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LeBron James parece estar em um inferno astral sem fim na atual temporada da NBA. Nesta terça-feira, o astro era a esperança para o Los Angeles Lakers voltar a ficar positivo na Conferência Oeste (11/11). Mas horas antes do jogo com o Sacramento Kings, o clube da Califórnia informou à ESPN que o camisa 6 foi diagnosticado com a Covid-19 e terá de passar por período de quarentena de 10 dias.

Além do duelo em Sacramento, LeBron ficará ausente em pelo menos mais três partidas, entre elas o clássico de Los Angeles contra os Clippers, no sábado. Ainda não enfrentaria Boston Celtics e Memphis Grizzlies. A possível volta às quadras seria no dia 10 de dezembro, diante do Oklahoma City Thunder.

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A atual temporada da NBA não vem sendo nada fácil para LeBron. Em apenas 22 rodadas, ele já viveu de tudo. Foi suspenso por agressão a Isaiah Stewart, do Detroit Pistons, ficou fora em vários jogos por contusão e agora contrai a covid-19.

O ala sempre reforçou estar protegido contra a doença e totalmente vacinado com as duas doses. Mesmo protegido, não escapou da contaminação, apesar de assintomático.

O companheiro Anthony Davis já havia perdido um jogo recentemente por causa de febre e sintomas de gripe. Mas não teve detectada a covid-19. O Lakers fará exames diários, pois com dois negativos seguidos LeBron é liberado antes do período de quarentena.

A seleção masculina de basquete começa nesta sexta-feira um novo ciclo. Após 13 anos, o Brasil entra em quadra sob o comando de um treinador brasileiro. Gustavo De Conti faz sua estreia no jogo contra o Chile, no ginásio do Obras Sanitarias, na Argentina, às 18h10, na abertura das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2023.

Os últimos três técnicos foram estrangeiros. O espanhol Moncho Monsalve assumiu na reta final para os Jogos Olímpicos de Pequim-2008, sem conseguir se classificar. Na sequência chegou o argentino Rubén Magnano, campeão olímpico em Atenas-2004, que comandou o Brasil na Olimpíada de Londres-2012 e também no Rio-2016. O croata Aleksandar Petrovic foi contratado em 2017 e falhou na missão de levar o País para Tóquio.

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Agora, Gustavinho, que continua no comando do Flamengo, assume com o primeiro objetivo de classificar o Brasil para o torneio que acontece entre os dias 25 de agosto e 10 de setembro de 2023, com três países (Japão, Filipinas e Indonésia) como sede. Depois, claro, seguir até o ciclo de Paris-2024.

"A responsabilidade é do tamanho do Brasil. Sei do desafio que teremos. Ao mesmo tempo, sabemos o quanto o basquete é cada vez mais equilibrado internacionalmente, mas temos qualidade individual e como equipe. Treinar a seleção brasileira, já disse mais de uma vez, sempre foi meu objetivo profissional e vou trabalhar para que essa camisa seja o melhor representado possível. Sem promessas, mas com muita dedicação por bons resultados", afirmou Gustavinho ao Estadão.

Para esta primeira janela das Eliminatórias, o treinador convocou uma equipe jovem, com apenas três jogadores que atuam no exterior: Vitor Benite (Burgos-Espanha), Cristiano Felício (Ratio Ulm-Alemanha) e Timothy Soares (Ironi Ness Ziona-Israel). Os outros 10 atletas, entre eles Bruno Caboclo, Georginho e Lucas Dias, atuam no Novo Basquete Brasil (NBB).

"O estilo de jogo será de acordo com as características dos nossos jogadores e de acordo com o que o basquete exige hoje em dia, com muita dedicação na defesa, provocando erros dos adversários, muita velocidade e reatividade nas transições defensivas e ofensivas, e bastante volume de jogo, enfatizando muito a briga pelos rebotes na defesa e no ataque", explicou o treinador.

FORMATO - Na primeira fase, o Brasil está no Grupo B, que, além do Chile, tem Colômbia e Uruguai. A próxima janela será apenas em 2022, em fevereiro, ainda sem local definido. A terceira janela será entre junho e julho, definindo os classificados para a segunda fase. Os três melhores da chave avançam.

Na sequência serão formados os Grupos E e F, com seis equipes em cada uma, com a seguinte formatação: Grupos A + C formam o Grupo E; e os Grupos B + D formam o Grupo F.

Neste segundo momento, todas as equipes carregam os resultados da primeira fase, e jogam apenas contra as equipes que não enfrentaram ainda. Pelo sorteio, o Brasil teria três rivais pela frente no futuro Grupo F, entre Estados Unidos, Porto Rico, México e Cuba. Os três primeiros após o fim da fase e o melhor quarto colocado entre os Grupos E e F se classificam para a Copa do Mundo.

Nesta sexta-feira (26), acontece mais um confronto que promete ser um dos mais desequilibrados da temporada regular, nesta edição 21/22 da National Basketball Association (NBA). A partir das 21h (horário de Brasília), o Orlando Magic recebe o Chicago Bulls em sua casa, o Amway Center. Ambos fazem parte da Conferência Leste, e enquanto a franquia de Chicago está na 3ª colocação, o Orlando está na última (15ª).

Por conta disso, ainda não se sabe o que o técnico Jamahl Mosley pretende fazer com seu elenco para elevar o patamar do Orlando Magic. Nas últimas cinco partidas, aconteceram quatro derrotas, e ao todo, são 19 jogos nesta temporada regular, e apenas quatro vitórias. E agora, os pivôs Mo Bamba e Moritz Wagner tendem a ser as referências do time, já que fizeram boas performances nas últimas partidas.

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Já o Chicago Bulls, parece estar em uma tendência para reviver seus dias de glória. Atualmente, a franquia está entre as mais dominantes da liga e tem grandes chances de conquistar mais uma vitória fora de casa. Ainda que as últimas duas partidas tenham sido de derrota, agora o time pretende recuperar os pontos perdidos, e DeRozan e LaVine serão os responsáveis por carregar o elenco para mais uma conquista.

 

 

Uma agressão marcou o jogo entre Detroit Pistons e Los Angeles Lakers, neste domingo, pela temporada regular da NBA. O astro do basquete LeBron James, da franquia californiana, acertou um soco no rival Isaiah Stewart, da equipe do Michigan.

O lance aconteceu no terceiro quarto da partida. Os Pistons tinham um lance livre a seu favor. Quando do arremesso, na disputa pelo rebote, LeBron tentou uma cotovelada, agrediu o adversário para impedir que ele chegasse na bola e deu início a uma confusão generalizada na quadra da Little Caesars Arena, em Detroit.

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Com o rosto sangrando, na região do olho direito, Isaiah Stewart ficou revoltado, tentou revidar e foi contido por companheiros de equipe, que tentavam acalmar os ânimos. Quando a situação parecia controlada, o jogador da franquia do Michigan tentou encontrar LeBron novamente e foi conduzido para fora da quadra.

Diante da cena, LeBron James acabou expulso pela agressão após a revisão do lance pelos árbitros do jogo. Depois de dois quartos ruins, os Lakers perdiam a partida e precisavam reverter o resultado diante de uma das piores equipes da Conferência Leste.

No último quarto, a franquia de Los Angeles acordou para o jogo e conquistou enorme vantagem, passando à frente do marcador. No fim, vitória dos Lakers por 121 a 116. O time de LeBron ocupa posição intermediária na Conferência Oeste, com oito vitórias e nove derrotas até aqui na NBA.

A temporada regular da National Basketball Association (NBA) completa um mês desde que foi dada a largada inicial e as partidas entre conferências continuam acontecendo. Nesta sexta-feira (19), o Detroit Pistons recebe o Golden State Warriors no Little Caesars Arena, a partir das 21h (horário de Brasília). Enquanto a franquia de Detroit tenta se reerguer nesta edição para chegar a cinco vitórias, o elenco liderado por Stephen Curry tem o melhor aproveitamento dentre todos: 12 vitórias e apenas duas derrotas.

Para o Pistons, esta é mais uma oportunidade de provar para a torcida que o elenco pode ser competitivo, e assim, buscar ao menos uma vaga nos playoffs da NBA. A última partida também aconteceu em casa, contra o Indiana Pacers e a franquia de Detroit conseguiu vencer por 97 a 89. Ao que tudo indica, o comandante Dwane Casey vai trazer suas melhores peças para este próximo desafio na rodada, principalmente com o armador Cade Cunningham, que pode liderar a equipe contra Stephen Curry e companhia.

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Já o Golden State Warriors, tem o melhor aproveitamento da NBA até aqui, e nada impede que a franquia busque mais uma vitória fora de casa. Apenas Memphis Grizzlies e Charlotte Hornets conseguiram bater de frente contra o elenco de São Francisco, e agora cabe ao Pistons tentar o mesmo feito. Para a partida, o cestinha Stephen Curry, o ala Andrew Wiggins, e o pivô Draymond Green são as principais referências do Warriors, que prometem buscar a vitória fora de casa.  

 

 

A National Basketball Association (NBA) já mostrou porque esse é um dos melhores inícios de temporada regular dos últimos anos, e os duelos da semana prometem comprovar ainda mais essa teoria. Nesta quarta-feira (10), a partir das 22h (horário de Brasília), o Memphis Grizzlies recebe em sua arena, FedExForum, o Charlotte Hornets. Enquanto a franquia de Ja Morant faz parte da Conferência Oeste e está na 5ª colocação (6-4), o Hornets integra a Conferência Leste, e ocupa a 9ª colocação (5-7).

Para a franquia do estado do Tennessee (EUA), esta é uma oportunidade para continuar a sequência de vitórias e tentar alcançar o lugar mais alto na tabela de classificação. O Grizzlies vem de vitória contra o Minnesota Timberwolves por 125 a 118, com atuação de gala do jovem Ja Morant, que marcou 33 pontos no confronto, e promete ser uma das grandes armas ofensivas no próximo duelo, junto com o ala-pivô Brandon Clarke e o ala-armador De’Anthony Melton, que podem também ser os possíveis cestinhas da partida.

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Já para a equipe da Carolina do Norte, a partida pode ser uma das mais difíceis por inúmeros motivos. Um deles, é que a franquia apesar de ter demonstrado toda sua força na última rodada, não conseguiu bater o Los Angeles Lakers, que acabou vencendo o duelo por 126 a 123. Vale lembrar que esta foi a quinta derrota seguida, e a última vitória aconteceu no final de outubro, diante do Orlando Magic, por 120 a 111. Resta saber se o Hornets vai conseguir engatar a primeira vitória no mês, ou mais uma vitória virá para dar sequência a crise da franquia.

A temporada regular acaba somente em 10 de abril de 2022, quando  apenas as primeiras oito equipes de cada conferência serão selecionadas para disputar os playoffs. Caso a temporada terminasse hoje, na Conferência Leste estariam classificados: Philadelphia 76ers, Miami Heat, Chicago Bulls, Washington Wizards, Cleveland Cavaliers, Brooklyn Nets, New York Knicks e Toronto Raptors. Já na Conferência Oeste estariam classificados: Golden State Warriors, Utah Jazz, Dallas Mavericks, Phoenix Suns, Memphis Grizzlies, Denver Nuggets, Los Angeles Clippers e Los Angeles Lakers.

 

 

Atual campeão da NBA, o Milwaukee Bucks fez história mais uma vez. Além de conquistar a liga após mais de 50 anos, a franquia do Wisconsin se tornou a primeira a visitar a Casa Branca desde 2016. A tradição havia sido interrompida após atritos com Donald Trump e pela pandemia do novo coronavírus.

Os Bucks, liderados pelo astro Giannis Antetokounmpo, aproveitaram uma pequena janela de folga para visitar Joe Biden. O time de Milwaukee jogou neste domingo contra o Washington Wizards e já está de malas prontas para a Filadélfia, onde encara o Philadelphia 76ers, atual líder da Conferência Leste e vice-líder da NBA, atrás apenas do Golden State Warriors.

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"De Sepolia para o Salão Oval", disse Antetokounmpo ao visitar a Casa Branca. Giannis vem de uma cidade cujo país não é tradicionalmente conhecido pelo basquete, a Grécia. Ele e seu irmão, Thanasis, pousaram para uma foto em frente ao púlpito onde Biden realiza seus discursos. O presidente do Estados Unidos também ganhou uma regata de Milwaukee personalizada com seu nome e o número 46.

A visita dos Bucks à Casa Branca é bastante significativa e simbólica. Este é o primeiro time da NBA a conhecer o presidente dos EUA em cinco anos. O último evento deste tipo foi em 2016, quando o Cleveland Cavaliers de LeBron James visitou Barack Obama. É tradição no país que os times campeões - não só da NBA como de outras ligas - visitem o presidente após a conquista.

Desde então, os constantes atritos de Donald Trump com o mundo esportivo fez com que a tradição fosse interrompida. Os quatro campeões seguintes (Golden State Warriors em 2017 e 2018, Toronto Raptors em 2019 e Los Angeles Lakers em 2020) não foram a Washington. O time de Oakland e o time canadense não quiseram se encontrar com o então presidente por discordâncias políticas. Já a equipe da Califórnia foi impedida de ver Biden devido à pandemia de covid-19.

Em continuidade da temporada regular da National Basketball Association (NBA), o Golden State Warriors recebe nesta sexta-feira (5), a partir das 23h (horário de Brasília) o New Orleans Pelicans em sua arena, o Chase Center. A partida promete trazer um dos confrontos mais desiguais da temporada até o momento, já que a franquia liderada por Stephen Curry está em busca da liderança da Conferência Oeste, enquanto o Pelicans tem um dos piores aproveitamentos e está na lanterna do grupo.

Dentre os 30 principais elencos da NBA, três deles (Miami Heat, Utah Jazz e Golden State Warriors) estão empatados com o mesmo desempenho: seis vitórias e apenas uma derrota. Assim, a franquia de São Francisco comandada por Steve Kerr pretende manter o alto desempenho e atuações memoráveis para convencer o torcedor, de que o Warriors merece chegar como um dos favoritos nos playoffs. Desta forma, a franquia vai ter à disposição o craque Stephen Curry, além de Draymond Green e Jordan Poole.

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Já o Pelicans tem o pior desempenho dentre todas as franquias da NBA nesta reta inicial de temporada regular. Ao longo de nove partidas, o elenco de New Orleans conseguiu vencer apenas um, e assim, se mantém na última colocação da Conferência Oeste. Resta saber o que o comandante Willie Green vai realizar com a franquia do Pelicans para bater de frente com o Warriors de Curry. Ao que tudo indica, o ala Brandon Ingram e o pivô Jonas Valanciunas podem ser as principais armas da franquia.

Tanto o Warriors quanto o Pelicans compõem a Conferência Oeste, que está dividida da seguinte maneira: Utah Jazz (1°), Golden State Warriors (2°), Dallas Mavericks (3°), Los Angeles Lakers (4°), Memphis Grizzlies (5°), Denver Nuggets (6°), Sacramento Kings (7°), Phoenix Suns (8°), Los Angeles Clippers (9°), Minnesota Timberwolves (10°), Portland Trail Blazers (11°), San Antonio Spurs (12°), Houston Rockets (13°), Oklahoma City Thunder (14°) e New Orleans Pelicans (15°).

 

 

O jogador de basquete Artur Bandiera foi encontrado morto na cidade de Cumberland, nos Estados Unidos, na terça-feira. O estudante, de apenas 15 anos, jogava pelo time do colégio Bishop Walsh School, no qual era intercambista, e era formado na base do Regatas Campineiro-SP.

Ele foi encontrado morto na LaSalle House, dormitório de propriedade privada que reúne alunos do Bishop Walsh, de acordo com o jornal Cumberland Times-News. De acordo com a escola, a polícia local ainda não estabeleceu a causa da morte. Não havia sinais de crime ou uso de drogas, segundo as autoridades.

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"É importante para nós, como comunidade, rezarmos por ele e por sua família pela grande perda que sofreram. Vamos lembrar ainda daqueles que estão aqui na nossa comunidade que eram próximos dele e compartilharam de sua passagem pela escola", declarou a diretora do colégio, Jennifer Flinn, em mensagem publicada nas redes sociais da entidade.

Também pelas redes, a Confederação Brasileira de Basketball (CBB) lamentou a perda. "A CBB lamenta profundamente a morte do jovem Artur Bandiera, de 15 anos, atleta da base do Regatas Campineiro-SP, nos EUA. Artur é filho do técnico da base do clube, Marcelo Bandiera, um apaixonado pelo basquete como toda a família. Nossos pêsames, pensamentos e orações!"

Com o início da temporada regular 21/22 da National Basketball Association (NBA), grandes jogadores continuam tendo a oportunidade de marcar pontos e bater recordes, assim como o jogador do Los Angeles Lakers, Carmelo Anthony. Após entrar em quadra contra o Memphis Grizzlies, o ala-pivô anotou 28 pontos e se tornou o 9° maior cestinha da história da liga, agora com 27.489. Por conta disso, o LeiaJá preparou uma lista com os cinco maiores cestinhas da história da NBA. Vale lembrar que apenas um deles ainda está na ativa. Confira:

Michael Jordan – 32.292

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Considerado por muitos o maior símbolo do basquete mundial, Michael Jordan vestiu a camisa do Chicago Bulls (1984 – 1998) e do Washington Wizards (2001 – 2003). Seu período mais vitorioso, definitivamente, foi na década de 1990, quando conseguiu ser hexacampeão da NBA, e foi justamente nesse período em que alcançou seu auge como atleta. Jordan era visto como um atleta quase imparável dentro das quadras, e possui recordes insuperáveis, como o posto de maior pontuação individual em um jogo de playoff, quando anotou 63 pontos contra o Boston Celtics de Larry Bird. Ao longo da carreira, Jordan marcou 32.292 pelas duas franquias que defendeu.

Kobe Bryant – 33.643

Kobe Bryant (1978 – 2020) indiscutivelmente é um dos maiores atletas da história e vai estar para sempre na memória do torcedor do Los Angeles Lakers, franquia que defendeu por duas décadas (1996 - 2016). Além de estar no topo da lista entre os maiores cestinhas da história da NBA, Kobe esteve presente em campanhas históricas com a franquia de Los Angeles e venceu cinco títulos (2000, 2001, 2002, 2009 e 2010). A qualidade e agilidade do ala-armador de quase dois metros de altura eram nítidas nas partidas que disputava, e assim, alcançou o pódio que muitos sonham e poucos conseguem. Durante o período em que esteve em atividade, marcou ao todo 33.643 pontos.  

Lebron James – 35.508

Dentre os grandes nomes da NBA na lista entre os maiores pontuadores, apenas Lebron James ainda está em atividade, e no momento defende o Los Angeles Lakers, franquia em que chegou em 2018. Vale lembrar que o craque já vestiu também as camisas do Cleveland Cavaliers, onde teve duas passagens, entre 2003 até 2010 e 2014 e até 2018. Além disso, também defendeu a franquia de Miami Heat, onde permaneceu entre 2010 e 2014. Por onde passou, “King James” foi referência, muito pela combinação de sua força e velocidade. O craque venceu quatro títulos de NBA (2012, 2013, 2016 e 2020) e, ao todo, acumula 35.508 pontos, sendo  o terceiro maior cestinha da NBA.

Karl Malone – 36.928

Conhecido pelos torcedores de basquete como “The Mailman”, Karl Malone é um dos grandes nomes do Utah Jazz, franquia que defendeu em grande parte de sua carreira, entre os anos 1985 e 2003. Já em sua última temporada (03/04), Malone vestiu a camisa do Los Angeles Lakers e chegou às finais da NBA, perdendo para o Detroit Pistons no final. Apesar de nunca ter vencido um título na liga mais famosa de basquete, Malone é um símbolo do esporte e possui uma estátua de bronze, que fica próximo ao ginásio do Utah Jazz. Vale lembrar que o eterno camisa 32 da franquia teve sua camisa aposentada e Malone está na história da NBA com quase 37 mil pontos marcados.

Kareem Abdul-Jabbar – 38.387

Um dos maiores jogadores de todos os tempos. Kareem Abdul-Jabbar possui 2,18 metros e por muitos anos foi o principal pivô da NBA. Sua carreira é repleta de prêmios individuais e conquistas coletivas, já que venceu cinco títulos de NBA (1971, 1980, 1982, 1985 e 1987). O craque atuou na maior liga de basquete do mundo por quase 20 anos, e defendeu o Milwaukee Bucks entre os anos 1969 até 1975. Já a segunda franquia em que atuou foi o Los Angeles Lakers, de 1975 até 1989. Kareem era uma combinação de força, altura e técnica, e assim pode marcar seu lugar na história do basquete como o maior cestinha da liga, com um total de 38.387 pontos.

 

A National Basketball Association (NBA) continua com jogos de tirar o fôlego e, ao que tudo indica, nesta sexta-feira (29) não será diferente. A partir das 23h30 (horário de Brasília), o Los Angeles Lakers entra em quadra no Staples Center para enfrentar o Cleveland Cavaliers. Ambos os times não são os melhores nesse início de temporada, e estão no meio da tabela de classificação para os playoffs.

Para a franquia de Los Angeles, a maior dificuldade está no elenco. Até o momento, Lebron James é dúvida, já que o astro sofreu uma lesão no último fim de semana e desfalcou a equipe por dois jogos seguidos, contra o San Antonio Spurs e o Oklahoma City Thunder. Vale lembrar que Russell Westbrook pode ser uma das armas secretas, já que marcou um triplo duplo sob os Spurs (20 pontos, 14 rebotes e 13 assistências).

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Desta forma, o time comandado por Frank Vogel vai precisar traçar as melhores estratégias para vencer o Cavaliers e alcançar mais um ponto conquistado para subir na tabela de classificação da Conferência Oeste. Até o momento, a franquia ocupa a 9ª colocação com dois pontos, motivo de preocupação para os torcedores, já que o elenco ainda não mostrou sua força total neste início de temporada.

Os torcedores do Cleveland Cavaliers que acreditam em superstições, podem ficar tranquilos, já que o último jogo também foi contra uma franquia de Los Angeles, o Clippers. O craque e cestinha do jogo foi o novato Collin Sexton, que anotou 26 pontos, e ainda contribuiu com sete assistências e um rebote. Agora, cabe ao comandante John-Blair Bickerstaff trazer as armas necessárias para vencer o Lakers em casa.

Até o momento, a franquia disputou cinco jogos nesta temporada regular e venceu três delas, e assim, acumula três pontos na tabela de classificação da Conferência Leste, e detém a 8ª posição. Caso vença a partida e conquiste mais um ponto, a franquia pode chegar a ficar nas três primeiras posições da tabela, dependendo do resultado das outras partidas que estão para acontecer.

Nesta terça-feira (26), na continuação das partidas válidas pela temporada regular da National Basketball Association (NBA), o New York Knicks recebe no Madison Square Garden o Philadelphia 76ers, a partir das 20h30 (horário de Brasília). Para ambas as franquias, a vitória é muito importante nesse início de temporada, para acumular pontos e se classificar para os playoffs, que acontecem a partir de abril de 2022.

Apesar da temporada regular ter começado na última semana, o elenco do New York Knicks já mostrou que está disposto a brigar entre os grandes da NBA, seja por sua garra ou pelos jogadores que possui. Até o momento foram disputados três jogos, e a franquia da “cidade que nunca dorme” venceu dois desses confrontos, e assim, acumula dois pontos, ocupando a 4ª colocação da Conferência Leste.

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Os grandes destaques do Knicks surgiram principalmente na 1ª rodada, contra o Boston Celtics, assim como o ala-pivô Obi Toppin, que teve a oportunidade de enterrar algumas cestas e acumulou 14 pontos na partida. Além dele, todo o sistema defensivo dos Knicks também se mostrou eficiente e um dos jogadores que se destacaram foi o pivô Mitchell Robinson de 2,13 metros, que teve ao todo, 17 rebotes.   

Apesar do Philadelphia ter a mesma campanha, o fator que pode desequilibrar o confronto é a torcida. Assim, a franquia comandada por Doc Rivers vai ter que explorar suas possibilidades ofensivas e defensivas contra os Knicks no Madison Square Garden.  Até o momento, o Philadelphia também conquistou duas vitórias, dentre as três que disputou e assim, acumula dois pontos e está na 6ª colocação da Conferência Leste.

Dentre as principais armas no ataque que os “Sixers” podem ter, estão o ala-armador Seth Curry, que até agora já anotou 61 pontos em três partidas, e o pivô e cestinha da franquia até o momento, Joel Embiid, que acumula 63 pontos nos últimos três confrontos. Já as principais peças na defesa, são o pivô Andre Drummond que possui 27 rebotes em apenas duas partidas, e o ala-pivô Tobias Harris, que acumula 28 rebotes em três partidas.

 

 

Cerca de 100 manifestantes antivacina foram ao ginásio do Brooklyn Nets, o Barclays Center, nesse domingo (24), antes do jogo contra o Hornets, protestar a favor de Kyrie Irving, que está afastado da equipe por não ter se vacinado. O protesto que se iniciou de forma pacífica, acabou em confusão, com alguns tentando invadir a arena.

O protesto começou de forma pacífica com cartazes com dizeres a favor de Irving, como “Deixem o Kyrie jogar”. Na porta de entrada da arena, os manifestantes então decidiram usar megafones e com a exaltação de alguns, tentaram invadir o estádio.

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Com a tentativa, o Barclays Center precisou fechar as portas da sua entrada principal e da praça de acesso por cerca de meia hora, para evitar problemas.

Após reabrir, os torcedores com a vacinação em dia puderam adentrar na arena e presenciaram a derrota dos Nets para o Charlotte Hornets por 115 a 95.

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Sem vacina não joga

Kyrie Irving é um dos principais jogadores do Nets, mas está afastado desde o dia 12 de outubro, quando decidiu não se imunizar.

No EUA, cada estado tem suas leis e determinações sobre a Covid-19. Uma lei de Nova York, sede dos Nets, exige vacinação contra Covid-19 para se frequentar locais com 12 mil pessoas ou mais.

O fato de Irving não se vacinar, no entanto, não se limita a não poder atuar em casa. Sem a imunização – necessária para ele, mas, principalmente, por um bem coletivo – o jogador pode perder pelo menos metades dos jogos na temporada.

Não é antivacina, mas não toma a vacina. Como assim?

Recentemente o armador renegou o título de antivacina mas disse querer dar voz aos “prejudicados pela regra de obrigatoriedade na vacinação”.

Reforçando sua ignorância, Irving ainda ressaltou que não tomou o imunizante porque estava sendo fiel ao que é bom... para ele.

“Estou incerto sobre muitas coisas sobre a vacina nesse momento”, disse ele, em live na sua conta do Instagram, sem detalhar os motivos que o fazem duvidar dos cientistas e dos números no mundo todo, que provam a eficácia das vacinas

Depois de oito derrotas seguidas, sendo seis na pré-temporada, o Los Angeles Lakers finalmente venceu. No ginásio Staples Center, em Los Angeles, o time da Califórnia derrotou o Memphis Grizzlies por 121 a 118, na rodada de domingo (24), e ganhou a primeira após três partidas na temporada 2021-2022 da NBA. E foi com emoção após um último quarto eletrizante, que se estendeu e por pouco não levou o confronto para a prorrogação.

Carmelo Anthony brilhou pelos Lakers, sendo o cestinha dos donos da casa com 28 pontos. O veterano de 37 anos se tornou o nono maior pontuador da história da liga, superando a barreira de 27.410 pontos.

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O único a anotar mais pontos que Carmelo Anthony foi Ja Morant, cestinha do jogo com 40 pontos, além de 10 assistências, garantindo um "double-double" (dois dígitos em dois fundamentos). A boa atuação do jovem armador, porém, ficou marcada pelo desperdício de um lance livre que poderia ter empatado o jogo a poucos segundos do fim.

Com a primeira vitória, os Lakers aparecem agora na nona colocação da Conferência Oeste. Os Grizzlies, por sua vez, perderam pela primeira vez na temporada e ficam na quinta posição da mesma conferência.

No Texas, o Boston Celtics também venceu a primeira na temporada. Sem Jaylen Brown, que teve uma tendinite no joelho esquerdo, coube ao seu companheiro Jayson Tatum conduzir a equipe à vitória sobre o Houston Rockets por 107 a 97. Com 31 pontos e nove rebotes, esta foi a melhor atuação do atleta na temporada, que havia começado apagado nos dois primeiros jogos.

Dennis Schroder e Marcus Smart também cresceram bastante em Houston. Cada um deles deu cinco assistências e o alemão ainda anotou 18 pontos, sendo muito importante nas infiltrações para os Celtics. Al Horford e Grant Williams também merecem destaque: o primeiro teve um "double-double" de 18 pontos e 10 rebotes, além de ter três roubadas de bola e três tocos, já Williams foi excelente nos arremessos do perímetro, convertendo seis de oito tentativas.

Em Sacramento, o Golden State Warriors conseguiu a terceira vitória seguida na temporada, se mantendo invicto, com o brilho de Stephen Curry. Em 35 minutos em quadra, o astro anotou um "double-double" com 27 pontos e 10 assistências, além de seis rebotes, e foi o cestinha na vitória de sua equipe sobre o Sacramento Kings por 119 a 107, fora de casa.

Confira a rodada de domingo na NBA:

Brooklyn Nets 95 x 111 Charlotte Hornets

New York Knicks 104 x 110 Orlando Magic

Houston Rockets 97 x 107 Boston Celtics

Oklahoma City Thunder 103 x 115 Philadelphia 76ers

Sacramento Kings 107 x 119 Golden State Warriors

Los Angeles Lakers 121 x 118 Memphis Grizzlies

Confira a rodada de segunda-feira na NBA:

Charlotte Hornets x Boston Celtics

Indiana Pacers x Milwaukee Bucks

Atlanta Hawks x Detroit Pistons

Brooklyn Nets x Washington Wizards

Miami Heat x Orlando Magic

Toronto Raptors x Chicago Bulls

Minnesota Timberwolves x New Orleans Pelicans

Denver Nuggets x Cleveland Cavaliers

Los Angeles Clippers x Portland Trail Blazers

Nesta semana começam os jogos válidos pela primeira rodada da temporada regular 21/22 da National Basketball Association (NBA). Em virtude disso, o LeiaJá trouxe uma lista com os times que mais conquistaram a maior liga de basquete do mundo. Vale lembrar que a NBA como é conhecida hoje ganhou sua real forma na década de 1940, quando os times passaram a disputar jogos em grandes ginásios, como o Madison Square Garden em Nova Iorque e o Staples Center em Los Angeles, e assim, a história foi desenhada e continua sendo feita por grandes nomes da história do esporte.

San Antonio Spurs – cinco títulos

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O grande nome da história do San Antonio Spurs é o gestor e técnico Gregg Popovich, já que ele foi o responsável por trazer uma nova mentalidade para a franquia, que até o final da década de 90 ainda não havia sido campeã. Ao trazer Tim Duncan e David Robinson para compor o elenco, o Spurs conquistou o primeiro título na temporada 98/99, contra o New York Knicks de Allan Houston. Após uma série de derrotas, o time deu a volta por cima ao trazer reforço: o argentino Ginóbili. Assim, a temporada 01/02 foi conquistada. Os títulos seguintes vieram em 04/05 e 06/07, quando o time bateu o Cleveland Cavaliers do jovem Lebron James. O último título veio em 13/14, ao vencer o Miami Heat, com Tony Parker sendo uma das grandes referências do time.

Golden State Warriors – seis títulos

O Warriors foi fundado na década de 1940, e graças ao elenco histórico, a franquia ostenta o primeiro título da história da NBA, na temporada 45/46. O segundo título veio 10 anos depois, em 55/56, quando o time era composto pelas lendas Paul Arizin e Neil Johnston. Para completar o tricampeonato no Século XX, o Warriors venceu o Washington Bullets (atual Washington Wizards) em 74/75. A dinastia suprema do Warriors chegou na última década, já que no período de cinco anos (2015 a 2019), o time chegou em todas as finais, e venceu três delas (14/15, 16/17 e 17/18), com Stephen Curry, Klay Thompson, Draymond Green e Kevin Durant sendo os principais nomes do time. Vale lembrar que nesses três títulos, o adversário foi o Cleveland Cavaliers.

Chicago Bulls – seis títulos

A melhor fase do Chicago Bulls veio na virada da década de 1990. Mesmo que a franquia tenha sido criada em 1966, foi somente na temporada 90/91 que o Bulls teve a oportunidade de chegar a uma final, e desta vez, de modo inédito, o time treinado pela lenda Phil Jackson enfrentou o Los Angeles Lakers, que tinha como maior referência, o astro Magic Johnson. Nas duas temporadas seguintes, 91/92 e 92/93, o Bulls venceu novamente a liga, e se consolidou como um dos maiores no mundo do basquete. Os outros três títulos também vieram em sequência, nas temporadas 95/96, 96/97 e 97/98. Vale lembrar que em todos os seis títulos, Michael Jordan foi o principal jogador, e por isso é considerado até hoje o maior nome do Bulls, e um dos maiores de todos os tempos.

Los Angeles Lakers – 17 títulos

O Lakers se tornou um dos maiores campeões da NBA e também é visto como uma das franquias mais tradicionais dos Estados Unidos. O peso da camisa é nítido, já que grandes nomes da história defenderam o time ao longo do tempo, como Kareem Abdul-Jabbar, Magic Johnson, Shaquille O’Neal, Kobe Bryant (1978 – 2020) e mais recentemente, um dos maiores da atualidade, Lebron James. Quando se trata de dinastia, a franquia é conhecida como a primeira a manter domínio absoluto, já que na década de 50, o time conseguiu conquistar cinco títulos em um período de seis anos. Vale lembrar que, além dos 17 títulos conquistados, o Los Angeles Lakers é o time com o maior número de aparições em finais de NBA. Ao todo, o time esteve presente em 32 ocasiões.

Boston Celtics – 17 títulos

O Boston Celtics é um dos ícones quando se trata do basquete norte-americano. Sua história também começou nos anos 1940 e, desde então, o time passou a ter nomes fortes no elenco. A dinastia máxima chegou entre as décadas de 1950 e 1960, quando o time venceu oito campeonatos seguidos, e além disso, foram 11 títulos conquistados em um período de 13 anos. Dois dos maiores nomes da história do esporte estavam nessas campanhas, como o pivô Bill Russell e o ala Larry Bird. O último título conquistado veio na temporada 07/08, quando o time venceu seu arqui-inimigo, o Los Angeles Lakers. Ainda que a última década não faça jus a história do Celtics, o time está se reestruturando e pode chegar como um dos grandes a serem batidos na atual temporada.

 

 

 

Nesta terça-feira (19), começa a temporada regular 21/22 da National Basketball Association (NBA) e dentre os confrontos que mais chamam a atenção está o jogo entre Los Angeles Lakers e Golden State Warriors, que acontece a partir das 23h (horário de Brasília). Um dos motivos que levam a acreditar que o jogo promete ser um dos melhores fica por conta do elenco: de um lado, o time de da Califórnia possui o craque Lebron James, já  o clube de São Francisco tem em mãos o armador Stephen Curry.   

Apesar do Lakers ser um time imponente devido aos seus grandes jogadores e ao peso da camisa, o clube ainda não emplacou, já que nos últimos seis confrontos da pré-temporada, não venceu nenhuma partida. É possível que o clube de Los Angeles conte com a presença dos armadores Kendrick Nunn e Malik Monk, que sofreram lesões há algumas semanas, além da dupla Lebron James e Austin Reaves, que pode servir com a principal arma ofensiva, seja na armação ou na finalização das cestas.

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Já para o time de São Francisco, a ausência do armador Klay Thompson, em função de uma lesão grave no tendão de aquiles na temporada 20/21 ainda reflete no desempenho do Warriors, tanto no sistema defensivo, quanto na parte ofensiva. A expectativa é que o ala-armador volte a jogar em meados de dezembro e janeiro. Agora, cabe ao técnico Steve Kerr unir as peças que estão à disposição, como o craque Stephen Curry, conhecido por ser o melhor jogador quando se trata de cesta de três pontos.

Ambos os times fazem parte da Conferência Oeste, que também é composto por: Dallas Mavericks, Denver Nuggets, Houston Rockets, Los Angeles Clippers, Memphis Grizzlies, Minnesota Timberwolves, New Orleans Pelicans, Oklahoma City Thunder, Phoenix Suns, Portland Trail Blazers, Sacramento Kings, San Antonio Spurs e Utah Jazz. Ao final da temporada regular, classificam os oito melhores times da Conferência Oeste, para jogar os playoffs contra os oito melhores clubes da Conferência Leste.

 

 Nesta sexta-feira (15), encerra-se o período de pré-temporada da National Basketball Association (NBA), e dentre os últimos jogos que estão para acontecer e prometem ser um dos melhores está  o confronto entre Miami Heat e Boston Celtics. Ambos os times estão inseridos na Conferência Leste e entram em quadra a partir das 19h30 (horário de Brasília), na American Airlines Arena (FTX Arena), na cidade de Miami, Flórida (EUA).

A temporada 21/22 começa oficialmente na próxima terça-feira (19), mas já é possível projetar nesta fase preliminar quais elencos prometem dar trabalho para os adversários. Este é o caso do Miami Heat, que vai aproveitar o fato de jogar em casa, para conquistar mais uma vitória. O pivô Bam Adebayo, que possui 2,06 metros, pode ser uma das armas do time, já que é referência quando se trata de aproveitamento em rebotes e tocos.

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Já o Boston Celtics, comandado pelo ex-atleta Ime Udoka, precisa de ferramentas surpresas para conseguir vencer a última disputa válida pela pré-temporada. Assim, o time pode apostar em jovens promessas, como o novato Aaron Nesmith, de 21 anos, que foi escolhido no Draft de 2020 para compor o elenco e tentar ir em busca de mais um título da NBA, para se sagrar de vez o time mais vitorioso da história da liga.

Até o momento, ambos os times tiveram oito jogos disputados. O Miami Heat venceu quatro partidas, perdeu outras quatro, e agora detém a 8ª posição. Já o Boston Celtics venceu cinco e perdeu apenas três, portanto, está um pouco acima na tabela de classificação, no 5° lugar. Vale lembrar que a tabela é composta por 15 times, e dentre esses, apenas os oito melhores de cada conferência avançam para os playoffs.

 

 

A Liga Nacional de Basquete enviou um documento aos clubes sobre algumas mudanças realizadas no protocolo de prevenção à covid-19 para a temporada 2021-2022 do Novo Basquete Brasil, que começa no dia 23 de outubro. A vacinação é um dos itens em destaque e, diferentemente da NBA, será exigido imunização de 100% dos indivíduos envolvidos na competição, como atletas, membros de equipe, árbitros e colaboradores.

"A vacinação foi uma estratégia de proteção, diante da sua eficácia comprovada, e uma preocupação da liga com todos os colaboradores, jogadores, árbitros, todos os envolvidos em um jogo... Foi uma maneira encontrada para proteger o ecossistema do campeonato", explicou o médico Diego Gadelha ao Estadão. Ele é diretor da equipe da Unifacisa, de Campina Grande (PB), e participou da elaboração do protocolo de 39 páginas.

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Existe apenas uma exceção para aceitação dos não vacinados: se o clube comprovar que o atleta está em uma faixa etária que ainda não foi alcançada pelo cronograma do município. Ele terá, no entanto, de cumprir o cronograma de vacinação local para seguir em condições de atuar por sua equipe.

A situação é parecida para quem foi imunizado apenas com a primeira dose. Caso o jogador deixe de cumprir o cronograma de vacinação, ele pode ser impedido de entrar em quadra. A LNB promete acompanhar esta questão de perto.

O tema vacinação tem gerado bastante repercussão na NBA. Apesar de não exigir que os atletas fossem imunizados para participarem da temporada, a liga não pode impedir que algumas cidades, como Nova York, façam tal exigência. É o caso, por exemplo, de Kyrie Irving, que foi afastado pelo Brooklyn Nets por ser recusar a tomar a vacina. O armador não pode atuar justamente nos jogos da franquia em casa.

Além da exigência de vacinação, todos os envolvidos terão de passar por testes de covid-19. O documento indica um teste antígeno no máximo 24 horas antes da viagem (quando o time for atuar como visitante) ou dois dias antes do primeiro jogo em casa, para equipes locais. Outro teste de antígeno será feito antes de todos os jogos, na parte da manhã. A equipe da casa deverá providenciar enfermeiro habilitado para a testagem de árbitros e do adversário.

O público está liberado nos ginásios, dependendo da legislação local. O clube mandante pode determinar regras mais rígidas, se assim desejar, nunca mais brandas. Apenas os torcedores do time mandante estão liberados para acompanhar aos jogos.

As equipes agora podem novamente tomar banho nos ginásios. A operação no banco de reservas também volta ao normal, com apenas 16 assentos e com um máximo de 21 integrantes listados. A exigência de máscaras para a comissão técnica permanece inalterada.

Além do documento resumido, que foi elaborado pelo departamento técnico-operacional, a LNB enviou o protocolo completo aos clubes, reforçando a necessidade de segui-lo para o bom andamento da temporada 2021-2022.

Kyrie Irving, astro do Brooklyn Nets na NBA, falou pela primeira vez nesta quinta-feira desde que sua decisão de não se vacinar contra a covid-19 vem causando polêmica no mundo esportivo. O armador de 29 anos usou de suas redes sociais para defender sua "liberdade individual" e garantiu que não deixa de pensar na sua carreira.

"Não acreditem que eu estou me aposentando. Não acreditem que eu estou abandonando o jogo por questões de mandarem eu tomar a vacina ou eu não me vacinar. Não acreditem em nada disso", disse Irving em um transmissão ao vivo em suas redes sociais.

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Irving foi barrado de participar de treinos e jogos dos Nets. A decisão da franquia em afastar o jogador ocorreu justamente após sua decisão de não se imunizar contra o novo coronavírus, que fez milhões de vítimas ao redor do mundo.

"Você acha que eu realmente quero perder dinheiro?", questionou o armador em sua live. Ele tem contrato de 40 milhões de dólares estabelecidos para serem ganhos somente nesta temporada. Em sua transmissão, o jogador ainda compartilhou dados enganosos a respeito da vacinação da covid-19. Mais de 90% dos atletas da NBA estão imunizados, uma proporção muito maior comparada à população geral dos Estados Unidos.

"Vocês acham que eu quero desistir do meu sonho de conquistar um campeonato?", continuou. "Você acha que eu realmente quero desistir do meu trabalho? Acham que eu quero ficar simplesmente sentado em casa?"

Na última terça, o Brooklyn Nets barrou as atividades de Irving até que ele esteja "em condições de participar". A cidade de Nova York, onde fica a franquia, exige que adultos e adolescentes tenham pelo menos uma dose da vacina para entrar em locais fechados, assim como ginásios esportivos.

Por fim, Irving disse falsamente que sua decisão em não se imunizar não afeta outras pessoas. Isso é um erro. A variante Delta, mais contagiante, se espalhou rapidamente em áreas com baixo índice de imunização. Os hospitais nestas regiões estão lotados de pacientes sem vacina, disponibilizando apenas poucos leitos e poucos profissionais para atender pessoas com outras demandas.

A NBA continua com as comemorações de 75 anos da liga. Nesta semana foi lançado o curta-metragem "NBA Lane", com a participação de diversos jogadores, ex-jogadores e atores. O objetivo é convidar os espectadores a conhecer a história do esporte e acompanhar a temporada 2021-2022, que terá início no próximo dia 19. O filme está disponível em todas as plataformas digitais e redes sociais da NBA e conta também com uma página especial no site oficial da liga.

Segundo a direção de marketing da NBA, o curta-metragem foi criado para homenagear a história e o futuro da NBA. Entre os atuais jogadores, participam do filme LeBron James, Kevin Durant, Carmelo Anthony, Kawhi Leonard, Chris Paul, Devin Booker, Donovan Mitchell, Russell Westbrook, Trae Young, LaMelo Ball, Anthony Davis e Zion Williamson.

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Magic Johnson, Larry Bird, Bill Russell, Kareem Abdul-Jabbar, Dwayne Wade, Manu Ginóbili, Julius Erving, Dirk Nowitzki e Dikembe Mutombo fazem parte do elenco de ex-jogadores. Há também uma homenagem com um mural para Kobe Bryant.

O ator Michael B. Jordan, que já participou de filmes como Creed, Space Jam e Pantera Negra, também está presente no filme.

No filme vemos um bairro que reúne todas as estrelas do esporte e Michael B. Jordan é um motorista de ônibus que transporta crianças para um passeio pelo local que abriga os 75 anos de cultura do basquete. Durante o trajeto, os passageiros encontram os astros em situações do cotidiano.

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