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O ator americano George Clooney comprou uma propriedade que inclui vários hectares de vinhedo em Brignoles, França, confirmou nesta quinta-feira à AFP a prefeitura da localidade, situada na região turística de Provença.

O terreno, de 170 hectares, também abriga uma bastida do século XVIII, um lago e uma piscina. "Espero me encontrar com ele", declarou à AFP o prefeito Didier Brémond dias atrás, antes da formalização do negócio, cujo valor não foi divulgado.

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O ator terá como vizinho o cineasta George Lucas, proprietário do Château Margüi, que finaliza um projeto de hotelaria descrito pelo setor como suntuoso. A meia hora de carro, fica a propriedade do ex-casal de atores Angelina Jolie e Brad Pitt, que inclui 50 hectares de vinhedo.

Os vendedores do imóvel de Clooney são o casal de australianos Richard e Diana Wiesener, que vive em Londres.

Entre seus 20 mil habitantes, a localidade de Brignoles já contava com um proprietário de prestígio, o chef alemão Joachim Splichal, que vive em Los Angeles.

Após longos três anos na maior expectativa, os fãs do filme Um Lugar Silencioso finalmente vão conseguir comemorar porque a estreia da sequência está super próxima de acontecer.

Isso mesmo, a parte dois da história está marcada para estrear no dia 10 de junho nos cinemas e o filme é estrelado por Emily Blunt, Millicent Simmonds, Noah Jupe e Cilian Murphy.

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Para quem não lembra, no primeiro filme uma família tenta se manter em silêncio total para conseguir sobreviver à ameaça que ronda a sua casa e que pode ataca-los no menor sinal de barulho possível. E para deixar os fãs mais enlouquecidos, a Paramount Pictures acabou liberando um novo trailer do filme.

A plataforma de streaming de filmes gratuita do Serviço Social do Comércio (Sesc), o CineSesc, disponibiliza nesta quarta-feira (6) quatro filmes que marcaram a carreira do cineasta espanhol Pedro Almodóvar. São eles "Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos" (1988), "A Flor do Meu Segredo" (1995), "Carne Trêmula" (1997) e "Maus Hábitos" (1999). Os longas-metragens estão disponíveis no sesc.digital/colecao/cinema-em-casa-com-sesc.

Na comédia "Mulheres á Beira de um Ataque de Nervos", Pepa Marcos (Carmen Maura) é abandonada pelo amante Ivan (Fernando Guillén) e parte em uma investigação para tentar compreender os motivos do término. A obra recebeu indicações de Melhor Filme Estrangeiro nas premiações Oscar, Globo de Ouro e British Academy of Film and Television Arts (Bafta).

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Em a "A Flor do Meu Segredo", a escritora Leo Macias (Marisa Paredes) vive um momento de crise em seu casamento com Paco (Imanol Arias), ao mesmo tempo em que se cansa de sua rotina de trabalho. Por conta disso, começa a escrever críticas das próprias obras para os jornais e adota o nome Amanda Gris.

Outra obra disponível é "Carne Trêmula", que narra a história de Victor (Liberto Rabal) no início da vida adulta. Durante a trama, o jovem terá um encontro repentino com Elena (Francesca Neri) e fará de tudo para reencontrá-la.

No drama "Maus Hábitos", a cantora de bordéis Yolanda Bel (Cristina Pascual) se refugia em um culto de freiras, após presenciar o namorado morrer de overdose. No convento, a jovem se depara com diversas mulheres que, no passado, também tiveram problemas com drogas e prostituição.

Nesta quinta-feira (6), George Clooney completa 60 anos como um dos nomes mais influentes de Hollywood. Ator de sucesso, além de produtor e diretor, o americano tem uma lista de sucessos no cinema. Mas, como todo mortal, coleciona papéis que não devem ser muito bem lembrados. No aniversário dele, vamos mostrar alguns. Parabéns, George.

Grizzly 2: The Predator (2020)

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Filmado em 1993, esse filme de horror de baixíssimo orçamento finalmente foi lançado ano passado. O longa, estrelado por George Clooney e Laura Dern, é a sequência do não menos ruim Grizzly, a Fera Assassina (1976). O roteiro maravilhoso traz um urso atacando jovens em um parque dos EUA.

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De Volta à Escola de Horrores (1987)

Antes disso, George Clooney já tinha se metido em outros filmes de terror pra lá de suspeitos. Começamos por De Volta à Escola de Horrores. Nessa pérola trash, nosso ídolo interpreta um policial que acaba encarando um serial killer. Para infelicidade de todos, ele acaba morrendo.

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A Volta dos Tomates Assassinos (1988)

Um ano depois, lá estava nosso guerreiro se metendo com tomates assassinos. Não achamos nenhuma cena dele contra os tomates, mas tem essa que traz um curioso comercial.

Batman & Robin (1997)

E quando já era um rosto conhecido, graças ao seriado Plantão Médico, Clooney resolveu ser o Batman e bom… o final todo mundo conhece…

O Brasil está de luto por causa da morte de Paulo Gustavo. Internado no Rio de Janeiro desde o dia 13 de março, com Covid-19, o ator e humorista faleceu na noite dessa terça-feira (4), aos 42 anos, após complicações causadas por uma embolia pulmonar. Nas redes sociais, Paulo vem recebendo uma chuva de homenagens de fãs de todas as idades, além de famosos queridos do público.

Sucesso no entretenimento brasileiro, Paulo Gustavo eternizou grandes personagens no teatro e cinema. Participando de inúmeras obras, e produzindo muitas histórias, ele sempre será lembrado pela entrega espontânea. Por isso, o LeiaJá relembra filmes que marcaram a trajetória de Paulo Gustavo nas telonas.

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Divã

Em 2009, Paulo Gustavo divertiu os espectadores no filme 'Divã'. O longa-metragem protagonizado por Lilia Cabral encantou as pessoas com o ator interpretando o intenso René. Amigo de Mercedes (papel de Lilia), René levou muita gente à gargalhada por causa das suas falas engraçadas e icônicas.

Xuxa em O Mistério de Feiurinha

Paulo Gustavo brilhou em 2009 no clássico infantil 'Xuxa em O Mistério de Feiurinha'. Dando vida ao porta-voz Caio Lacaio, Paulo contracenou no filme com Luciano Huck, Angélica, Hebe Camargo, além de Xuxa Meneghel e Sasha. 

Trilogia Minha Mãe é uma Peça

Nos anos de 2013, 2016 e 2019, Paulo Gustavo lotou cinemas país afora com os amores e dramas da personagem Dona Hermínia em 'Minha Mãe é uma Peça'. A trilogia conseguiu reunir mais de 20 milhões de espectadores.

Vai Que Cola - O Filme

Depois do estouro no canal pago Multishow, a série 'Vai Que Cola' invadiu as telonas em 2015. Na comédia, Paulo Gustavo viveu o trambiqueiro Valdomiro, que não media palavras quando resolvia opinar sobre o cotidiano da trupe da Pensão de Dona Jô.

Minha Vida em Marte

Em 2018, Paulo Gustavo e Mônica Martelli estrelaram o filme 'Minha Vida em Marte'. Com participações de Ricardo Pereira, Marcos Palmeira e Fiorella Mattheis, o longa nacional retratou a força da amizade entre os personagens Aníbal e Fernanda. 

O Disney+ lançou o curta-metragem "Maggie Simpson em O Despertar com Força da Soneca", um crossover da série animanda "Os Simpsons" com a franquia de filmes criada por George Lucas. A animação de 3 minutos mostra a filha mais nova da família Simpsons junto ao robô BB8 e com o sabre de luz vermelho do vilão Kylo Ren (Adam Driver).

Na produção, Maggie parte em busca da inseparável chupeta e, durante a aventura, encontra diversos personagens que referenciam "Star Wars", como aspirantes a cavaleiros Jedi, conhecidos como Padawans, droides, rebeldes e os Lordes Sith, vilões que sucumbiram ao lado negro da força.

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Não é a primeira vez que a série “Os Simpsons” realiza um crossover com outros universos. Com 32 temporadas, o desenho já referenciou "Uma Família da Pesada" (1999), "Sexta-feira 13" (1980-2009)  e "A Hora do Pesadelo" (1984-2010). Além disso, diversas figuras famosas já fizeram participações em episódios, como o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Michael Jackson (1958-2009) e Paul McCartney.

Na última segunda-feira (3), a Marvel Studios divulgou nas redes sociais cenas dos próximos filmes dos heróis. Entre os destaques, estão trechos inéditos de "Os Eternos", que estreia em novembro. A obra é dirigida por Chloé Zhao, que conquistou os prêmios de Melhor Filme e Melhor Diretor no Oscar por "Nomadland" (2020).

O vídeo divulgado começa com a voz de Stan Lee (1922-2018) ao fundo, dizendo como a Marvel cria histórias e conecta pessoas. Após a introdução, é apresentado os longas-metragens de vão estrear em 2021: "Viúva Negra" (julho), "Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis" (setembro) e "Os Eternos" (novembro). Para terminar o calendário deste ano, em dezembro deve estrear "Spider-Man: No Way Home".

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Veja:

Já em 2022, o primeiro filme a chegar nos cinemas é a aventura "Doctor Strange in the Multiverse of Madness" (março), que já confirmou presença de Elizabeth Olsen como a Feiticeira Escarlate. Dois meses depois, será o lançamento de "Thor – Love and Thunder" (maio), com o retorno de Chris Hemsworth e Natalie Portman. E os últimos dois longas do ano, que ainda não haviam sido anunciados, "Black Panther – Wakanda Forever" (julho) e "The Marvels" (novembro), que vai mostrar a parceria entre a Capitã Marvel (Brie Larson) e Ms. Marvel (Iman Vellani).

A divulgação termina com os últimos três filmes que estão em produção. O primeiro deles é "Ant-Man and the Wasp – Quantumania", que fecha a trilogia do Homem Formiga (Paul Rudd) e a Vespa (Evangeline Lilly), e "Guardians of the Galaxy: Vol. 3", que encerra o calendário de filmes com datas confirmadas. O último longa anunciado é o reboot de "Quarteto Fantástico", que vai estar entre as produções de 2023.

A atriz Olympia Dukakis, ganhadora do Oscar pelo papel de uma mãe dominadora na comédia romântica "Feitiço da Lua", morreu neste sábado (1) aos 89 anos.

O falecimento desta veterana do teatro, que abriu caminho no cinema tarde em sua carreira, foi confirmada na conta privada de seu irmão, Apollo, no Facebook.

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“Minha amada irmã, Olympia Dukakis, faleceu esta manhã na cidade de Nova York", escreveu ele. "Após vários meses enfrentando problemas de saúde, ela finalmente está em paz, ao lado de seu [marido] Louis [Zorich]".

A causa da morte não foi imediatamente informada.

Dukakis ganhou o Oscar de atriz coadjuvante por seu trabalho em "Feitiço da Lua" (1987) no papel da mãe desdenhosa de uma jovem viúva interpretada por Cher. O papel também rendeu a Dukakis um Globo de Ouro e uma indicação ao BAFTA, prêmio do cinema britânico.

"A parte divertida é que as pessoas passam por mim na rua e gritam falas dos meus filmes: de 'Feitiço da Lua', eles dizem, 'Sua vida vai descer pelo ralo'", disse Dukakis ao Los Angeles Times em 1991. "É realmente divertido", completou.

Dukakis também foi aclamada pelo papel da fofoqueira de um salão de cabeleireiro em uma pequena cidade da Louisiana em "Flores de Aço" (1989), no qual atuou ao lado de Julia Roberts, Shirley MacLaine, Sally Field e Daryl Hannah.

Já com o Oscar, em 1988, Dukakis se tornou um nome conhecido nos Estados Unidos por causa do prêmio e também porque seu primo, Michael Dukakis, obteve a indicação do Partido Democrata à Presidência.

Ela fez menção a ele em seu discurso de aceitação do Oscar, exclamando, "OK, Michael, vamos lá", ao concluir sua fala com a estatueta na mão.

Michael Dukakis acabou perdendo as eleições para o republicano George H.W. Bush, mas tanto ela quanto o primo permaneceram ativos na política.

Olympia Dukakis deixa filha e dois filhos que teve com Zorich, falecido em 2018.

Nesta semana, a Disney divulgou o trailer da animação "Luca". Em um cenário cheio de cores e natureza, a Pixar apresenta uma história sobre amizade e como essa relação se estendem para o resto da vida. Na trama, o personagem-título vai aproveitar o verão com o amigo, Alberto, em uma cidade na Riviera Italiana. Ambos escondem um segredo e precisam evitar que as pessoas em volta descubram de onde eles vêm, e o que são. O filme estreia em 18 de junho no Disney+. Veja o trailer:

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O diretor do filme é Enrico Casarosa. O cineasta ficou conhecido no circuito internacional de animações quando o curta-metragem "La Luna" (2011) foi indicado ao Oscar. Por conta desse trabalho, desde 2017 Casarosa passou a integrar o grupo conhecido como Pixar Brain Trust, uma espécie de conselho de criação do estúdio.

"Luca" está na fase final de produção e traz características de Casarosa. O diretor cresceu na cidade litorânea da Itália e tem histórias no local ambientado na animação. Por conta disto, a carga dramática que o longa-metragem contém pode trazer uma experiência intimista ao público. Assim como em "Roma" (2018), quando o diretor Alfonso Cuarón escolheu o bairro onde morou quando criança para adaptar a história do filme.

Para a construção do roteiro, a Pixar contratou a dupla Mike Jones e Jesse Andrews. Entre as obras de maior repercussão na carreira de Jones, está o mais recente sucesso do estúdio, "Soul" (2020), além de "Viva – A Vida É Uma Festa" (2017), "Os Incríveis 2" (2018) e "Toy Story 4" (2019). Já Andrews foi roteirista da comédia "Eu, Você e a Garota Que Vai Morrer" (2015) e do romance "Todo Dia" (2018).

Em Hollywood, a regra é clara: se o filme fez sucesso, tem que ter uma continuação para dar grana. Mas nem sempre isso dá certo, né? Algumas sequências ficam marcadas na história como fracassos de crítica, de público ou, de vez em quando, ninguém nem se lembra que existem. O LeiaJá montou uma lista de continuações que não serviram para absolutamente nada.

Velozes e Furiosos 3: Desafio em Tóquio (2006)

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Hoje a franquia é um sucesso, mas, em 2006, todos achavam que a história já tinha dado o que tinha. Aí rolou de fazer um reboot com um elenco novo e saiu Velozes e Furiosos 3: Desafio em Tóquio (2006). Ninguém foi muito com a cara e trouxeram Vin Diesel e cia de volta.

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300: A Ascensão do Império (2014)

Após o sucesso da adaptação da HQ de Frank Miller, dirigida por Zack Snyder, o estúdio tentou repetir a fórmula, mas o filme não agradou ninguém. Nem Rodrigo Santoro, de volta no papel de Xerxes, deu jeito.

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Debi & Loide 2 (2014)

20 anos após o primeiro filme, lá foram Jim Carrey e Jeff Daniels se meter nessa roubada. 

O Filho do Máskara (2005)

Outro filme estrelado por Jim Carrey já tinha ganhado uma continuação bizarra, mas sem a presença do astro, e com um elenco de quinta categoria.

Instinto Selvagem 2 (2006)

A tentativa de trazer Sharon Stone de volta ao seu papel icônico não só foi um fracasso, como ganhou 4 Framboesas de Ouro, nas categorias de pior filme, pior atriz (a própria Sharon Stone), pior roteiro e pior sequência.

Trainspotting 2 (2017)

Em 1996, o diretor Danny Boyle nos brindou com a obra cult Trainspotting, que concorreu ao Oscar de melhor roteiro adaptado. Já em 2017, ninguém ligou para a sequência tardia T2 Trainspotting, mesmo com a volta do elenco original.

Sin City 2 - A Dama Fatal (2014)

Em 2005, Frank Miller e Robert Rodriguez fizeram de Sin City um clássico moderno da era de filmes baseados em quadrinhos. A empolgação foi tanta que eles resolveram fazer uma continuação. Mas Sin City 2 - A Dama Fatal é outro filme que ninguém lembra.

A Múmia: Tumba do Imperador Dragão (2008)

Surfando na onda das Olimpíadas de Pequim, resolveram ressuscitar a franquia depois de sete anos e colocar Brendan Fraser para enfrentar uma múmia chinesa interpretada por Jet Li. Alguém curtiu? 

As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras (2016)

É mais fácil o povo se lembrar dos desenhos animados do que desses novos filmes produzidos por Michael Bay. Essa continuação foi ainda pior que o primeiro longa.

Vovó... Zona 2 (2006) e Vovó... Zona 3: Tal Pai, Tal Filho (2011)

Se o mundo não precisava de um Vovó... Zona, quem dirá de outros dois.

Na última semana, a Disney divulgou o novo teaser de "Cruella", longa-metragem sobre a vilã do clássico "101 Dálmatas" (1961). A trama se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta a personagem Estella (Emma Stone). A jovem está disposta a ser reconhecida no mundo do design e, para isso, torna-se uma pessoa elegante, mas vingativa. A produção estreia em 28 de maio nos cinemas e no Disney+. Veja:

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Estella revelará o lado rebelde e torna-se Cruella quando se cansa dos abusos da chefe, a Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), um importante nome no mundo da moda. A vilã foi criada pela escritora britânica Dodie Smith (1896-1990) e apareceu pela primeira vez no livro "The Hundred and One Dalmatians" (1956). A obra serviu de inspiração para a Disney produzir a animação "101 Dálmatas" (1961).

Nos cinemas, a atriz Glenn Close eternizou a personagem nos filmes adaptados em live-action "101 Dálmatas" (1996) e "102 Dálmatas" (2000). A nova versão não focará na história dos cães, mas na origem de Cruella. Emma Stone, que será malvada, é conhecida pelo Oscar de Melhor Atriz com o filme "La La Land: Cantando Estações" (2016). Ela também atuou nos filmes "Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)" (2014) e "A Favorita" (2018).

Por Thaiza Mikaella

Disponibilizado este mês no YouTube, o curta-metragem "Salve o Ralph" tem feito público refletir sobre o uso de animais em testes na indústria. A produção em stop motion mostra, como em um documentáro, a rotina de um coelho que serve de cobaia para a fabricação de produtos de beleza. O animal emociona ao afirmar que tem como propóstio de vida ajudar os seres humanos. Veja:

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O ator Rodrigo Santoro dubla o personagem Ralph no curta. O coelho está sendo entrevistado e, ao relatar a rotina como cobaia, aparece cego de um olho, surdo de um ouvido e com queimaduras nas costas, por causa da exposição às substâncias químicas no laboratório. O personagem conta que toda a família dele passou por esse processo, a fim de chegar nos melhores resultados para a fabricação de cosméticos aos humanos. O tom utilizado no vídeo e a reação do coelho trazem à tona uma mensagem de conscientização ao telespectador.

A produção faz parte da campanha global para banir testes em animais durante a fabricação de produtos, criada pela instituição The Humane Society Of The United States, desde 1991. Além de Santoro, inúmeros cineastas participaram do curta em prol da causa ambientalista, como Taika Waititi, conhecido por "Thor: Ragnarok" (2017) e "Jojo Rabbit" (2019), que dá voz a Ralph em inglês. Denis Villeneuve, Olivia Munn, Ricky Gervais, Tricia Helfer e Zac Efron também participaram no processo de dublagem do stop motion.

De acordo com o diretor do curta, Spencer Susser, o impacto que a história de Ralph tem sobre os espectadores é importante para expressar o contexto real de animais que sofrem como cobaias todos os dias. Além da temática, o cineasta usa de artifícios cinematográficos para gerar mais impacto, como a ausência de trilha sonora, a narrativa que se apresenta por meio do personagem e a banalização dos maus tratos pelas indústrias de cosméticos.

Por Thaiza Mikaella

Comemorando dois anos da estreia de Vingadores: Ultimato, o último da fase 3 do Universo Cinematográfico Marvel, o astro Robert Downey Jr, intérprete do Homem de Ferro, publicou em seu Twitter cena excluída inédita dos bastidores do filme.

A cena na verdade já havia sido anunciada como gravada, mas nunca vista. No trecho do vídeo, se observa o segundo após o estalar de dedos de Tony Stark, quando se sacrificou para impedir a vitória de Thanos e seu exército. O Homem de Ferro então, da mesma forma de Thanos e Gavião Arqueiro, vai para dentro da 'Joia da Alma' e tem uma visão se despedindo da sua filha Morgan, um pouco mais velha e agora interpretada pela atriz Katherine Langford, do filme Com Amor Simon e da série 13 Reasons Why.

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Junto com o vídeo, a legenda: “Não consigo acreditar que já são dois anos de Ultimato. Te amo mil milhões”. Referência a como ele e sua filha se declaram no longa.

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A Pixar está desenvolvendo um novo projeto com espaço para representatividade LGBTQIA+. O estúdio procura uma adolescente transgênero para dublar a personagem Jess, que estará em seu próximo filme. A convocatória foi compartilhada pelo Twitter da Trans March, organização de ativismo trans em San Francisco (EUA).

O tweet trazia uma imagem com o chamado da Pixar para o teste que escolherá a dubadora. Ela deverá ter entre 14 e 17 anos e ser uma garota transgênero, bem como a personagem, Jess, uma menina trans “compassiva, engraçada, e que sempre apoia seus amigos”. O comunicado não especifica mais detalhes sobre o projeto no qual Jess será inserida.

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Esta será a terceira vez que a Pixar coloca um personagem LGBTQIA+ em seus filmes. Em Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica, o público conheceu a policial homossexual Specter; já no curta Out, a história girava em torno dos dilemas de Greg que desejava assumir sua sexualidade. 

A audiência do Oscar deste ano despencou em mais da metade, alcançando uma nova média mínima de 9,85 milhões de telespectadores nos Estados Unidos, informou a rede de televisão ABC nesta segunda-feira (26).

A enorme queda de 58,3% referente a 23,6 milhões, o mínimo histórico alcançado no ano passado, era amplamente esperada para a maior noite da indústria cinematográfica de Hollywood. Outras premiações realizadas durante a pandemia também sofreram baixas desastrosas na audiência.

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Com os cinemas fechados na maior parte do ano e vários filmes com expectativa de grande sucesso, estrelados por atores renomados, adiados, uma safra menos conhecida de indicados competiu na cerimônia de domingo, em que "Nomadland", de Chloé Zhao, foi o grande vencedor.

A queda de telespectadores também vem de uma tendência geral de baixas de vários anos para o Oscar, que ultrapassou 43 milhões de espectadores em 2014.

Entre os que não compareceram à cerimônia estava Anthony Hopkins, que surpreendeu ao triunfar como melhor ator por "Meu Pai", um prêmio que se esperava que fosse para o falecido Chadwick Boseman. A categoria foi o prêmio final da noite.

O Oscar geralmente termina com a distinção de melhor filme, com muitos espectadores apontando que a falta de um discurso de aceitação no grande final da cerimônia foi outro elemento do anticlímax.

"Aos 83 anos, eu não esperava receber este prêmio, realmente não esperava", disse Hopkins em um vídeo postado em sua página do Instagram na manhã desta segunda-feira.

A cerimônia pouco ortodoxa do Oscar deste ano foi transferida para uma estação de trem glamourosa de Los Angeles, para cumprir o protocolo estrito imposto devido à pandemia covid-19, e reuniu as estrelas de Hollywood pela primeira vez em mais de um ano.

O curta-metragem de animação 3D "22 Contra a Terra" chega ao serviço de streaming Disney+ em 30 de abril. A produção é uma pré-sequência do filme "Soul" (2020) e mostra as travessuras da alma 22, antes de conhecer o professor de música Joe Gardner.

De acordo com informações publicadas no site da Disney, a animação vai explorar o passado da alma 22, apresentar ao público como ela adquiriu personalidade forte e o que a levou a perder o interesse no mundo dos vivos. Segundo a empresa, a ideia do curta-metragem partiu dos diretores Pete Docter e Kemp Powers, quando trabalhavam em "Soul".

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A cantora e compositora Ivana Wong dará mais uma vez voz a personagem. Na história, 22 se unirá a outras cinco almas e vai liderar um movimento rebelde contra o sistema de distribuição de vidas. Ao que tudo indica, os planos não atenderão as expectativas e algumas revelações, referentes ao sentido da vida, deverão surpreender 22 e os parceiros.

Lançado no final do ano passado, "Soul" foi o último trabalho lançado pela Pixar e ganhou no último domingo (25) o Oscar de Melhor Animação. A narrativa mescla elementos de comédia com lições de vida, características presentes em diversas obras do estúdio, como "Toy Story" (1995), "Vida de Inseto" (1998) e "Monstros S.A." (2001).

Durante o último ano, as estrelas mais brilhantes da constelação hollywoodiana foram obrigadas a vestir suas roupas de gala em suas salas de estar para agradecer os prêmios ou vestiram pijamas de luxo. Nesse domingo (25), elas voltaram ao tapete vermelho do Oscar.

E embora as mulheres estivessem deslumbrantes como sempre, os homens - talvez inspirados pelo vestido-smoking do ator Billy Porter nos Prêmios da Academia há dois anos - eles tiraram do armário seus melhores trajes de gala.

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Confira alguns dados do tapete vermelho, o primeiro desfile de moda relativamente importante em Hollywood desde que a pandemia do novo coronavírus eclodiu, no começo de 2020.

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Do preto ao rosa intenso

Leslie Odom Jr, duplamente indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante e de melhor canção original por "Uma noite em Miami", tinha uma aparência similar à estatueta dourada que esperava levar para casa, com um reluzente terno Brioni de dupla abotoadura.

Daniel Kaluuya, ganhador do Oscar de melhor ator coadjuvante por sua interpretação do líder do Panteras Negras Fred Hampton em "Judas e o Messias Negro" vestiu camiseta preta e smoking de Bottega Veneta.

E Colman Domingo, que dividiu o protagonismo com as indicadas Viola Davis e o falecido Chadwick Boseman em "A Voz Suprema do Blues", acrescentou um toque de cor vestindo uma roupa cor-de-rosa intenso.

Paul Raci, indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante por seu trabalho em "O Som do Silêncio", pintou as unhas de preto.

Mulheres brilhantes

Odom não foi o único que optou pelo dourado no Oscar.

Carey Mulligan, indicada a melhor atriz por sua interpretação de uma estudante de medicina que se vinga do estupro sofrido pela amiga em "Bela Vingança", brilhou com um vestido dourado sem alça, com a barriga de fora e longa cauda.

E a cantora Andra Day, indicada na mesma categoria pelo retrato de Billie Hollyday em "The United States vs. Billie Holiday", optou por um atrevido vestido dourado com enorme fenda no centro.

Vestidas de branco

Juntamente com Mulligan e Day, Viola Davis aspirava ao prêmio de melhor atriz por "A Voz Suprema do Blues" e foi ao Oscar com um decotado vestido branco sem mangas de Alexander McQueen com cortes sensuais em todo o corpete.

A atriz búlgara Maria Bakalova, indicada pela primeira vez na categoria melhor atriz coadjuvante por "Borat 2: Fita de Cinema Seguinte", também apostou no branco, chegando à atmosfera vermelha com um vestido branco de princesa de Louis Vuitton com decote pronunciado e saia de tule.

Feixes de luz

Apesar dos muitos vestidos em branco, preto básico ou tons apagados, algumas atrizes apostaram no glamour da velha Hollywood em cores brilhantes.

Halle Berry, ganhadora do Oscar de melhor atriz em 2002 e apresentadora neste domingo, apareceu com os cabelos com novo corte curto e um vestido púrpura sem alças.

A apresentadora Angela Bassett surpreendeu com vestido vermelho brilhante com uma fenda na parte da frente e mangas bufantes que se uniam nas costas com um enorme laço.

"Isto é Natal em Hollywood", disse Bassett no tapete vermelho.

A sul-coreana Youn Yuh-jung ganhou neste domingo (25) o Oscar de melhor atriz coadjuvante por seu papel da avó Soonja no drama familiar de coreanos migrantes nos Estados Unidos, "Minari".

A atriz veterana, que costuma interpretar personagens anticonformistas que, como ela, tentam sacudir os valores tradicionais profundamente arraigados na sociedade sul-coreana, superou Maria Bakalova ("Borat 2: Fita de Cinema Seguinte"), Glenn Close ("Era Uma Vez um Sonho"), Olivia Colman ("Meu Pai") e Amanda Seyfried ("Mank").

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"Como posso ganhar de Glenn Close?", perguntou Youn ao receber a estatueta em Los Angeles. "Interpretamos papéis diferentes. Não podemos competir uma com a outra. Esta noite tive um pouco de sorte".

Desde o início de sua prolífica carreira, há mais de meio século, Youn preferiu personagens femininos provocativos e singulares.

Em "Minari", também indicado ao Oscar de melhor filme, ela dá vida à avó de um adolescente que tenta se integrar no estado rural americano do Arkansas.

Bong Joon-hon, que venceu no ano passado o Oscar de melhor direção com "Parasita", acredita que foi "o personagem mais belo que interpretou" e a página americana especializada IndieWire qualificou sua atuação como "totalmente extraordinária".

"Minari" parece ter começado com o pé direito para conhecer o mesmo sucesso de "Parasita", a sátira corrosiva sobre as desigualdades sociais na Coreia do Sul, que no ano passado levou o Oscar de melhor filme em língua estrangeira.

Youn, que assegura que "não ama a competição", considera que "esta indicação tem tanto valor quanto o próprio prêmio".

"Estou feliz de que nos Estados Unidos se interessem pela senhora Youn. É um tesouro", disse no ano passado Lee Isaac Chung, diretor de "Minari" no festival de Busan.

Nascida em 1947 em Kaesong, cidade situada atualmente na Coreia do Norte, ela estreou no cinema em 1971 sob a direção do cineasta de vanguarda Kim Ki-young, cujo trabalho continua inspirando sul-coreanos como Bong.

Daniel Kaluuya ganhou neste domingo (25) o Oscar de melhor ator coadjuvante pelo papel de Fred Hampton, o falecido líder da organização política Black Panther, no filme "Judas e o Messias Negro".

Ele superou o coprotagonista no filme Lakeith Stanfield, assim como Sacha Baron Cohen ("Os 7 de Chicago"), Leslie Odom, Jr. ("Uma noite em Miami") e Paul Raci ("O Som do Silêncio").

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Confrontado com o racismo desde jovem, o ator se baseou em seu imenso respeito pelo líder dos Panteras Negras para interpretá-lo no cinema.

Encarnar aos 32 anos o carismático líder da luta pelos direitos civis lhe rendeu a estatueta dourada de melhor ator coadjuvante, em um momento em que a injustiça racial contra a qual lutaram os Panteras Negras na década de 1960 dá sinais de que não desapareceu.

"Fred Hampton era uma luz, um farol que iluminava tudo o que tocava com sua mensagem incrível", disse Daniel Kaluuya no mês passado após o anúncio de sua indicação ao Oscar, a segunda de sua carreira.

Emocionado por "representar um homem cujos princípios respeita profundamente", assegurou que queria "se tornar em um recipiente do espírito de Fred em um momento em que precisamos mais do que nunca do seu grito de guerra por igualdade e justiça".

A vitória de Kaluuya no Oscar por um papel que já lhe rendeu um Globo de Ouro foi um dos pontos altos da cerimônia um ano após o aparecimento do movimento Black Lives Matter.

Considerado uma estrela emergente do cinema americano, Kaluuya tinha sido indicado anteriormente aos prêmios da Academia para melhor ator em 2018 por seu trabalho no filme de terror "Corra!".

Nascido em Londres, Kaluuya cresceu em um bairro humilde da capital britânica, e foi criado apenas pela mãe, uma imigrante de Uganda, país onde ficou seu pai.

Após ver o filho escrever sua primeira peça de teatro aos nove anos, sua mãe decidiu matriculá-lo na escola de teatro local, na qual foi admitido após cinco anos de espera.

O ator estreou na série adolescente britânica "Skins", na qual também colaborou com a equipe de roteiristas.

Conseguiu, então, seu primeiro papel no teatro e em 2010 recebeu uma enxurrada de críticas favoráveis por seu papel em "Sucker Punch", no qual precisou emagrecer muito para interpretar um boxeador.

No mesmo ano, foi detido injustamente por policiais, que o tiraram de um ônibus em Londres e o jogaram no chão, suspeitando que fosse um traficante de drogas. Liberado pela justiça britânica por falta de provas, o ator processou a polícia.

Seu sucesso em "Sucker Punch" o tornou conhecido e lhe rendeu vários papéis na TV britânica, mas também em filmes como "O Retorno de Johnny English" (2011), "Kick-Ass 2" (2013), "Sicario: Terra de Ninguém" (2015) e "As Viúvas" (2018).

Mas foi o primeiro filme de Jordan Peele, "Corra!", que lançou o britânico para a carreira internacional, confirmada mais tarde por sua participação na superprodução da Marvel "Pantera Negra", o primeiro filme da franquia com um elenco majoritariamente negro.

A cineasta Chloé Zhao, nascida em Pequim, venceu no domingo Oscar de melhor filme e melhor direção por "Nomadland", mas seu triunfo não aparece nesta segunda-feira nas redes sociais chinesas.

Zhao se tornou a primeira asiática e segunda mulher a vencer o Oscar na categoria de melhor direção. "Nomadland" é um drama sobre pessoas com poucos recursos que percorrem os Estados Unidos em caminhonetes.

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"Nomadland" também rendeu o Oscar de melhor atriz para Frances McDormand.

Mas todas as publicações recentes com o seu nome e a menção a "Nomadland" desapareceram misteriosamente da rede social Weibo, o Twitter chinês, ao meio-dia desta segunda-feira.

A imprensa chinesa mantém o silêncio sobre sua vitória.

Inicialmente aclamada pela imprensa estatal pelo sucesso de seu filme, Zhao virou alvo de ataques de nacionalistas chineses nas redes sociais, que desenterraram entrevistas da diretora em que ela parece criticar o país natal.

Os cinemas chineses também adiaram a estreia do filme.

Chloé Zhao parece ter feito referência aos problemas no discurso em que aceitou o prêmio: "Pensei muito recentemente sobre como seguir adianta quando as coisas se tornam difíceis".

Antes da eliminação das publicações, o Weibo estava repleto na manhã de segunda-feira com mensagens que elogiavam Zhao, enquanto outras denunciavam a censura.

Apesar dos esforços da censura de Pequim, nas ruas da capital chinesa era fácil encontrar pessoas orgulhosas com o triunfo de uma cineasta do país na premiação do cinema americano.

"Ela é o orgulho do povo chinês (...) É muito raro que um chinês receba um Oscar", declarou à AFP Yan Ying, uma engenheira.

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