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A 68ª edição dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs 2021), disputada em Brasília, terminou e os atletas das instituições do Ser Educacional comprovaram o favoritismo com diversos pódios. Ao todo, foram 47 medalhas, sendo 26 de ouro, 13 de prata e oito de bronze. A equipe de vôlei da UNAMA - Universidade da Amazônia brilhou na competição.

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“Nossa força no esporte universitário já é conhecida nacionalmente. Investimos durante todo o ano em treinamentos e acompanhamentos de profissionais com os atletas. Esses resultados são consequência desse trabalho e estamos muito felizes”, destacou o coordenador de Esportes do Ser Educacional, Hermógenes Brasil.

Entre os ouros, também se destacaram Alyson Silva, do caratê, Elivaldo Feitosa, do Wrestling, e a equipe de handebol da UNIVERSIDADE UNG, todos conquistaram o bicampeonato universitário em suas categorias. Henrique Pereira Silva (UNINASSAU PE) e Vitor Hugo da Costa (UNIVERITAS RJ), ambos do Decatlo, dominaram praticamente todas as provas que disputaram e fizeram a dobradinha para o Ser Educacional, com primeiro e segundo lugares, respectivamente.

A UNINORTE foi a grande força do wrestling, conquistando, além do ouro com Elivaldo, outro ouro – com Bryan Lucas –, duas pratas – com Ketellen Fernandes e Viviane Bentes – e um bronze – com o atleta David Moreira.

“Alguns resultados a gente realmente já esperava, pois são trabalhos vitoriosos inclusive internacionalmente. Mas essa edição nos deixou ainda mais felizes por termos conseguido pódios com atletas que estão em suas primeiras participações, ou que ainda não tínhamos medalha”, comemorou Hermógenes.

Além das premiações, dois grandes destaques foram as quebras dos recordes universitários pelos atletas da UNG Alexsandro Melo – no salto triplo – e Thiago Moura – no salto em altura. Os dois também participaram das Olimpíadas de Tóquio, no primeiro semestre, e chegaram ao JUBS em alto nível.

A UNG se destacou no atletismo, tendo conquistado outros dois ouros – com Guilherme Kurtz nos 800m e 1.500m rasos – e uma prata – com Kaio Lira, nos 400m rasos. O Ser Educacional teve a maior delegação dos JUBs 2021. No total, as Instituições mantidas pelo Grupo levaram cerca de 400 atletas para a competição nacional.

As instituições do Ser Educacional têm despontado como celeiros de novos atletas no Brasil e ajudado eles a competirem em alto nível nacional e internacionalmente.

Por Rayanne Bulhões.

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A atleta paraense Dayse Silva conquistou, em setembro, a Taça Bahia de Boliche de 2021. O campeonato ocorreu entre os dias 4 e 6, no Shopping Paralela, na cidade de Salvador (BA). A competição foi realizada na modalidade de duplas, em que a atleta participou com a paulista Roberta Rodriguês. As duas fizeram 2.587 pontos na maior série.

Para Dayse, a competição baiana é muito forte, pois participam atletas de primeira divisão e de alto nível. Além disso, a Taça possui um peso muito grande para o ranqueamento dos atletas de boliche no Brasil. “Realmente não foi fácil, mas deu tudo certo. Como sempre, os principais adversários têm sido o Vasco da Gama e o Tiger, de São Paulo, que vem se destacando muito, mais do que o Pinheiros, que é uma grande referência do Boliche em São Paulo”, completou a atleta.

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Com a conquista da Taça, a paraense chega ao quarto pódio consecutivo na temporada, já que antes do campeonato na Bahia ela tinha disputado, em junho, a Taça Rio, em julho, a Taça Mato Grosso e no mês de agosto, a Taça Belo Horizonte. Com quatro conquistas consecutivas, a atleta foi convocada para a Seleção Brasileira de Boliche que disputará neste mês de outubro do Pan-Americano, que vai ocorrer na cidade de Cali, na Colômbia.

“Uma coisa é certa, para chegar a uma Seleção Brasileira precisa praticar um esporte de alto rendimento ou de alta performance. Então, não é fácil. E sem apoio fica ainda mais difícil. Por isso, a partir do momento em que você têm o apoio, o talento, tem a dedicação, a determinação, as  coisas vão se ajustando. Não é fácil chegar em uma Seleção Brasileira, mas o mais difícil é se manter nela”, reforçou a atleta.

Antes do Pan, a atleta teve mais um desafio: o Campeonato Brasileiro de Boliche Individual, que ocorreu em Brasília entre os dias 9 e 12 de outubro. Dayse conquistou a medalha de prata na categoria Sênior Feminina. “É uma das competições mais difíceis do circuito nacional do boliche. Disputar com seus colegas de seleção em confrontos diretos é realmente bem emocionante”, afirmou Dayse.

A atleta paraense reforça a importância do apoio e da parceria com o Governo do Estado do Pará, através da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), para as conquistas nas competições de boliche: “A questão do apoio é uma coisa que destaco muito, ter tido o apoio do Estado, através da Seel, foi mais do que importante, foi decisivo para que eu fosse ocupar o lugar mais alto do pódio. A gente viajar com a tranquilidade do apoio, já libera a mente da gente totalmente para concentrar em vencer os campeonatos”, destacou a paraense.

Por Erick Caldas.

A delegação da UNAMA – Universidade da Amazônia está preparada para ir em busca de títulos nos Jogos Brasileiros Universitários (JUBs) de 2021. Nesta edição, cerca de 40 alunos vão competir nas modalidades basquete masculino, futsal feminino, vôlei masculino e feminino, além de natação feminino e judô, masculino e feminino. A programação, em Brasília (DF), começa no domingo (10) e segue até o dia 18 de outubro.

O embarque dos atletas e comissão técnica, na capital paraense, está previsto para as 21 horas desta sexta-feira (8), atrás do Bosque Rodrigues Alves. A viagem vai durar 28 horas. São 1.960 quilômetros em busca de mais conquistas. Bem antes das malas estarem feitas, os atletas universitários tiveram treinamentos específicos e intensificados.

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Segundo o coordenador Núcleo de Educação e Desporto (NED) da UNAMA, Almir Figueiredo, a preparação exigiu três meses de treinamento. “Nós treinamos o ano todo, de duas a três vezes na semana. À medida que os protocolos sanitários da pandemia iam sendo flexibilizados, a gente avançava. Condicionamento físico e táticas de jogos atrelados. Outra coisa importante é que parte dos universitários está  cadastrada em clubes profissionais e continua com o ritmo de jogo. Com a retomada das atividades na Universidade, no final de julho, esse processo - dentro da UNAMA – foi mais tranquilo”, disse o professor.

Uma das promessas desse JUBS é o time masculino de basquete. Bicampeão nacional, em 13 anos de participação, a expectativa é ficar entre as três primeiras colocações. Para o técnico dos times masculino e feminino da UNAMA, Luiz Alberto, a equipe está mais forte. “O basquete da UNAMA já vem há muito tempo se solidificando como uma equipe de competição que está sempre nos primeiros lugares. Em 2018, nós ficamos em quarto lugar, batemos na trave. Esperamos que nós tenhamos um bom desempenho por lá, porque a qualidade dos jogadores é muito boa e a gente espera chegar novamente aos primeiros lugares”, disse.

O estudante do curso de Fisioterapia da UNAMA Adriano Medeiros, 22 anos, já tem experiência em jogos nacionais de basquete. Aos 16 anos, o jovem atuou em times carioca como Vasco e Macaé, no Rio, e em São Paulo, no Trevino. “A expectativa desse ano é grande. Estamos com um time até maior do que tínhamos no ano retrasado. Nosso objetivo é ser campeão e trazer esse título ao Pará e levar o nome da UNAMA ao Brasil”, finalizou.

A UNAMA  é uma das instituições do grupo Ser Educacional a caminho de Brasília. Anualmente, a Universidade realiza seletivas para a chamada de novos atletas, matriculados nos campi Alcindo Cacela, Ananindeua e Parque Shopping. Todos são avaliados, semestralmente, por uma comissão e recebem bolsas de estudos que vão de 60% a 80%. Quem quiser conhecer o trabalho do NED, o Núcleo funciona no campus Alcindo Cacela, sempre de segunda à sexta-feira, das 8 às 13 e das 15 às 20 horas.

Por Rayanne Bulhões/Ascom UNAMA.

Na última semana, um atleta inglês de 42 anos morreu de Covid-19, após se recusar a receber a vacina contra a doença. John Eyers, de Southport, na Inglaterra, que praticava atletismo amador, escalava montanhas e levantava pesos. Pai, Eyers deixa também uma irmã gêmea e a sua mãe, com quem morava. Segundo o jornal britânico The Guardian, a irmã Jenny McCann o descreveu como “a pessoa mais apta e saudável que conheço”. Ela acrescentou que seu irmão escalou montanhas galesas e acampou quatro semanas antes de morrer.

A vítima foi levada à unidade de terapia intensiva após contrair o coronavírus, dizendo ao seu consultor antes de ser ventilado que gostaria de ter sido vacinado. A irmã disse que a morte de seu irmão foi "uma tragédia".

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“Ele achava que se contraísse a Covid-19, ele ficaria bem. Pensou que teria uma doença leve. Ele não queria colocar uma vacina em seu corpo. O (corpo) dele estava cheio de todas as drogas do hospital. Eles jogaram tudo contra ele”, disse McCann no Twitter. “Não deveria ter acontecido. Ele deixa uma mãe e um pai, uma irmã (eu) e uma filha de 19 anos. Meus dois filhos perderam seu tio divertido. O tio que sempre brincava com eles”

Tributos também vieram dos amigos de Eyers, com muitos o descrevendo como "uma pessoa incrivelmente em forma" e "uma das pessoas mais ativas e em forma" que eles conheciam.

Um amigo escreveu: “Ele tinha um grande amor por esportes e fitness competindo em fisiculturismo, triatlo, escalada e muito mais. Ele me ajudou alguns anos atrás, quando eu estava competindo enquanto eu estava lutando com minha preparação e ele foi o suporte e orientação extra que eu precisava para me ajudar no show”.

Os profissionais de saúde e os pacientes da Covid falam cada vez mais sobre o sentimento de arrependimento por não terem sido vacinados depois de ficarem gravemente doentes.

A Dra. Samantha Batt-Rawden, registradora sênior da unidade de terapia intensiva, disse que encontrou apenas um paciente em cuidados intensivos que recebeu as duas doses de vacinação e que a “vasta maioria” das pessoas que ela atendia não estava “completamente vacinada”.

Batt-Rawden disse que era difícil testemunhar a expressão de arrependimento no rosto dos pacientes quando eles ficavam doentes e precisavam usar um respirador. “Você pode ver que eles cometeram potencialmente o maior erro de suas vidas [em não tomar a vacina], o que é muito difícil”, disse ela, acrescentando que tinha ouvido pessoas contando aos membros da família sobre seu remorso.

Após o término do desafio 1x1 transmitido no Instagram do narrador Ney Silva, na noite dessa segunda-feira (15), o Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PE) conduziu quatro pessoas para a delegacia e interditou a arena onde ocorria o evento esportivo. Segundo o órgão, o local acomodava um público superior a 200 pessoas.

Os portões da Arena Tsunami, no Zumbi do Pacheco, Jaboatão dos Guararapes, estavam fechados e, logo em seguida, as luzes foram apagadas com a chegada da fiscalização. Os agentes perceberam muitas pessoas fugindo pelos fundos, inclusive crianças e adolescentes. Contudo, a Polícia Militar conseguiu deter 84 pessoas, muitas sem máscara.

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O local descumpria regras das medidas restritivas do Governo do Estado, pois promovia futebol - só permitido para o profissional-, aglomeração de pessoas, muitas delas sem máscara e aberto após às 20h, elencou o Procon-PE.

Além do proprietário da Area Tsunami, dois organizadores e o responsável pela iluminação foram encaminhados à delegacia. Os dois jogadores envolvidos na partida, Vassoura e Daniel Futshow, bem como o próprio Ney Silva, serão notificados pelo órgão.

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“O Governo de Pernambuco sozinho não irá por fim à pandemia no estado. Se as pessoas insistirem em não colaborar, a situação irá se agravar muito e não é por falta de aviso ou por falta de pedido de compreensão”, frisa o secretário de Justiça e Direitos Humanos Pedro Eurico.

Conhecido como a Voz da Várzea, o narrador ganhou destaque entre personalidades do futebol nacional ao transmitir jogos amadores. Ele é um dos responsáveis pela criação da disputa um para um, na qual apenas dois jogadores - e seus respectivos goleiros - se desafiam com regras pré-definidas para alcançar o cinturão. No evento dessa segunda, ele beteu seu recorde de expectadores com mais de 115 mil pessoas em sua live.

Em contato com o LeiaJá, a assessoria do narrador preferiu não comentar sobre a ação do Procon-PE, nem sobre a continuidade dos eventos. "A gente não tem  informação para dar", indicou.

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Depois da notícia de que estava em negociações com o youtuber americano Logan Paul para um combate, Whindersson Nunes foi desafiado por nada mais, nada menos, que Acelino Popó Freitas, tetracampeão mundial de boxe, lutando em duas categorias diferentes. O humorista aceitou prontamente a luta nesta terça-feira (22). 

Whindersson aceitou o desafio através do Instagram e contou que as conversas para um embate com Logan estavam adiantadas, mas o americano queria apenas uma luta de exibição e foi então que o cearense decidiu aceitar a luta contra Popó e aproveitou para brincar: "Agora assim, exibição, na manhã, lembra que é natal". 

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Popó também usou o instagram para fazer o desafio e aproveitou para provocar Whindersson: "Se você quiser fazer uma luta de verdade, como o outro YouTube fez na preliminar do Mike, me desafia, pô! To há 3 anos parado... Vai que vc consegue acertar nem que seja um jab em mim? Cai pra dentro campeão".

Aceito o desafio, Whindersson ainda prometeu que após a luta com o experiente pugilista, iria fazer uma desafio para uma luta real com Logan Paul, ao vivo. O combate, que em breve deve ter uma data confirmada, será transmitido no YouYube de Whindersson, conforme disse na rede social.

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Um duelo de youtubers nos ringues pode acontecer em breve. Whindersson Nunes tem negociado um contrato com Logan Paul, que recentemente venceu o ex-NBA Nate Robinson, na apresentação de Mike Tyson x Roy Jones Jr. O youtuber americano também desafiou Conor McGregor para um embate, mas ficou sem resposta até então. De acordo com o UOL, a luta aconteceria no Rio de Janeiro. 

O youtuber brasileiro, que realizou uma luta amadora em setembro do ano passado e venceu por decisão unânime dos juízes, confirmou o interesse através do seu instagram e disse que o Brasil terá "um verdadeiro espectaculo". Ainda segundo o UOL, a luta chamou a atenção inclusive de Mike Tyson, conforme contou o empresário de Whindersson, Kaká Diniz. As negociações estão no início, mas a luta é esperada para o primeiro semestre de 2021.

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Porém se não houver acordo para o "duelo de youtubers" o empresário garante que um "nome grande" do boxe profissional pode ser o próximo adversário de Whindersson nos ringues. 

No desafio de Logan Paul ao lutador irlandes, ex campeão do UFC, Conor McGregor, o youtuber declarou que estava fazendo a maior proposta de luta da carreira de Conor ao oferecer cerca de 250 milhões de dólares. 

No próximo dia 13 de dezembro, Rayanne Amanda tem mais um desafio no MMA. Pelo peso palha, para lutadores de até 52 quilos, a representante do Pará vai encarar a amapaense Maiara Amanajás, no Shooto Brasil 106, que será disputado no Rio de Janeiro. A lutadora conta com o apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel).

Com um cartel geral de cinco vitórias e quatro derrotas, Rayanne vem treinando diariamente. Ela faz parte da academia Marajó Brothers e treina com os irmãos Iuri e Ildemar Marajó.

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“Venho treinando bastante e com muito foco. Apesar da pandemia que estamos passando, eu nunca parei, continuei empenhada para dar o máximo nos treinos. Será uma grande luta e com certeza irei mais uma vez representar bem aqueles que acompanham e torcem pelo meu trabalho”, conta a lutadora.

Vindo de uma família de lutadores, Rayanne iniciou sua trajetória no mundo das lutas com 10 anos, praticando o jiu-jítsu. A lutadora embarca para o Rio nesta sexta-feira (11), para a pesagem da última edição de 2020 do Shooto, que será no sábado (12).

“O Pará é um verdadeiro celeiro de atletas em várias modalidades esportivas e sempre que for possível a Seel estará apoiando estes grandes atletas que encaram grandes desafios”, declarou Arlindo Silva, titular da Seel.

Da assessoria da Seel.

 

Em um jogo intenso, equilibrado e disputado em alto nível, Dominic Thiem despachou Novak Djokovic neste sábado e vai disputar a final do ATP Finals pela segunda vez consecutiva. O austríaco carimbou a vaga na decisão ao superar o sérvio por 2 sets a 1, com parciais de 7/5, 6/7 (10/12) e 7/6 (7/5), em 2h54 de partida. O triunfo poderia ser mais tranquilo, visto que ele chegou a ter quatro match points na segunda parcial.

Em busca de seu primeiro título no torneio, Thiem, atual vice-campeão, aguarda o vencedor da outra semifinal, disputada entre o vice-líder do ranking da ATP, Rafael Nadal e o quarto colocado, Daniil Medvedev, para saber quem será seu adversário na decisão.

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Aos 27 anos, o atual número 3 do mundo já conseguiu seu primeiro troféu de Grand Slam ao vencer o US Open neste ano. No domingo, ele disputa a 28ª final de sua carreira na elite do circuito e persegue o seu 18º título. Neste sábado, o jovem tenista classificou o duelo com Djokovic como uma "batalha mental".

"Foi, com certeza, uma batalha mental. Foi muito apertado o tie-break do segundo set, especialmente, porque jogar contra essas lendas é muito difícil, mas sempre especial", resumiu Thiem em entrevista na quadra, após a vitória. "Estou incrivelmente feliz por ter chegado à final e vou novamente me preparar ao máximo para amanhã", completou.

Com sua quinta vitória sobre Djokovic, Thiem se juntou a Andy Murray como o único jogador a vencer cada membro do "Big Three" em cinco ou mais ocasiões. O austríaco também tem seis triunfos contra Rafael Nadal e outros cinco diante de Roger Federer.

Cinco vezes campeão do ATP Finals (2008, 2012, 2013, 2014 e 2015) e duas vezes vice (2016 e 2018), Djokovic ficou fora da final pelo segundo ano consecutivo. Mesmo assim, o sérvio encerra a temporada na liderança do ranking da ATP, feito que conseguiu pela sexta vez na carreira, igualando o recorde de Pete Sampras. Nesta temporada, ele foi campeão do Aberto da Austrália, do Torneio de Dubai e dos Masters 1000 de Roma e de Cincinnati. Também conquistou a primeira edição da ATP Cup, representando seu país.

O jogo - O duelo em Londres foi muito parelho e contou com altos e baixos dos dois tenistas. Os rivais empurraram cada um ao seu limite desde o começo, com os serviços de ambos sendo muito pressionados. No primeiro set, o momento decisivo ocorreu no 11º game, quando Thiem quebrou o saque de Djokovic com um erro do sérvio na rede. Depois, o número 3 do mundo confirmou seu serviço e fechou em 7/5.

O segundo set foi ainda mais equilibrado. Os dois passaram a se arriscar mais e foram mais agressivos. Com isso, protagonizaram belo golpes, mas também erraram muito. Thiem teve um break point no quinto game, mas não aproveitou, e o número 1 confirmou seu serviço. No oitavo game, foi a vez de o sérvio ter a sua primeira oportunidade de quebra na partida, mas também desperdiçou. Com um ace e uma bola vencedora de esquerda, o tenista da Áustria venceu o game e o placar ficou em 4/4. Depois, no 12º game, ele cometeu uma dupla falta e cedeu a Djokovic o duplo set point. No entanto, conseguiu salvar ambos.

No tie-break, Djokovic abriu 4/2, mas Thiem empatou. Depois, ele teve três match points, mas não aproveitou nenhum. O sérvio, então, reagiu, definiu a parcial, enfim, e levou a partida para o terceiro set.

Com o equilíbrio imperando, e nenhum dos dois dando brechas em seus saques, o set final foi também decidido no tie-break. Djokovic abriu 4/0, mas Thiem mostrou força mental e poder de reação para empatar, virar com um ace e chegar ao match point com uma linda bola cruzada. O sérvio se salvou com um ace, mas o austríaco abriu nova vantagem e finalmente fechou a parcial em 7/6 (7/5) e o duelo por 2 sets a 1.

Uma vitória por nocaute. Foi assim que o paraense Heraldo Souza venceu a luta pelo Shooto Brasil, edição de número 100. O lutador, que disputou pela categoria meio médio (até 77 kg), recebeu apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel). O evento foi realizado no último domingo (23), na Upper Arena, no Rio de Janeiro.

Após um primeiro round equilibrado, a vitória veio no início do segundo, com uma sequência de golpes para acabar com a luta por nocaute contra Caio Cocão, do Espírito Santo. “Já vinha me preparando e mesmo com a pandemia os treinos continuaram, daí surgiu a oportunidade e estava preparado. No início a luta foi muito parelho, foi quando achei um erro na guarda e o golpe foi limpo”, conta o lutador.

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Aos 25 anos, Heraldo já coleciona quatro vitórias como lutador profissional, sendo três por finalização e a última por nocaute, mantendo-se sem derrotas. “Manter a invencibilidade é algo muito sério, porque é um esporte que você não pode errar, por isso a importância dos treinos, trabalhar os meus pontos fracos, estudar e adquirir o máximo de conhecimento possível para manter em alto nível. Agora o foco é chegar ao UFC”, ressalta.

Para o titular da Seel, Arlindo Silva, o resultado demonstra que temos muitos atletas dedicados e comprometidos. “Os resultados positivos são apenas reflexo dos empenhos competidores. É muito bom podermos levar tantos novos atletas para competições desse nível. Esse incentivo é muito positivo e nos torna todos campeões”, destaca o secretário de Esporte e Lazer.

O Shooto Brasil 100 foi realizado com um rígido protocolo de prevenção contra a Covid-19. As regras foram elaboradas junto com a Comissão Atlética Brasileira de MMA (CABMMA). Todos os atletas envolvidos no evento foram testados com teste rápido no dia e local da pesagem.

Da assessoria da Seel.

No ano de 2013, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu a data de 6 de abril como o Dia Internacional do Esporte para o Desenvolvimento e pela Paz. A celebração exalta a prática esportiva como uma das responsáveis pela quebra de barreiras culturais que permite a convivência pacífica entre os povos. Além disso, a comemoração também remete à importância da disciplina empregada nas modalidades atléticas para a formação cívica da população.

No Brasil, um exemplo de inclusão e solidariedade contribui para que o esporte transforme a vida de alguns atletas e suas famílias. Ex-jogador profissional de futebol, o professor de Educação Física Cleiton Monteiro, de 46 anos, abraçou uma causa e vários desafios após encerrar sua carreira nos campos em 2005. Desde então, Monteiro é técnico de futebol dos atletas com Síndrome de Down.

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"Começamos um projeto em uma parceria da Associação Paradesportiva JR com o Corinthians, onde estamos há 12 anos. A equipe conquistou espaço e virou referencia para o segmento Down no Brasil", explica. A parceria com um dos maiores clubes do país deu visibilidade à categoria. Em paralelo ao trabalho na JR/Corinthians, Monteiro também passou a auxiliar na estruturação da modalidade Futsal Down em outros clubes como o Santos F. C., em cidades como Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, e até em países da América Latina como Peru e México.

Em 2011, o técnico ficou responsável por montar a seleção brasileira da modalidade e não decepcionou: levou a equipe ao título mundial da categoria no ano passado. "Tive a honra de ser o primeiro técnico da historia do Futsal Down e Deus me presenteou com o título mundial em 2019", lembra o treinador, que ressalta a importância de dar um tratamento normal aos atletas, independente da deficiência intelectual.

"O principal diferencial é não haver diferença nenhuma no trato, eles são tratados como esportistas, com respeito e cobrança por serem atletas", enfatiza Monteiro. Para o técnico, o desafio em sair do esporte convencional para trabalhar com atletas com deficiência intelectual foi difícil, mas nada comparado aos empecilhos criados pela falta de incentivo. Apesar de considerar que a modalidade evolui a cada dia, o professor ainda busca maior comprometimento das autoridades do esporte e interessados em investir na modalidade.

"No começo eu achava que por se tratar de pessoas com deficiência, nossos governantes teriam uma sensibilidade maior em ajudar, mas me enganei e tive que correr atrás, seguimos com apoio ou sem", declara. "Hoje temos equipes mais preparadas em termos técnicos, estrutura física para treinamentos, atletas mais qualificados, professores mais preparados, mas sem o apoio financeiro fica difícil manter um trabalho de excelência", avalia.

Mesmo com as costumeiras dificuldades que a maioria dos atletas precisam superar diariamente no Brasil, Monteiro deixa claro que o trabalho das confederações que cuidam das atividades atléticas para pessoas com deficiência intelectual é bem executado. "Hoje temos competições oficiais pela Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (CBDI), equipes competitivas, os clubes também acreditaram, assim temos uma seleção brasileira forte", ressalta.

Pelo bem da modalidade e dos seus comandados, o treinador não pensa em desistir. "O que me motiva a continuar é que devemos sempre acreditar, por eles, pelas famílias, pois cada conquista ou até mesmo a decepção nos fortalece", afirma Cleiton. "Me orgulho muito de não ter desistido, sabia que poderia dar certo e seguimos na luta sempre", finaliza.

O jiu-jítsu é um dos esportes que mais crescem nas academias em toda Belém. Mas apesar da popularidade, ainda há poucas mulheres praticando este tipo de arte marcial. Pensando nisso, um grupo de atletas decidiu criar o projeto Treino Só Para Mulheres, que reúne cerca de 20 mulheres com o objetivo de promover o empoderamento feminino por meio do esporte.

Uma das idealizadoras e coordenadoras do Treino Só Para Mulheres, Eduarda Santos, conta que o projeto surgiu durante os treinamentos com outras atletas, observando o tratamento diferenciado dado às mulheres durante os treinos. “Às vezes a gente via que os meninos evitavam treinar com a gente por acharem que nós, mulheres, somos mais fracas, inferiores a eles, daí surgiu a ideia de montar um treino onde apenas as mulheres participariam”, disse Eduarda.

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A atleta Gleyce Vilela, 23 anos, treina há cerca sete anos. Para ela, a prática de jiu-jítsu por uma mulher serve para desmistificar o preconceito que muitas pessoas têm em achar que o esporte deve ser praticado apenas por homens. “Muita gente julga as mulheres que praticam o jiu-jítsu por não conhecerem o esporte. Sempre vivi esse tipo de preconceito das pessoas. Desde que comecei a treinar eu sempre treinava com homens por não haver muitas mulheres praticando o jiu-jítsu, por isso surge o projeto. O Treino Só Para Mulheres surge com o objetivo de juntar as mulheres que já praticam a arte e mostrar o poder do esporte para as mulheres”, disse Gleyce.

O Treino Só Para Mulheres não visa apenas às mulheres que praticam o esporte, mas também àquelas que procuram uma arte marcial e têm algum tipo de resistência ou impedimento. “É importante ressaltar que projeto não é direcionado apenas às mulheres que já treinam, mas também visa incentivar àquelas mulheres que não treinam, porque percebemos que muitas mulheres não praticam o jiu-jítsu porque não se sentem à vontade em treinar com homens por serem casadas ou por diversos outros motivos pessoais”, falou Eduarda.

Serviço

O projeto Treino Só Para Mulheres é totalmente de gratuito e ocorre pelo menos uma vez por semana. Está sendo realizado no Centro Comunitário São Jorge, localizado na passagem São Jorge, nº 300, no bairro da Marambaia. Para saber sobre o projeto, dias e horários dos treinos, basta entrar em contato pelo número 98227-2961, via WhatsApp, ou pela conta treinosoparamulheres no Instagram.

Por Renato Carneiro, especialmente para o LeiaJá.

 

Com o objetivo de tirar dúvidas sobre a prática do CrossFit, foi realizado no último final de semana, na praça de eventos do Shopping Camará, em Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife, o 1° Experience Day.

O evento, promovido pelo box Kamará CrossFit, foi aberto ao público e reuniu admiradores da modalidade. Além dos treinos, a ação contou com atendimentos gratuitos realizados por profissionais de Fisioterapia e Nutrição.

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Acompanhe os detalhes na reportagem abaixo:

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A seleção de futsal da UNAMA - Universidade da Amazônia fez um jogo amistoso contra a equipe sub-20 de futsal do Paysandu e perdeu por 4 a 2. A partida foi disputada no ginásio do NEL, em Belém, na última quinta-feira (23).

A UNAMA conseguiu abrir o marcador no primeiro tempo, mas logo em seguida o time do Papão empatou o jogo. Antes de acabar o primeiro tempo, a UNAMA conseguiu ficar novamente à frente no placar, 2 a 1. No segundo tempo, o Paysandu voltou com uma postura mais ofensiva e virou o jogo.

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“Apesar da derrota, gostei do desempenho do time, pois a seleção da UNAMA ainda está se entrosando. Jogadores novos chegaram. E o time do Paysandu vai disputar a final do Campeonato Paraense de Futsal. Eu tenho certeza que neste primeiro semestre o nosso time será coroado com títulos”, disse Jean Carlos, treinador do time universitário.

Este ano os times de futsal e de futebol da UNAMA estão trabalhando juntos, e esse jogo treino contra o Paysandu foi de preparação para o time de futebol. No dia 15 de março a equipe vai disputar as seletivas estaduais para os Jogos Universitários Brasileiros (JUBs), em maio, no Estado de Goiás. Apenas duas equipes de cada Estado se classificarão. 

Com informações de Douglas Santos.

 

Esporte de origem canadense, o hóquei (do inglês hockey) chegou ao Brasil na década de 1990 e está se popularizando cada vez mais adeptos em Belém. Um grupo de jovens pratica a modalidade, regularmente, em uma arena esportiva da cidade. 

A equipe já participou de diferentes campeonatos fora do Pará, na etapa Norte da Liga Brasileira de Hóquei (LBH). O campeonato teve três etapas, no circuito Brasília, Salvador e Brasília novamente.

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Para David Viégas, um dos integrantes do grupo e irmão do criador da escolinha de hóquei de Belém, o esporte é importante por ser uma modalidade totalmente diferente. "É desafiador e nos faz querer estar sempre evoluindo, como atleta, como pessoa, e principalmente a praticar igualdade e respeito dentro e for de quadra”, explicou David.  

Em 2018, o grupo criou um time oficial com o nome de Belém Búfalos para disputar um campeonato no Estado de Minas Gerais, “Verbero Cup”, sendo classificado em 4° lugar. Em abril de 2019, o time foi campeão do campeonato Norte e Nordeste, em Salvador, Bahia.

Segundo David Viégas, existe uma característica que diferencia o hóquei da patinação. “A patinação é ótima, pois é vista como uma atividade de lazer e não física e isso estimula a sua prática. Além disso, apenas patinar nas ruas, a patinação street, é um desafio e pode servir de estímulo para fazer atividade física”, analisa.

Praticante de hóquei há mais de 15 anos, David defende que os benefícios desse esporte podem ajudar no condicionamento físico e mental. “A prática do hóquei é melhor ainda, pois o estilo de patinação mais forte é totalmente diferente. Além de haver um trabalho físico, também há um trabalho mental na prática do esporte”, ressaltou. 

Outra diferença expressiva entre a patinação comum e o hóquei está nos equipamentos de proteção. No hóquei, é exigido o uso de capacete, que é uma proteção, e o stick, nome do taco de arremesso de disco, geralmente preto, é feito de borracha. Joelheiras e capacetes são obrigatórios. Já na patinação comum o uso de joelheiras e capacete é opcional, porque a atividade é considerada como uma prática de lazer.

Por Natália Lavoura.

O terceiro torneio de jiu-jítsu dos alunos do Projeto Menino Feliz teve disputas acirradas e muita emoção entre os 32 alunos que participaram. O evento ocorreu no último sábado (7), na quadra de esporte do projeto, no 19º Batalhão da Polícia Militar, no bairro Jardim Atlântico, em Paragominas, interior do Pará.

Um dos convidados foi o campeão mundial de jiu-jítsu Cícero Viana, que parabenizou o evento e os trabalhos voluntários desenvolvidos pelos professores do projeto. “É maravilhoso ver essas crianças descobrindo uma coisa importante para a vida delas, que é o jiu-jítsu. Não só isso, mas tudo o que eles aprendem aqui no projeto, para serem cidadãos de bem e pessoas que vão mudar o Brasil”, disse o lutador.

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O mestre Márcio Oliveira, que é professor voluntário de jiu-jítsu no projeto, disse que a felicidade foi grande em ver a evolução dos alunos a cada competição. “Ficamos felizes em doar nosso tempo, nossos conhecimentos e ver que essas crianças estão indo pelo caminho certo”, disse o professor.

Wesley Berg, 13 anos, é um dos alunos do projeto. Ele competiu e agradeceu pela dedicação dos professores e das pessoas que foram prestigiar o evento. “É muito bom saber que o Projeto Menino Feliz, em parceria com as academias de jiu-jítsu, promove um evento dessa altura. É bom ver que ainda tem pessoas que apostam no esporte e que dão oportunidade”, detalhou o aluno.

O presidente e coordenador do projeto, cabo Edilson Lima, disse que foi muito gratificante ver os alunos competindo e trocarem de faixa. “Isso é o reconhecimento do treino que eles tiveram no decorrer do ano”, concluiu.

O Projeto Menino Feliz existe há 22 anos. Começou com 30 alunos e hoje atende quase 300 crianças, diariamente. No espaço, são desenvolvidas várias atividades, como aula de informática, caratê, jiu-jítsu, reforço escolar, músicas e muitas outras. O projeto sobrevive com doações. Quem tiver interesse em ajudar doações e conhecer mais sobre o Projeto Menino Feliz basta clicar aqui.

 

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O Projeto Social Esporte é Vida - iniciado em 2015, no bairro da Marambaia, em Belém - tem como objetivo incentivar o futsal feminino para iniciantes. O time Penélopes Futebol Clube CFB está dentro do projeto, que começou com apenas quatro meninas.

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Na primeira vez em que participou do Campeonato Paraense, chegou à semifinal e assim abriu as portas para patrocínios.

As Penélopes receberam o apoio do Clube de Futebol Belenenses. Victor Ribeiro, integrante do Belenenses, contou que a agremiação desenvolve o programa Jovens na escola, que garante suporte para os atletas. Eles vão atrás de de parcerias na área da fisioterapia, nutrição, medicina etc.

Por Brenna Pardal.

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O Handebol Masculino da Universidade UNIVERITAS/UNG foi consagrado vitorioso pelos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) - Conferência Sul, contra a equipe da casa, UniCesumar, pelo placar de 23x19. A disputa aconteceu na última sexta-feira (23), no Parque do Japão, em Maringá no Paraná. 

 

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A partida foi equilibrada e a equipe manteve o placar à frente, abrindo vantagem diante do adversário. Durante a disputa, o grupo se manteve unido, conquistando uma diferença de gols, o que foi importante para a vitória. Os destaques da partida foram o goleiro Lucas Pereira e o meia-esquerda João Henrique, que fizeram importantes defesas. 

 

Segundo a técnica da equipe da UNIVERITAS/UNG, Lausida Goes, o campeonato foi de alto nível e os jogadores conseguiriam manter a concentração e determinação em todas as partidas para a classificação. “O objetivo de estar na Fase Final em Salvador foi determinante para realizarem um bom jogo. Os atletas mereceram este bicampeonato”, explica. 

 

Já para Lucila Silva, coordenadora do Departamento de Esportes da UNIVERITAS/UNG, “a vitória foi muito importante, pois conseguimos alcançar nosso objetivo e garantimos vaga para o próximo campeonato, que será realizado de 20 a 27 de outubro em Salvador, Bahia”, finaliza. 

 

A equipe da UNIVERITAS/UNG é composta pelos atletas, Wagner Tenório Alves; Leandro Paulo da Silva; Ronaldo Catarino Junior; Luiz Henrique da Silva Júnior; Lucas Pereira dos Santos; Guilherme Miguel Laranjeiro Torriani; Gustavo de Andrade da Silva; Amiron Felipe de Almeida Silva; Carlos Magno, Saulo Felipe; Kaike de Sá; Luiz Gustavo; Matheus Pereira; João Henrique Matos; Guilherme Peixoto.

 

 

* Da Assessoria de Imprensa

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Os representantes do Pará fizeram bonito no Pan-Americano de Karatê da JKA, disputado em Bogotá, capital da Colômbia, no último fim de semana. Nicolas Magalhães, Arthur Castilho, Péricles Nogueira, Bruna Magalhães e João Lima, apoiados pela Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), conquistaram seis medalhas, sendo três ouros, uma prata e dois bronzes em solo colombiano.

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“Nossos caratecas têm um excelente histórico em competições, a prova disso está nas conquistas que eles trazem a cada viagem. Nós nos orgulhamos em poder contribuir com a participação deles em competições importantes como esta”, conta Arlindo Silva, titular da Seel.

Entre os destaques da delegação paraense está o jovem Nicolas Lobo, de 13 anos, que conquistou ouro e prata no torneio pelas categorias kata e kumite, respectivamente. Mesmo com a pouca idade, ele tem experiência em diversas competições, como o Campeonato Brasileiro Karate JKA 2019, realizado em Porto Alegre, onde ganhou prata no kata, e bronze no kumite.

“O Pan é um campeonato gigante, e é incrível fazer parte da Seleção Brasileira. O fator determinante para a vitória foram os treinos. Pensei que teria que treinar muito mais, já que ano passado não consegui chegar ao pódio. Agradeço a todos que estiveram comigo, me apoiando”, disse o carateca.

O carateca Arthur Castilho, na qual luta desde os cinco anos, também subiu no lugar mais alto do pódio. Disputando pela categoria kumite, o atleta conquistou ouro na modalidade.  

Em sua segunda participação em um Pan, o atleta Péricles, de 12 anos, conquistou o primeiro lugar, na categoria kata. No torneio, o carateca disputou primeiro com um colombiano e um argentino. Na final, seus adversários eram um brasileiro e um venezuelano. Nessas lutas o atleta venceu por pontuação. “O nível estava muito alto, só tinha os melhores competidores de cada país. Mas treinei muito de segunda a domingo e fiquei confiante, dei o meu melhor e a vitória veio”, disse Péricles.

Em 2018, Bruna Magalhães foi campeã no kumite individual e no kumite por equipe. Em Lima, ganhou bronze. “A competição foi boa, ganhei as duas primeiras lutas sem levar nenhum soco, não tive nenhuma lesão, isso é muito bom, na última luta não consegui ganhar, mas faz parte, agora é focar no Brasileiro do ano que vem e para o Mundial, no Japão”, afirma Bruna.

João Lima, integrante do programa Bolsa Talento da Seel, foi o único representante do Pará na Seleção Principal Adulto deste ano. Na disputa em equipes ele obteve bronze.

O II Campeonato Pan-Americano de Karatê-do JKA foi organizado pela Japan Karate Association (JKA) do Brasil, e ocorreu nos dias 9, 10 e 11 de agosto.

Da assessoria da Seel.

O carateca paraense João Lima conquistou medalha de ouro no Circuito Open Nacional CBK realizado em Minas Gerais, no último fim de semana. Integrante do programa Bolsa Talento, da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (Seel), o atleta ganhou o ouro no kumitê, pela categoria Sênior (-84 kg). Com o resultado, João somou pontos para o ranking da modalidade.

"Foi uma competição de bom nível, estava bem preparado. Disputei com pessoas de Minas, São Paulo e Rio de Janeiro, consegui administrar bem as lutas, e não senti dificuldade. A chave do resultado foi o trabalho, dei o meu melhor", disse o carateca.

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João começou a praticar o esporte aos seis anos na Academia Machida, local onde treina até hoje. Colecionador de medalhas, o carateca já garantiu vaga na final do Brasileiro, pois foi campeão na 2° Etapa Classificatória do Campeonato, em Manaus.

Recentemente, o atleta também participou do 20° Campeonato Brasileiro de Karate JKA, realizada no mês passado, em Porto Alegre, em que ganhou bronze no kumitê por equipes, resultado que o classificou para participar do Pan-Americano, na Colômbia.

"É gratificante para nós, poder apoiar esportistas tão promissores quanto João. O esporte é transformador de vidas e nos orienta a dar total atenção e incentivo aos atletas do Estado", ressalta o titular da Seel, Arlindo Silva.

O Programa Bolsa Talento pretende dar apoio aos atletas, paratletas, técnicos e guias no âmbito do esporte de rendimento. O maior objetivo é proporcionar condições para que o esporte paraense atinja índices competitivos para disputas locais, nacionais e internacionais.

O Circuito Open Nacional reuniu mais de 200 atletas e foi regida de acordo com as regras da Confederação Brasileira de Karate (CBK) e da Federação Mundial de Karate (WKF), entidade filiada ao Comitê Olímpico Internacional (COI).

Da assessoria da Seel.

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