado, agraciando-lhe a Câmara Municipal do Recife e a Assembleia Legislativa de Pernambuco com os títulos de cidadão recifense e pernambucano, respectivamente. Seguiram os passos de Pernambuco e de Recife diversos outras cidades e estados.

Em sua docência, o registro de professor efetivo da cadeira de Processo Civil e Trabalhista da Faculdade de Direito do Recife da UFPE, exonerado a pedido, e do Centro Universitário Maurício de Nassau - UNINASSAU, alça mais um voo alto, nobre e lúcido: edificar sua própria instituição de ensino superior. Suas duas mãos agora estão voltadas ao empreendedorismo. E, estando sólido em suas imersões, emerge em Pernambuco a Faculdade Maurício de Nassau, embrião do grupo Ser Educacional. É a natureza do homem contribuindo expressivamente para o desenvolvimento coletivo. Sua capacidade de intervir no coletivo constrói alicerces fortes e estáveis para o desenvolvimento de Pernambuco e para a ascensão do Brasil.

 Com a pena sempre às mãos, escreve. Decanta em páginas o conhecimento adquirido e o pragmático. Aprendeu com Camões, em “Os Lusíadas”, que o conhecimento não se adquire apenas sonhando, imaginando e estudando, mas vendo, tratando e pelejando. E, assim, utiliza-se de suas substanciosas lições para assentar em páginas sua visão de mundo, sua enuncividade e sua enunciatividade. É autor de diversos livros jurídicos, de educação e empreendedorismo, dentre eles: Recursos no Processo Trabalhista; Ação Rescisória dos Julgados; Ministério Público do Trabalho: ação civil pública, ação anulatória, ação de cumprimento, Sentença Trabalhista, Temas de Processo Trabalhista, A Justiça e o Direito do Trabalho diante da Globalização, Pagamento de Dívida com Títulos da Dívida Pública e a Atuação do Ministério Público do Trabalho como Árbitro, Educação superior no Brasil,  Educação na Era Lula, O Brasil e o mundo sob o olhar de um brasileiro,  Política e economia na contemporaneidade,  Discursos em Palavras e  pergaminhos,  Transformando sonhos em realidade: A Trajetória do Ex Engraxate que Chegou a Lista da Forbes, O Brasil da política e da politicagem: desafios e perspectivas, Fábrica de vencedores: aprendendo a ser um gigante, O sucesso é para todos: manual do livro Fábrica de vencedores, A Arte de Empreender: Manual do Empreendedor e do Gestor das Empresas de Sucesso, Axiomas da Prosperidade, Inovação em Uma Sociedade Disruptiva, Vem Ser S/A: Lições de Empreendedores de Sucesso. Vol I e II, além de centenas de artigos publicados nas mais destacadas revistas jurídicas nacionais e jornais de grande circulação. Eis a polifonia em única voz e em páginas. Também se revelou poeta com a Obra “Desvelo - Poemas”. É a expressão catártica que também transpira em si, escorrendo pela pena, instrumento nunca em repouso em sua mesa de trabalho.

Janguiê Diniz é um condor, pássaro de voo exponencial. Jovem estudioso e dedicado, empreendedor vitorioso não apenas por edificar instituições, mas, sobretudo, por proporcionar edificações aos que integram nossa sociedade e por garantir desenvolvimento diretamente ao Brasil. Sua plataforma está estável em pilastras como o conhecimento denso no que realiza, sua maturidade em ser co-enunciador da cultura com a qual convive e na capacidade de empreender obras voltadas ao coletivo. Aprendeu bem com Drummond que deve usar as duas mãos, mas com o sentimento do mundo.

Esse sentimento o fez fundar o Bureau Jurídico - Complexo Educacional de Ensino e Pesquisa. Fundador e acionista controlador do grupo Ser Educacional, hoje um dos maiores grupos educacionais do país, com quase 200 mil alunos, 12 mil colaboradores, mantenedor da Uninassau - Centro Universitário Maurício de Nassau, Uninabuco – Centro Universitário Joaquim Nabuco, Unama – Universidade do Amazonas, UNG – Universidade de Guarulhos, Univeritas – Centro Universitário Universus Veritas, Uninorte – Centro Universitário do Norte, dentre outras, ergue para o Brasil as instituições que têm se destacado ao promover ensino superior de qualidade e que, indiscutivelmente, fazem parte da história dos cidadãos nordestinos e do Brasil.

Homem de muitos sonhos impossíveis, pois como ele próprio diz “só o impossível é digno de ser sonhado”, já que o “possível colhe-se facilmente no solo fértil de cada dia”, fundou, em Santana dos Garrotes, Paraíba, sua cidade natal,  o Instituto Janguiê Diniz e concede, anualmente,  para os jovens daquela cidade, centenas de bolsas de estudos de graduação  superior, em dezenas de cursos em  suas universidades,   visando graduar todos aqueles que, assim como ele, têm sonhos de mudar suas vidas, histórias e destinos e têm consciência que só a educação e o empreendedorismo podem fazer isso.

Empreendedor nato e visionário, criou, no Brasil, juntamente com outros grandes empreendedores, o Instituto Êxito de Empreendedorismo, um projeto coletivo, no qual milhares de empreendedores almejam ajudar milhões de pessoas, por meio de uma grande corrente de solidariedade. O objetivo do Instituto é ajudar os jovens menos favorecidos, especialmente de escolas públicas, a empreenderem na vida e posteriormente nos negócios. É que, segundo ele, “antes de a pessoa empreender nos negócios, tem que empreender na vida, porque ela tem que ter a consciência de que ela própria é a maior empreendedora da sua   história. Só após empreender na vida, a pessoa está apta a empreender empresarialmente, já que empreendedorismo é atitude, é ação, é estado de espírito, é estilo de vida, é transformar pensamentos em ação e sonhos em realidade”, afirma.

O Êxito está ajudando as pessoas a empreenderem na vida e nos negócios através de uma grande plataforma de cursos on-line, gratuitos, sobre habilidades sócio emocionais (soft skills) e técnicas (hard skills) e principalmente sobre empreendedorismo. Está ajudando por meio de palestras motivacionais e mentorias virtuais dos sócios e também por meio de vídeos inspiracionais gravados por grandes empreendedores, etc., porque, para ele, “é mais importante ensinar a pescar do que dar apenas o peixe”. São programas que têm grande influência não apenas na vida dos jovens, mas, principalmente na vida de seus colegas, amigos e familiares.

Janguiê é o homem que sonha e testemunha o nascimento de sua obra. Homem que alça voo para estudar a dimensão de cada construção, não permitindo que a população seja retirante como ele o foi em sua infância e adolescência. Ao contrário, seus projetos enraízam mais e mais toda uma população em seu próprio chão, impedindo que as pessoas andem por estradas insensíveis e não germinativas em busca de um futuro mais promissor. Fecundar a estrada de seu semelhante e de seu país o torna empreendedor firme e construtor da sociedade. Assim são seus projetos, suas ações e sua manifestação em vida, andando horizontalmente e verticalmente. Ele se mostra vizinho em sociedade, e continuamente sonha. Muitas surpresas ainda estão por vir. A cada dia, surgem novos projetos, novos ideais, novos horizontes. A inércia não está em sua agenda, em seu dicionário. Eis exemplo daqueles que lutam por um País onde a educação e o empreendedorismo sejam os alicerces para o desenvolvimento econômico e social, em que as pessoas possam ser mais felizes vivendo bem mais perto de Deus. José Janguiê Bezerra Diniz, engenheiro da Educação no Brasil.

Celso Niskier é Doutor em Inteligência Artificial, fundador e reitor da UniCarioca e diretor-presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior - Abmes

O secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, afirmou em coletiva online nesta quarta-feira (7) que, segundo análise da semana epidemiológica 40, terminada no último sábado (4), o estado "continua com todos os indicadores em patamar de controle, o que nos dá a possibilidade de seguir nas medidas de abertura dos planos de convivência".

Na semana epidemiológica 40, foram 675 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que são casos suspeitos da Covid-19. "Esse número é muito próximo do que observamos na semana epidemiológica 12, que foi de 15 a 21 de março. Nós voltamos a patamares registrados em março, antes do processo de maior aceleração epidêmica", explica Longo.

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O secretário aponta que nesta semana epidemiológica 40, houve uma redução de 14,2% nos casos do novo coronavírus em comparação há 15 dias, quando Pernambuco estava na semana epidemiológica 38. 

"Essa mesma tendência ocorreu com os óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave. Por tanto, todas as mortes suspeitas para Covid-19, onde tivemos uma redução superior a 40%, quando analisamos 15 dias", reforça o secretário de Saúde.

O líder da pasta atesta que essa queda aconteceu, em maior ou menor grau, em todas as macrorregiões de Pernambuco. No entanto, mesmo diante desses indicadores positivos mostrados pela Secretaria, Longo diz que as medidas de prevenção ao novo coronavírus não podem parar, tendo a população que seguir nesse processo de retomada.

 A chanceler alemã, Angela Merkel, discursou nesta sexta-feira (2) ao fim da reunião de cúpula do Conselho Europeu e alertou os países-membros do bloco para as dificuldades que ainda virão por conta da pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

"Estamos todos preocupados pelo fato dos números estarem aumentando e estamos todos conscientes que perante nós estão vindo meses muito difíceis", disse a atual presidente rotativa do Conselho.

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Segundo a chanceler, essas "dificuldades" persistirão enquanto "não tivermos uma vacina" contra a Covid-19, destacando ainda que os líderes da União Europeia concordaram sobre a necessidade "de uma maior coordenação" nas ações de combate à doença.

Assim como ocorre na Alemanha, muitos países europeus estão lidando com um avanço rápido nos casos de contágios pelo novo coronavírus. Apesar da quantidade de vítimas estar abaixo do que o registrado no ápice da pandemia, entre março e maio, o número de contaminações chega a estar duas ou três vezes maior do que naquela época - caso da França, da Espanha e da própria Alemanha.

Por conta disso, os governos nacionais vêm tentando evitar novos lockdown totais, adotando medidas restritivas mais ou menos severas em regiões mais afetadas. No entanto, além do problema sanitário, os países estão registrando mais protestos de negacionistas, o que facilita ainda mais a disseminação da doença.

- Outros temas: Além de falar sobre o avanço do novo coronavírus, Merkel abordou outros temas espinhosos em seu discurso. O primeiro deles foi sobre as dificuldades encontradas nas negociações com o Reino Unido sobre o Brexit - que cada vez mais se aproxima do chamado "no deal".

"Até que as conversas estão em curso, eu permaneço otimista, mas obviamente, não posso dizer que há alguma reviravolta. Os próximos dias serão cruciais. Devo admitir que esse é um momento muito amargo e muito será definido sobre o que a Grã-Bretanha quer, e o que a Grã-Bretanha não quer. Eles vão decidir livremente", afirmou aos presentes.

Já sobre as negociações em curso entre o Conselho e o Parlamento Europeu sobre o Fundo de Recuperação de 750 bilhões de euros e o orçamento da UE até 2027, a alemã se disse "otimista" com as conversas.

"O Parlamento tem um humor muito construtivo e é consciente do quando é importante para todos nós" a aprovação desses documentos, disse Merkel, acrescentando que "todos os instrumentos estão sobre a mesa para iniciar a negociação".

Da Ansa

O comportamento epidemiológico e fisiopatológico do novo coronavírus surpreendeu o mundo e deixou a medicina desnorteada e perdida. No Brasil, o “esforço de guerra” dos governos no seu enfrentamento, de certo logrou êxito em mitigar seus efeitos, mas não evitou um imenso impacto no desempenho e nas estruturas dos sistemas de saúde, sobretudo do setor público. 

Em artigo publicado nesta coluna, no início da crise, intitulado “O Que Vai Matar Mais? O Vírus ou o Isolamento?”, chamamos a atenção para as graves consequências da interrupção imposta pelo isolamento horizontal na assistência aos portadores de outras doenças. Para os milhares de brasileiros, por exemplo, com tumores malignos iniciais, que perderiam a chance da cirurgia curativa. Para os muitos outros com diabetes, cardiopatias e cirroses que iriam descompensar e morrer por falta de cuidados. Advertimos então que, se a espera por cirurgia de vesícula, de próstata ou ortopédica pós-trauma já era, em média, superior a um ano, no SUS, como ficaria doravante? Esses milhões de brasileiros estão abandonados e sofrendo muito, em completo silêncio. E não têm quem os represente nas discussões, focadas pela mídia hegemônica quase exclusivamente na atenção à Covid.

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No que tange à atividade mais próxima de mim – a transplantação de órgãos -, o retrocesso também foi imenso. Estávamos realizando mais de dez transplantes de fígado por mês antes da pandemia, em Recife e em João Pessoa, e caímos para apenas quatro ao mês. Em consequência, aumentou muito a mortalidade em lista.

Por tudo isso, é chegada a hora e a vez de se repensar a assistência à saúde da população, à luz da nova realidade. O momento é favorável, pois as pessoas se tornaram mais inventivas e solidárias. Começando, talvez, por criar uma força-tarefa para fazer frente à grande demanda reprimida de doentes desassistidos, por meio de mutirões de atendimentos ambulatoriais e cirurgias.

Por outro lado, há de se reconhecer certo legado positivo deixado pela pandemia, a ser aproveitado: os nossos profissionais de saúde saem da crise mais preparados, muito bem treinados que foram pela Covid, um modelo desafiador e riquíssimo para o aprendizado das ciências da saúde; os milhares de leitos de terapia intensiva criados, - antes insuficientes para atender às necessidades da população -, hoje já sobram em vários estados, e não deveriam ser totalmente desativados.

Finalmente, quando olhamos para a História da Humanidade, notamos que as sociedades mais avançadas, mais cidadãs, são aquelas que passaram por guerras devastadoras. Quem sabe, a Covid não terá sido a nossa guerra?! Quem sabe a nossa gente não dê um passo largo adiante, no sentido de tornar-se uma nação mais consciente das suas potencialidades, dos seus deveres e direitos, mais cooperativa e mais solidária, privilegiando a vida e, por consequência, a assistência à saúde de qualidade.

Cláudio Lacerda - cmlacerda1@hotmail.com

Cirurgião. Professor da UPE e da Uninassau

Começando pela própria assistência à saúde da população. O impacto da recomendação de “ficar em casa” e, consequentemente, de fechar ambulatórios, internações e cirurgias ditas eletivas, ou seja, “sem urgência”, tem sido imenso. As pessoas estão sofrendo e morrendo de doenças tratáveis. Se a espera para se operar de próstata ou de vesícula já eram superiores a um ano em muitos hospitais públicos, como ficarão agora? Tumores malignos que podiam ser diagnosticados precocemente e curados estão crescendo e se disseminando. Diabéticos, hipertensos e cardiopatas estão morrendo por falta de controle das suas doenças. Os programas de transplante de órgãos - para falar de uma realidade que me é mais próxima, sofreu uma desaceleração brutal. Minha equipe estava fazendo pouco mais de dez transplantes de fígado por mês, em doentes graves, que só tinham essa chance. Pois bem, nas últimas três semanas fizemos apenas um. Os doentes, aqui e no Brasil inteiro, estão sofrendo e morrendo nas listas de espera, sem a chance do transplante.

Ocorre que, diferentemente dos casos fatais da covid19, esses óbitos, que estão ocorrendo às centenas no País, não estão sendo contabilizados, tampouco noticiados pela imprensa.

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Agora, somem-se a isso as vítimas do desemprego, da fome e da violência que poderão acontecer em consequência da profunda crise econômica que se avizinha.

Enquanto isso, a Organização Mundial de Saúde e a grande mídia nacional, têm defendido o isolamento absoluto, com muita razão, mas de maneira dogmática, sem dar espaço para ponderações divergentes. Não levam em consideração que o Brasil não é a Alemanha. Que nos países do primeiro mundo, ricos, os efeitos da quarentena não serão tão graves quanto aqui.

Talvez devêssemos pensar nossa própria estratégia de combate ao vírus, levando em conta nossas fragilidades. Sem copiar cegamente modelos da OMS. E com muito pragmatismo, como, aliás, estão fazendo outros países.

Se existe uma medicação devidamente testada, barata e de baixa toxicidade, por que não montar uma rede de tele-consultas e prescrevê-la para a população com sintomas característicos da doença, ainda em casa, com o devido acompanhamento? Por que não reabrir imediatamente os serviços médicos dos hospitais públicos? Por que não pensar em prescrever o remédio em dose baixinha, preventiva, para os vulneráveis que, na prática, por dificuldades econômico-culturais, não conseguirão ficar isolados? Isso feito, por que não pensar em reabrir o comercio, os restaurantes e as escolas, mantendo-se os cuidados que todos conhecem a essa altura? São dúvidas que deviam, pelo menos, serem postas em discussão.

Finalmente, quero dizer que não enxergo “invasão de privacidade” pedir ao Dr. Uip que revele se tomou o remédio. Pelo contrário, face às circunstâncias, vejo nisso uma obrigação e um dever. Ademais, fica o receio de que essa coisa esteja sendo excessivamente politizada.

Cláudio Lacerda – cmlacerda1@hotmail.com

Professor (UPE e Uninassau) e Cirurgião Transplantador de Fígado

Surpreendida com a velocidade de propagação e com a letalidade do novo corona vírus, a comunidade médico-científica internacional procura desesperadamente uma forma de prevenção vacinal ou de tratamento medicamentoso.

Nada menos que vinte países correm contra o tempo, em busca de atalhos que levem ao desenvolvimento da vacina. Mas não há, infelizmente, esperanças de que ela esteja disponível antes do final deste ano. Enquanto isso, seguimos perdendo a guerra.

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Entre as diferentes formas de terapia tentadas para casos confirmados, tem-se destacado uma droga há muito tempo conhecida, utilizada no controle do lúpus e no tratamento da malária: a hidroxicloroquina. Com efeito, em dezenas de publicações mundo afora, ela revelou-se eficaz no tratamento da covid19.

Ocorre que a droga, que pode causar efeitos colaterais, particularmente quando utilizada em dose plena, terapêutica, e não de manutenção, vinha sendo testada para o vírus em pesquisas retrospectivas, sem grupo controle, o que dificultava a sua validação científica e, portanto, o seu emprego generalizado.

Pois bem. Na quinta-feira passada (2/4/20), antes mesmo da publicação oficial em revista científica, foram divulgados os resultados do primeiro estudo prospectivo randomizado, envolvendo 62 pacientes, dos quais   31 tomaram o remédio e 31, apenas placebo. Essa pesquisa, realizada na Universidade de Wuhan, liderada por Zhaowei Chen, revelou claramente que a hidroxicloroquina administrada oralmente por cinco dias  foi capaz de reduzir o tempo para controle da febre e da tosse, bem como para o desaparecimento dos sinais imagenológicos  do infiltrado pulmonar. Quatro doentes do grupo placebo evoluíram para internação em UTI e nenhum do grupo tratado, diferença estatisticamente significativa. Dois pacientes tiveram efeitos colaterais leves atribuídos à droga.

No Brasil, esse medicamento só foi liberado para essa doença pela ANVISA recentemente. Ainda assim, só para casos graves, muitas vezes já perdidos. Seu emprego no início da doença ainda está proibido no País.

Espero que agora, finalmente, as autoridades passem a recomendar o remédio amplamente para positivados e também para sintomáticos, já que não podemos testar todos.

A propósito, estaremos iniciando, aqui em Recife, estudo prospectivo com grupo controle, para testar a eficácia e a segurança do emprego da hidrocloroquina de maneira preventiva, em dose baixa, na população de vulneráveis. Se funcionar, eles estarão protegidos pelos próximos meses,enquanto os jovens desenvolvem imunidade natural. Ao cabo de alguns meses, todos poderiam voltar a viver como antes.

Cláudio Lacerda - cmlacerda1@hotmail.com

Cirurgião Transplantador de Fígado

Professor da UPE e da UNINASSAU

Heloisa Lacerda – helramos@terra.com.br

Infectologista

Professora da UPE e da UFPE

Sem essa de revezar aparelhos na academia! Taylor Swift parece gostar de treinar sozinha e, para isso, segundo o TMZ, a gata reserva não um simples treinador: ela reserva a academia! Quem acabou tendo um impasse com esse hábito de Tay, foi ninguém mais, ninguém menos que Justin Bieber.

Segundo uma fonte próxima ao site, Taylor teria, de fato, marcado o horário que ela estaria lá para treinar e, quando chegou, se deparou com Justin usando os aparelhos e mais algumas outras pessoas na Dogpound Gym, academia localizada em West Hollywood. Para resolver a situação, o time inteiro da cantora pediu para todos se retirassem, incluindo o astro. O site também informou que a justificativa foi de que a cantora teria um compromisso e não poderia treinar em outro horário. O incidente aconteceu no dia 13 de janeiro.

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Em seguida, a equipe de segurança de Justin chegou a dizer que ele só sairia quando terminasse o treino, mas o cantor preferiu deixar o local. O canadense, de acordo com o portal, não tinha ideia de que era Taylor quem havia solicitado a liberação da academia.

Vale lembrar que Justin é empresariado por Scooter Braun, que é um dos maiores desafetos de Taylor por deter os direitos autorais de suas primeiras músicas. Além disso, Taylor é uma das melhores amigas de Selena Gomez, que manteve um relacionamento bastante polêmico com o loiro por anos.

Marcos Mion usou o Instagram, na última terça-feira (10), para falar sobre o presente que Gugu deixou para ele, antes de morrer, para o amigo secreto realizado pelo especial Família Record, exibido pela Record TV todo fim de ano. O apresentador publicou um vídeo em que aparece sendo consolado por Xuxa Meneghel depois de ser surpreendido com a notícia de que Gugu havia tirado ele na brincadeira. Na legenda, explicou toda a situação.

"Essa imagem ninguém vai ver quando o programa do amigo secreto do elenco da Record for ao ar..Isso aconteceu quando o programa teve que continuar mesmo sem eu ainda ter conseguido me recuperar do abalo de ter ganhado o presente que o Gugu deixou pra mim...foi uma emoção muito forte, sem precedentes. Eu NUNCA [sic] tinha passado por uma situação como essa então estava tentando achar meu caminho de volta. Com dificuldade. Bastante...Tanto que me coloquei atrás de todo mundo na hora da brincadeira pra tentar parar de chorar, me recompor e seguir o show", começou Mion.

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Em seguida, ele explicou o apoio que recebeu de Xuxa no momento delicado: "Até que ela veio....Saiu do lado das meninas, que era o oposto da onde eu estava, atravessou o palco no meio da gravação sem se importar com nada além de mim. Me colocou em seu colo e com sua energia indescritível foi me colocando no prumo. . Sente meu coração, ela soprou no meu ouvido e na mesma hora foi como se o coração dela guiasse o meu de volta pra paz".

"Xuxa é um ser humano elevado, espiritualmente evoluído e eu senti isso desde a primeira vez que nos vimos e tivemos uma conexão de amor, admiração e pureza muito fortes..Uma coisa que eu aprendi com a @xuxamenegheloficial é que o olhar tem que ser entregue e sincero, pois os olhos falam mais que a boca. E ontem aprendi que um abraço de Xuxa é algo que todos os seres humanos deveriam ter o direito de receber pelo menos uma vez na vida, pois é mágico. Inesquecível", emendou.

Ao finalizar o texto, Mion contou aos seguidores o motivo de realizar a postagem nas redes sociais: "Fiz questão de fazer este post porque quero prestar homenagens em vida a todas pessoas que são especiais pra mim! E você @xuxamenegheloficial está lá no topo dessa lista! Foi muito bom receber esse vídeo, é um presente! De alguém que teve a presença de espírito de registrar. Obrigado", finalizou.

Xuxa retribuiu o gesto de carinho do amigo e mandou uma mensagem: "Puxa... meu coração quis abraçar o seu! Obrigada por você me fazer sentir o melhor sentimento por um amigo: amor! Sinta-se abraçado hoje e sempre".

A turnê 'Nossa História' chegou ao fim no último fim de semana, com um show no sábado (9) no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. A dupla formada por Sandy e Junior já deixou saudades e o cantor usou o Instagram para falar sobre o momento especial dos irmãos, que realizaram shows por todo o Brasil em comemoração aos 30 anos de carreira.

"Não existem palavras para agradecer tudo o que vivemos nessa tour Nossa História. O último show não poderia ter sido melhor. Mais de 100.000 pessoas reunidas celebrando, cada uma do seu jeito, na mesma sintonia. Tudo isso vai deixar uma saudade imensa e lembranças incríveis. Obrigado a cada um que viveu esse sonho com a gente. Obrigado a cada pessoa que fez tudo isso ser possível", escreveu o cantor na legenda da foto.

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Sandy, mais discreta nas redes sociais, se manifestou na publicação do irmão: "Inesquecível, indescritível, especial... Obrigada, meu parceiro amado.Te amo muuuito!!".

A publicação já conta com mais de 212 mil likes, além de mais de sete mil comentários de fãs e famosos elogiando a dupla.

"Obrigada vocês!!!! Foi incrível demais", escreveu Fernanda Gentil. "Foi maravilhoso demais", disse Sabrina Sato.

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Dois homens que seguiam de motocicleta pela BR 104, em Taquaritinga do Norte, no Agreste de Pernambuco, ficaram feridos após colidirem em um carro incinerado que estava no acostamento da rodovia, por volta das 21h, dessa segunda-feira (7). Um dos feridos precisou ser encaminhado para o Recife, capital do Estado.

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Uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) deslocava-se para verificar a denúncia do veículo em chamas, no acostamento do quilômetro 17 da rodovia. Antes da ocorrência ser atendida, a motocicleta - com duas pessoas - colidiu na traseira do carro. Após o acidente, condutor e passageiro ficaram feridos e foram socorridos para o hospital do município. 

Devido ao estado grave do passageiro, posteriormente, ele foi encaminhado para o Hospital da Restauração (HR), localizado na área Central do Recife. As autoridades examinaram o carro e descobriram que ele era roubado e portava placas clonadas. 

A Prefeitura de Olinda, na Região Metropolitana do Recife, levará atendimento médico e ações de cidadania aos povos de matriz africana na próxima terça-feira (15), das 9h às 12h. Está é a sexta edição do projeto Saúde nos Terreiros e a primeira em 2019.

O trabalho será realizado no Terreiro de Pai Iguara de Oxum – Ilê Ogulan Olabo Maxo, na Rua Felipe Malaquias da Costa, em Cidade Tabajara.

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Segundo a prefeitura, os frequentadores do templo religioso terão atendimentos médico, avaliação nutricional, emissão do Cartão do SUS, mamografia, assessoria jurídica, emissão da Carteira de Livre Acesso e outros diversos serviços.

O trabalho que será realizado, é uma parceria entre a Secretaria de saúde e a Secretaria de Desenvolvimento Social, Cidadania e Direitos Humanos de Olinda.

O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, é o local onde foram aplicadas mais multas manuais por agentes do CET (Centro de Engenharia de Tráfego) entre janeiro e setembro de 2018.

Nos primeiros nove meses do ano passado, foram aplicadas 8.256 multas manuais no local, um aumento de cerca de 13% em relação ao mesmo período de 2017. A infração mais comum na região do aeroporto é estacionar em local proibido, como na faixa de pedestres. Só para os motoristas que estacionaram afastados da guia foram aplicadas mais de 4.600 multas.

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No total, entre janeiro e setembro de 2018, foram aplicadas 8.107.159 multas em São Paulo, índice 21,3% menor que as 10.291.501 do mesmo período do ano anterior. Em toda a cidade, 77% das multas são aplicadas por meio de fiscalização eletrônica, enquanto as demais 23% são aplicadas manualmente pelos agentes da CET.

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