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O Dia Das Mães é uma das datas mais importantes do varejo, ficando atrás apenas do Natal. Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), a expectativa é de que as vendas on-line cresçam 18% na comparação com o ano passado, apesar dos efeitos da crise provocada pela Covid-19.

Muitos clientes buscam a segurança e o conforto de comprar diretamente de casa, mas não basta uma marca está presente nas plataformas digitais; o grande diferencial no momento é a experiência do usuário durante sua compra.

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Pesquisa realizada pela Neotrust/Compre&Confie apontou que as vendas no varejo digital de micro e pequenas empresas tiveram 118% de alta no faturamento, entre fevereiro e agosto de 2020. Comparado com 2019, o e-commerce em 2020 aumentou 68,5%, registrando 301 milhões de compras.

Segundo o gerente de relacionamento do Sebrae, Enio Pinto, o foco para marca crescer e destacar é humanizar o processo. “Vender produtos on-line é muito mais do que oferecer uma solução: o empreendedor precisa investir na experiência do cliente com a sua marca. Sobretudo no Dia das Mães - a ser celebrado no próximo domingo (9), que é uma data tão simbólica para os brasileiros. Os negócios que se dedicarem às experiências terão sucesso, pois asim como nas lojas físicas, no universo on-line todos os sentidos podem ser explorados. Visualmente com fotos bonitas, sonoramente com a criação de playlists para a loja on-line ou para as redes sociais, cheiros, cores e sabores na entrega dos produtos. É possível criar uma experiência de encantamento nas compras”, ressaltou o gerente em entrevista à Agência Sebrae de Notícias.

O gerente de relacionamento com o cliente do Sebrae aponta cinco medidas que podem ser adotadas pelas marcas para melhorar a relação com o cliente e sua experiência de compra. Confira:

1 - Personalize a experiência com a sua marca

A forma como você entrega o produto e como são importantes. O cliente irá avaliar sua marca desde o cuidado com a embalagem até o conteúdo propriamente dito. Utilizar de elementos como essências, um bom design e até mensagens personalizadas é uma forma de criar uma experiência positiva que fará o cliente lembrar da sua marca.

2 - Tenha um canal de comunicação eficiente

Além de disponibilizar todos os canais possíveis para atender seu cliente como as redes sociais, você deve evitar criar barreiras. Respostas rápidas, transparência com relação ao preço e detalhes do produto fazem a diferença. Utilizar ferramentas como o WhatsApp Business permite que você responda automaticamente perguntas frequentes agilizando o processo e, logo, a compra. O pós-venda também é importante. Ter um Feedback dos clientes além de ajudar a promover melhorias, mostra que a marca se preocupa com a satisfação dos usuários.

3 - Ofereça facilidades de pagamento

É importante que as marcas facilitem o pagamento para os clientes. Dispor de várias opções, além de pix, confere ao cliente a comodidade de escolher o melhor para si e torna a finalização da venda mais rápida e concreta.

4 - Tenha variedade de produtos de acordo com o momento

Ofereça produtos diferenciados e personalizados, como para o Dia Das Mães. Tenha embalagens criativas, com toques de cuidado, cores e tamanhos. Crie promoções e combos que vão de acordo com a pandemia. Lojas de roupas podem apostar em coleções com peças confortáveis e elegantes para ficar em casa. Restaurantes podem criar combos de produtos para serem consumidos em casa. Quando se trata de ocasiões com data, como o Dia Das Mães, se atenha aos prazos das entregas. Cobre preços justos no frete.

5 - Enfatize os procedimentos de higiene

Estamos numa pandemia. É importante que o cliente saiba que a empresa tem compromisso com a sua segurança e de seus funcionários. Informe as medidas tomadas, inclusive, nos trâmites da venda e entrega do produto.

Nesta quinta-feira (6), será realizado o debate virtual gratuito "A regulação das criptomoedas: Discussão sobre o Projeto de Lei n° 4.207/2019”, organizado pela Associação dos Advogados de São Paulo (AASP). As inscrições podem ser feitas diretamente no site da AASP, até o dia do evento.

O webinar contará com a participação dos expositores Victor Teixeira Nepomuceno, Camila Villard Duran, Tiago Severo, Reinaldo Rabelo e Paula Lima Oliveira. Eles debaterão o PL e suas aplicações futuras.

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O projeto propõe normas acerca da emissão de moedas digitais, além de estabelecer condições e deveres para entidades ou empresas que trabalham diretamente com ativos virtuais. Ele também atribui à Receita Federal, ao Banco Central do Brasil, à Comissão de Valores Mobiliários e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras competências para fiscalizar e regulamentar transações financeiras ilícitas, no combate aos crimes no Sistema Financeiro, inclusive os esquemas de pirâmide.

A proposta legislativa também elabora o Cadastro Nacional de Pessoas Expostas Politicamente (CNPEP), buscando dar suporte às instituições financeiras para elaborar e praticar políticas de análise de risco de crédito e prevenção à lavagem de dinheiro. 

O designer gráfico é o profissional responsável por estabelecer a comunicação visual de um produto ou empresa. Para isso, une conceitos de criatividade para transmissões de mensagens visuais na tentativa de prender a atenção do público. Neste sentido, o trabalho de um designer se torna essencial no setor empresarial.

Para o designer Vinícius de Oliveira, 22 anos, de Carapicuíba (SP), a concepção do logotipo é um dos primeiros atributos que podem favorecer a comunicação visual, uma vez que ele é responsável por transmitir o significado da empresa. Essa tendência pode ser vista nas companhias de tecnologia, que alteram seu logo com frequência para se mostrarem mais inovadoras que os concorrentes.

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A campanha de marketing é outro fator importante no papel do Design Gráfico. "No momento do desing, deve-se pensar no que será feito para que o público olhe a marca ou como fazer aquela propaganda pegar todo mundo de surpresa. É importante lembrar que o designer não seria nada sem o acompanhamento do diretor de arte e a equipe do audiovisual, que auxiliam o profissional em nesse trabalho", destaca Oliveira.

De acordo com o designer, para comunicar com clareza a missão de uma empresa, o designer precisa ter em mente os valores da companhia e com isso, conciliar esses conceitos com as técnicas gráficas. "O profissional precisa pensar em modelos que funcionem tanto para a tela de um celular como em um outdoor. O que mais se preza hoje é a legibilidade, e deve-se ter em mente que as pessoas vão visualizar algo de maneira rápida. Neste momento, elas precisam reconhecer aquele trabalho e conseguir ler", explica.

O designer Carlos Ribeiro, 29 anos, de Osasco (SP), evidencia a criatividade como importante ferramenta na comunicação empresarial. Esse instrumento pode auxiliar na maneira como a empresa é vista pelo público e pelo mercado em que atua. "Outra coisa que favorece na hora de realizar um trabalho é a variedade, uma visão ampla, ajuda uma companhia na hora de encontrar a verdadeira identidade", afirma.

Ribeiro explica que pesquisar sobre o público alvo da empresa, o produto que ela oferece e seu papel no mercado é essencial na hora de estabelecer a comunicação visual, pois não basta entender a estética da mensagem, é preciso compreender quem são as pessoas que a receberão. Diante desses fatores, o designer aconselha o profissional a abandonar o orgulho e o individualismo, uma vez que esses pensamentos podem contrariar as necessidades da companhia. "É bem melhor ouvir, elaborar opções e não se apegar a ideias. Sempre vai ter um lugar onde seu modo de fazer as coisas se encaixa melhor com o trabalho, mas impor seu jeito, ser orgulhoso e não saber ouvir, pode prejudicar muito o designer dentro de uma empresa", aconselha.

De 3 a 6 de maio será realizado o Innovation Express, evento gratuito de aprendizado e inspiração ao empreendedorismo. O encontro é promovido pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PE).

O evento é destinado aos estudantes e egressos da UFRPE. As inscrições podem ser realizadas pela internet. Haverá emissão de certificados.

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O Innovation Express será transmitido por meio da plataforma Zoom, sempre das 18h às 20h, e abarca os seguintes temas: Futuro do trabalho; Propósito; Canvas You: Planejamento de Vida e Carreira; e Comunicação Não-Violenta.

Quem nunca ouviu a famosa frase “O cliente tem sempre razão”? Elaborada a partir da ideia do empresário Harry Gordon Selfridge, em Londres, no ano de 1909, o princípio de que a felicidade dos consumidores estava em primeiro lugar fez tanto sucesso que se espalhou pelo mundo e começou a ser usada nos negócios, incluindo no Brasil.

Mas diferente do que Selfridge pensou, a frase começou a ser distorcida ao longo do tempo, recebendo um novo sentido: a ideia de que o consumidor pode tudo e a marca nunca deve discordar dele. E foi nesse momento que surgiram os primeiros conflitos para as empresas. Estudos na área de Customer Sucess, responsável por avaliar e direcionar a experiência do consumidor desde o primeiro atendimento até o pós compra, mostrou que o cliente nem sempre tem razão.

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As causas de atitudes abusivas na relação consumidor versus marca atinge esferas além da equipe de atendimento. Uma empresa que cede a uma opinião equivocada do cliente perde sua autoridade e identidade na área/assunto que domina. Fora isso, há os momentos em que os clientes são abusivos ao tratar seus problemas com a equipe de atendimento, o que ocasiona funcionários frustrados, cultura enfraquecida da empresa e a imagem de desespero.

O gerente de atendimento do Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-PE), Pedro Cavalcanti, aponta que muitas vezes os consumidores procuram o órgão sem ao menos tentar negociar pelos canais de comunicação da empresa. “Há situações que o consumidor vem reclamar, com direito de reclamar, mas sequer chegou a uma tratativa junto ao fornecedor. Então, a gente orienta que esse consumidor procure o fornecedor com antecedência, deixe uma mensagem através do site, do aplicativo, entre em contato através do canal de atendimento ou SAC”.

O gerente ainda ressalva que procurar o canal de atendimento da empresa as vezes é mais rápido para se resolver a questão do que se procurar o Procon. “Às vezes, esses canais são mais céleres do que a tramitação via processo administrativo aqui no órgão”, ressalva. A advogada Isabel Uchôa, do escritório João Varella Advogados Associados, destaca a lei que o consumidor deve se ater antes de realizar uma denúncia. “Antes de realizar qualquer denúncia perante o órgão de proteção ao consumidor, o cidadão deve observar se de fato o estabelecimento a que se pretende denunciar está agindo ou agiu em afronta aos Direito Consumerista, presentes na Lei nº 8.078, de 11 de Setembro de 1990.”

Segundo a advogada, só após a confirmação que a empresa infringiu algum direito deve ser realizado um requerimento administrativo para que a instituição resolva o problema de forma amigável, dentro do prazo legal. Ela ainda alerta para o consumidor se ater aos prazos para realizar a denúncia: “ O direito de reclamar caduca em 30 dias tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos não duráveis e 90 noventa dias, tratando-se de fornecimento de serviço e de produtos duráveis. Já no caso de vício oculto [defeito ou falha na fabricação após certo tempo de uso], o prazo decadencial inicia-se no momento em que ficar evidenciado o defeito”, lembra.

Entre outros direitos do consumidor, segundo Victor Abreu, analista do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas Pernambuco (Sebrae-PE), é obrigação do fornecedor detalhar todas as informações dos seus produtos e serviços, incluindo riscos que esses podem ocasionar e a forma correta de utilizar. Propagandas enganosas ou usar de má fé a ingenuidade do consumidor, também infringem a lei. O analista ressalva que apesar do código ter sido desenvolvido a partir do entendimento que o consumidor é a parte frágil, ele também tem deveres. “ O consumidor também tem alguns deveres, inclusive, conhecer as informações do produto ou serviço antes da aquisição. Ao adquirir o produto ou serviço, é muito importante que o cliente leia as informações e entenda o que está comprando até para que depois não venha a reclamar ou acusar o fornecedor de não ter entregue o que estava previsto na relação de compra.”

O analista completa: “Em caso de qualquer situação de acidente ou dano, precisa ficar claro que o cliente usou corretamente [o produto ou serviço]. Além disso, se atenha aos prazos para reclamar. Estamos chamando a atenção nesse período recente [de pandemia] para as compras pela internet ou fora do estabelecimento, onde existe o direito de arrependimento por um prazo de sete dias a partir do recebimento do produto e de devolver os produtos na mesma condição que foi recebido”.

O gerente de atendimento do Procon-PE, Pedro Cavalcanti orienta que se depois de analisado e constatado que a empresa não honrou com sua parte e não conseguiu resolver a questão pelos seus canais, o cliente pode procurar o órgão. “ Estamos abertos ao consumidor para eventuais registros por agendamento. O Procon fica localizado na Rua Floriano Peixoto, 141, em frente à Casa da Cultura. O consumidor também pode buscar informações preliminares através do nosso call-center: 0800 2821512 ou através do nosso WhatsApp 3181 71000”, informa.

Nesta quarta-feira (21), às 19h, o empresário e fundador do Grupo Ser Educacional, Janguiê Diniz, fará uma live na sua conta oficial do Instagram. Na rede social, ele vai conversar com Antônio Carbonari, Carloz Wizard, Ricardo Bellino e Chaim Zaher sobre o projeto Mentor S/A, que tem como intuito impulsionar pequenas e médias empresas.

"Formamos um grupo de 13 mentores dispostos a contribuir com capital intelectual e financeiro para acelerar o crescimento de negócios promissores. Serão selecionados 20 projetos, sendo 10 empresas já em operação com potencial de crescimento e 10 startups em estágio inicial", explicou Janguiê. As pessoas que estiverem interessadas no assunto poderão se inscrever no site do projeto

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Confira:

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Por meio de sua escola técnica - o Colégio Agrícola Dom Agostinho Ikas (Codai) -, a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) realizará, no dia 20 de abril, aula inaugural do projeto Qualificar para o Empreender, que visa à qualificação profissional de mulheres em situação de vulnerabilidade para oferecer possibilidades de conhecimento, emprego e renda.

A aula, que será transmitida pelo canal da UFRPE no YouTube, começará às 15h.

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Com a oferta de cursos, o programa pretende alcançar 1400 mulheres nas cidades do Recife, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e São Lourenço da Mata.

O evento on-line de abertura contará com a participação de gestores da UFRPE e do Codai, coordenadores do programa, professores e estudantes, e representantes da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres, órgão responsável pelo incentivo da iniciativa e ligado ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

As formações oferecidas são: Empreendedorismo e Mídias Sociais; Gerenciamento de Resíduos; Hospitalidade em Unidades de Saúde; Limpeza e Higiene Hospitalar; Produção de Alimentos Saudáveis. O processo seletivo foi realizado por meio de editais, que estão sendo publicados no site da UFRPE.

A ação permite que mulheres residentes de comunidades com baixo índice de desenvolvimento humano, sem o total acesso aos serviços públicos básicos, possuam capacitação profissional que possibilite o aumento de seu nível de escolaridade, independência e entrada ao mundo do trabalho, por meio do incentivo ao empreendedorismo, à empregabilidade e às formas associativas solidárias.

Segundo a coordenação do programa, a opção por oferecer as formações às mulheres leva em consideração o aumento do número delas que amplificam seu papel na sociedade e nas suas comunidades, se tornando responsáveis pela chefia das suas famílias.

A UFRPE afirma, em nota no seu site oficial, que “essas mulheres são responsáveis não só pelo sustento financeiro das suas residências, mas também pelo desenvolvimento cultural, social e educacional dos seus filhos e demais membros da família, fato que repercute nas futuras gerações e no desenvolvimento igualitário e justo do Estado”.

As prefeituras das cidades do Recife, Jaboatão dos Guararapes, Paulista e São Lourenço da Mata também estão envolvidas, especialmente na criação de banco de dados para cadastro das concluintes e articulação com empresas e organizações locais para inclusão no mercado de trabalho, conforme informa a UFRPE.

Abrir um negócio exige muito trabalho. Todo o modelo da empresa precisa ser pensado, maturado e desenvolvido no mercado, bem como o empreendedor precisa compreender que existem riscos de quebra, independente do tamanho do empreendimento.

Para quem deseja empreender e não correr grandes riscos financeiros, os modelos de franquias podem uma boa oção de investimento. Mas o que são franquias? Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), são negócios com modelos de operação, gestão e divulgação “copiados” com a autorização dos franqueadores, que criaram e detém os direitos sobre eles, e transferidos para os franqueados.

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A gigante norte-americana McDonald’s é um dos exemplos mais conhecidos de franquia. Hoje, segundo a associação, há mais de 5 mil unidades no mundo, sendo mais de mil delas no Brasil. "Investir em franquias é um exercício de empreendedorismo aprimorado, já que ele une o desejo de ter o próprio negócio a um modelo de sucesso já testado no mercado. Mesmo assim, exige cuidados específicos como em qualquer outra empreitada financeira", alerta a ABF.

Se engana quem acredita que ter uma franquia significa não "meter a mão na massa" para obter sucesso com um modelo de negócio. É fundamental, como em qualquer empresa, investir e trabalhar bastante para ter um bom rendimento no fim do mês. De acordo com a ABF, existem alguns processos para escolher e começar a gerir a franquia certa, como a apuração do capital total disponível para o investimento, conhecimento e afinidade com o segmento de franquia, capital exigido pelas marcas pré-selecionadas, entre outras exigências.

A Associação adverte que, “muitas vezes, o excesso de empreendedorismo do brasileiro faz com que o processo para abertura de um novo negócio seja movido pela emoção e não pela razão". "Este comportamento faz com que certos processos e etapas fundamentais para o sucesso do novo negócio sejam ignorados, ocasionando uma alta taxa de mortalidade da maioria deles", acrescenta a entidade.

Conforme os dados da ABF, os setores que tiveram os melhores faturamentos em 2020 e podem ser uma boa escolha para se investir foram os negócios de alimentação (40.898); saúde, beleza e bem-estar (35.276); serviços e outros negócios (26.648); moda (19.153); casa e construção (12.429); e serviços educacionais (10.934).

O LeiaJá preparou uma lista de franquias com investimento inicial de até R$ 5 mil, para ajudar quem deseja abrir e gerir seu próprio negócio em 2021. Confira:

Limpeza com Zelo

A franquia de serviços de limpeza comercial e residencial precisa de investimento a partir de R$ 4 mil e tem retorno do investimento de dois a 18 meses. O faturamento médio mensal pode ir de R$ 6.500 a R$ 85 mil.

+ÁGIL

Empresa de serviço que tem como principal atividade e objetivo a intermediação da venda de serviços bancários, em especial de empréstimo consignado, financiamentos, seguros e consórcios. O investimento inicial é a partir de R$ 5 mil, com retorno de um a três meses. O faturamento médio mensal chega a R$ 15 mil.

Trust Intercâmbio Cultural e Turismo

Agência de intercâmbio, cultura e turismo, com investimento a partir de R$ 3.500 e retorno de três a 48 meses. O faturamento médio mensal é no valor de R$ 45 mil a R$ 150 mil.

SMS Digital

Negócio da área de comunicação, informática e eletrônicos. O investimento é a partir de R$ 4.990, com retorno de seis a 12 meses e faturamento médio mensal de R$ 10 mil.

DryWash

Empresa de serviços automotivos que oferece limpeza, conservação e reparação rápida de veículos em geral. Tem investimento a partir de R$ 3 mil e retorno desse investimento de um a 24 meses.

O Ministério da Educação (MEC) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) firmaram, nesta quinta-feira (15), em uma cerimônia virtual, uma parceria que visa desenvolver a cultura empreendedora dentro dos conteúdos da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). O objetivo é levar educação sobre empreendedorismo para as escolas brasileiras.

De acordo com o MEC, a parceria pretende desenvolver, de início, as seguintes áreas: empreendedorismo inovador no ensino profissional e técnico; formação e valorização de profissionais da educação e de estudantes; fomento a ações de PD&I com foco no desenvolvimento territorial; e realização do prêmio nacional de educação empreendedora.

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O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirma que a cooperação terá duração de três anos, podendo ser prorrogado. A expectativa é que a parceria deva beneficiar 4 milhões de estudantes e 584 mil professores de educação básica com formação continuada.

Cem campi de institutos federais terão, com o acordo, ações de empreendedorismo e inovação, e 120 projetos serão apoiados para a implementação de práticas de pesquisa aplicada e expansão tecnológica para Micro e Pequenas Empresas. Veja como foi a cerimônia de lançamento:

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O Grupo Mulheres do Brasil, ligado ao comitê Meninas do Brasil, promove o Hackathon Virtual Experience, evento que busca desenvolver soluções para problemas reais com o uso da tecnologia. A maratona será de 23 a 25 de abril, e as inscrições vão até o dia 20, diretamente no site do evento

Os critérios para participar são ter a partir de 18 anos, acesso à internet e os grupos devem ter, no mínimo, uma mulher integrante do time. O objetivo principal do hackathon é amortecer os impactos da pandemia da Covid-19 no mundo do empreendedorismo.

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Outro estímulo é poder ajudar a diminuir problemas sociais causados pela crise sanitária, instaurada no Brasil desde março de 2020. A coordenadora do Grupo Mulheres do Brasil e organizadora do evento, Roseana Faneco, enxerga o hackathon como uma forma de unir conhecimentos e experiências para contribuir socialmente. “Como é que a gente vai promover o acesso dos jovens no mercado? Jovens esses, tanto da área rural, como da área urbana. Então, o que é bacana é que cada grupo vai ter uma experiência, vai conhecer uma situação específica. Então pode ter jovens que se unam com várias experiências, com diversas práticas. E isso é o que faz a beleza do projeto, a diversidade”, destacou Roseana.

De acordo com a organização do evento, entre as ideias de criação de projetos, está, por exemplo, o desenvolvimento startups. Os organizadores esperam, ainda, que o trabalho vencedor possa ser aplicado em comunidades das unidades que apoiam o Hackathon Virtual Experience. 

Esta é a primeira vez que a atividade é realizada pelo Grupo Mulheres do Brasil. "Eu tenho muita expectativa que a gente venha com projetos vencedores muito positivos e que possam ajudar nas políticas públicas", complementa Roseana Faneco.

A empresa de telecomunicações ‘TIM’ está buscando novos parceiros comerciais no Nordeste. Segundo a companhia, o objetivo é abrir lojas em sete estados, incluindo Pernambuco.

Em solo pernambucano, a TIM almeja empreender nas cidades de Arcoverde, Bodocó, Ouricuri, Pesqueira, Goiana e Carpina. “A oportunidade é para empreendedores com foco em tecnologia e inovação, que tenham perfil de investidor e que já possuam ou tenham disponibilidade para abertura de CNPJ”, informou a operadora.

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As equipes das novas unidades precisam ter, no mínimo, três funcionários. “Entre os benefícios oferecidos pela operadora estão o apoio ao desenvolvimento do negócio, programa de treinamento e reciclagem e visibilidade da marca”, acrescentou a empresa.

A TIM não revelou o valor do investimento para a abertura das unidades. Os interessados precisam entre em contato com o e-mail luciene.barros@timbrasil.com.br.

A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq/PE) divulgou nova parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e com a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). O objetivo é capacitar empreendedores, fazendo crescer a oferta de empregos e, consequentemente, a economia do Estado.

Será realizada uma solenidade, para oficializar o acordo entre as três partes, no próximo dia 28 de abril às 15h, em formato virtual. Pernambuco é o segundo Estado no Brasil com maior número de interações com o empreendedor, de acordo com dados de pesquisa do Sebrae. Somados os meses de janeiro e fevereiro de 2021, 4.218 atendimentos foram prestados aos empresários.

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Com a parceria, uma das propostas é ver o número de consultorias aumentar. De acordo com nota publicada pela assessoria da Seteq à imprensa, o acordo busca ampliar os canais digitais, além de criar um banco de dados sobre microempreendedorismo e implantar salas de referência em todas as regiões do Estado.

Para o secretário da pasta, Alberes Lopes, a parceria é um passo fundamental para o desenvolvimento econômico em Pernambuco. “Esta cooperação entre a Seteq, o Sebrae e a Amupe irá contribuir significativamente para o desenvolvimento do Estado, uma vez que além de mostrar as potencialidades, irá se aproximar dos empreendedores e amparados com orientações. Isso promove a geração de emprego e renda para as cidades., avalia Lopes, conforme informações da assessoria da Seteq.

A pandemia de Covid-19, que até o momento matou 331 mil pessoas no Brasil, obrigou a população a permanecer em casa o máximo possível, tornando grande parte das nossas vidas ainda mais digital. As compras, que já passavam por um forte processo de virtualização, não ficaram de fora: segundo uma pesquisa realizada pela Mastercard, o e-commerce cresceu 75% em 2020 se comparado ao ano anterior, com boas projeções para 2021.

O aumento das vendas faz crescer uma outra preocupação constante quando se fala de comércio virtual: segurança na entrega dos produtos ao consumidor. Questões logísticas, como o rastreio dos carros e também dos produtos que estão em transporte, podem dar mais tranquilidade tanto a vendedores como a seus fregueses.

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Confira, a seguir, algumas dicas de Fábio Garcia, CEO da '+Envios', empresa de inteligência logística, que pontuou os dois principais problemas de segurança logística nas entregas das lojas on-line. Garcia dá sugestões de como solucioná-los.

Coleta e pré-postagem

A fase entre a coleta e a postagem da mercadoria geralmente é descoberta, ou seja, o caminho que o produto percorre da loja até a transportadora muitas vezes é permeado por alguns riscos que envolvem sua segurança. Ao fazer uma compra em um site, no momento de escolher o frete, o cliente tem a opção de adicionar um seguro.

Contudo, este seguro protege a mercadoria somente a partir do momento em que ela está em posse da transportadora e não neste trajeto da loja até a transportadora. A maioria das empresas que faz a pré-postagem, ou seja, a coleta nas lojas e postagem da mercadoria nas transportadoras, não costuma ter um sistema de segurança eficiente e é aí que acontecem os roubos.

“Na + Envios, nós registramos o objeto por meio de um scanner e o inserimos no sistema. A partir daí o cliente já consegue acompanhar o status da mercadoria que, nesta etapa, aparece como ‘embarcado’. Assim, a segurança é garantida em todo o trajeto do produto, desde a loja até o cliente final”, disse Fábio.

Sistemas de segurança

O CEO destaca: “Na +Envios, usamos um software que funciona por telemetria, ou seja, um sistema de monitoramento remoto, ligado ao celular do motorista. Desta forma toda a rota é monitorada em tempo real, o que deixa os clientes muito mais tranquilos. Além disso, contamos com um sistema de isca eletrônica: são componentes disfarçados de mercadorias que são despachados no nosso veículo junto com os produtos a serem entregues. É um aparelho que funciona tanto com a tecnologia GSM (a mesma do celular), como por radiofrequência”, disse ele. Fábio Garcia explicou que a eficiência do sistema se dá porque para fazer roubo de carga, os assaltantes usam uma tecnologia para bloquear o sinal do celular. “Por isso usamos também a radiofrequência, que consegue localizar tanto o veículo, quanto a carga e o motorista (por conta do celular)”.

Para finalizar, ele lembra que quando o cliente final tem controle de seus produtos, a tendência é que confie mais na loja, na entrega e, possivelmente, aconteça a fidelização.

Com informações da assessoria 

Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) revelou que os empreendedores negros foram mais impactos pela crise da pandemia da Covid-19. Promovido em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) na última semana de fevereiro deste ano, o estudo indicou que uma maior proporção de negócios liderados por negros sofreu redução no faturamento mensal.

De acordo com a pesquisa, houve queda no faturamento para 81% dos negros que comandam empresas, enquanto no público geral o percentual foi de 79%. No total, 6,2 mil empreendedores foram entrevistados no levantamento.

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Também foi constatado um nível maior de inadimplência entre empresários negros, assim como dificuldade para conseguir crédito. Segundo a pesquisa, enquanto a média geral de empréstimos realizados com sucesso foi de 39%, entre os negros o índice caiu para 33%.

“Um levantamento semelhante, realizado no final de setembro do ano passado, havia identificado que 76% dos empresários negros haviam registrado diminuição do faturamento contra 73% dos empreendedores brancos. Quanto ao nível de inadimplência, a comparação entre as duas pesquisas (de 2020 e 2021) mostra que houve um aumento do nível de inadimplência para os dois grupos de empresários, porém com uma situação pior para os negros. A pesquisa de 2020 havia identificado que 36% dos empresários negros tinham dívidas em atraso, enquanto entre os brancos o percentual era de 27%. Quanto ao acesso a crédito a situação era igualmente desvantajosa para negros em setembro de 2020, quando 12% deles conseguiram crédito contra 18% dos empresários brancos”, informou o Sebrae.

Com informações da Agência Sebrae de Notícias

Nesta segunda-feira (29), o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) lançam uma nova etapa do programa 'Adapta Comércio'. A ação ofertará consultorias gratuitas e personalizadas a fim de auxiliar na gestão e inovação dos negócios e na implementação de protocolos de biossegurança para microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte.

São 295 oportunidades, no total. Empreendimentos de todo o Estado dos setores de comércio, serviços e turismo podem participar. Os empreendedores que tenham interesse em receber as qualificações devem preencher um formulário.

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 Os gestores do Sebrae entrarão em contato para confirmar a candidatura, iniciando a ação. O trabalho será feito em quatro etapas: diagnóstico, elaboração do plano de ação, implantação e monitoramento; as consultorias serão realizadas remotamente, durante 60 dias, e serão integradas por uma equipe multidisciplinar de consultores e especialistas da FacSenacPE.

A metodologia utilizada consiste em quizzes, reuniões, aplicação de vídeos e fluxogramas e checklists para as ações. Em meio aos objetivos, estão apoiar o desenvolvimento e continuação das atividades no cenário do novo normal, ajustar práticas na busca por eficiência, estabelecer uma gestão mais competitiva e sugerir melhorias em atendimento, pessoas, logística, finanças, marketing e adaptações ao digital.

“Neste momento de estreitamento das restrições, o Senac entende o seu papel formador e apoia os empreendedores com as melhores práticas de gestão para garantir a sobrevivência dos negócios”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-PE, Bernardo Peixoto, segundo a assessoria.

A falta de funcionários qualificados para se adaptar ao mundo digital é a maior barreira enfrentada por 55% dos donos de pequenos negócios. No entanto, mesmo com esse impedimento, 76% dos empreendedores que não digitalizaram suas empresas pretendem iniciar, em até seis meses, a comercialização dos seus produtos e serviços de forma online.

Os dados são do levantamento feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em parceria com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) e a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Do total de 1.205 empresários entrevistados, mais de 90% afirmam que já se beneficiam do digital em seus negócios, e desses, 85% revelam que o uso de plataformas virtuais fez com que houvesse aumento nos lucros.

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Os dados indicam procura cada vez maior em explorar o mundo digital nos micro e pequenos negócios, além de um aumento de investimentos na área. A análise da inclusão digital apontou que 92,2% das empresas de pequeno porte (EPP) já se utilizam do mundo eletrônico em seus negócios.

Em relação ao segmento de atividade, o setor de serviço lidera com 91,9% das empresas inseridas. O setor com menor índice de digitalização é a construção, com 81,8%.

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, analisa que digitalizar os empreendimentos é essencial para a sobrevivência dos negócios. "A digitalização do pequeno negócio é um caminho sem volta e bastante acelerado pelo cenário de pandemia. Nem que seja para atrair e efetivar vendas pelo whatsapp, os empresários entenderam que é preciso criar formas digitais de manter e ampliar o mercado", diz Melles.

No entanto, o consultor da Unctad, Fernando Furlan, que participou da elaboração do estudo, faz ressalvas quanto a uma possível dependência dos pequenos negócios ao mercado digital. “Essa tem se tornando a maior discussão no mundo antitruste de como garantir a inovação das big techs e ao mesmo tempo garantir que elas não sejam abusivas ao ponto de excluir os concorrentes do mercado”, ressalta.

A pesquisa conversou com donos de pequenos negócios a respeito da concorrência, e, segundo 26% dos entrevistados, um aumento de concorrência entre seus fornecedores traria mais benefícios. Trinta por cento das empresas de pequeno porte mostraram interesse por uma maior concorrência entre os fornecedores, em especial, pelas empresas dos setores da construção (36%) e da indústria (32%).

Com informações da Agência Sebrae de Notícias

De 26 a 30 de abril, será realizada a Semana de Transformação Digital para Micro e Pequenas Empresas. Em sua quarta edição, o evento é organizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em parceria com a Transformação Digital (TD).

On-line e gratuita, a iniciativa reúne especialistas em gestão e representantes de empresas de grande porte no mercado. As inscrições são feitas pelo site oficial do evento e busca auxiliar micro e pequenos empreendedores a retomarem os negócios após os impactos causados pela pandemia do novo coronavírus.

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A programação conta com 18 webinários, que abordarão temas como marketing digital, reinvenção dos negócios, atendimento e experiência do cliente e negócios a serem explorados pós-pandemia. A adaptação de micro e pequenas empresas será abordada sob a perspectiva da crise mundial, além da importância de levar a marca e os produtos para o mundo digital.

As palestras contarão com convidados representando empresas de grande porte, como Magalu, RD Station, HostGator, Exact Sales, Google, Nuvemshop, Ecommerce na Prática, Zero to One, Warren, Harmo, Alterdata, Ao3, Galax Pay, Hiper e Intuit QuickBooks. O coordenador do evento, Alexandre Souza, afirma que o Sebrae busca auxiliar os empreendedores em qualquer situação, e nessa pandemia não seria diferente. “O caminho para sairmos dessa crise e para a recuperação dos negócios é criar iniciativas como essa, apresentando a transformação digital como ferramenta importante para reinventar os negócios em um período difícil como o que estamos enfrentando, colaborando para reduzir os impactos sofridos”, afirma, conforme informações da Agência Sebrae de Notícias.

Concurso

Durante a Semana de Transformação Digital, haverá um concurso, cuja participação é opcional, que vai sortear diversos prêmios ligados à tecnologia, além de uma viagem ao Web Summit em Lisboa, evento de inovação. Para concorrer às premiações, os participantes devem indicar pessoas para se inscrever no evento. As indicações podem ser feitas até o dia 29 de abril.

A quarentena contra a Covid-19, instaurada em todo o estado de Pernambuco desde o último dia 18, tem sido um momento difícil para os pequenos comerciantes. Pensando em uma forma de ajudar o comércio local de sua cidade, o fotógrafo Pedro Batista, 20 anos, do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, divulgou em sua conta no Instagram uma oferta gratuita para registrar fotos dos produtos à venda nos empreendimentos.

Em vídeo publicado na semana passada, ele oferece suas habilidades fotográficas para atrair mais clientes que queiram comprar por meio do serviço de delivery. “Eu me coloco à disposição dessas pessoas para fotografar os seus produtos de forma gratuita. A você que vende pizza, roupa, sobremesa (...), é simples, rápido e prático, é só falar comigo via direct”, anunciou.

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Registros ajudam os comerciantes que atuam com delivery. Foto: Pedro Batista

O objetivo de Pedro é tentar manter a atração dos clientes e o fluxo de compras dos produtos, em um período em que os pequenos empreendedores têm de se desdobrar para continuar nos negócios. “A boa qualidade da imagem de produtos nas redes sociais incentiva as pessoas a consumir. E isso atrai o público a comprar e pedir um delivery, por exemplo, já que no lockdown muitos empreendedores não podem abrir suas portas para vender”, afirmou o fotógrafo.

Pedro não pede nada em troca aos comerciantes que agendarem a sessão de fotos. “Quero é que eles continuem vendendo e que possam manter as portas abertas e funcionários trabalhando. Penso em quem tem que manter o emprego, porque é o único ganha pão da família”, ressaltou.

No último sábado (20), ele publicou um vídeo mostrando a produção das fotografias em uma lanchonete de açaí. “Não existe sensação melhor que fazer o bem. Começamos hoje a cumprir o que prometemos”, escreveu na publicação.

Com informações da assessoria

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) divulgou, nesta sexta-feira (19), que as micro e pequenas empresas (MPE) geraram, no último mês de janeiro, aproximadamente 195,6 mil empregos, quase o dobro criado pelo segmento no mesmo mês do ano passado, que alcançou cerca de 103,9 mil. Por causa disso, os pequenos negócios lideraram, pelo sétimo mês consecutivo, a geração de trabalho no País.

Conforme os dados, as micro e pequenas empresas corresponderam, em janeiro, a 75% das 260,3 mil vagas criadas ao longo do mês. Já as médias e grandes empresas (MGE) saíram de um saldo negativo de 2.887 postos de trabalho encerrados, em 2020, para 41,6 mil novos empregos criados em janeiro, cerca de 16% do total.

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Nos últimos seis meses, os pequenos negócios apresentaram um saldo total de 1,1 milhão de novos empregos contra 385,5 mil novos postos de trabalho criados pelas MGE. Segundo o Sebrae, os setores que mais contribuíram positivamente no último mês de janeiro foram serviços, indústria de transformação e construção. Esses resultados valem tanto para as MPE quanto para as MGE.

No setor do comércio, as MPE apresentaram saldo positivo de 27,4 mil, já as médias e grandes tiveram um saldo negativo de 21,3 mil vagas. O ministro da Economia Paulo Guedes comemorou, segundo a assessoria do Sebrae, a criação de 260,3 mil vagas no mercado de trabalho formal em janeiro e voltou a defender a vacinação em massa para garantir o processo de retomada da economia, que, em sua avaliação, está forte e acima das projeções, considerando os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e a alta de 1,04% no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

O presidente do Sebrae, Carlos Melles, também comemorou o resultado dos pequenos negócios e afirma que esse segmento ainda pode ajudar bastante a economia brasileira. “Em 2020, foram as micro e pequenas empresas que sustentaram o nível de emprego no País. Este ano não deve ser diferente" comentou, em nota, Melles.

O Sebrae aponta que em janeiro deste ano, os Estados do Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina, Roraima e Rio Grande do Norte foram responsáveis por pelo menos 17 novos empregos a cada mil postos de trabalho já existentes. Já os Estados que menos geraram empregos foram São Paulo, Minas Gerais, Amapá, Rondônia, Rio de Janeiro e Amazonas. Somente o Estado do Amazonas apresentou saldo negativo, os demais geraram menos de sete novos empregos a cada mil postos de trabalho existentes.

Com informações da Agência Sebrae de Notícias

A Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco (Seteq) anunciou, nesta sexta-feira (19), que renovou o contrato que permite a liberação de linha de crédito com juros mais baixos para profissionais de odontologia. O crédito vai até R$ 21 mil.

A renovação foi feita em uma reunião na Secretaria, situada no Bairro da Boa Vista, Centro do Recife. O presidente do Conselho Regional de Odontologia, Eduardo Cavalcanti, conta, segundo a assessoria da Seteq, que a linha de crédito vai ajudar os profissionais da área a se manterem diante deste cenário atípico da pandemia da Covid-19, mantendo assim o funcionamento dos serviços odontológicos.

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"Estamos enfrentando um momento muito difícil e precisamos, mais que nunca, unir forças para superá-los juntos. Esse crédito vai permitir que a classe odontológica continue oferecendo um serviço essencial e contribuindo para a saúde das pessoas. Esperamos que a renovação do contrato diminua o impacto dessa crise e colabore para a compra de equipamentos necessários", reforçou, em nota, o secretário do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco, Alberes Lopes. 

Mais informações sobre o benefício podem ser obtigas por meio do Conselho Regional de Odontologia. Um canal de mensagens está aberto no site da instituição, onde também é possível consultar os telefones disponíveis ao público.

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