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O estilista Alber Elbaz, que comandou a grife Lanvin entre 2001 e 2015, morreu aos 59 anos de idade após uma luta de três semanas contra a Covid-19, em Paris, na França.

A notícia foi confirmada por Johann Rupert, presidente da empresa suiça Richermont, parceira do estilista em seu novo negócio.

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Estamos arrasados. Alber faleceu de Covid-19 depois de passar três semanas no hospital - tão trágico, disse, segundo a WWD.

Stella McCartney e outras personalidades da indústria da moda lamentaram a perda.

Elbaz nasceu em Casablanca, no Marrocos, e se mudou para Israel, onde fez faculdade de moda.

Morreu na madrugada desta quinta-feira (22), aos 38 anos, a ex-miss Graziela de Freitas Carvalho. Segundo informações do G1, a empresária, que passou 25 dias intubada, morreu por complicações da Covid-19 enquanto se recuperava. Por não estar mais com o vírus, o corpo de Graziela foi autorizado a ser velado normalmente em Poços de Caldas, Minas Gerais. O sepultamento foi realizado no Cemitério da Saudade.

Com mais de 12 mil seguidores no Instagram, Graziela mostrava na plataforma detalhes da sua vida pessoal e profissional. A morena não tinha namorado e também não tinha filhos. Em 2000, quando tinha 18 anos, ela recebeu o titulo de Miss Poços de Caldas. Graziela de Freitas também era graduada em jornalismo e chegou a abrir o seu próprio negócio em 2011.

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Recentemente, a final do Miss Sri Lanka causou o maior burburinho. A modelo Caroline Jurie, participante do Miss Mundo 2020, arrancou a coroa da cabeça de Pushpika De Silva. De acordo com Caroline, a atual ganhadora do concurso de beleza não mereceu ganhar o primeiro lugar deste ano por ser divorciada. Ela alegou no palco da atração que o resultado deveria ser anulado. Após a polêmica, a ex-miss foi presa.

Segundo a imprensa local, Caroline Jurie foi detida, nesta quitna-feira (8), sob acusação de agressão e danos ao teatro Nelum Pokuna. Devido ao incidente, a ganhadora do Miss Sri Lanka teve que ir ao hospital. Pushpika foi até a uma rede social para tranquilizar seus seguidores.

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"A dor no meu crânio quando a minha coroa foi arrancada da minha cabeça só não é maior do que a dor que senti quando meu filho me perguntou: 'A cabeça da mamãe está machucada? Dói, mamãe?'. Não consigo suportar essa dor", escreveu. Ela ainda declarou para um jornal que irá tomar medidas legais contra a organização do evento. 

A Miss Sri Lanka declarou: "Viver em casas separadas e ser divorciada são coisas completamente diferentes. Já tomei medidas legais contra a injustiça e a humilhação causadas no evento".

Veja o vídeo:

O universo da moda amanheceu de luto. Morreu neste sábado (3), na Austrália, aos 78 anos, a estilista Carla Zampatti. Ela estava internada há uma semana, após ter levado uma queda nas escadas da ópera La Traviata. A família de Carla usou a conta dela no Instagram para dar a notícia aos internautas.

"Carla há muito é celebrada por fazer as mulheres australianas se sentirem confiantes e elegantes por meio de seu design excepcional. [...] Ela teve sucesso como empresária em meio a mudanças sociais radicais, criando roupas para mulheres celebrarem sua liberação a partir dos movimentos sociais dos anos 60 até o empoderamento dos dias de hoje", diz um trecho do comunicado.

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Nascida na Itália em 1942, Carla Zampatti se mudou para o país australiano logo no início da década de 1950. Decidida em suas ações, ela lançou a sua grife quanto tinha 23 anos. Ao longo de sua carreira, Carla vestiu diversas celebridades como a atriz Nicole Kidman e a Princesa Mary da Dinamarca.

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Nesta quinta-feira (1º), os frequentadores do Shopping Costa Dourada, no Cabo de Santo Agostinho, terão a oportunidade de conhecer o estilo da grife pernambucana Maria Donata. A loja capitaneada pelos irmãos e sócios Bruno, Bárbara e Thais Barreto inaugura no mesmo dia da reabertura do centro de compras, após o governo de Pernambuco ter determinado o fechamento de serviços não essenciais, em combate à Covid-19.

Conhecida pela diversidade de estampas no Recife e em toda Região Metropolitana, a marca feminina está na ativa há 11 anos. De acordo com Lúcia Barreto, responsável pela área comercial da empresa, a decisão de abrir uma unidade no Cabo partiu da cobrança de inúmeros clientes. "Fizemos uma pesquisa de opinião e o Cabo foi um dos locais mais sugerido pelos clientes como ponto para que a marca estivesse. Vimos na localização do shopping uma oportunidade de atingir o nosso público-alvo", explica.

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Sempre por dentro das tendências e do feedback que recebe das pessoas que curtem as novidades da loja, a Maria Donata desenvolve na própria fábrica suas peças. Para Bárbara Barreto, ver a satisfação daqueles que consomem as mercadorias não tem preço: "Uma coisa essencial que trabalhamos na Maria Donata é a experiência. Muito mais importante do que a compra, é a sensação de prazer e bem estar provocados no consumidor. Somos uma marca que busca a identificação com a mulher atual".

Com roupas nos valores entre R$ 9,99 e R$ 199,99, a Maria Donata também pode ser encontrada nos Shoppings Guararapes, Tacaruna e RioMar, além de uma loja localizada na Conde da Boa Vista. Seguindo todas as normas de segurança para frear o avanço do coronavírus, a marca vai operar no Shopping Costa Dourada de segunda a sexta-feira, das 10h às 20h, e aos sábados e domingos, das 9h às 17h. 

Uma série limitada de tênis com referências satânicas e uma gota de sangue gerou escândalo nos Estados Unidos, e a empresa que os projetou em colaboração com o rapper Lil Nas X foi processada pela gigante de equipamentos esportivos Nike.

Os "Sapatos de Satanás" foram colocados à venda pela empresa MSCHF, especializada em produtos de série limitada que são vendidos na internet.

Os sapatos foram feitos em colaboração com o rapper americano Lil Nas X, famoso por sua música "Old Town Road", um dos maiores hit em 2019.

O modelo é inicialmente um tênis Air Max 97 fabricado pela Nike, ao qual foram adicionados símbolos que aludem ao diabo, como uma estrela de cinco pontas invertida, e ao qual também foi injetada uma gota de sangue na sola, segundo o MSCHF.

"Os 'Tênis de Satanás' foram produzidos sem um acordo ou autorização da Nike", disse um porta-voz da empresa à AFP. “A Nike não está ligada a esse projeto de forma alguma”, acrescentou.

A Nike exige a suspensão da entrega dos calçados que foram esgotados nesta segunda-feira ao preço de US$ 1.018 o par. A gigante de Oregon também exige uma compensação por danos e juros, mas não especificou o valor em questão.

A Nike diz que o modelo em questão é uma fonte de confusão e expôs a empresa a um possível boicote.

Nos últimos dias, o rapper de 21 anos também lançou um vídeo no qual se mostra fazendo uma dança erótica para o diabo.

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Todo dia uma novidade. Embalado pelo sucesso do clipe da música Montero, o rapper Lil Nas X resolveu lançar um produto polêmico: tênis que serão vendidos com uma gota de sangue humano misturada na tinta na sola. Serão disponibilizados 666 pares, em alusão ao número do demônio.

Segundo a empresa que confecciona o calçado, as imagens vazaram na internet, mas o acessório só estará disponível às 11h do dia 29 de março. Ela só não explicou de onde vem o sangue. E apesar de ser um tênis original da Nike, a marca disse que não tem envolvimento no projeto.

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O Festival do Jeans de Toritama, maior evento de moda do Norte/Nordeste, comemora a 20ª edição em 2021. No ano passado, por causa da pandemia causada pela Covid-19, o FJT tornou-se cem por cento on-line. Neste ano, a direção do Festival vai repetir o formato e o FJT Digital será realizado nos dias 26 e 27 de maio.

Para esta edição, com uma programação em ambiente virtual, foram preparados para o público um desfile especial, onde as pessoas irão conhecer as novidades e tendências das marcas participantes, além de palestras e debates com nomes importantes do atual cenário de moda brasileiro.

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Até o final de março, todo o plano comercial deve ser apresentado. No ano passado, a edição on-line alcançou cerca de 30 mil visualizações no YouTube. O FJT DIGITAL estará disponível no site oficial e no canal do YouTube. A programação completa será divulgada em breve.

*Da assessoria

"Agora existe uma Semana da Moda?", ironiza a modelo Christelle Yambayisa, referindo-se ao programa parisiense que começa nesta segunda-feira (1) no formato virtual. Com o desaparecimento das passarelas por causa da pandemia, o ofício precisou se adaptar.

"Não é que haja menos trabalho", explica esta modelo residente em Paris, que nos últimos meses viajou para países como Itália, Suécia e Polônia para protagonizar campanhas publicitárias.

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Mas o ofício não é o mesmo, admite à AFP, relembrando como as Semanas de Moda, principal trampolim profissional para as modelos, pautavam sua vida antes da pandemia.

Com o calendário de setembro, o mais importante, "fazíamos esportes, deitávamos cedo para estar em forma para os castings", lembra Yambayisa. O objetivo era abrir ou fechar um desfile, um privilégio que impulsionava a carreira de qualquer modelo.

No entanto, nos vídeos em que agora as marcas apresentam suas coleções na falta de poder reunir seu público ao redor de uma passarela, os rostos "nem são reconhecidos", lamenta.

- Golpe financeiro -

A renda também caiu. Uma Semana da Moda exclusivamente presencial, como a última realizada em Paris em fevereiro de 2020, permitia ganhar "como mínimo 4.000 euros (US$ 4.800) e até 50.000 euros (US$ 60.000), em alguns casos. Era um momento importantíssimo".

Para a modelo turca Oyku Bastas, presença comum nas Semanas de Moda de Paris, Milão, Londres e Nova York, a crise sanitária representa um "golpe muito difícil".

"Durante seis meses não ganhei nada", conta. Antes, ganhava entre 6.000 e 7.000 euros (US$ 7.200-8.400) por cada programa de desfiles, o que a permitia viver e estudar "por três meses". No início da pandemia, não podia nem sair da Turquia: "as fronteiras fecharam, os consulados pararam de trabalhar", explica.

Graças a um visto americano, há um mês ela trabalha em Nova York, onde participa em sessões de fotos. "Só tem uma por dia, não é sempre e os pagamentos não são os mesmos", afirma Bastas.

A crise, no entanto, impulsionou a demanda local, como explica à AFP Cyrielle Lalande.

"Por ser francesa e estar em Paris, trabalhei com empresas" nacionais e viajou para países vizinhos como Itália e Espanha, explica.

"Tenho inclusive novos clientes. Como nem todas as modelos podem viajar, as empresas buscam mais em nível local", acrescenta.

- 39 testes PCR -

O trabalho das modelos tem também a particularidade de estar especialmente exposto à covid-19, por não usarem máscaras durante as sessões.

Quatro delas afirmaram à AFP que contraíram a doença durante os desfiles presenciais da Semana de Moda de setembro.

Desde então, algumas empresas exigem que todos os presentes nessas sessões tenham feito um teste PCR 48 horas antes.

Bastas faz dois teses por semana e Cyrielle já realizou 39.

Um estudante nova-iorquino relatou que o estilista americano Alexander Wang tocou seu pênis sem o seu consentimento, em uma nova acusação contra o estilista por assédio sexual.

De acordo com Keaton Bullen, que cursa o último ano na escola de design Parsons, Wang o teria tocado em uma boate em agosto de 2019, contou ao site da BBC.

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"De repente, ele abriu o zíper da minha calça, enfiou a mão e começou a agarrar meu pênis na frente de um grupo de pessoas", relata. "Eu fiquei completamente congelado", acrescenta.

Contatada pela AFP, a família de Alexander Wang não respondeu de imediato.

Por outro lado, a advogada Lisa Bloom, especializada em casos de assédio sexual e agressão, declarou à AFP que representa 11 homens que afirmam ter sido vítimas do estilista de 37 anos, confirmando informações do The New York Times.

Bloom afirmou que não apresentou nenhum desses casos ao tribunal, embora não os descarte.

Em dezembro, um modelo britânico, Owen Mooney, acusou Alexander Wang de tocá-lo em uma boate, em janeiro de 2017.

A modelo trans Gia Garison disse ao jornal britânico The Guardian no início de janeiro que, em fevereiro de 2017, um incidente semelhante teria acontecido com ela.

O estilista então reagiu qualificando as acusações como "mentiras".

"Eu nunca tive a conduta atroz descrita e nunca me comportaria da maneira a qual sou acusado", defendeu-se.

Alexander Wang, que apresentou seu primeiro desfile aos 23 anos, é considerado um pioneiro na integração de roupas esportivas com o "prêt-à-porter" de alta qualidade.

Após o surgimento do movimento #MeToo em 2017, várias personalidades do mundo da moda foram apontadas como sendo responsáveis por assédio ou agressão sexual.

No entanto, até agora foram principalmente fotógrafos - como Terry Richardson, Bruce Weber e Mario Testino - que deixaram a indústria depois de acusações semelhantes.

Em junho de 2018, o cofundador da marca Guess, Paul Marciano, demitiu-se do cargo de presidente da marca de moda após ser acusado de assédio sexual e agressão.

A Fashion Week de Londres começa nesta sexta-feira (19) em formato totalmente digital em um país confinado pela pandemia do coronavírus, com alguns grandes nomes no programa, como Burberry, mas sem Victoria Beckham.

Apesar da ausência de estrelas, "influencers" e jornalistas de moda neste evento que termina terça-feira, alguns estilistas decidiram realizar um desfile.

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É o caso do turco instalado em Londres Bora Aksu, da britânica Molly Goddard, ou da irlandesa Simone Rocha, cujos desfiles serão veiculados no site da organização.

A maioria dos 94 estilistas participantes optou por vídeos para valorizar suas coleções que podem ser masculinas, femininas, ou mistas, já que esta Fashion Week optou pelo "gender fluid" (gênero fluido).

O italiano Riccardo Tisci, diretor criativo da marca britânica Burberry, conhecida por seu icônico trench coat, apresentará a coleção masculina outono/inverno 2021 na segunda-feira.

Embora não tenha especificado como será o formato dessa apresentação, em setembro a Burberry inovou na apresentação de sua coleção primavera/verão 2021. Na oportunidade, organizou um desfile no meio da floresta transmitido pelo Twitch, uma plataforma de streaming que popularizou a veiculação de vídeos que oferecem a possibilidade de comentar ao vivo. Mais de 40.000 pessoas assistiram ao evento.

Impacto do Brexit 

A ex-Spice Girl que virou estilista Victoria Beckham optou por apresentar suas criações poucos dias antes da Fashion Week.

Esta coleção, que mescla as temporadas, pretende ser "otimista, mas realista", explicou Victoria, que passa seu confinamento na Flórida, já que seu marido, o jogador de futebol David Beckham, é um dos coproprietários do Inter Miami.

Apesar da pandemia, "as pessoas querem se vestir", disse Victoria Beckham. "Mas há uma necessidade de conforto" e uma "sensação de proteção", que se reflete em algumas vestimentas com detalhes militares.

Há também um lado alegre e delicado, com cores e motivos florais, ou peixes vermelhos.

Uma leveza que contrasta com o contexto sombrio da moda britânica, que sofreu as consequências da pandemia de Covid-19, especialmente letal no Reino Unido, com mais de 118.000 mortes, e que levou a um segundo confinamento desde o início de janeiro.

O setor da moda britânico, que emprega mais de 890.000 pessoas e gerou em 2019 cerca de 35 bilhões de libras (48 bilhões de dólares), também sofre os efeitos do Brexit e do fim da livre-circulação entre a União Europeia e o Reino Unido.

No início de fevereiro, centenas de personalidades da moda, incluindo as modelos Twiggy e Yasmin Le Bon, assinaram uma carta aberta publicada pelo organismo Fashion Roundtable, alertando o governo para o risco de o setor ser "dizimado" pelo Brexit.

Para aumentar a visibilidade dos jovens talentos, o British Fashion Council (BFC), que representa esta indústria, fechou um acordo com a rede social TikTok. O BFC também fez parceria com a Clearpay, grupo especializado no "Buy now pay later" ("Compre agora e pague depois"), que propõe soluções de parcelamento on-line.

Este acordo tem como objetivo "continuar a desenvolver a Fashion Week, abrindo-a para uma gama mais ampla de consumidores e adaptando-a às necessidades dos criadores", explicou a CEO do BFC, Caroline Rush, em um comunicado.

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O Projeto Costurando Belém estará oferecendo, durante o mês de fevereiro, oficinas gratuitas em que os inscritos terão a oportunidade de aprender sobre costura, bordado, pintura em tecido e upcycling. Devido à pandemia do novo coronavírus, as oficinas seguirão todas as recomendações de segurança sanitária. Apenas cinco vagas estavam disponíveis em cada turma. Após o período das aulas, os alunos irão trabalhar em conjunto na construção de uma coleção cápsula para a produção de desfile/vídeo arte.

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A principal proposta é oferecer instrução sobre produção de moda, usando como inspiração a cidade de Belém do Pará. O projeto foi idealizado por Bruno Sacramento, que passou no edital de Artes Visuais da Fotoativa com recursos da Lei Aldir Blanc e apoio da Secretaria de Estado de Cultura (Secult).

Bruno Sacramento, 24 anos, produtor de moda e ilustrador, disse que a ideia de ministrar oficinas de moda surgiu há três anos, quando atravessava uma crise financeira. “Desde então, vi que ensinar é uma experiência que eu amo vivenciar e, hoje, é minha principal fonte de renda. Vi no edital de artes visuais da Fotoativa uma grande oportunidade de poder oferecer as oficinas de forma gratuita, já que muitas pessoas e até amigos meus não detêm de recursos para fazer cursos particulares”, informou o produtor de moda.

Sacramento compartilhou como elaborou a proposta para o edital. “Hoje eu tenho uma relação muito forte com o que eu penso sobre o que o mercado de moda representa pra sociedade e pro meio ambiente, já que é o mercado que mais o polui, e, escrevendo o projeto, resolvi elaborar uma proposta que fosse pautada na sustentabilidade ambiental", afirmou. Segundo ele, durante as oficinas, os alunos serão orientados para gerar o mínimo de resíduos possíveis, reutilizando roupas, tecidos, aplicando as técnicas em folhas de árvores e até mesmo utilizando materiais não convencionais.

“O que me deixa mais feliz com esse apoio dos recursos da Aldir Blanc, sem dúvida, é poder oferecer oficinas sem cobrar nada das pessoas, além de poder oferecer os materiais de forma gratuita e, também, uma boa estrutura para recebê-las no meu ateliê”, disse Bruno.

O educador também disse acreditar que o projeto seja uma grande oportunidade para todos os jovens belenenses. “Creio que o contato com as artes pode gerar nas pessoas, além de satisfação pessoal, capacitação e que pode, também, fomentar o empreendedorismo”, falou.

O produtor de moda alinhou alguns dos desafios dos jovens empreendedores da cidade. “Montar uma marca ou um empreendimento de forma independente é um grande desafio que exige de ti uma miscelânea de conhecimentos não só na área que vais empreender. Então, acredito que o aprendizado das mais variadas áreas e formas de expressão artística, durante a carreira dessas pessoas, pode ser valoroso na hora de empreender ou abrir um negócio. Acredito que o projeto pode mostrar aos jovens de Belém que empreender na nossa cidade pode ser uma realidade para eles também.”

Laboratório de moda

Luiz Cordeiro, 28 anos, cursa Artes Visuais na Universidade Federal do Pará (UFPA) e explica que ele e o namorado Bruno Sacramento estão há um ano trabalhando juntos com produção de moda na Babildri (loja que criaram e onde vendem peças autorais).

Também estão trabalhando juntos no comando da Babildri Lab, lugar de experimentação de seus talentos de forma conjunta. “Ele com a costura, modelagem, fotografia, e eu com o bordado, pintura, ilustração e edição de imagem. A gente divide as funções e as demandas de acordo com o que cada um sabe fazer. Como eu sou formado em Arquitetura e estudo Artes Visuais, fiquei de trabalhar na visualidade e artes do projeto”, conta.

Luiz considera as oficinas grandiosas e afirma que fica feliz por estar envolvido no processo, dando apoio, ideias e arrumando o ateliê. “A gente encara como nosso trabalho mesmo e se dedica muito pra que tudo dê certo”, revela.

Luiz e o companheiro Bruno começaram e alimentaram as carreiras artísticas ao se inscreverem e participarem de oficinas. “Então a gente enxerga as oficinas como um possível 'start' pra carreira artística de outras pessoas que futuramente possam ter esses ofícios como o ganha-pão delas, assim como é o nosso hoje”, complementa.

Responsável pela criação da arte do projeto, Luiz conta que buscou referências que representassem Belém. “Por isso escolhi de cara o Ver-o-Peso, que é o principal cartão-postal da nossa cidade e que traz consigo uma grande carga histórica de Belém, assim como o relógio da Praça do Relógio que também compõe a arte de divulgação”, explica.

“Tem também elementos como a garça, o urubu, que são típicos daquela região do Ver-o-Peso, além dos elementos que fazem referência direta ao mundo da costura, como a fita métrica que, na ilustração, atravessa e envolve os dois monumentos; assim também como as pupunhas cheias de alfinetes de costura”, destaca.

O processo criativo das composições digitais, relata Luiz, é baseado na busca máxima de referências visuais. “A partir disso, vou adicionando ou excluindo elementos até que a imagem "ideal tenha se formado”, diz.

Serviço

Loja no Instagram: @babildri

Por Isabella Cordeiro, Maria Rita Araújo e Yasmin Seraphico.

 

O amarrar e tingir virou moda e sonho de consumo também entre crianças e adolescentes, público que vem aprendendo a fazer suas próprias padronagens na Oficina de Tie-dye oferecida no Shopping Guararapes. O espaço para customização com a técnica que se tornou tendência entre adultos e crianças em todo Brasil, ampliou sua permanência no mall e funcionará até 31 de março, expandindo a oportunidade para quem ainda não foi ou para quem quer repetir a experiência.

A oficina de Tie-dye oferece dois kits, ambos incluem uma camiseta branca, e a diferença está nas tintas. No Kit 1, são mais de 20 cores entre primárias, secundárias e terciárias e custa R$ 45,00. O Kit 2, com cores neon, custa R$ 60,00. No mesmo espaço os mais miúdos, a partir dos três anos, podem aproveitar a oficina de Slime, diversão já consagrada entre as crianças e que oferece cinco modalidades, para produzir suas próprias gelecas utilizando vários tipos de cola.

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Os produtos utilizados na composição dos slimes são seguros paras as crianças, pois são livres de Borato de Sódio. As oficinas de slime custam a partir de R$ 20,00, com período de 30 minutos. O espaço das duas oficinas está localizado próximo aos cinemas e funciona de segunda a sexta das 13h às 21h e aos sábados e domingos das 12h às 21h.

O espaço foi preparado com as mesmas medidas de segurança sanitária adotadas pelo Shopping Guararapes, obedecendo o distanciamento social e atendendo em cada oficina de slime 9 crianças por vez. O Shopping Guararapes segue o protocolo da Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abrasce), criado com consultoria e aprovação do Hospital Sírio Libanês.

Dentre algumas medidas de segurança praticadas estão a disponibilização de álcool em gel em diversos pontos do mall, uso obrigatório de máscaras e a demarcação no chão em locais de fila, preservando o distanciamento social.

*Da assessoria

De hoje (15) até domingo (17), o Shopping Patteo Olinda está promovendo o primeiro brechó com peças e acessórios de influenciadores, com parte da venda revertida para o Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira – IMIP, uma das instituições filantrópicas de assistência à saúde mais importantes do Brasil. As peças estão expostas num espaço montado especialmente para a ação, intitulado de 'Brechó dos Bloggers'.

Entre as presenças confirmadas, nomes como Dani Guedes, Dario Shoupaiwisky, Evelyne Maia, Gssica Karol, Lidyanne Bergman, Roberta Megda e Ananda Urias. No espaço, também será possível adquirir produtos exclusivos da Grife IMIP, com estampas exclusivas, cuja renda é 100% revertida para apoio no tratamento de pacientes, crianças e adultos, da instituição.

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O evento está localizado no piso L1, próximo à Planeta Bombom. Até o domingo (17), o centro de compras também promove a liquidação Achadinhos do Patteo, com descontos de até 80% em roupas, calçados, acessórios, brinquedos, eletrônicos, perfumaria, entre outros produtos nas lojas participantes. O Patteo Olinda fica na Rua Carmelita Soares Muniz de Araújo, nº 225, em Casa Caiada.

*Da assessoria

"O que você usa para dormir?", "cinco gotas de Chanel Nº5", confidenciou Marilyn Monroe. Criado há um século, este perfume que "cheira a mulher" goza de uma juventude eterna, sendo ainda um dos mais vendidos do mundo.

Em 1921, a estilista francesa Gabrielle Chanel empreendeu uma nova revolução para além do guarda-roupa feminino, com o lançamento desta fragrância, contida em um frasco geométrico com rótulo simples em preto e branco.

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"O seu nome, o seu aroma e as linhas radicais do frasco contribuíram para tornar este um ícone dos chamados anos loucos (na França). Com um simples número, alusivo à amostra escolhida (para fazer o perfume) Chanel rompeu com as tendências e entrou na abstração", avalia Julie Deydier, encarregada do patrimônio da empresa.

A estilista quis distinguir-se da tradição naturalista e floral do século XIX e conceber esta fragrância com o "cheiro de mulher", como um vestido de alta costura.

"Um perfume artificial, artificial como um vestido, isto é, manufaturado. Sou artesã de costura. Não quero rosas nem lírio do vale, quero um perfume composto".

O perfumista Ernest Beaux, responsável por esta missão, criou assim uma fragrância que não reproduz nenhum perfume existente na natureza.

O Nº5 cheira a Chanel, identificável pelo seu aroma atípico devido à presença significativa de moléculas sintéticas, os aldeídos, que aportam frescura às notas florais e conferem-lhe o seu carácter "abstrato".

A simplicidade do frasco, pouco modificado ao longo das décadas, rompeu com as apresentações ostentosas da época.

"Você tem que se concentrar 100% no perfume, não na apresentação", dizia Chanel.

Para um anúncio para a imprensa americana em 1937, Chanel decidiu encarnar ela mesma o Nº 5. Junto com sua fotografia, um texto dizia: "Gabrielle Chanel é acima de tudo uma artista da vida. Seus vestidos, seus perfumes são criados com um instinto dramático perfeito. O Nº 5 é como a música suave que realça uma cena de amor. Liberta a imaginação e deixa um rastro indelével na memória dos atores".

Nas décadas seguintes, filmes e atrizes ajudaram a perpetuar sua aura lendária e hoje continua sendo um dos perfumes mais vendidos do mundo.

Uma imagem de Marilyn Monroe perfumando o decote com Nº5 foi usada em 2013 para um anúncio da fragrância, que também teve como embaixadoras Catherine Deneuve, Nicole Kidman e Gisele Bündchen.

Na última campanha publicitária, Marion Cotillard dança na Lua, envolta no rei dos perfumes.

A modelo Gisele Bündchen, 40 anos, estampa o selo da nova campanha dos Correios, divulgada na última semana. O adesivo faz parte do projeto "Blobo Especial Série Mercosul: Moda", que comemora os 25 anos do evento de moda São Paulo Fashion Week.

No selo, a arte com o rosto de Gisele é uma imagem digital assinada pelo artista Dérsu Jr., a partir da foto de Nino Muñoz. Junto à estampa da modelo gaúcha, a edição especial também conta com dois outros selos: uma ilustração que faz tributo ao artista Filipe Jardim, que desenhou para grifes como Hermès, Tiffany’s, Louis Vuitton, e uma fotografia em homenagem ao retratista Bob Wolfenson, um dos mais conhecidos fotógrafos de moda da América Latina.

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De acordo com os Correios, cada selo custará R$ 2,05 e poderá ser adquirido nas agências físicas ou nas lojas virtuais a partir deste mês. A tiragem é de 30 mil blocos.

O ano de 2020 não foi fácil. Incertezas acabaram invadindo o cotidiano das pessoas, mas ao menos a esperança de dias melhores acabou pintando. Para receber 2021, muita gente tem se limitado a celebrar a data com bastante cuidado e consciência, porém, com elegância.

Como já de costume, inúmeros brasileiros preferem curtir a noite de réveillon por meio de muito estilo e conforto. Em parceria com o LeiaJá, a influenciadora digital Camila Diniz preparou em um vídeo dicas de looks para as mulheres aproveitarem e explorarem a virada de ano elegantes.

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"Eu inventei tudo", gostava de afirmar o estilista Pierre Cardin, que faleceu nesta terça-feira (29) aos 98 anos, e que deixa um legado como pioneiro do prêt-à-porter, do estilo futurista e da diversificação mundial de sua marca.

Sua empresa, ao lado do Palácio do Eliseu, onde exibia fotos que o mostravam ao lado de Fidel Castro ou Louis Aragon, assim como antigos artigos de imprensa e diversos objetos, é um testemunho da excepcional trajetória deste personagem histórico da moda francesa.

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Filho de imigrantes italianos, ele nunca pensou na aposentadoria e conseguiu levar a alta-costura às ruas, com o lançamento de uma linha de prêt-à-porter desde 1959.

Antes de muitos outros, ele abriu um "posto de venda" em uma grande loja de departamento e incluiu homens nos desfiles. Além disso, adotou um sistema de licenciamento em larga escala que assegurava a presença da marca em todo mundo. A estampa de seu nome passou a ser vista em produtos variados, que incluíram gravatas, cigarros, perfumes, ou água mineral.

Ele foi o pioneiro na Ásia desde cedo, região em que teve grande notoriedade: viajou ao Japão em 1957, depois organizou desfiles a partir de 1979 na China.

O estilista, cujos ternos sem colarinho inspiraram os que foram usados pelos Beatles, também era um homem de grande cultura e um mecenas comprometido com o teatro, a dança e a música, por meio do Espaço Cardin em Paris e do festival de arte lírica e do Teatro Lacoste, em Lubéron (sul da França).

Multifacetado, ele também embarcou na criação de móveis, assim como na indústria hoteleira e no setor de restaurantes, com a rede Maxim's.

- Vestido bolha e cosmocorps -

Embaixador honorário da Unesco, ele foi também foi o primeiro estilista acadêmico.

No fim de novembro de 2016, na grande sala de reuniões da Academia de Belas Artes ele apresentou aos 94 anos um dos desfiles intermináveis com os quais estava acostumado, por ocasião dos 70 anos de carreira.

Incansável, em julho de 2016, pouco antes de apresentar uma nova coleção, ele explicou que sempre tinha a "necessidade de se expressar".

Nascido em 2 de julho de 1922 perto de Veneza, Pierre Cardin se mudou da Itália para a França aos dois anos com os pais, que fugiram do fascismo. Depois de estrear como aprendiz de alfaiate em Saint-Etienne e de trabalhar como contador para a Cruz Vermelha em Vichy durante a guerra, ele desembarcou em Paris em 1945.

Depois de trabalhar com Paquin e Schiaparelli, se uniu a Christian Dior, com quem participou na revolução do "New Look", antes de criar a própria marca.

Criador da estética futurista, assim como André Courrèges e Paco Rabanne, Pierre Cardin fez sucesso desde o início com seu 'vestido bolha'. Ele usou materiais inovadores, cores e formas geométricas, desenhou vestidos inspirados na "op art", vestidos moldados, calças elipse, casacos coloridos e ternos masculinos com gola Mao.

Fascinado pela conquista do espaço, se inspirou na aventura para criar trajes unissex "cosmocorps".

- Um legado essencial -

O sistema de licenças, contratos que encomendavam a fabricação de produtos a uma terceira empresa em troca de royalties pelo uso do nome, rendeu uma fortuna (ele possuía quase 350, contra 900 no auge do sucesso, em uma centenas de países).

A diversificação extrema teve o efeito de popularizar seu nome, mas também de desvalorizar a marca e provocou o desprezo de alguns de seus colegas.

Tanto que atualmente, com exceção de Jean-Paul Gaultier, que trabalhou com Cardin no início da carreira, nenhuma figura importante da moda menciona sua contribuição, que de qualquer maneira é essencial. De fato, ele recebeu, por exemplo, três "Dés d'or" (Dedal de ouro), prêmio da moda francesa concedido até o início dos anos 1990.

Pierre Cardin foi até o fim um grande trabalhador que controlou 100% de seus negócios, o único de sua geração que permaneceu independente. Em 2011, anunciou que pretendia vender seu império por um bilhão de euros, mas não encontrou comprador.

Em 2019, o Brooklyn Museum de Nova York organizou sua primeira grande retrospectiva em 30 anos, uma maneira de contribuir para a revalorização da imagem do estilista.

O empresário também era alvo de controvérsias. As múltiplas obras de restauração em Lacoste provocam polêmicas há vários anos entre os moradores. O mesmo aconteceu em 2012 com seu projeto faraônico do Palais Lumière de Veneza, que nunca viu a luz do dia.

O estilista não teve filhos. "Eu era atraente, muito bonito (...) Tive muito sucesso com os homens, com as mulheres", contava Pierre Cardin, que teve como companheiro seu assistente André Oliver e viveu uma história de amor de quatro anos com a atriz Jeanne Moreau.

Pierre Cardin, que morreu nesta terça-feira (29) aos 98 anos, construiu um império desde muito novo e foi um homem multifacetado que soube vestir diferentes trajes: foi estilista, hoteleiro, proprietário de restaurante, mecenas e acadêmico.

- 2 de julho de 1922: nascimento de Pietro Cardin em San Biaggio di Callalta, perto de Veneza. Seus pais emigraram para a França quando ele tinha dois anos.

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- 1936: entra como aprendiz de alfaiate em Saint-Etienne e depois em uma casa de moda em Vichy, onde trabalhou posteriormente como contador na Cruz Vermelha.

- 1945: chega a Paris, entra na empresa de moda Paquin. Cria máscaras e figurinos para o filme de Jean Cocteau "A Bela e a Fera".

- 1946: após uma passagem por Schiaparelli, se incorpora à Christian Dior, que abre sua Maison.

- 1950: cria sua própria marca de moda e depois se instala definitivamente em uma mansão na esquina da Faubourg Saint-Honoré e da avenida Marigny.

- 1954: lançamento do "vestido bolha". Abre a loja "Eva" seguida em 1957 por outra, "Adão", para homens.

- 1957: primeira viagem ao Japão.

- 1959: apresenta sua primeira coleção de prêt-à-porter em uma grande loja de Paris.

- 1960: começa sua política de licenças.

- 1970: inauguração do Espacço Cardin (antigo teatro dos Embaixadores) em Paris.

- 1979: primeiro desfile de moda de um estilista ocidental em Pequim.

- 1981: compra o restaurante parisiense Maxim's.

- 1991: é nomeado embaixador honorário da Unesco. Apresenta um desfile na Praça Vermelha de Moscou.

- 1992: entra para a Academia de Belas Artes.

- 2001: compra o castelo do Marquês de Sade em Lacoste na região de Luberon.

- 2011: anuncia a intenção de vender seu império por 1 bilhão de euros, mas não encontra comprador.

- Novembro de 2016: desfile pelos 70 anos de carreira no Instituto, diante de seus companheiros da Academia de Belas Artes.

- Julho de 2019: grande retrospectiva dedicada ao estilista no Brooklyn Museum de Nova York.

- 29 de dezembro de 2020: morre aos 98 anos.

O universo da moda perdeu um de seus nomes mais influentes, nesta terça (29). O estilista francês Pierre Cardin morreu aos 98 anos. O óbito foi confirmado pela família à Agência France Presse. A causa da morte não foi divulgada.

Pierre Cardin começou a trabalhar com costura aos 14 anos, como alfaiate na cidade de Saint-Etienne. Em meados da década de 1940, ingressou na casa Paquin, em Paris, da renomada estilista Jeanne Paquin. Em 1947, se tornou o primeiro funcionário de Christian Dior e colaborou com a criação do tailleur Bar, uma das peças mais famosas da marca. 

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Em 1950 abriu seu próprio ateliê e na década seguinte foi o primeiro estilista a introduzir criações suas em lojas de departamento. Seu objetivo era democratizar a moda e torná-la mais acessível. O estilista transformou-se em um dos mais importantes da indústria e, além da França, tem seu trabalho bastante popularizado na Ásia e nos Estados Unidos. 

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