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O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou a 178.247.419, o equivalente a 82,97% da população total, nesta terça-feira, 24. Em relação à segunda dose ou dose única, 165.508.811 dos brasileiros foram imunizados, ou 77,04% dos indivíduos.

O País já imunizou 90.856.249 com a 3.ª dose, enquanto 2.921.959 foram vacinados com a quarta, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 17 Estados.

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Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além das de reforço ou única, o Brasil administrou 1.112.812 doses nesta terça-feira. Já em relação à vacinação pediátrica (para crianças de 5 a 11 anos), o Brasil vacinou 12.251.044 infantis, o equivalente a 59,76% deste público.

Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 93,21% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. Em situação contrária está Roraima com 62,27% da população total vacinada com uma dose. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (42 milhões), seguido por Minas Gerais (17 milhões) e Rio de Janeiro (14 milhões).

Um médico que atua no Distrito Federal e supostamente faz sexo com paciente e até colegas de profissão nas dependências de uma clínica em que atendia está sendo investigado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM-DF). As cenas explícitas de sexo são publicadas pelo profissional de saúde em uma conta no Twitter. 

Autodenominado “PeludoAN” (abreviação para um bairro de classe média alta de Brasília, Asa Norte), o infectologista Lino Neves após de registrar as relações sexuais, seja por foto ou vídeo, compartilha o conteúdo pornográfico no Twitter com legendas provocativas. 

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Além disso, ele faz uso de objetos conhecidos na área de saúde, como jaleco e estetoscópio, tudo utilizado para garantir que as cenas foram feitas no local de trabalho e durante o plantão. 

 

O Brasil registrou 228 novas mortes pela covid-19 entre as 20 horas desta segunda-feira, 23, e o mesmo horário desta terça-feira, 24. Apesar do número elevado de óbitos, a média móvel de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, está em 97. O índice está abaixo de 100 desde ontem, depois de passar nove dias acima do patamar. O acumulado de vítimas da doença é de 665.955.

Também chama atenção o número alto de novas infecções. Nas últimas 24 horas, foram 32.998 casos confirmados foram computadas. A média móvel de testes positivos, dos últimos 7 dias, é de 15.425. No total, o Brasil tem 30.832.912 casos da doença.

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Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

O Estado de São Paulo reportou 57 mortes por coronavírus nesta segunda. O Rio de Janeiro informou o maior número de vítimas pela doença nas últimas 24 horas entre as unidades federativas, com 61 óbitos. Sete Estados não contabilizaram mortos, enquanto Acre, Amapá, Maranhão, Roraima e Tocantins não informaram os dados atualizados da pandemia.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Nesta terça, o painel interativo do Ministério da Saúde informou 239 novas mortes, o acumulado de vítimas decorrentes da covid é de 665.905. Em relação aos novos casos, 32.820 foram registrados entre ontem e hoje, enquando desde o início da pandemia são 30.836.815 de casos acumulados. Conforme o órgão, 29.885.580 se recuperaram da doença. Geralmente, os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta terça-feira, 24, a lei Henry Borel, que traz medidas protetivas a crianças e adolescentes. O texto leva o nome de um menino de 4 anos morto em março do ano passado, após ser espancado no apartamento em que vivia com a mãe e o padrasto, no Rio. Os termos da sanção ainda não foram oficializados pela Secretaria-geral da Presidência.

A nova legislação configura o assassinato de crianças e adolescentes menores de 14 anos fica definido como crime hediondo, aumenta penas e dá competência ao Conselho Tutelar para solicitar a expulsão do acusado do espaço em que a vítima convive. O projeto é de autoria das deputadas federais Carla Zambelli (PL-SP) e Alê Silva (Republicanos-MG) e é o primeiro das duas parlamentares a ir à sanção presidencial em três anos e cinco meses de mandato.

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"O projeto foi feito com espírito de punir e desestimular ações dessa natureza", afirmou Bolsonaro na cerimônia de sanção da lei, ocorrida no Palácio do Planalto e convocada às pressas. O chefe do Executivo declarou que o assassinato de Henry Borel foi um "episódio lamentável que marcou o Brasil". "A gente espera que nada semelhante aconteça", disse o presidente.

De acordo com Alê Silva, o texto da Lei Henry Borel é uma adaptação da Lei Maria da Penha. "Para que se fosse usada essa mesma base legal para proteção das crianças e dos adolescentes", destacou a deputada.

A cerimônia contou com representantes da bancada feminina no Congresso. Além de Zabelli e Silva, estavam as deputadas Flávia Arruda (PL-DF), ex-ministra da Secretaria de governo, e Celina Leão (PP-DF), coordenadora da bancada. O grupo foi parabenizado pelo presidente pelo "empenho e dedicação, mesmo sendo minoria".

A Receita Federal publicou no Diário Oficial da União (DOU) a portaria restabelecendo o trabalho presencial dos servidores. A norma determina que o retorno ocorrerá no dia 6 de junho.

O retorno ocorre após o governo determinar, no dia 6 de maio, a retomada das atividades presenciais dos servidores e empregados públicos que atuam na administração pública.

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Apesar da determinação, os servidores podem continuar no regime remoto, desde que façam o pedido de acordo com o programa de gestão da Receita. No regime de teletrabalho, os servidores terão que cumprir metas da unidade em que trabalham.

Foi publicada nesta terça-feira (24) no Diário Oficial da União a portaria que dispensa o uso de máscara de proteção facial nas unidades do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A portaria determina, também, que as unidades do INSS deverão ter afixados em suas instalações informativos nos quais constem “orientações sobre a higiene adequada das mãos, o cuidado coletivo da saúde e a utilização dos ambientes compartilhados”.

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Peritos

E desde ontem (23), após 52 dias de greve, os peritos do instituto voltaram ao trabalho. Nas negociações com o governo federal, os médicos peritos se comprometeram a repor os dias parados e reduzir o estoque de perícias não realizadas durante o período de greve.

Para reduzir a fila de exames periciais agendados, foi definida a realização de até 12 atendimentos diários por profissional. No entanto, de acordo com lei de 2019 os médicos que ultrapassarem essa quantidade de atendimentos vão receber R$ 61,72 por perícia extraordinária.

Os servidores terão 8 meses para compensar os dias não trabalhados de modo presencial ou remoto.

O Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar o cenário da varíola dos macacos - vírus Monkeypox - no Brasil. A medida, anunciada pela pasta na noite desta segunda-feira (23), tem como objetivo elaborar um plano de ação para o rastreamento de casos suspeitos e na definição do diagnóstico clínico e laboratorial para a doença.

"Até o momento, não há notificação de casos suspeitos da doença no país. A pasta encaminhou aos estados um comunicado de risco sobre a patologia, com orientações aos profissionais de saúde e informações disponíveis até o momento sobre a doença”, informou o Ministério da Saúde, em nota.

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A vigilância de doenças com potencial para emergência em saúde pública é monitorada pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs Nacional), que atua de forma permanente, detectando informações 24 horas por dia.

A varíola dos macacos é uma doença viral endêmica no continente Africano, com transmissibilidade moderada entre humanos. 

No último sábado, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações constituiu, em caráter consultivo, uma Câmara Técnica Temporária de pesquisa chamada Câmara Pox MCTI, para acompanhar os desdobramentos científicos sobre o vírus Monkeypox, conhecido como varíola dos macacos. 

A medida de vigilância científica com consulta a especialistas é necessária, segundo o órgão, diante de casos de infecção registrados em países como Portugal, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos, em maio deste ano.

A jovem, de 18 anos, que foi sequestrada e teve o rosto tatuado à força pelo ex-namorado, em Taubaté, no interior de São Paulo, deve passar por um procedimento para remover a tatuagem. Dada como desaparecida nesse fim de semana, Tatyane Caldas voltou para casa com o nome "Gabriel Coelho" escrito da orelha ao queixo.

Uma clínica de estética da cidade ofereceu o procedimento de remoção a laser de forma gratuita para ajudar a jovem. Tatyane já tinha o nome do ex tatuado na virilha e no seio e, após ser sequestrada na sexta (20), teria sido ameaçada por Gabriel, de 20 anos, a tatuar o rosto.







LeiaJá também: Jovem é forçada a tatuar nome do ex-namorado no rosto

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"É a única coisa que eu quero, tirar isso de mim [...] e nunca mais ouvir falar o nome dele", afirmou em entrevista à Record TV.

Gabriel foi preso preventivamente por descumprir duas medidas protetivas e se aproximar de Tatyane. Ao longo do namoro de três anos, conforme as queixas, ele teria se revelado ciumento e agredido Tatyane.

 

Uma operação do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da Polícia Militar, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Federal (PF) na Vila Cruzeiro, na Penha, zona norte do Rio de Janeiro, está provocando intenso confronto nesta terça-feira (24) entre criminosos e agentes de segurança nas regiões de mata da localidade.

Segundo o porta-voz da Polícia Militar, tenente-coronel Ivan Blaz, até o momento dez criminosos foram mortos, um está ferido e uma mulher da comunidade da Chatuba foi atingida por um tiro e não resistiu.

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“A comunidade da Chatuba não faz parte da operação, mas é uma comunidade vizinha. Ela [a mulher] foi atingida no momento em que os criminosos atacaram os policiais no início da operação. O local foi preservado para que fosse feita a perícia”, completou o porta-voz em entrevista à Agência Brasil.

A área foi isolada por uma equipe da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) para perícia da Delegacia de Homicídios da Capital.

A Secretaria de Estado de Polícia Militar informou que  sete fuzis e quatro pistolas foram apreendidos. Na localidade conhecida como Vacaria, 16 veículos, sendo dez motocicletas e seis carros usados por criminosos em fuga, foram recolhidos.

Criminosos

Segundo o coronel Blaz, a operação tem como objetivo a prisão de líderes da facção criminosa que opera na região, no Jacarezinho e Mangueira, também na zona norte. Além disso, eles estão também dando abrigo a criminosos de outros estados como Pará, Rio Grande do Norte, Amazonas e Alagoas. “Entre eles há criminosos do Pará que só este ano já mataram 13 agentes de segurança pública”, informou.

O coronel disse, também, que a participação da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal se explica porque a operação envolve buscas a criminosos de outros estados envolvidos com tráfico de drogas e roubo de carga. “Estão na operação porque há criminosos de outros estados guardados ali na comunidade. São vários crimes, entre eles, tráfico de drogas e roubo de carga. Por isso, se justifica a presença da PRF e PF”, explicou.

Blaz informou, ainda, que as investigações que levaram à deflagração da ação policial hoje já vinham sendo feitas há tempo, mas não especificou quando começaram.

O coronel disse que “é preliminar” dizer quanto tempo ainda vai durar a operação em andamento. “É muito preliminar falar sobre isso agora. A operação ainda está em andamento. Estamos tendo confrontos na área de mata na localidade. O confronto na área de mata está intenso. Estamos falando de um confronto armado em que há armas utilizadas em guerra sendo empregadas”.

Escolas

A Secretaria Municipal de Educação informou que, por causa das operações policiais na Vila Cruzeiro e proximidades, 19 escolas da região estão fechadas, prestando atendimento remoto.

"É importante lembrar que a Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha, instituiu o Programa Acesso Mais Seguro em unidades localizadas em áreas de conflito. O programa tem como meta reduzir riscos por meio de protocolos aplicados por professores, alunos e toda a comunidade escolar em situação de risco. Sempre que há uma situação de risco o protocolo é acionado", completou, em nota, a secretaria.

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde (SES), a direção do Hospital Estadual Getúlio Vargas (HEGV), na Penha, informou que, até o momento, 12 pessoas, vítimas de perfuração por arma de fogo (PAF), foram encaminhadas à unidade na manhã de hoje. Dez mortes foram constatadas na emergência e duas pessoas estão em atendimento no setor de trauma.

Ainda conforme a secretaria, não há registro de entrada de paciente com o nome Gabriela Ferreira da Cunha, que seria a identificação da mulher morta com um tiro na Chatuba.

A delegada Adriana Belém continuará na cadeia. A decisão foi tomada nesta segunda-feira (23), pelo juiz Marcello Rubioli, da 1ª Vara Criminal Especializada da Capital. Ele indeferiu o pedido de revogação da prisão da delegada e dos réus Marcos Cipriano, Leandro Souza e Jefferson Monteiro da Silva.

De acordo com a decisão, as defesas não comprovaram qualquer fato que altere o panorama de provas atual. “Ao contrário do que alegam as defesas, não há qualquer possibilidade de substituição das prisões por medidas cautelares, eis que presentes os pressupostos da prisão preventiva”, destacou o juiz na decisão.

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O magistrado também pediu a intimação da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária para que informe se há condições de prisão de delegadas de polícia no sistema penal. A defesa de Adriana Belém alega que ela corre risco por estar presa com outras detentas.

A reportagem entrou em contato com a defesa da delegada, mas ainda não obteve retorno. Adriana Belém foi presa no último dia 10, durante a Operação Calígula. Em sua casa, foi apreendido R$ 1,7 milhão em dinheiro.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) está pedindo reforço de medidas não farmacológicas, como distanciamento, uso de máscara e higienização frequente de mãos, em aeroportos e aeronaves, para retardar a entrada do vírus da varíola dos macacos no Brasil. Desde o início do mês, ao menos 120 ocorrências da doença foram confirmadas em 15 países. O Ministério da Saúde instituiu ontem uma sala de situação para monitorar o cenário da monkeypox no Brasil.

A rara doença pode chegar nos próximos dias, segundo especialistas ouvidos pelo Estadão. No domingo foram registrados casos suspeitos na vizinha Argentina. A varíola dos macacos é, na verdade, doença original de roedores silvestres, mas isolada inicialmente em macacos. É frequente na África, mas de ocorrência muito rara em outros continentes.

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Cientistas acreditam que o desequilíbrio ambiental esteja por trás do atual surto, mas não veem razão para pânico. "Acho muito difícil que (a doença) não chegue aqui", afirmou o presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, José David Urbaez. "Mas se trata de uma doença considerada benigna." Além disso, existem tratamento e vacinas.

Mas é necessário alerta, segundo a Chefe da Divisão de Moléstias Infecciosas e Parasitárias do Hospital das Clínicas da USP, Anna Sara Levin. "Essa transmissão pessoal é um pouco preocupante, temos de entender se houve uma adaptação do vírus ou contato muito intenso entre as pessoas."

"É mais um problema que vem se somar ao nosso quadro atual", disse Urbaez. "O ponto positivo é que a nossa vigilância está muito sensível, conseguindo detectar os problemas em tempo real."

O Brasil registrou 47 novas mortes pela covid-19 entre as 20 horas deste domingo, 22, e o mesmo horário desta segunda-feira, 23. A média móvel de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, está em 96. O índice está abaixo de 100 depois de nove dias acima deste patamar. O acumulado de vítimas da doença é de 665.727.

Nas últimas 24 horas, o número de novas infecções notificadas foi de 13.571. A média móvel de testes positivos, dos últimos 7 dias, é de 14.458. No total, o Brasil tem 30.799.914 casos da doença.

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Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

O Estado de São Paulo reportou 5 mortes por coronavírus nesta segunda. O Pará informou o maior número de vítimas pela doença nas últimas 24 horas entre as unidades federativas, com 7 óbitos. Nove Estados não contabilizaram mortos, enquanto Acre, Ceará e Tocantins não informaram os dados atualizados da pandemia.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Nesta segunda, o painel interativo do Ministério da Saúde indicava 39 novas mortes decorrentes da covid e 12.775 novos casos. Número de óbitos e de infectados acumulados está em 665.666 e 30.803.995, respectivamente. Conforme o órgão, 29.851.917 de pessoas já se recuperaram da doença. Geralmente, os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou a 178.216.465, o equivalente a 82,96% da população total, nesta segunda-feira, 23. Em relação à segunda dose ou dose única, 165.418.841 dos brasileiros foram imunizados, ou 77% dos indivíduos.

O País já imunizou 90.654.221 com a 3ª dose, enquanto 2.860.224 foram vacinados com a quarta, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 24 Estados.

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Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além das de reforço ou única, o Brasil administrou 1.153.229 doses nesta segunda-feira. Já em relação à vacinação pediátrica (para crianças de 5 a 11 anos), o Brasil vacinou 12.231.844 doses, o equivalente a 59,67%% deste público.

Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 93,17% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. Em situação está Roraima com 62,27% da população total vacinada com uma dose. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (42 milhões), seguido por Minas Gerais (17 milhões) e Rio de Janeiro (14 milhões).

O Ministério Público Federal denunciou à Justiça Federal em Rondônia um pastor e um casal por redução de 19 trabalhadores à condição análoga à de escravo na extração de castanhas em terras bolivianas. De acordo com a Procuradoria, os acusados - Dione Chaves Sousa, Maria Irismar Lago de Lima e Sidnei Joaquim da Silva - aliciavam pessoas em situação de rua e as obrigavam a trabalhar 12 horas por dia, sem pausas.

À Dione e Maria, a Procuradoria ainda imputa suposto tráfico de pessoas e de drogas. A denúncia narra que a primeira era integrante do Comando Vermelho, 'com envolvimento em diversos crimes como tentativa de homicídios, furtos e ameaças'. Já Sidnei, é apontado como arrendatário de terras dos castanhais, e teria auxiliado no aliciamento de pessoas em Porto Velho, ainda cedendo seu veículo para o transporte de alguns dos trabalhadores.

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"Trata-se de uma bizarra prática de um crime em si mesmo repugnante. Os acusados praticamente sequestraram vários moradores de rua em Porto Velho, levaram todos para a Bolívia e lá os mantiveram sob condições degradantes. Não bastasse, ainda cobraram valores absurdos por coisas essenciais (comida inclusive) e ainda forneceram drogas a todos", indicou o procurador da República Reginaldo Trindade, autor da denúncia apresentada na esteira da Operação Finis Messi, deflagrada em novembro de 2021.

De acordo com o Ministério Público Federal, o inquérito indicou que os três denunciados realizaram o transporte das vítimas, de Rondônia até a Bolívia, e lá as obrigavam 'a exercer jornada de trabalho exaustiva, com média de 12 horas diárias sem interrupções, descanso ou pausa para alimentação'. O trabalho era realizado independentemente das condições climáticas do local, diz a Procuradoria.

O órgão indica que os castanhais estão situados em região de floresta inóspita, acessível apenas por barco ou voadeira (canoa com motor). Considerando que os meios de transporte pertenciam a Dione Sousa e Maria Irismar, os procuradores indicam que o controle da saída do local era 'dominado' pelos denunciados.

A alimentação das vítimas era limitada a duas refeições, uma pela manhã e outra ao fim da jornada de trabalho, o valor da refeição era cobrado, aumentando a dívida das vítimas com os supostos empregadores.

"Se os trabalhadores desejassem adquirir outros produtos, deviam comprar do casal, que cobrava preços abusivos. Para se ter uma ideia dos abusos, segundo as vítimas, uma garrafa de cachaça custava R$ 600 e uma pasta de dente, R$ 100. Além disso, as vítimas eram impedidas de adquirir 'bens das poucas embarcações que passavam pelo local'", narra o MPF.

A Procuradoria ainda aponta que Dione Chaves e Maria Irismar vendiam drogas ilícitas aos trabalhadores. Depoimentos colhidos no âmbito do inquérito indicaram que os 'entorpecentes eram fornecidos diariamente e de modo forçado'.

COM A PALAVRA, OS DENUNCIADOS

Até a publicação deste texto, a reportagem buscou contato com os acusados, mas sem sucesso. O espaço está aberto para manifestações.

Um casal caiu no golpe de um vendedor que cobrou R$ 1.016 por uma bandeja de ovos no Guarujá, litoral de São Paulo, na última segunda-feira (16). Ao G1, a mulher informou que o o homem passou na sua porta vendendo os ovos por R$ 16, mas na hora de passar o valor na maquineta alterou para um preço bem mais alto, sem que o casal percebesse. 

De acordo com a vítima, na hora do pagamento o casal pediu para passar o cartão por aproximação, mas o homem avisou que não tinha como, e pediu para eles digitassem a senha. Nesse momento, ele colocou na maquineta o valor de R$16 e mostrou a moça para que a mesma prosseguisse com a senha. 

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"Aí ele [vendedor] falou que não estava passando, foram e trocaram a máquina, aí eles ficaram conversando sobre o carro, colocou o cartão na outra maquininha, meu marido pegou e colocou a senha", contou. 

Somente depois, a vítima percebeu que na verdade foi creditado R$ 1.016. "Perguntei se meu marido pegou a notinha e ele falou que não, que não tinha dado, aí fui olhar no meu extrato e percebi que o homem levou R$ 1 mil a mais, saímos procurando eles, mas não encontramos". 

 Dessa forma, o caso foi registrado como Estelionato na Delegacia de Guarujá.

Um policial militar de 33 anos foi vítima de racismo ao abordar um homem, de 38 anos, que não foi identificado. "É por negão igual a você que o Brasil não vai para frente. Você não estudou nada, seu policinha, fez somente o ensino médio”, disse o suspeito. As injúrias raciais aconteceram na noite do último domingo (22), em Três Lagoas, Mato Grosso do Sul.

Segundo informações do site Mídia Max, o homem, que dirigia uma Dose Ram, foi parado fazendo manobras perigosas - ele se recusou a fazer o teste de bafômetro. Os policiais relatam que, neste momento, ele reagiu como um racista e ainda ameaçou o PM de morte.

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“Você não estudou nada, seu policinha, fez só ensino médio. Meu pai tem dinheiro, pode colocar o que você quiser aí que eu pago. Eu vou te pegar na minha quebrada, negão, e vou te matar, cortar seu pescoço (sic)”.

O suspeito foi levado para a delegacia algemado já que, segundo o Boletim de ocorrência, ele estava muito exaltado e a ação seria para segurança da equipe, de terceiros e do próprio abordado. O caso foi registrado como ameaça, desacato e injúria racial.

O cientista brasileiro Tulio de Oliveira foi indicado como uma das pessoas mais influentes do mundo em 2022 pela revista norte-americana Time por sequenciar a variante Ômicron do coronavírus na África do Sul. A ativista indígena Sônia Guajajara também representa o Brasil na lista das 100 pessoas mais influentes da Time. Ela foi a primeira mulher indígena a concorrer a uma chapa presidencial no Brasil e atua na linha de frente da luta em defesa das terras indígenas brasileiras e pela preservação da floresta amazônica.

Ciência

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Tulio de Oliveira é diretor do Centro para Resposta a Epidemias e Inovação da África do Sul (Ceri) e também identificou a variante a Beta, outra versão do Sars-CoV-2 achada no país africano.

Ele foi indicado ao lado do virologista do Zimbabwe Sikhulile Moyo, diretor do laboratório de Referência de HIV de Botswana-Harvard, também responsável pela identificação da variante Ômicron.

"Cada geração tem pessoas que inspiram as gerações seguintes. Sikhulile e Tulio têm esse potencial para pessoas que trabalharão em saúde pública e genômica. Não vimos o fim de suas contribuições", diz o texto da revista sobre os cientistas.

O pesquisador brasileiro iniciou a graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e está na África do Sul desde 1997. Ele trabalha com vigilância genômica há quase 20 anos, tem centenas de publicações em revistas de renome como as revistas Nature, Science, Lancet e NEJM. Além da pesquisador, atuou por dez anos no The Wellcome Trust, um centro de caridade global independente dedicado a melhorar a saúde.

A equipe de Oliveira também esteve por trás do sequenciamento de outros vírus conhecidos dos brasileiros, como o zika, que levou a OMS a decretar emergência internacional em 2016, febre amarela, dengue e chikungunya.

Sônia Guajajara também está na lista

Assim como Oliveira, Sônia foi selecionada na categoria de 'Pioneiros'. Ela foi a primeira mulher indígena a concorrer a uma chapa presidencial no Brasil e atua como coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil.

Sônia participou da COP26, criando um fundo de US$ 1,7 bilhão para povos indígenas e comunidades locais, e liderou protestos indígenas contra o projeto de lei 490/2007, que altera o Estatuto do Índio, permitindo demarcação de terras destinadas às populações originárias e atividade extrativa dentro das reservas indígenas.

"Os pais de Sônia Guajajara não sabiam ler e ela teve que sair de casa aos 10 anos para trabalhar. Apesar disso, ela desafiou as estatísticas e conseguiu se formar na universidade. Desde tenra idade, ela lutou contra forças que tentam exterminar as raízes de sua comunidade há mais de 500 anos. Sônia resistiu e continua resistindo até hoje: contra o machismo, como mulher e feminista; contra o massacre de povos indígenas, como ativista; e contra o neoliberalismo, como socialista", diz o texto da Time, assinado por Guilherme Boulos, que foi candidato à Presidência em 2018 ao lado de Sônia, candidata a vice de sua chapa.

"Hoje, Sônia é uma inspiração, não só para mim, mas para milhões de brasileiros que sonham com um país que salda suas dívidas com o passado e finalmente acolhe o futuro", completa.

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Um tipo misterioso de hepatite aguda tem despertado a atenção de autoridades de saúde de diferentes países do mundo ao longo das últimas semanas. A doença, que atinge crianças e já é investigada até no Brasil, não é ocasionada por nenhum dos vírus conhecidos da hepatite (A, B, C, D e E) e pode ter entre as suas causas uma relação ainda não esclarecida entre a covid-19 e um tipo de adenovírus. A Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou até esta semana 348 casos da doença. A maioria das crianças apresentou sintomas gastrointestinais, icterícia e, em alguns casos, falência aguda do fígado e um quadro que acabou levando à morte.

O Ministério da Saúde criou uma sala de situação para monitorar 41 eventos suspeitos de hepatite aguda de origem desconhecida registrados até agora em território nacional. Entre eles está o de uma adolescente de 14 anos, de Ibimirim, sertão de Pernambuco, que foi hospitalizada em coma e precisou passar por transplante de fígado de emergência na sexta. Com esse, são seis os casos suspeitos da doença apenas em Pernambuco.

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A primeira hipótese foi levantada por autoridades de saúde do Reino Unido. Lá, os primeiros casos foram registrados e tratava-se de uma hepatite causada por um adenovírus. Estudos mostraram que até 70% dos doentes testaram positivo para o adenovírus 41F. Ele afeta mais crianças, jovens e pessoas imunossuprimidas. Provoca resfriado ou problemas intestinais.

"Inicialmente achou-se que o adenovírus seria a causa das hepatites agudas, mas o fato é que ele não aparecia em todos os casos", explicou o infectologista Marcelo Simão, da Universidade Federal de Uberlândia, em Minas. "Em muitas crianças que apresentaram quadros graves não foi possível isolar o vírus; e em algumas na qual foi feito um transplante não se achou o vírus no fígado retirado."

Especialistas notaram também que muitas crianças tinham tido covid-19 antes da hepatite aguda. Um estudo publicado na Lancet na semana passada propôs, então, nova hipótese. Segundo o trabalho, uma combinação entre as duas infecções estaria provocando a doença hepática aguda.Partículas remanescentes do Sars-CoV-2 no trato intestinal das crianças estariam servindo de gatilho para uma reação exagerada no sistema imunológico a uma infecção posterior pelo adenovírus 41F. A proteína spike do coronavírus é considerada um superantígeno. Ela torna o sistema imunológico mais sensível. Assim, potencializaria o efeito do adenovírus 41F. Normalmente, esse vírus não provoca problemas mais graves.

A reação seria similar à provocada na Síndrome Inflamatória Multissistêmica. Essa condição foi identificada em crianças com covid longa. Nesses casos, há uma ativação anormal do sistema imunológico por causa do superantígeno. Ele desencadeia uma reação autoimune extremamente inflamatória. Uma eventual exposição posterior a um adenovírus poderia provocar uma reação ainda mais forte do organismo. É o que pode estar acontecendo nos casos de hepatite aguda.

"A hipótese mais aceita atualmente é de que essa hepatite está sendo provocada por uma reação imunológica exagerada causada pela combinação desses dois vírus que acaba por agredir o fígado", disse Simão, cujo nome integra a lista da Universidade de Stanford, nos EUA, dos cientistas mais influentes do mundo. "Por que o fígado? Ainda não sabemos."

VARIAÇÃO

Outra questão ainda não esclarecida, segundo Simão, é por que os casos de hepatite aguda só começaram a ser notados agora, dois anos depois do início da pandemia. Uma explicação possível estaria relacionada à variante do Sars-CoV-2 atualmente em circulação.

Para o presidente da Sociedade de Infectologia do Distrito Federal, José David Urbaez Brito, a hipótese da combinação dos dois vírus é, atualmente, a mais provável para explicar os casos de hepatite aguda em crianças, embora ainda não esteja fechada.

"O que acontece de diferente neste momento atual da nossa vida é que estamos sofrendo a modulação contínua de uma pandemia", disse Brito. "Somos bombardeados minuto a minuto por um agente infeccioso circulando em uma magnitude gigantesca; qualquer coisa nova que apareça pode ter relação com isso."

Dados da OMS e de estudos feitos em Israel, Estados Unidos e Índia reforçam a hipótese. O trabalho israelense, coordenado por Yael Mozer Glassberg, do Centro Médico Infantil Schneider, mostrou que 11 de 12 crianças que tiveram a hepatite tinham tido covid-19. Nenhuma delas, porém, testou positivo para o adenovírus.

A OMS Europa apontou em um relatório divulgado neste mês que até 70% das crianças com menos de 16 anos que desenvolveram a hepatite aguda tiveram diagnóstico de covid-19 anteriormente. Além disso, explicaram especialistas, outras crianças podem ter tido a doença de forma branda ou mesmo assintomática; ou seja, sem um diagnóstico oficial.

Um trabalho feito nos Estados Unidos e publicado em Journal of Pediatric Gastroenterology and Nutrition analisou o caso de uma menina de 3 anos. A garota apresentou falência hepática alguns dias depois de se recuperar de uma covid branda.

"As descobertas da biópsia do fígado e de exames de sangue da paciente são compatíveis com um tipo de hepatite autoimune que pode ter sido deflagrada pela covid", explicou a pediatra Anna Peters, gastroenterologista do Centro Médico do Hospital de Crianças de Cincinnati, nos EUA, responsável pelo estudo, ao comentar o trabalho.

Segundo a especialista, é impossível provar a existência de um vínculo direto entre a covid e a doença hepática. Mas o vírus pode ter deflagrado uma resposta imune anormal. Ela seria geradora do ataque ao fígado.

Um levantamento feito na Índia no ano passado acompanhou 475 crianças que tiveram covid no país. Delas, 47 apresentaram hepatite aguda. Recentemente, com os novos casos surgidos na Europa e nos EUA, pesquisadores se voltaram a esse estudo indiano de 2021.

"O único fator em comum que achamos entre essas crianças foi que todas tinham sido infectadas pela covid", disse o principal autor do estudo, Sumit Rawat, professor associado da Escola de Medicina de Bundelkhand, em Madhya Pradesh, na Índia, em entrevista para agências internacionais. "Provar que a covid está de fato provocando essa hepatite vai demandar ainda muito estudo, mas uma pista importante é que os casos da hepatite caíram quando o Sars-CoV-2 deixou de circular na região e voltaram a subir quando a covid estava em alta."

NADA COM VACINA

A ligação entre os casos de hepatite aguda e a vacina contra a covid, no entanto, foi totalmente descartada. Não há relação direta entre a vacinação e a hepatite. Além disso, a maioria das crianças que apresentaram o quadro agudo de hepatite tinha menos de 5 anos. Ou seja, elas não haviam sido imunizadas contra a covid.

Especialistas acreditam que novas pandemias de vírus emergentes - e seus eventuais desdobramentos -- devem se tornar cada vez mais comuns, por causa do impacto do homem no meio ambiente e no clima. "Estamos vivendo em um mundo complicado, com muitas doenças novas, muitos vírus novos; bactérias às quais não dávamos importância estão agora causando enfermidades graves", disse Simões. "Apesar dos avanços tecnológicos, os desafios são cada vez maiores."

José David Urbaez Brito lembrou que, não por acaso, vivemos no chamado período antropoceno. É a primeira vez que um ser vivo, no caso o homem, alterou de maneira tão profunda e muitas vezes irreversível o seu meio ambiente até que passou a dar nome a uma era geológica. "O homem alterou cadeias geológicas e ecológicas, aumentou a temperatura global de forma perceptível, provocando um impacto profundo na dinâmica dos agentes infecciosos, notadamente dos vírus, que são formas muito simples", disse Brito. "As narrativas têm o poder de racionalizar o que acontece, nos deixando alienados; mas, a verdade é que vivemos um momento apocalíptico de dimensões gigantescas, e a atual pandemia é um sintoma disso."

A médica Mariana de Lima Alves, de 25 anos, virou tema de discussão em alta no Twitter após publicações suas na rede social viralizarem. Em seu perfil, Mariana costumava contar sobre a rotina com pacientes em diferentes unidades de saúde, pelas quais precisou passar para o cumprimento prático do curso de medicina. Nos seus relatos, eram comuns xingamentos e reclamações sobre demandas cotidianas da profissão, inclusive piadas com assuntos sérios de saúde e com pacientes gestantes.

De acordo com o site do Conselho Federal de Medicina, Lima obteve registro profissional em setembro de 2021, há menos de um ano. Apesar de ser paranaense, a jovem obteve seu diploma em Rondônia e atende na cidade de Ariquemes, no interior. O registro, porém, é também do Paraná. Após a repercussão das mensagens, Mariana mudou seu nome de usuário no Twitter e no Instagram algumas vezes, e em seguida desativou suas contas.

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“Gente, qual a 'tara' de vir no pronto socorro num feriado, por uma coisa que você já 'tá' sentindo há mais de 30 dias?” e “Tem que ser muito filha de uma p*ta pra vir uma da manhã no pronto socorro por conta de infecção urinária, viu? Não tem outra expressão pra descrever” foram alguns dos seus comentários.

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O Conselho Regional de Medicina do Paraná (CRM-PR), pelo qual Mariana é inscrita, ainda não se manifestou sobre as declarações da médica. Até o momento desta publicação, o assunto seguia nos tópicos em alta do Twitter, com mais de sete mil interações só nesta segunda-feira (23). O CRM-PR já está ciente da situação, após o alto número de denúncias pedindo a cassação do registro.

"Seu e-mail foi recebido pelo Setor de Protocolo do CRM-PR e será encaminhado para o Setor competente para as devidas providências”, disse o Conselho a um usuário.

Confira a repercussão no Twitter:

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Uma carreta carregada de cerveja pegou fogo na manhã desta segunda-feira (23), em um trecho da Rodovia Presidente Dutra próximo ao distrito de Floriano, em Barra Mansa, no Sul do Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o motorista da carreta conseguiu parar o veículo no acostamento, na altura do km 285, e não se feriu.

O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas. A Concessionária do Sistema Rodoviário Rio-São Paulo (CCR) informou que o trânsito chegou a ser bloqueado completamente, mas por volta das 8h40, o tráfego voltou a fluir pela faixa da esquerda. O engarrafamento foi de cerca de 12 quilômetros. A faixa da direita seguirá interditada até a remoção da fuligem e do veículo incendiado. A corporação não mencionou o que pode ter provocado as chamas.

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Esse foi o segundo incêndio de veículo na Via Dutra em menos de 24h. Na manhã do domingo (22), por volta do mesmo horário, uma cegonheira carregada com oito carros pegou fogo na altura do quilômetro 93, em Pindamonhangaba, São Paulo. A cabine do caminhão foi desengatada do compartimento de transportes e o motorista não se feriu. Equipes da CCR Rio-SP, que administra a via, também atuaram no local.

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